
Tidizê…
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É, foi o nosso dinheiro mesmo. E houve cidadãos que participaram deste inegável crescimento nas duas pontas simultaneamente, seja mediante o pagamento de excessivos tributos, seja financiando diretamente os elevadíssimos custos do ensino superior privado de qualidade. Pena que os recursos investidos para verificação deste destacável crescimento não repercutiu na melhoria do ensino superior de um modo geral, e tampouco no reconhecimento remuneratório da docência, especialmente a pública. Ganhos mesmo, e significativos, obtiveram os “industriais da educação superior” (o que não é novidade, eis que já ganhavam, e muito, desde à época do Crédito Educativo e da indústria dos Cursinhos Vestibulares, ou antes). Mas, para todos nós que garantimos estes e outros investimentos públicos, resta, ao menos, o inalienável direito de reclamar e apontar os defeitos.
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