Archive for 4 de dezembro de 2017

Rock na madrugada – Creedence Clearwater Revival, Bad Moon Rising

4 de dezembro de 2017 at 23:43 2 comentários

Enquanto isso…

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4 de dezembro de 2017 at 23:14 Deixe um comentário

Zebra do campeonato, Grêmio vai decidir título do basquete com o Remo

Com vitórias do Sport Belém sobre o Paissandu (89 a 84, com tempo extra de cinco minutos) e do Grêmio Literário Português em cima do Remo, por 73 a 55, na noite desta segunda-feira, o play-off do Campeonato Estadual de Basquete Adulto será disputado por Grêmio e Remo, já a partir desta quinta-feira, 06. No sábado, haverá a segunda partida e, caso haja necessidade de um terceiro confronto, será realizado na segunda-feira, 10.

O confronto é inédito e chama atenção pela campanha surpreendente dos times considerados azarões, Grêmio e Sport, que equilibraram as partidas contra a dupla Re-Pa, tornando a competição mais empolgante. O Papão foi eliminado por ter sofrido sua terceira derrota.

O Remo atuou com um time mesclado contra o Grêmio, poupando atletas para a série decisiva, pois já estava classificado para o play-off.

4 de dezembro de 2017 at 23:08 Deixe um comentário

Gás de cozinha dispara, mas não se vê dancinha de verde-amarelo

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O novo aumento no preço do gás de cozinha (em quase 9,00%) anunciado nesta segunda-feira pela Petrobras começa a vigorar no Pará e em todo o Brasil a partir desta terça-feira, 05. É a nona alteração no preço do botijão de gás em 2017. Segundo o Dieese-PA, em Belém até o final da semana passada o preço médio do botijão de 13 kg era de R$ 62,33, com o menor preço em torno de R$ 55,00 e o maior chegando a R$ 75,00. No Estado, o preço mais alto é praticado em Redenção, onde, em média, o botijão custa R$ 86,80, com o menor preço na faixa de R$ 83,00 e o maior atingindo R$ 90,00.

Gás bate recorde de aumentos e as panelas seguem silentes… tidizê.

4 de dezembro de 2017 at 22:02 1 comentário

Lecheva vai dirigir o Castanhal no Campeonato Paraense

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O Castanhal apresentou nesta segunda-feira o técnico Ricardo Lecheva como primeiro grande reforço para a temporada 2018. Lecheva dirigiu o Tapajós na Segundinha de acesso ao Parazão. Depois de excelente campanha na fase inicial, o time santareno foi eliminado na segunda etapa da competição pelo Sport Belém. Lecheva deverá indicar alguns reforços para o Japiim, dentro dos limites orçamentários do clube presidido pelo ex-jogador Helinho.

4 de dezembro de 2017 at 21:54 Deixe um comentário

Fuga planejada

POR LEANDRO FORTES, na revista Fórum

A Operação Lava Jato, dentro de um contexto social e político honesto, teria sido um presente para o Brasil. Acho que ninguém discorda de que, um dia, seria necessário acabar com a cultura da corrupção que sempre ligou empreiteiros e políticos brasileiros.
O fato é que, em pouco tempo, foi fácil perceber que as decisões e ações demandadas pelo juiz Sérgio Fernando Moro estavam eivadas de seletividade. Tinham como objetivo tirar o PT do poder, desmoralizar o discurso da esquerda e privilegiar aqueles que, no rastro da devastação moral levada a cabo pelo magistrado, promoveram a deposição da presidenta Dilma Rousseff.

Hoje, graças à Lava Jato, a economia nacional está devastada, o Estado de Direito, ameaçado e o poder tomado por uma quadrilha que fez do Palácio do Planalto uma pocilga digna de uma republiqueta de bananas de anedota.

Agora, quando os grupos golpistas ligados ao PSDB e PMDB começam a ser atingidos pela mesma lama que a Lava Jato pensou em represar apenas para o PT, o juiz Moro pensa em tirar um ano sabático, nos Estados Unidos.

Isso, obviamente, não pode ser uma coisa séria.

Um juiz de primeira instância destrói a economia e o sistema político de um país, deixa em ruínas 13 anos de avanços sociais, estimula o fascismo, divide a nação e, simplesmente, avisa que vai tirar férias de um ano?

Não se enganem: o que está havendo é uma fuga planejada. E precisamos saber o porquê, antes que ela seja consumada.

4 de dezembro de 2017 at 21:14 2 comentários

Tragédia anunciada

POR PEDRO CHILINGUE, no blog Preto no Branco

A tragédia já era anunciada. O fim aterrorizante de campeonato do Botafogo já era esperada por muitos. O time que começou o ano merecendo ganhar o mundo encerrou a temporada sem a capacidade de ir à esquina. As noites de sonho tornaram-se dias de pesadelo para uma torcida que vê seu time estagnado no tempo.

Em meio a atuações revoltantes e declarações patéticas, o Alvinegro voltou a amarelar na reta final – como tem feito há muitos e muitos anos. Já são 22 temporadas de fila, que prometem se estender por muitas mais. Ao apito final neste domingo, encerrou-se 2018 com o gosto amargo de que alguma coisa aconteceu e não sabemos – e que nos impediu, como sempre, de concluir uma temporada de maneira decente.

