Por onde andei…

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Com o saudoso Geo Araújo e Valmir Rodrigues, em frente ao estádio de Durban (África do Sul), na Copa do Mundo de 2010. Abaixo, com Giuseppe Tommaso, diante do monumental Soccer City, em Joanesburgo. Cobertura do Mundial pela equipe da Rádio Clube e do Diário do Pará. (Do arquivo pessoal do amigo Valmireko) 

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No Brasil é assim…

Por Juca Kfouri

Construções são feitas sem autorização porque os que as autorizam, subornam.

Barragens, pontes, viadutos, edifícios e até ciclovias são construídas com material de segunda e ninguém se responsabiliza pela manutenção.

Hidrantes não têm água.

O incêndio do patrimônio histórico é esquecido tão logo outro sobrevenha.

Nós, os privilegiados, preferimos carros blindados e condomínios fechados à inclusão dos excluídos.

Nossos filhos e netos vão para escola particular e a pública é sucateada.

Temos os hospitais de primeira e as filas intermináveis na saúde pública para ralé.

Achamos que armar a população é melhor que preparar a polícia para servi-la e convivemos com as milícias.

E rotulamos como comunistas os que lutam por igualdade.

Nós fazemos, há cinco séculos, um país de merda.

Além de odiarmos ouvir a verdade.

Daí, ficamos intolerantes com quem as diz.

Pisoteamos os sonhos e os transformamos em pesadelos.

Sem remorsos.

O Haiti é aqui.

O passado é uma parada

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Agosto de 1981. Na redação de A Província, o jornalista Rubens Silva lê nota da Federação Nacional dos Jornalistas de repúdio contra a prisão de quatro jornalistas do Coojornal por terem revelado documentos do Exército. Da esquerda para a direita, Carlos Flexa, Antônio José Soares, Nonato Batista, Arlindo Silva, Guilherme Barra, Rubens Silva, Emanoel Ó de Almeida, Olavo Dutra, Euclides Bandeira, Demétrio Beltrão, Fernando SilvaTeotonio Gomes Silva. A FENAJ recomendou a leitura da nota em todas as redações. (Walter Pinto, no Facebook)

Mania vergonhosa

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Por Flávio Prado

Novamente a palhaçada. Nesta quinta feira o Ferroviário, infinitamente inferior ao Corinthians, vendeu seu mando de jogo na Copa do Brasil. E não foi para uma cidade vizinha ou um campo maior, já que é de Fortaleza, grande cidade e com estádio de Copa do Mundo.

A venda foi para Londrina. Muito longe da casa do mandante. Todas as vantagens ficaram com o visitante, que está mais perto de casa do que aquele que deveria organizar o evento. Uma vergonha. A entidade que organiza e permite esse tipo de coisa, não merece o menor respeito. Como o time que faz um papel desses tem que cair na vala do desprezo do futebol.

E isso acontece toda hora. No paulistinha, tivemos um fase decisiva com o linense vendendo o mando para o campo do adversário. Jogou com o São Paulo no Morumbi. Felizmente foi rebaixado no ano seguinte. Senão respeita seu público, não merece disputar a competição. E há vários casos assim.

Triste. Se o clube só pensa em grana e o resultado técnico tem interesse zero, que se transforme numa empresa bancária. E o torcedor do Ferroviário, que se respeitar, não deve assistir os joguinhos do cearense. Afinal na hora do filé menosprezou os que amam a equipe. Então porque  razão deverão roer os ossos depois?

A frase do dia

“Os caras ganharam, estão no poder, com garfo, faca, pistola e laranja na mão. Mas como estão acostumados a fazer campanha e não a governar ficam só com papo de PT, Lula, esquerda, gramcismo, comunismo-no-Brasil, professor-doutrinador e o escambau. Mostrem serviço agora, manos!”.

Antero Greco, jornalista