Jornalista pede desculpas após ser processado por ofensas a Mauro Cezar

De Pedro Lopes no UOL Esporte

O jornalista Rica Perrone e o comentarista Mauro Cézar fizeram um acordo na Justiça que obrigou Perrone a pedir desculpas em seu perfil no Twitter. O processo movimento pelo comentarista da ESPN era por uma sequência de ofensas sofridas e a decisão saiu nesta segunda-feira (3).

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“2018 não foi o meu melhor ano. Nem o pior. Mas foi um ano onde eu fiz muita bobagem. Talvez muito nervoso com as questões políticas do país, como eu nunca tinha me envolvido antes. De qualquer maneira, vocês continuaram me dando muita audiência. Então, muito obrigado. Aproveito aqui para me desculpar com algumas pessoas que exagerei durante esse ano. Até amigos. Infelizmente as redes sociais não tentam de voz e a gente acaba reagindo errado a certas colocações. Peço desculpas ao jornalista Mauro Cezar Pereira da ESPN. O ofendi diversas vezes em redes sociais esse ano e venho me retratar. Também quero alertar a quem me acompanha: não façam isso. Não ofendam em redes sociais”, escreveu Rica Perrone em seu Twitter.

O texto foi parte de um acordo judicial que obrigava o jornalista a fazer a postagem em até 48 horas e terá de ficar em sua página por 30 dias. Se apagar antes do prazo, uma multa de R$ 1 mil será aplicada. Rica Perrone ainda terá de pagar R$ 1,5 mil pelos honorários dos advogados de Mauro Cezar.

No processo, Mauro Cezar reclamava de algumas ofensas ditas por Rica Perrone em seu Twitter: “Mauro Cezar é um babaca”, “Seu arrombado”, “Chato para caralho”, “Chupa Mauro Cezar, ESPN, Trajano e todo mundo que diminuiu! Dorme argumentando que eu durmo bêbado e feliz filho da p….”, “se veste de p… de argentino”, entre outras ofensas.

O comentarista da ESPN alegava que a forma como Rica Perrone se referia “não podem ser tidas como algo razoável e/ou dentro dos limites legais e sim como ofensas gratuitas contra o autor”.

(…)

PS: Rica Perrone foi um dos jornalistas esportivos que apoiou Bolsonaro “contra a corrupção do PT”. Ele também gravou um vídeo para Mauro Cezar.

Após imagem viralizar, Willian diz que não ignorou Bolsonaro de propósito

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A presença do presidente eleito Jair Bolsonaro no Allianz Parque, no último domingo (02), durante a festa do título brasileiro do Palmeiras, causou polêmicas. Convidado pela direção do clube, o político assistiu ao triunfo por 3 a 2 sobre o Vitória e desceu ao gramado para entregar a taça ao Alviverde.

O encontro com o presidente eleito protagonizou muitas imagens curiosas, como o meio-campista Felipe Melo batendo continência para o capitão reformado do Exército. O técnico Felipão fez a mesma saudação. Uma outra imagem mostra o atacante Willian “Bigode” sem tomar conhecimento da presença de Bolsonaro no pódio.

Após receber a medalha, o jogador, artilheiro do time no título (10 gols) passou direto por Bolsonaro, apenas levantou as mãos para os céus e agradeceu a conquista do Brasileirão 2018. A Goal Brasil entrou em contato com a assessoria do jogador, que explicou que Willian não cumprimentou Bolsonaro simplesmente porque não o viu. “Se ele tivesse visto, teria cumprimentado, sem problema nenhum”.

O passado é uma parada

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Em dia de realização do “Prêmio Bola de Prata” para os melhores jogadores do Campeonato Brasileiro, vale lembrar a seleção dos melhores da edição de 1972 da mencionada premiação, instituída pela revista Placar. O azulino Aranha, destaque na competição daquele ano, foi um dos agraciados. Curiosamente, o reserva de Aranha no Remo era Nelinho, que depois seria ídolo no Cruzeiro e titular da Seleção Brasileira.

Escalação do timaço de 1972:

EM PÉ: Aranha (Remo), Marinho Chagas (Botafogo), Elias Figueroa (Internacional-RS), Beto Bacamarte (Grêmio-RS), Leão (Palmeiras) e Piazza (Cruzeiro).
AGACHADOS: Osni (Vitória), Alberi (ABC), Zé Roberto (Coritiba), Ademir da Guia (Palmeiras) e Paulo César Caju (Flamengo).

