Pato e Robinho entram em lista de jornal sobre promessas que não vingaram

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O jornal “AS” publicou nesta quinta-feira (23) uma lista de 17 promessas que tinham tudo para virar estrelas do futebol, mas ficaram pelo caminho. Entre os nomes aparecem quatro brasileiros: o meia Anderson e os atacantes Adriano, Alexandre Pato e Robinho.

No caso de Robinho, o jornal destaca as decisões ruins tomadas por ele na carreira. “O mau comportamento do atacante brasileiro foi fundamental para que não rendesse o esperado pelos torcedores do Real Madrid. Depois de sua transferência para o time espanhol, foi parar no Manchester City e depois no Milan. Sempre será a eterna promessa que se viu contra o Cádiz”.

O jogo contra o Cádiz citado pela publicação foi a estreia de Robinho no Real Madrid. Na época com 21 anos, o atacante chapelou um adversário, deu pedaladas e participou do gol do time merengue na partida.

No caso de Pato, o jornal afirmou que o atacante teve uma enorme queda de rendimento em um curto espaço de tempo. “Seus dois primeiros anos no Milan foram bons, mas aos poucos seu nível foi caindo a passos largos”.

Linha semelhante foi adotada com Anderson. Promessa do Grêmio, ele brilhou no Porto antes de ser contratado pelo Manchester United. “Venceu a Bola de Ouro da Copa do Mundo sub-17 de 2007 e teve um início de carreira meteórica. Foi contratado pelo Porto e passou a ser considerado uma das futuras estrelas do futebol mundial. As dificuldades que teve para se adaptar na Inglaterra foram algumas das causas de seu baixo rendimento esportivo”.

Por último, Adriano foi citado. Campeão da Copa América e da Copa das Confederações com a seleção brasileira, o atacante chegou a disputar a Copa do Mundo de 2006 antes de cair gradativamente de rendimento.

“Tinha todas as condições físicas para se transformar em um dos melhores atacantes da história, mas uma vida nada apropriada para um jogador de futebol fez com que Adriano ficasse como uma eterna promessa”. (Do UOL) 

Suíça revoga liminar e Guerrero fica impedido de estrear pelo Inter

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A Justiça da Suíça cassou nesta quinta-feira a liminar que liberava o centroavante Paolo Guerrero para atuar normalmente como jogador de futebol. Dessa forma, o peruano não poderá fazer a sua estreia pelo Internacional. A comissão técnica planejava colocar o atacante no jogo deste domingo contra o Palmeiras.

Ele terá que cumprir pena por mais oito meses porque foi pego no exame antidoping quando jogava pela Seleção do Peru nas Eliminatórias. No acerto estabelecido pelo Inter com Guerrero, prevê que o atleta terá o contrato suspenso e não recebe salários enquanto estiver punido.

A decisão, aliás, não tem poder para ser revertida por Guerrero e seus advogados, que esgotaram o último recurso permitido e agora terão de acatar a decisão. Vale lembrar que o jogador cumpriu a pena de seis meses definida pelo TAS (Tribunal Arbitral do Esporte) e com o efeito suspensivo conseguiu estar apto a disputar o Mundial da Rússia e quatro jogos com a camisa do Flamengo.

Em outubro de 2017, o atacante peruano foi condenado pelo TAS a cumprir, inicialmente, 14 meses de suspensão por doping causado por um metabólico da cocaína em um exame realizado em uma data das Eliminatórias do Mundial. Em dezembro, foi concedida a redução da pena junto à Fifa para seis meses e a liberação para que em maio Guerrero estivesse apto a jogar.

No Mundial de 2018, a seleção peruana foi eliminada ainda na fase de grupos com o atacante titular em duas das três partidas. Na vitória sobre a Austrália por 2 a 0 Guerrero deixou seu gol e voltou a atuar normalmente pelo Flamengo. Com o fim de seu vínculo junto ao Rubro-Negro no início do mês de agosto, foi anunciado como reforço do Internacional.

Pra não esquecer a poesia

Cedo, antes que o janeiro doce manga venha ser também…
Serás meu parceiro solitário nesse itinerário da leveza pelo ar…
Refazendo tudo.

