Jader é 1º colocado na pesquisa Ibope para o Senado

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o Senado no Pará:

  • Jader Barbalho (MDB): 29%
  • Mário Couto Filho (PP): 20%
  • Zé Geraldo (PT): 13%
  • Flexa Ribeiro (PSDB): 11%
  • Zequinha Marinho (PSC): 11%
  • Úrsula Vidal (PSOL): 10%
  • Sidney Rosa (PSB): 9%
  • Cel. Osmar Nascimento (PDT): 7%
  • Prof. Gerson Dourão (PCdoB): 6%
  • Wladimir Costa (SD): 6%
  • Benedita do Amaral (PSTU): 4%
  • Anivaldo Vale (PR): 3%
  • Jarbas Vasconcelos (PV): 3%
  • Ibanês Taveira da Silva (PTC): 2%
  • Xaropinho do Povo (PPL): 1%
  • Bogo (PRP): 0%
  • Brancos/nulos – Vaga 1: 15%
  • Brancos/nulos – Vaga 2: 19%
  • Não sabe/Não respondeu: 32%

A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 812 eleitores no estado
  • Quando a pesquisa foi feita: 15 a 19 de agosto
  • Registro no TRE: PA-08797/2018
  • Registro no TSE: BR‐05823/2018
  • O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

  • Jader Barbalho (MDB): 2%
  • Flexa Ribeiro (PSDB): 1%
  • Mário Couto Filho (PP): 1%
  • Úrsula Vidal (PSOL): 1%
  • Zequinha Marinho (PSC): 1%
  • Benedita do Amaral (PSTU): 0%
  • Bogo (PRP): 0%
  • Cel. Osmar Nascimento (PDT): 0%
  • Ibanês Taveira da Silva (PTC): 0%
  • Sidney Rosa (PSB): 0%
  • Wladimir Costa (SD): 0%
  • Zé Geraldo (PT): 0%
  • Anivaldo Vale (PR): –
  • Jarbas Vasconcelos (PV): –
  • Professor Gerson Dourão (PCdoB): –
  • Xaropinho do Povo (PPL): –
  • Outros: 3%
  • Brancos/nulos: 13%
  • Não sabe/Não respondeu: 84%

(Do G1 Pará)

Helder lidera pesquisa Ibope para o governo do Pará

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Pará:

  • Helder Barbalho (MDB): 43%
  • Paulo Rocha (PT): 13%
  • Márcio Miranda (DEM): 11%
  • Cléber Rabelo (PSTU): 3%
  • Fernando Carneiro (PSOL): 3%
  • Brancos/nulos: 17%
  • Não sabe/ Não respondeu: 10%

A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 812 eleitores no estado
  • Quando a pesquisa foi feita: 15 a 19 de agosto
  • Registro no TRE: PA-08797/2018
  • Registro no TSE: BR‐05823/2018
  • O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

  • Helder Barbalho (MDB): 13%
  • Márcio Miranda (DEM): 2%
  • Paulo Rocha (PT): 1%
  • Cléber Rabelo (PSTU): 0%
  • Fernando Carneiro (PSOL): 0%
  • Outros: 2%
  • Brancos/nulos: 13%
  • Não sabe/Não respondeu: 68%

Veja os índices de rejeição:

  • Helder Barbalho (MDB): 35%
  • Paulo Rocha (PT): 34%
  • Márcio Miranda (DEM): 22%
  • Fernando Carneiro (PSOL): 21%
  • Cléber Rabelo (PSTU): 19%
  • Poderia votar em todos (resposta espontânea): 3%
  • Não sabe/ Não respondeu: 15%

(Do G1 Pará)

Procurador Vladimir Aras ironiza Sardenberg: “Vou começar a dar aula de economia”

captura-de-tela-2018-08-20-axxs-19.00.12-935x600

Vladimir Aras, especialista em direito internacional e procurador do Ministério Público Federal, reafirmou o caráter obrigatório da liminar do Comitê de Direitos Humanos da ONU, que determinou ao Brasil garantir os direitos políticos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, incluindo o de ser candidato.