Por irregularidade de atleta, Ponte e PSC sonham com rebaixamento do Goiás

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Uma notícia caiu como uma bomba, na tarde desta segunda-feira, no Goiás. Segundo informações do repórter Pedro Orioli, da Rádio Central AM Campinas, o clube goiano disputou quase toda a Série B com um jogador em situação irregular. O lateral-esquerdo Ernandes Dias Luz, de São Félix do Araguaia, no Mato Grosso, teria falsificado a certidão de nascimento. Com isso, segundo a avaliação da imprensa campineira, o time de Goiânia poderia perder o acesso à Série A, entregando a vaga para Ponte Preta (5º colocada na classificação) e permitindo ao Paissandu (17º) escapar do rebaixamento.

Segundo as informações do radialista, Ernandes nasceu no dia 11 de novembro de 1985 e tem sua certidão autenticada em São Félix do Araguaia, no Mato Grosso – documento confirmado pelo 2º Cartório da cidade. Mas há também outra certidão de nascimento do dia 11 de novembro de 1987 e que foi usada pelo jogador como original.

No Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), consta que Ernandes Dias Luz nasceu no dia 11 de novembro de 1987, ou seja, como consta no segundo documento – que ainda não teve constatada sua originalidade. Se a certidão de nascimento foi realmente falsificada, tanto o jogador, quanto o clube podem ser punidos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) como prevê o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), diz a Agência Futebol Interior.

A infração está descrita no Artigo 214, que diz: “incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente”. A punição é prevista é a “perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida, prova ou equivalente, e multa de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais)”.

Ernandes disputou 31 jogos pelo Goiás na Série B e uma partida pelo Ceará na Série A. Caso os clubes fossem punidos, a Ponte Preta subiria no lugar do Goiás, o Paissandu escaparia ao rebaixamento e o Ceará seria rebaixado para a Série B, abrindo vaga para o Sport permanecer na Primeira Divisão. A Confederação Brasileira de Futebol, entretanto, não vê nenhum risco de aplicação da punição.

Em contato com a reportagem do UOL, a entidade que comanda o futebol brasileiro afirmou que não existe jurisprudência de aplicação de perda de pontos a clubes em casos como esse. Em geral, problemas nos registros pessoais dos atletas geram punições aos próprios jogadores, mas não chegam a afetar os clubes e tabelas dos campeonatos.

“É uma questão clara do regulamento geral de competições. A irregularidade no ato do registro não é uma irregularidade na condição de jogo. Ele tinha condição. Não é nem um caso de STJD. A CNRD [Câmara Nacional de Resolução de Disputas] que vai apreciar. Dois anos a mais ou a menos não tem impacto esportivo no Brasileirão. O registro está errado há 20 anos. Não vejo uma punição ao clube. O RGC [Regulamento Geral das Competições 2018] é claro quanto a isso”, explica Reynaldo Buzzoni, diretor de registros da CBF.

O artigo 35 do regulamento geral de competições, em seu parágrafo terceiro, reflete a explicação do dirigente. “Eventual irregularidade de ato de registro e/ou transferência não se confunde com irregularidade da condição de jogo, sendo de competência da CNRD, na forma de seu Regulamento, apreciar e julgar tais irregularidades”. (Com informações do Futebol Interior e UOL)

Escândalo do Whatsapp: fraudes com CPF de idosos viabilizaram envios em massa

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Reportagem do jornal Folha de S. Paulopublicada neste domingo (2) traz mais detalhes do esquema de disparos em massa de mensagens via WhatsApp na campanha eleitoral de 2018. Na matéria, um ex-funcionário da Yacows, empresa especializada em marketing digital, fala sobre como funcionou o esquema de disparo de mensagens em massa. A Yacows foi subcontratada no período pela AM4, produtora que trabalhou na campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro, entre outros políticos.

Hans River do Rio Nascimento falou ao jornal após apresentar documentos à Justiça do Trabalho evidenciando irregularidades praticadas por uma rede de empresas, entre as quais a Yacows, que utilizava CPF de idosos para registrar chips de celulares e viabilizar o envio em massa de mensagens.