Gilberto Gil – Refazenda

Emoção marca o primeiro vídeo da campanha de Lula-Haddad

Num vídeo emocionante, está pronta a abertura do horário eleitoral gratuito do PT em 31 de agosto e que apresenta a chapa Lula-Haddad ao eleitor. Assista logo abaixo. O vídeo, de 2min37, começa com imagens da marcha popular a Brasília para o registro da candidatura de Lula em 15 de agosto e, a seguir, Haddad falando em meio ao povo. A partir do primeiro minuto, Lula fala, numa gravação de antes de sua prisão, mas com uma atualidade impressionante, como se tivesse sido gravada ontem; depois, com o hino “Chama que o povo quer” de fundo, depoimentos de pessoas sobre Lula.

Haddad começa falando, no dia do registro da chapa”Muita gente imaginou que esse dia não chegaria, o dia do registro da candidatura do presidente lula à Presidência da República. Achavam que o povo e abandoná-lo, achavam que nós vamos abandoná-lo. Nada disso aconteceu. Todas as pesquisas de opinião dão Lula em primeiro lugar. Lula foi perseguido, foi acusado injustamente, mas nós estamos aqui para garantir Lula dia 7 de outubro. Lula na corrida presidencial. E Lula presidente. Eu sou Fernando Haddad, candidato a vice-presidente na chapa do Lula e te convido para essa caminhada por todo o Brasil”.

A seguir, Lula começa a falar, sorridente:

“Meus amigos, minhas amigas. Quero agradecer a todo o povo brasileiro que vai continuar indo à rua para defender a sua aposentadoria para defender a sua educação, pra defender o seu aumento de salário e sobretudo para defender o seu emprego e pra conquistar novos empregos. O governo só fala em corte corte corte corte e só corta dos mais pobres. Então é preciso mudar o tom da música. Nós já provamos que é possível o Brasil ser melhor. Só tem um jeito pro Brasil: é a gente voltar a a acreditar no povo brasileiro. A gente voltar a inserir o povo na economia, com emprego, com financiamento, com crédito (…) É preciso colocar a economia pra funcionar. É preciso circular o dinheiro na mão das pessoas neste país senão não tem crescimento econômico. Eu acredito no Brasil e juntos seremos capazes de reconstruir esse país economicamente e politicamente”. (Do Brasil247)

Processo contra Lula violou todos os direitos, afirma ex-presidente colombiano

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O ex-presidente da Colômbia Ernesto Samper (1994-1998), que também foi secretário-geral da Unasul – União de Nações Sul-americanas (2014-2017), afirmou, em entrevista em São Paulo nesta quarta-feira (22), que no processo que resultou na prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram violados todos os princípios fundamentais do Direito. “Não há um único dos princípios universais do devido processo legal que não tenha sido violado no caso do ex-presidente Lula. A presunção da inocência, a controvérsia das provas, o direito à intimidade, e também o direito de apelar às instâncias superiores, dentre outros, todos foram violados”, afirmou Samper, que é advogado.

Ele destacou que Lula “não está sozinho”, pois conta com o apoio de figuras destacadas da política latino-americana, e que a percepção sobre o processo contra ele vem mudando “drasticamente” em todo o continente, apesar dos esforços dos grupos tradicionais de mídia que, como no Brasil, “condenaram” o ex-presidente ainda antes que do seu julgamento. Samper deve visitar Lula em Curitiba nesta quinta-feira (23).

Em seu país, ele divulgou um documento intitulado Nove Violações ao Devido Processo contra Lula (em espanhol), em que ele detalha as ilegalidades apontadas e que demonstram que o ex-presidente brasileiro é um preso político e, portanto, pede a sua “imediata libertação”.

“Não há nenhuma prova que o condene. Não apareceu a prova cabal que estavam buscando os seus inimigos. Creio que o que eles estão buscando não é uma sentença justa, mas uma vitória política”, declarou o ex-presidente colombiano.

Além de projetar a imagem do Brasil no exterior, ao fomentar a integração continental, e promover o alinhamento com países do sul e com os outros países emergentes – caso dos Brics –, Samper destacou que as políticas sociais, em especial os esforços no combate à fome, serviram de modelo para todos os países da região.

Segundo ele, Lula também conservou relações pessoais de amizade com figuras progressistas, como os ex-presidentes do Equador e Argentina – Rafael Corrêa e Cristina Kirchner, respectivamente – e também conquistou o respeito até de nomes mais conservadores, como o também ex-presidente colombiano Juan Manuel Santos e o atual mandatário chileno, Sebastian Piñera, que publicamente se manifestaram a favor de um julgamento justo para Lula. “Lula tem muitos amigos. Não está só internacionalmente.”

