Ten, álbum de estreia do Pearl Jam, completa 27 anos sem perder o brilho

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7 de Agosto de 1991 é uma data importantíssima não apenas para o Pearl Jam, como para o rock and roll. Foi nesse dia que a banda, fundada após acontecimentos pra lá de difíceis, lançou seu disco de estreia e começou a marcar seu nome entre os grandes do estilo, entrando para a história da música. Para fundar uma nova banda, Jeff e Stone recrutaram o vocalista Eddie Vedder, o guitarrista Mike McCready e o baterista Dave Krusen, que juntos gravaram o primeiro disco.

A história fica ainda mais interessante pois antes do álbum, Ament, Gossard e McCready gravaram algumas demos com Matt Cameron (Soundgarden / Pearl Jam) na bateria, bem como Chris Friel, que era baterista do Shadow, a banda anterior de Mike.

Uma demo lançada com o nome Stone Gossard Demos ’91 tinha cinco faixas, “Dollar Short”, “Agytian Crave”, “Footsteps”, “Richard’s E”, e “E Ballad”, e foi circulada pela banda que estava à procura de um vocalista e um baterista.

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É aí que entra Eddie Vedder.

O músico, que estava em San Diego, acabou ouvindo a demo por indicação de Jack Irons, ex-baterista do Red Hot Chili Peppers. Ele não apenas gostou das canções como escreveu letras para “Dollar Short”, “Agytian Crave”, e “Footsteps”, sendo que as duas primeiras acabaram se transformando em “Alive” e “Once”.

A banda ouviu suas versões e o convidou para um teste em Seattle, onde durante os ensaios de uma semana, onze canções foram compostas, sendo que Vedder já tinha escrito uma letra para “E Ballad” que acabou se transformando em “Black”. O vocalista foi contratado, assim como o baterista Dave Krusen que participou dos ensaios, e o grupo assinou contrato com a Epic Records. Nessa época, o grupo ainda se chamava Mookie Blaylock.

A gravação do disco se deu com o produtor Rick Parashar, da região de Seattle e responsável pelo disco de estreia do Temple Of The Dog e títulos de bandas como Alice In Chains e Blind Melon. Assim que terminou de gravar o disco, o baterista Dave Krusen deixou a banda para se internar em uma clínica de reabilitação.

Especificamente sobre o som, apesar de produzir alguns dos maiores hits da carreira da banda, integrantes já disseram que não gostam da mixagem e da produção do disco. Segundo eles, há muito reverb e a banda era inexperiente, gravando inúmeras camadas de guitarras apenas para que tudo soasse mais alto. Rick Parashar faleceu em 2014 aos 50 anos de idade.

Singles

Para divulgar o disco, a gravadora optou por alguns singles do álbum que acabaram se tornando músicas favoritas dos fãs ao longo do tempo. Estão em Ten canções como “Alive”, “Even Flow” e “Oceans”, porém, a que fez tudo explodir mesmo, foi “Jeremy”.

Ten e o clipe de “Jeremy” são exemplos clássicos para entender o poder da MTV no início dos anos 90. Não fosse um grande clipe ser veiculado à exaustão, talvez o Pearl Jam não entrasse para a história do rock and roll popularizando, no caminho, o rock alternativo.

O disco recebeu críticas positivas em quase todos os veículos onde foi resenhado. Após engrenar de vez em 1992, um ano depois do lançamento, Ten acabou entrando para a história e também entrando em várias listas de melhores discos de rock, melhores discos de todos os tempos, melhores estreias e mais.

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O álbum chegou à segunda posição da parada mais importante da Billboard, a Billboard 200, e até 2013 tinha vendido mais de 10 milhões de cópias só nos Estados Unidos. Hoje, mais do que nunca, é dia de ouvir o espetacular disco de estreia do Pearl Jam, Ten. Em volume máximo! (Por Tony Alex, do TMDQA)

A frase do dia

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“Só para terminar. Sabe quanto terminou o jogo? Três a zero. Mas isso também significa três títulos, e eu ganhei mais Premier Leagues sozinho do que os outros 19 treinadores juntos. Três para mim e dois para eles. Respeito, respeito, respeito”.

José Mourinho, técnico do Manchester United, após derrota para o Tottenham

Furacão tenta regularizar Roni para a disputa do Brasileiro

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Incorporado ao elenco do Atlético Paranaense desde o dia 10 de agosto, o atacante paraense Roni espera por uma manifestação da federação japonesa de futebol, prevista para essa terça-feira (28), para finalmente poder ser escalado pelo técnico Tiago Nunes, conforme a necessidade do treinador. O jogador conseguiu uma liberação na Fifa para deixar o Albirex Niigata e defender o Furacão, mas o clube japonês e a federação local não enviaram os documentos que o liberariam.

Os japoneses teriam de enviar os papéis, sob recomendação da Fifa, até o último dia 22, mas conseguiram prorrogar o prazo por mais cinco dias úteis para decidirem se irão protestar contra a liberação ou abrir mão de uma disputa judicial. Roni entrou com uma reclamação na Fifa em 9 de maio para anular o contrato com o Niigata, alegando inconsistência contratual.

Ele foi emprestado pelo Cruzeiro para o Niigata em dezembro de 2016 e teve parte dos direitos colocados na negociação de Bruno Silva com o Botafogo. O atacante voltou ao Brasil, mas o clube japonês protestou. O Corinthians entrou na jogada, mas entendeu ser uma transação temerária.

Roni então pediu o fim do vínculo na Fifa, que optou por não se manifestar de imediato, mas permitiu que Roni rescindisse o contrato unilateralmente e pudesse seguir sua carreira até que haja um julgamento da questão. O Atlético então entendeu que Roni poderá defender o clube.