O ex-funcionário enviou à reportagem do jornal uma lista de 10 mil nomes de pessoas nascidas entre 1932 e 1953 que, segundo ele, era distribuída pela Yacows a operadores de disparos de mensagens no Whatsapp. Os dados teriam sido utilizados sem autorização e nem o conhecimento dos titulares.

Ativados com os dados dos usuários, os chips eram usados em equipamentos que emulam o Whatsapp para fazer os disparos. O ex-funcionário também descreve as condições de trabalho das pessoas que participavam da operação. Segundo ele, que não foi registrado, também não havia horário de almoço e nem pagamento de horas extras.

Em 18 de outubro, a Folha já havia publicado uma matéria mostrando que empresários estariam investindo milhões para fazer campanha baseada em fake news pelo Whatsapp contra o PT e o seu candidato a presidente Fernando Haddad. Em novembro, a jornalista Patricia Campos Mello, autora da reportagem divulgou em sua conta no Twitter dez perguntas sobre a fraude eleitoral do candidato do PSL, que continuam sem resposta. (Da Rede Brasil Atual)

Direto do Twitter

“Todo mundo sabe que considero mudança de time de futebol uma questão de (falta de) caráter. Abro uma exceção esta noite para o torcedores do Palmeiras. Ou Bolsoneiras. Nem sei mais. Essa simbiose com Bolsonaro deve estar dando engulhos em muito palmeirense de coração”.
Wilson Gomes, no Twitter

Incontinência de continências

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Do Sensacionalista

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, sofre de uma rara patologia. A incontinência de continências faz com que ele use o cumprimento militar nas mais diversas situações, mesmo quando encontra com funcionários civis do segundo escalão do governo americano. Ontem, Bolsonaro voltou a usar a saudação após o jogo do Palmeiras.

“Talvez seja saudação de saudade mesmo, do tempo em que a continência era realmente necessária”, disse um especialista. Para a analista gestual Marcela Manis, Bolsonaro está usando ideologia de cumprimentos. “Temos que pensar no Cumprimento sem Partido, sem viés ideológico”, disse.

Lugares que o rock imortalizou

O jornal Daily Mail reuniu imagens tiradas do Google Street View de locais usados em icônicas capas de álbuns da história do rock. Recentemente, o jornal The Guardian publicou outra matéria com a mesma temática. Veja abaixo mais alguns exemplos (ou outros ângulos) de locais que o rock não deixará que sejam esquecidos.

(What’s the Story) Morning Glory – OASIS
em Berwick Street, Soho, Londres

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Physical Graffiti – LED ZEPPELIN
The East Village, St Mark’s Place, Nova York

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Willy and the Poor Boys – CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL
Fish Kee Market, Hollis Street,Oakland, California

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The Freewheelin’ Bob Dylan – BOB DYLAN
Jones Street, West Village, Nova York

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Abbey Road – THE BEATLES

Além de ser a locação mais famosa (o álbum e o estúdio receberam o nome da rua), esta rua tem suas curiosidades. Os muros próximos à passagem de pedestres eternizada no álbum dos Fab Four têm que ser pintados a cada três meses, removendo as marcas deixadas pelos fãs que peregrinam até a famosa passagem. Ainda segundo o Guardian, as placas são instaladas em uma altura incomum, pois, do contrário, seriam roubadas constantemente.

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Bolsonaro vai colostomizado a jogo e prova que estádio é mais seguro que debate

Do Sensacionalista

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, lançou ontem uma campanha contra a violência no esporte. Determinado a provar que estádios de futebol são os lugares mais seguros que uma pessoa pode ir, Bolsonaro esteve numa partida do Palmeiras.

O presidente diz que é palmeirense mas já apareceu com camisas de vários times. Dessa forma, segundo um cartaz, ele é campeão todo ano. O presidente gosta do Palmeiras porque é verde, lembra o dólar, que lembra Trump, que lembra que a gente tá fodido.

Bolsonaro só não usa camisa do Internacional, porque é vermelho.

A recuperação miraculosa

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Não era esse candidato que não podia ir a debates durante a campanha porque estava “fragilizado”? Tão “fragilizado” que levantou ontem a taça do Palmeiras, carregou criança e tentou até levantar o técnico Felipão, mais corpulento que ele? E nenhum jornalista ou algo do gênero sequer questionou a repentina vitalidade adquirida por alguém que diz ter passado por terrível trauma pós esfaqueamento?

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