Aras, que publicou artigo no último dia 18 apontando que cabe ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acatar a decisão da ONU, é professor de processo penal e direito internacional e foi procurador da Operação Lava Jato.

Em seu artigo, o procurador afirma que “o destinatário primário da ordem internacional cautelar expedida pelo Comitê de Direitos Humanos é a Justiça Eleitoral, inclusive o seu Ministério Público”.

Ele afirma ainda que cabe “à Justiça Eleitoral cumprir a decisão do Comitê de Direitos Humanos do PIDCP (Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos) na ação de impugnação de registro de candidatura que tem curso no TSE”.

Em uma longa análise jurídica, o procurador demonstra que o Brasil é Estado Parte do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, tratado internacional que tem vigência interna desde os anos 1990.

Ao ratificar o tratado, o Brasil se comprometeu voluntariamente, perante a comunidade internacional e a seus próprios cidadãos, a respeitar os direitos individuais, civis e políticos que constam no tratado, o que foi ratificado pela adesão voluntária do país ao Protocolo Facultativo ao PIDCP, que regula as comunicações individuais (petições de cidadãos) ao Comitê de Direitos Humanos, em 2009.

“Assim, tendo manifestado por duas vezes validamente sua vontade na ordem jurídica internacional (…), o Estado brasileiro está obrigado a cumprir seus termos, e a atuação do Comitê não constitui intromissão em assuntos internos. Tampouco há violação da soberania brasileira. Ao contrário, o ingresso nos dois tratados decorreu de um ato de soberania da República Federativa do Brasil”, afirma o jurista, citando ainda a Constituição Federal para afirmar que o Brasil se rege nas suas relações internacionais pela prevalência dos direitos humanos.

Vale notar que, em sua conta no Twitter, o internacionalista comentou as atrocidades ditas por Carlos Sardenberg no portal G1 sobre a decisão do comitê da ONU. Disse, ironicamente, Aras, professor de direito internacional: “Vou começar a dar aula de Economia”. (Do Viomundo)

Eagles superam Michael Jackson na lista dos álbuns mais vendidos da história

1534787378_172231371475176

As águias venceram o rei do pop. Segundo a RIAA (Recording Industry Association of America), principal autoridade na indústria fonográfica dos EUA, a coletânea “Their Greatest Hits (1971-1975)”, da banda Eagles, ultrapassou “Thriller”, de Michael Jackson, e voltou a ser o álbum mais vendido da história no país.

O álbum dos Eagles, lançado em 1976, não tinha suas vendas computadas pela RIAA desde 2006. Nos doze antes desde então, o seu número total passou de 29 milhões para 38 milhões de cópias vendidas, mais do que “Thriller”, que vendeu 33 milhões de cópias nos EUA.

Os Eagles têm também o terceiro álbum mais vendido dos EUA, com “Hotel California”, lançado em 1977, que tirou 26 milhões de cópias das prateleiras. As informações e números foram liberados pela RIAA à “Associated Press”. Don Henley, líder da banda, liberou uma declaração oficial ao saber da notícia.

“Somos gratos às nossas famílias, aos nossos empresários, à nossa equipe, as pessoas no rádio, e também aos leais fãs que ficaram conosco por altos e baixos nesses 46 anos. Tem sido uma jornada e tanto”, disse.