Samper afirmou que a prisão de Lula e a deposição da ex-presidenta Dilma Rousseff, a partir de um “golpe branco” são “duas faces da mesma moeda”, e representam o avanço do poder de magistrados que atuam em aliança com veículos tradicionais de imprensa para perseguir politicamente, e tentar “apagar do mapa” as experiências políticas progressistas na América Latina.

“São atores políticos, que estão fazendo política sem responsabilidades políticas. Suplantaram partidos políticos em aliança com grandes grupos empresariais de comunicação. Estou falando de juízes e promotores que são apoiados midiaticamente e também por organizações internacionais que intervêm em nossos assuntos internos”, denunciou Samper.

Ele afirmou que fenômenos como a judicialização da política e a politização do poder Judiciário são a principal ameaça à democracia no continente.

Samper disse que, como secretário da Unasul, tentou coordenar esforços para evitar a “ruptura democrática” representada pelo golpe contra Dilma, mas, segundo ele, a “maior parte” dos chanceleres “coonestaram com o atropelo da democracia no Brasil”.

Efeitos

O ex-presidente também afirmou que o “golpe” contra o governo Dilma, em 2016, inaugurou a crise na Unasul. Após a sua saída à frente do órgão, devido a pressões políticas, sequer um novo nome foi escolhido devido à falta de consenso entre os países. Ele marcou era o Brasil, antes do golpe, que exercia esse papel na busca por consensos, entre visões à direita e à esquerda. Com o governo Temer, o Brasil se retirou da cena internacional, segundo o ex-secretário-geral da Unasul.

O continente vive uma ameaça de “desintegração” justamente no momento em que os países mais precisariam atuar conjuntamente, frente às ameaças colocadas pelo presidente americano Donald Trump, que segundo Samper, adota uma agenda “antiamericana”. Essa falta de articulação entre os países dificulta a solução de problemas, como a atual crise migratória venezuelana, com consequências para países como o Brasil e a Colômbia.

Samper também criticou a aproximação da Colômbia com a Otan, e disse recear que os Estados Unidos utilizem essa aproximação para insuflar as animosidades do seu país com o vizinho venezuelano a ponto de provocar uma guerra no continente, o que seria uma especie de intervenção americana disfarçada. “Estamos no país do realismo fantástico. Tudo pode acontecer”, alertou o ex-presidente. (Da Rede Brasil Atual)