Ao olhar para os lados, vi rostos tristes e lágrimas que não simbolizam a decepção por mais um vexame, mas sim o desespero por notar que o Botafogo parece não ter mais salvação. No fim das contas, ainda somos responsabilizados por diretorias incompetentes, falastronas e amadoras, que jogam seus insucessos em nossas costas. Nós fazemos até muito perto do que o clube tem merecido nas últimas décadas.

Sem a Libertadores, voltamos à realidade: orçamento curto, dirigentes sem capacidade de minimizar o abismo financeiro criado pelas cotas de TV e jogadores mais preocupados com seus bolsos cheios do que em levantar taças. Poucos são os que compreendem a grandeza e a importância de vestir nossa camisa e lutar por ela; quase nenhum entendeu o momento que vivemos e a missão devolver a Estrela às glórias.

Não há clube que resista à tamanha falta de ambição – essa frase estampou a mais verdadeira e sincera faixa de protesto em nosso estádio. Dirigentes mais preocupados em alfinetar o rival e seus adversários políticos – e não estou aqui fazendo lobby pela oposição, pelo contrário. Aliás, a política é um dos cânceres que assolam o clube; fechado e retrógrado, nosso ínfimo núcleo de possibilidades insiste em atrasar o Botafogo em relação aos outros.

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Hoje, entramos de férias. O que era pra ser um prazer acaba tornando-se um fardo. Mais um ano se vai sem ver o Glorioso voltar a ser quem é; mais 12 meses vendo rivais debochando, adversários levantando taças e nossa torcida, cada vez mais envelhecida, ficando sem referências para atrair os mais jovens. A urgência de uma taça é do mesmo tamanho da faxina que precisamos fazer em General Severiano.

Registro aqui os meus parabéns à Chapecoense. Após a tragédia que os acometeu em 2016, viraram a página, suaram sangue e deram a volta por cima. Em momento algum usaram o acidente como muleta. Por lá, ninguém falou em “escalar o Everest”. Foram lá e fizeram. Vocês merecem a classificação.

Como eu disse no texto anterior: dane-se a Libertadores. Só queremos o nosso Botafogo de volta. Queremos profissionalismo, trabalho sério, jogadores dignos e títulos. Descanse, botafoguense. Porque você, eu e todos nós precisaremos, novamente, reconstruir o Alvinegro.

Bruno Silva, Guilherme, Roger e outras merdas passam; o Botafogo somos nós. Precisamos lutar e exigir, diariamente, nada menos que o nosso Alvinegro de volta. Que a faxina comece amanhã pela manhã. Não há mais tempo a perder.

Notas

Gatito Fernández: 6
Sem culpa nos gols e sem participações destacáveis durante o jogo.

Arnaldo: 6,5
Apesar da falta de qualidade técnica, correu muito e foi um dos menos piores em campo.

Joel Carli: 6
A segurança de sempre, mesmo contra o veloz ataque do Cruzeiro. Fez um jogo na média.

Igor Rabello: 6
Na mesma que seu companheiro. Se caprichar mais nas cabeçadas ofensivas, pode tornar-se um zagueiro com muitos gols.

Victor Luis: 4
Encerrou sua passagem de forma melancólica, perdendo a bola no lance do gol de empate do Cruzeiro e outros erros infantis.

Dudu Cearense: 4
Não tem mais condições de ser jogador profissional. Não consegue acompanhar o ritmo dos demais. Fica muito bem no YouTube falando “Aca No” e nada mais; no máximo, uma vaga no time de showbol.

Rodrigo Lindoso: 4,5
Frouxo na marcação, mal nas subidas ao ataque e um gol de presente para o adversário, em tabelinha trágica com Dudu dentro da pequena área.

Matheus Fernandes: 5
Não conseguiu repetir suas boas atuações e esteve mal, tanto na marcação quanto no apoio. Pode jogar muito mais.

Leo Valencia: 7,5
Correu, caiu pelos lados, jogou centralizado, deu assistência, finalizou, cruzou, bateu falta e escanteio e deu a vida em campo – entre erros e acertos. É o mínimo que esperamos. É ativo do clube e esperamos que cresça depois de uma pré-temporada bem feita.

Guilherme: 3
Passeou em campo e fez o que sabe de melhor: irritou. Perna de pau, que não era titular nem na base do Grêmio, só veio para tirar a vaga de um dos nossos juniores – e agora volta pro Sul valorizado sem ganharmos nada por isso. Parabéns à diretoria por essa contratação.

Brenner: 7
Não é dos melhores tecnicamente, peca na velocidade, mas foi útil e participativo. Um gol e uma assistência justificam sua nota.

Ezequiel: 7
Entrou com muita fome, correu bastante e fez um lindo gol. É de peças assim que precisamos: ativos do clube, que conhecem nossa historia e darão retorno técnico e financeiro.

Marcos Vinicius: 5
Entrou e sequer testou o goleiro com sua melhor arma, o chute de média-longa distância. Tem todas as chances, mas não engrena.

Vinicius Tanque: 4
Errou todos os domínios e tentativas de pivô. Espero que seja emprestado pra Sibéria.

Jair Ventura: 3
Suas declarações minaram o grupo. Que suba o Everest de sunga.

4 de dezembro de 2017 at 15:33 3 comentários

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