Abril demite 800, mas não paga ninguém

abril-2-600x384

O blog reproduz texto divulgado pelo comitê dos jornalistas demitidos recentemente da Editora Abril:

Posição oficial dos jornalistas dispensados pela Editora Abril

Na manhã de 6 de agosto, os funcionários da Editora Abril foram surpreendidos pelo fechamento de revistas do grupo e pela dispensa em massa de jornalistas, gráficos e administrativos. Nos dias seguintes, os números estavam em torno de 800 profissionais. Ao todo, 11 títulos foram encerrados. Na vida particular dos empregados da Abril, as medidas têm sido devastadoras. A empresa desligou de forma injusta, sem negociação com as entidades de representação trabalhista e sem prestar esclarecimentos oficiais. Em 15 de agosto, nove dias após o início das demissões, a Abril entrou com pedido de recuperação judicial (acatado pela Justiça) incluindo nesse processo todas as verbas rescisórias dos dispensados e também a multa de 40% sobre o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Ou seja, um dia antes do prazo final para indenizar integralmente os ex-funcionários, a empresa realizou a manobra, fazendo crer que as duas ações (demissão em massa e pedido de recuperação judicial) foram arquitetadas em conjunto, tendo como um dos seus objetivos não pagar os empregados.

Além disso, suspendeu a prestação de contas (antiga homologação), não liberou a chave para o saque do FGTS e as guias do seguro-desemprego, deixando os demitidos sem nenhuma cobertura financeira. Quando tentam contatar o RH, recebem informações contraditórias – portanto, os demitidos permanecem no escuro.

A Editora Abril há muito vem descumprindo outros compromissos com as mulheres e os homens que se doaram e participaram bravamente de um esforço cotidiano para que a empresa se recuperasse da crise pela qual enveredou. Um exemplo: os profissionais desligados em 2017 e no começo deste ano viram suas indenizações sendo pagas em parcelas, algo considerado ilegal. Com a recuperação judicial, eles tiveram as parcelas finais congeladas. Assim, pessoas que não mantêm vínculo com a empresa há pelo menos sete meses se encontram listadas como credoras e impedidas de receber o que resta. Foram também atingidos fotógrafos, colaboradores de texto, revisão e arte, que, igualmente, não verão o seu dinheiro.

Deixemos clara nossa profunda indignação com o fato de a família proprietária da Editora Abril – que durante décadas acumulou com a empresa, e com o nosso trabalho, uma fortuna na casa dos bilhões de reais – tentar agora preservar seu patrimônio e não querer usar uma pequena parte dele para cumprir a obrigação legal de nos pagar o que é devido.

Por fim, é preciso considerar o prejuízo cultural da medida. Com o encerramento dos títulos Cosmopolitan, Elle, Boa Forma, Viagem e Turismo, Mundo Estranho, Guia do Estudante, Casa Claudia, Arquitetura&Construção, Minha Casa, Veja Rio e Bebe.com, milhares de leitoras e leitores ficaram abandonados. Para a democracia brasileira e para a cultura nacional, a drástica medida representa um enorme empobrecimento. Morrem títulos que, ao longo de décadas, promoveram a educação, a saúde, a ciência e o entretenimento; colaboraram para a tomada de consciência sobre problemas da sociedade; formaram cidadãos e contribuíram para a autonomia e o desenvolvimento pessoal de todos os que liam e compartilhavam a caudalosa quantidade de conteúdos produzidos
pelas revistas impressas, suas versões digitais ou redes sociais.

Nada foi colocado no lugar desses veículos, abrindo enorme lacuna na história da comunicação no nosso país.

Parte da crise, sabe-se, é global e impactou a imprensa do mundo inteiro. Outra parte deve-se ao fato de a Abril ter perdido o contato com a pluralidade de opiniões e se afastado da diversidade que caracteriza a população brasileira. Uma gestão sem interesse no editorial sucateou as redações, não soube investir em produtos digitais e comprometeu a qualidade de suas publicações sob o pretexto de “cortar custos”. Além disso, deu ouvidos apenas a executivos e consultorias, sem levar em consideração os profissionais da reportagem e o público.

Neste momento difícil para toda a nação, com o desemprego se alargando, nós, jornalistas demitidos, estamos organizados e contando com o apoio do Sindicado dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo. Também estamos unidos às demais categorias – gráficos e funcionários administrativos. É uma demonstração de tenacidade na defesa da integralidade dos nossos direitos e um sinal de prontidão para enfrentar as necessárias lutas que virão. Não pedimos nada além do que o nosso trabalho, por lei, garantiu.