Solidariedade aos familiares de desaparecidos na guerrilha do Araguaia

A Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos manifesta seu repúdio ao jornalista Hugo Studart e ao seu livro ‘Borboletas e Lobisomens’, alegando que a obra é carregada de mentiras e difamações. Segundo a Comissão, o objetivo do autor é reeditar a ‘teoria dos dois demônios’, igualando a violência dos militares à ação dos guerrilheiros que lutaram contra a ditadura.
A Comissão critica as zonas de silêncio diante dos esforços para a punição dos responsáveis, que levou o Estado brasileiro a ser condenado na Corte Interamericana dos Direitos Humanos da OEA. A Corte entendeu que o Brasil deveria responsabilizar criminalmente os autores dos crimes. Isso fez com que o Brasil criasse a Comissão Nacional da Verdade que, em seu relatório final, listou 377 torturadores, dentre eles muitos que atuaram no extermínio dos guerrilheiros do Araguaia.
Mas os principais pontos da sentença da OEA não foram cumpridos, e a proibição de acesso aos arquivos militares é um deles. Na contramão dos direitos dos familiares, Hugo Studart publicou livro em que relata, romanceia, distorce e dá uma visão desnecessária sobre o episódio e os militares que dele participaram.
Leia a nota a seguir.
NOTA DA COMISSÃO DE FAMILIARES DE MORTOS E DESAPARECIDOS POLÍTICOS 
Em solidariedade aos familiares dos desaparecidos da Guerrilha do Araguaia
A Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos vem, por meio desta nota, manifestar seu repúdio ao jornalista Hugo Studart no que tange à publicação do livro “Borboletas e Lobisomens”, de sua autoria, que contém múltiplas mentiras e difamações. Com a publicação, o autor evidencia seu objetivo de reeditar a “teoria dos dois demônios”, em uma tentativa de igualar a violência dos militares que cometeram crimes contra a humanidade à ação dos guerrilheiros que lutaram contra a ditadura.
A Guerrilha do Araguaia, desenvolvida no sudeste do Pará entre 1972 e 1975, constituiu-se em um movimento de resistência à ditadura militar. Caracterizada pelos conflitos fundiários, essa região assistiu à brutal violência exercida pelas Forças Armadas, utilizada em larga escala contra a população local. O terror e a intimidação instalados ganharam contornos especiais a partir da disseminação dos campos de concentração. Camponeses e indígenas foram aterrorizados com a prática generalizada da violência, sob a justificativa de se evitar “os efeitos multiplicadores” da guerrilha. De acordo com as investigações realizadas pela Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) e o Ministério Público Federal (MPF), a maioria dos guerrilheiros foi sequestrada, torturada e executada por agentes do Estado. Os fatos que envolveram este extermínio foram censurados e estiveram ausentes dos noticiários da imprensa por um largo período.
A presença de notórias zonas de silêncio acerca do ocorrido e a ausência de esforços sistemáticos para a circunscrição factual dos crimes da ditadura, com a decorrente punição dos responsáveis, levaram à condenação do Estado brasileiro na Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos), em 2010. De acordo com a Corte, o Brasil deve esclarecer esses crimes e responsabilizar criminalmente seus autores. As pressões decorrentes da condenação levaram o Brasil a criar a Comissão Nacional da Verdade (CNV) e a editar a Lei de Acesso à Informação, ampliando o debate público sobre o legado da ditadura. Ademais, a CNV publicou em seu relatório final os nomes de 377 torturadores, dentre os quais muitos atuaram no extermínio dos guerrilheiros do Araguaia.
Na atualidade, os principais aspectos da sentença da OEA ainda não foram cumpridos, sendo vedado o acesso aos arquivos militares aos integrantes da CNV, bem como aos familiares dos mortos e desaparecidos políticos. A despeito desse panorama desolador para as famílias, esse senhor defendeu uma tese de doutorado na UnB sobre a Guerrilha do Araguaia, transformado no livro mencionado acima, no qual afirma que sete guerrilheiros desaparecidos durante a repressão ao referido movimento estariam vivos e teriam estabelecido acordos de “delação premiada” com militares do aparato repressivo. O autor, entretanto, não apresenta nenhuma prova que confirme tais fatos, além de não mencionar os verdadeiros nomes dos militares repressores, que se constituem na fonte do referido do livro.
É digno de nota que, o autor do livro difama guerrilheiros com relatos imbuídos de misoginia e sexismo. Ele se refere à guerrilheira Áurea Elisa Pereira (1950-1974) – a qual teria sido presa com uma criança de colo e executada –, como alguém que se apaixonou pelo seu algoz e executor, transformando em ato de amor, o estupro que provavelmente foi perpetrado contra ela pelo agente do Estado. Nesse sentido, o relatório da CNV sublinhou que o estupro praticado contra militantes presos se transformou em prática corrente, conforme se pode ler abaixo:
“[…] Os registros da prática de violência sexual por agentes públicos indicam que ela ocorria de forma disseminada em praticamente toda a estrutura repressiva. Nos testemunhos analisados pelo grupo de trabalho “Ditadura e Gênero” são citados DEIC, DOI-Codi, DOPS, Base Aérea do Galeão, batalhões da Polícia do Exército, Casa da Morte (Petrópolis), Cenimar, Cisa, delegacias de polícia, Oban, hospitais militares, presídios e quartéis. […] (cf. CNV, Relatório, cap. 10, item 37, p.421)”.
O referido autor afirmou ainda que Criméia Alice Schmidt de Almeida, integrante da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, teria feito acordo de “delação premiada” e entregue à repressão seu próprio companheiro e pai de seu filho, André Grabois. Com efeito, Criméia atuou como guerrilheira do Araguaia entre 1969 e 1972, tendo sido sequestrada por agentes do DOI-Codi/SP, grávida de 7 meses, ao lado de seus sobrinhos, Janaína e Edson Luís, no final daquele ano. Ela foi torturada antes e depois do nascimento de seu filho no Hospital do Exército, localizado na cidade de Brasília, em fevereiro de 1973. Em seu depoimento concedido à CNV, ela relata esta experiência-limite (cf. registrado em https://www.youtube.com/watch?v=BM04VC_fd00 ).
Tão logo saiu do cárcere, a despeito das perseguições, Criméia foi trabalhar como auxiliar de enfermagem, dedicando-se a denunciar os crimes da ditadura e ao esclarecimento dos crimes de desaparecimento forçado, em particular daqueles ocorridos na região do Araguaia. Ademais, participou ativamente da campanha pela anistia aos perseguidos e presos políticos. Desde então, tornou-se uma das principais referências dos familiares e das demandas por “verdade e justiça” no país, além de ser copeticionaria da ação contra o Estado brasileiro na Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA. Sua dignidade e dedicação jamais foram questionadas. Não por acaso, o autor sublinha que Crimeia foi a única guerrilheira sobrevivente a denunciar as torturas a que foi submetida.
Diante da impossibilidade de justificar a atitude indefensável dos militares que torturaram, estupraram e executaram dissidentes, o mencionado jornalista tenta confundir as diligências e as lutas por “verdade e justiça”, conspurcando a memória e as ações das vítimas, em particular, dos protagonistas de conquistas no campo dos direitos humanos, tais como as sentenças internacionais que cobram do Estado brasileiro o esclarecimento dos desaparecimentos forçados e a punição dos autores dos crimes de lesa-humanidade, considerados, portanto, imprescritíveis.
Agosto de 2018.
Pelo esclarecimento dos crimes da ditadura!
Pela punição dos responsáveis!
Pela abertura dos arquivos das Forças Armadas!

