
John Lennon, líder e fundador dos Beatles, morreu há exatos 38 anos, no dia 8 de dezembro de 1980. Foi assassinado a tiros de revólver em frente ao prédio em que morava (edifício Dakota), em Nova York, onde morava com a esposa, Yoko Ono, e o filho Sean.
Dos cinco tiros disparados por Mark David Chapman, quatro acertaram as costas do ex-beatle. A morte de Lennon virou um simbolismo do fim de uma era, o último suspiro de paz e amor. Ídolo de toda uma geração que amava os Beatles, Lennon virou lenda, sendo cultuado até hoje.

Quando foi alvejado na calçada, Lennon estava em plena retomada de carreira. Há cinco anos sem um disco de canções inéditas, ele havia acabado de lançar o festejado álbum Double Fantasy quando o trágico incidente aconteceu.
Lennon costumava cumprimentar os fãs que ficavam à sua espera na porta do Dakota. O músico adorava Nova York, onde costumava andar pelas ruas sem se sentir intimidado. “Não sou perseguido. Distribuo alguns autógrafos e está tudo certo”, disse certa vez ao falar sobre a mudança para os Estados Unidos.
Naquele dia, depois de dar entrevista à RKO Radio Network, Lennon e Yoko foram para o estúdio gravar uma versão da música Walking on a Thin Ice. Foi nesta ocasião que o ex-beatle ficou frente a frente com seu assassino, Mark David Chapman. Ele se aproximou do carro e pediu um autógrafo.

Paul Goresh, o fotógrafo que acompanhava o músico na ocasião, registrou a imagem daquele momento que seria recordado por todos. Lennon e Yoko só deixaram o estúdio por volta das 22h. Quando chegaram em casa, foram surpreendidos pela figura de Chapman. Ele disparou cinco vezes contra Lennon.
A polícia chegou poucos minutos depois, mas nada poderia ser feito: Lennon tinha perdido muito sangue. Levado às pressas para o hospital, chegou ao local já inconsciente. Morria aos 40 anos um dos ícones da música popular do século 20, gerando uma onda de comoção no mundo todo.