São Paulo, 20 de agosto de 2018

Comitê dos Jornalistas Demitidos da Abril

(Com informações do DCM)

CR7 sofre com a marcação dura e passa em branco na estreia

cristiano-ronaldo-lamenta-durante-chievo-x-juventus-1534613451227_615x300

Cristiano Ronaldo estreou pela Juventus, mas não balançou as redes na vitória por 3 a 2 sobre o Chievo. Na análise da imprensa italiana, o atacante português viu de perto que “o Campeonato Italiano não é o Campeonato Espanhol”.

“Ronaldo descobriu o campo italiano. Não é um teste fácil para ninguém, tanto que, como Maradona e o outro Ronaldo (Fenômeno), o gol foi adiado”, escreveu o “Corriere dello Sport”, que também destacou a forte marcação italiana como um dos problemas que Cristiano Ronaldo terá que superar.

“O mais provável é que o Campeonato Italiano tenha sido descrito assim para ele: equipe fechadas, campos provincianos e todos o procurando. Assim foi o primeiro jogo de Cristiano Ronaldo”, seguiu a mesma linha a “Gazzetta dello Sport”.

O “Tuttosport”, de Turim, destacou a vontade de vencer de Cristiano Ronaldo e afirmou que a estreia sem gols dará um desejo maior ao português. “CR7 reflete o caráter guerreiro da Juventus e está pronto para conduzir seus companheiros de equipe com sua sede de vitórias, troféus e, claro, gols”.

Na Espanha, o jornal “AS” também lembrou que Diego Maradona estreou sem gols quando chegou ao Napoli. O próximo compromisso de Cristiano Ronaldo e da Juventus será no sábado (25), contra a Lazio, dentro de casa, também pelo Campeonato Italiano.

Remo encaminha renovação com o goleiro Vinícius

vinicius-4

“É um clube que agradeço muito, que me deu uma oportunidade muito grande. Como já disse, tenho o desejo de continuar, é uma camisa que me caiu muito bem. Vamos trabalhar para fazer o melhor e dar sequência”.

A declaração de apreço e carinho pelo Remo parte do goleiro Vinícius, que tem sua renovação de contrato bem encaminhada para a próxima temporada. Ídolo da torcida remista e considerado um dos responsáveis diretos pela campanha de recuperação que garantiu a permanência do clube na Série C, Vinícius foi priorizado pela diretoria no esforço para manter jogadores considerados importantes.

As reuniões têm avançado e Vinícius dá sinais de que deve facilitar o acordo para renovar o vínculo. A direção do clube está otimista quanto ao resultado dos entendimentos com o goleiro. Depois de fechada a negociação, o assunto passará à esfera do Conselho Deliberativo do clube até a definição do novo presidente a ser eleito em novembro.

Pesquisa CNT reafirma folgada liderança de Lula

DhodGGMXcAA6lxS

O ex-presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto da pesquisa CNT/MDA, divulgada hoje (20). O petista tem a preferência de 37,3% dos eleitores ouvidos na pesquisa estimulada – deles, 17,35% disseram que votariam em Fernando Haddad (PT), candidato à vice-presidência na chapa, caso Lula não possa disputar a eleição. Não foi feita simulação com a substituição do representante petista.

Em segundo lugar, Jair Bolsonaro (PSL) registrou 18,3% das intenções de voto na consulta estimulada. Na sequência, aparecem Marina Silva (Rede), com 5,6%. O postulante do PSDB Geraldo Alckmin soma 4,9%, enquanto Ciro Gomes (PDT) aparece com 4,1%. Alvaro Dias (Podemos) tem 2,7% e os outros candidatos não chegaram a pontuar 1%.