“The Big Bang Theory” já tem data para acabar

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Aconteceu: “The Big Bang Theory” vai encerrar suas atividades depois da 12° temporada.

Quem deu a notícia foi a Warner Bros. Television, a CBS e a Chuck Lorre Productions, que em um pronunciamento oficial conjunto declararam o fim da sitcom que é hoje a principal série de comédia do mercado. “Nós seremos eternamente gratos a nossos fãs pelo apoio a ‘The Big Bang Theory’ durante estas últimas doze temporadas. Nós, junto do elenco, dos roteiristas e da equipe, apreciamos demais o sucesso do programa e estamos trabalhando para entregar uma temporada e episódio final que trará ‘The Big Bang Theory’ a um épico fim criativo” diz o comunicado.

Embora o fim seja uma surpresa para um seriado extremamente bem sucedido dentro do ecossistema da televisão americana, a notícia já vinha sendo acenada nos últimos meses em declarações indiretas da equipe. No início deste mês, a Variety havia reportado que a CBS – emissora responsável pela exibição do programa – estava discutindo com a produção sobre a possibilidade de renovação da série para um 13° ano e que as negociações estavam complicadas: enquanto a presidente do canal Kelly Kahl afirmava com convicção que a décimo segunda temporada “não seria a última”, as declarações de membros do elenco e da equipe técnica já desde antes vinham mostrando sinais de estafa e um desejo notável de encerrar os trabalhos. O ator Johnny Galecki, inclusive, chegou a afirmar em janeiro que todos estariam felizes em fechar a série depois do fim do contrato: “Eu acredito que a esta altura todo mundo está bastante confortável com 12 temporadas, ir para casa e ver suas famílias” declarou na época.

Por mais que existam obstáculos financeiros para os exibidores – em especial o salário do elenco, que durante uma época chegou a ganhar absurdos um milhão de dólares por episódio – a CBS estava mais do que disposta a continuar produzindo novos episódios da série. Hoje, “The Big Bang Theory” alcança a marca de 14 milhões de telespectadores a cada capítulo inédito lançado, com a décima primeira temporada tendo batido recordes de audiência durante toda a sua exibição. (Do B9)

Jogadores ameaçam fazer greve… na Espanha

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A conclusão da reunião entre os capitães dos times da liga espanhola e a Associação de Futebolistas Espanhóis (AFE) é clara: os jogadores não querem jogos de La Liga nos Estados Unidos da América e estão dispostos a entrar em greve. A intenção de Javier Tebas, presidente da liga espanhola, em realizar, pelo menos, um jogo da competição nos EUA não foi bem acolhida pelos representantes das 20 equipes.

“As coisas podem ser feitas de maneira muito mais coerente. O futebol não é só negócio e não se podem tomar as decisões de forma unilateral. Os jogadores estão contra, não há um a favor”, atirou David Aganzo, presidente da AFE. “Entrar em greve? É certo que vamos até ao fim”, garantiu o representante dos futebolistas, que se vai reunir com Javier Tebas no próximo mês. (De O Jogo, de Lisboa)