
A vitória por 3 a 1 sobre o Paris Saint-Germain não garantiu a liderança do grupo ao Bayern de Munique, mas já foi suficiente para as primeiras desconfianças em relação ao elenco parisiense. Quem fez questão de tornar a opinião pública foi Thomas Muller, que pediu menos holofotes ao time francês e um tratamento mais fiel ao que Neymar e companhia desempenham em campo.
“É claro que eles possuem grande jogadores no ataque, mas vocês (jornalistas) precisam ter calma para não exagerarem nos elogios e ficarem fazendo uma badalação como essa”, disse Muller. “Ganhamos por 3 a 1 e mesmo com algumas chances do PSG não dá para dizer que foram melhores que nós, nem foram dominantes como dizem. Ainda somos o Bayern”, completou.
No duelo entre as equipes em Paris, o time alemão ainda tinha Carlo Ancelotti no banco de reservas. Naquela oportunidade, o PSG venceu por 3 a 0 e causou a demissão do comandante italiano. Desde então, os bávaros anunciaram Jupp Heynckes, que recolocou o time na liderança do campeonato nacional e classificou para a segunda fase da Liga dos Campeões.
Thomas Muller fez questão de usar como exemplo o primeiro embate entre as equipes para explicar a “supervalorização” do time francês. “Quando nos enfrentamos em Paris foi 3 a 0, mas tivemos a estatística de 18 escanteios contra apenas um deles e querem vender a ideia de que o PSG possui alguma fórmula mágica ou alguma coisa assim”, ressaltou o atacante alemão, capitão no duelo da última terça-feira. (Da Gazeta Esportiva)