Segundo a sondagem, Marina herdaria 11,9% dos votos petistas e Ciro, 9,6%. Bolsonaro foi citado por 6,2% e Alckmin por 3,7%. Declararam voto branco ou nulo 14,3% dos entrevistados e 8,8% se disseram indecisos.

A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de agosto de 2018 e ouviu ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 estados, e a margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

2º Turno – Caso chegue ao segundo turno, Lula derrotaria todos os candidatos e teria de 49% a 50% dos votos. Contra Ciro, venceria por 49,4% a 18,5%. Contra Alckmin, por 49,5% contra 20,4%. Se o oponente fosse Bolsonaro, Lula teria 50,1% ante 26,4% do deputado do PSL. Também estaria à frente de Marina, com 49,8% dos votos e ela, com 18,8%.

Bolsonaro aparece à frente dos demais adversários, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Se ele fosse ao segundo turno contra Ciro Gomes, o placar seria de 29,4 pontos para capitão reformado e de 28,2 para o ex-governador do Ceará. Contra Alckmin, Bolsonaro tem 29,4% das intenções de voto e o tucano, 26,4%.

O cenário mais apertado é no enfrentamento do capitão reformado com Marina Silva: 29,3% para Bolsonaro e 29,1% para a candidata da rede.

A CNT/MDA também avaliou o potencial de rejeição dos candidatos. Nesse quesito, Bolsonaro aparece à frente: 53,7% responderam que não votariam “de jeito nenhum” no capitão reformado do Exército.

Citaram Marina nessa mesma pergunta 52,7% dos entrevistados e Alckmin,  52,5%. Ciro é rejeitado por 44,1% dos eleitores pesquisados e Lula, por 41,9%. (Do Metro1)

‘Prefiro morrer de fome na Venezuela do que agredido aqui’, diz imigrante atacado em Roraima

15346117295b785111ee324_1534611729_3x2_lg-600x400

Do G1

Venezuelanos atacados por brasileiros em um ato em Pacaraima, cidade na fronteira, relataram terem sofrido sucessivas agressões neste sábado (18). Pela manhã, moradores da cidade praticaram atos de violência, destruíram acampamentos e expulsaram os imigrantes da ruas. Com medo, muitos deles decidiram voltar a pé para o país.

O tumulto na fronteira começou por volta das 7h deste sábado quando moradores de Pacaraima incendiaram pertences de imigrantes depois de um comerciante brasileiro ter sido assaltado na cidade. A suspeita é que venezuelanos tenham cometido o crime, o que revoltou a população.

A família do mecânico Marido Alexander Pérez, de 38 anos, foi uma das vítimas do tumulto. Eles deixaram a cidade de El Tigre há quatro meses viviam em um barraco às margens da BR-174, em um acampamento improvisado.

Inconsolável, a esposa de Pérez, Yaretsi Corrêa, 37, chorou bastante ao ver que todo alimento que ela estava guardando para levar para os filhos na Venezuela foi queimado. Além disso, todos os documentos deles, como Cédula Venezuelana, CPF brasileiro, cartão do SUS, diploma universitário e certificado de conclusão da escola, foram incendiados.

“Eles [brasileiros] nos disseram que se continuarmos aqui vão nos matar. Vou estar mais tranquila quando cruzar a fronteira”, Yaretsi disse. A família decidiu voltar para a Venezuela. Eles cruzaram a fronteira até a aduana e de lá iriam tentar carona até Santa Elena.

“Prefiro morrer de fome na Venezuela com minha família do que ser morto agredido aqui”, afirmou Pérez, ao ser questionado se ainda voltaria ao Brasil. Eles também relataram que no momento dos ataques agentes da Força Nacional de Segurança ficaram o tempo todo presente, mas não atuaram para impedir as agressões cometidas pelos brasileiros.

“A Força Nacional estava presente aqui durante tudo e não fez nada. Parecia que estavam protegendo os brasileiros que nos agrediram”.

(…)