Com o prazo vencendo nesta terça-feira, o Furacão espera poder utilizar Roni sob duas circunstâncias: se a manifestação dos japoneses for litigiosa, o Atlético espera se valer de um registro temporário para colocá-lo em campo enquanto a Fifa não define a questão; se os japoneses se manifestarem pela liberação, o registro provisório feito na CBF será o suficiente para que o jogador possa atuar no Brasil.

Roni foi revelado nas divisões de base do Remo, onde conquistou o título paraense de 2015. Depois, foi negociado com o Cruzeiro, passando ainda pelo Náutico-PE, antes de se transferir para o futebol japonês. (Com informações do UOL) 

Janelas apresentam 510 transferências e R$ 975 milhões

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Uma janela segue a aberta. A outra fechou. Nos dois sentidos, passaram 510 jogadores e R$ 975.681.568,00 até 15 de agosto de 2018. Os dados são da Diretoria de Registro, Transferência e Licenciamento da CBF, que faz o levantamento dos números do mercado da bola em que estão inseridos os clubes brasileiros.

BRASIL PARA O EXTERIOR
O período de saída de jogadores de futebol do Brasil para o exterior terminará no próximo dia 31 e já ultrapassou a marca dos R$ 800 milhões. Considerando as cotações de dólar e euro indicadas pelo Banco Central, as 270 negociações concluídas até agora movimentaram R$ 817.589.065,00. Foram 59 transações envolvendo valores (41 em definitivo e 18 empréstimos) e 211 sem pagamento entre os clubes (162 atletas sem contrato e 49 empréstimos).

EXTERIOR PARA O BRASIL
A janela de entrada no País do Futebol abriu em 16 de julho e fechou no último dia 15. Por ela, vieram 240 jogadores. Neste cenário, 17 operações envolveram valores, somando R$ 158.092.503,00. As 223 transferências que não incluíram dinheiro são empréstimos sem custos, retorno de emprestados e acertos com atletas fora de contrato. (De Imprensa CBF)

Papão terá técnico interino contra o Juventude

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Em 16º lugar na classificação, sob risco de começar a 24ª rodada na zona de rebaixamento, o Paissandu terá um interino no comando do time contra o Juventude, sexta-feira, na Curuzu. Ailton Costa, auxiliar técnico, terá a missa de dirigir a equipe, enquanto a Comissão de Futebol avalia as opções disponíveis no mercado. Sem alternativa por enquanto, o discurso de Ulisses Sereni, porta-voz da comissão, é de valorização do interino.

“Neste momento eu peço a torcida e a todo mundo envolvido no futebol do PSC que apoie a decisão da Comissão de Futebol de manter o Ailton, um profissional pelo qual eu tenho um profundo respeito. Tem toda a minha confiança e a da Comissão para que desenvolva seu trabalho”, afirmou na manhã desta sexta-feira.

A comissão já chegou ao perfil do técnico buscado: um profissional com maior experiência e currículo vitorioso. “A gente caminha para uma situação de um treinador de peso. Se eu não conseguir, porque às vezes não tem disponível no mercado um treinador de peso e que eu tenha certeza que vem aqui para somar e dar mais tranquilidade ao nosso grupo, não vou me sentir confortável para fazer essa contratação”, disse Sereni, sempre falando na primeira pessoa.

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“Não pode ser um nome que venha aqui fazer algumas experiências. A gente não tem mais tempo pra errar. Tem que ser um nome que se identifique com o clube, que já conheça o plantel. O treinador que está procurando emprego tem que saber os elencos todos da Série B. Eu não vou mais fazer, aqui, experiências, que troque problemas conhecidos por desconhecidos. Já conhecemos os nossos problemas e quem chegar tem que assimilar e resolver”, explicou.

Outra medida a ser adotada é a redução no preço dos ingressos. Contra o Juventude o valor da arquibancada será R$ 20,00. A diretoria se preocupa com o baixo comparecimento do torcedor ao longo da atual Série B. “Pedimos para que o ingresso seja R$ 20, para o torcedor comparecer e nos ajudar. É um momento muito difícil e a gente precisa do torcedor”, destacou o dirigente.

Lopetegui surpreende e divide opiniões pelo rigor nas escolhas

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A imprensa espanhola não tem dúvidas: em menos de um mês no comando do Real Madrid, Lopetegui já mostrou a sua fibra e tomou um conjunto de decisões que causou dúvidas dentro do próprio elenco. “Aqui manda Lopetegui”, escreve o jornal Marca, num artigo dedicado ao técnico do Real Madrid, que tem surpreendido ao manter Keylor Navas na baliza, deixando o reforço Courtois no banco de suplentes.

Luka Modric também é alvo de atenção: visto como uma das peças fundamentais da equipe “merengue”, o vice-campeão do mundo ainda não foi titular sob o comando do antigo treinador do FC Porto. Varane é outro caso curioso: campeão do mundo pela França, indiscutível com Zidane, falhou na Supertaça Europeia e perdeu de imediato o lugar para Nacho.

No jogo com o Girona, no domingo, Lopetegui substituiu Marcelo, numa decisão que causou alguma estranheza no lateral brasileiro, conforme ele admitiu publicamente. E Vinícius Júnior, que chegou cercado de expectativas, após ser contratado ao Flamengo, estreou oficialmente… na equipe B do Real.

“Decisões de treinador, de alguém que sabe muito bem quem manda no balneário e que vê os seus mandamentos como inquebráveis. Se alguém tinha dúvidas, os seus atos deixaram tudo claro”, acrescenta a Marca.