
Por Raduan Nassar (*)
A destruição da soberania nacional tem um nome: Força Tarefa da Lava Jato. Em conluio com o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria Geral da República, a Lava Jato não só propiciou o golpe de 2016, como liquidou com a economia, quebrando inúmeras empresas, levando o desemprego às alturas, além da entrega a grupos estrangeiros das riquezas do país, como o pré-sal. A Lava Jato causou um prejuízo incomparavelmente maior à nação do que a corrupção que pretextava combater.
Induzindo delatores a acusarem o ex-presidente Lula, escandalosamente premiados ao se submeterem, sem ao mesmo tempo imputar seus cúmplices tucanos, a Lava Jato primou sobretudo em sua perseguição empedernida – e sem provas – contra Lula, maior líder da História brasileira.
Ao praticar ilegalidades, inclusive vazamentos fora dos autos, conduções coercitivas, e tantas outras, os operadores da Lava Jato, visceralmente anti povo, não serão jamais absolvidos pela História, serão antes execrados, quem viver verá.
*Raduan Nassar é escritor, vencedor do Prêmio Camões, autor dos livros Um Copo de Cólera e Lavoura Arcaica
O próprio Sérgio Moro reconhece a inocência de Lula. Aí, talvez você reaja: Mas como!? É muito simples. Na SENTENÇA, Moro diz que os documentos apreendidos pela PF (com cobertura cinematográfica e não jornalística da Globo) e em seguida entregues ao MPF (que Dallagnol deturpou para, em seguida, produzir o famoso e histórico powerpoint) NÃO COMPROVARAM a culpa de Lula. Melhor dizendo, isso é o mesmo que afirmar a INOCÊNCIA do réu. Ao admitir isso, Moro não só reconhece a inocência, como deveria solta-lo imediatamente e dar o caso por encerrado. Mas Sérgio Moro preferiu arriscar uma teoria acusatória, o que é vedado ao juízo, e condenou Lula por uma opinião pessoal. Resumidamente, Sérgio Moro opinou que seria impossível roubar a Petrobras sem o consentimento ou participação do presidente e o condenou por corrupção passiva e lavagem de dinheiro sem que, no entanto, as provas dos autos apontassem para essas possibilidades.
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