POR LEANDRO FORTES – no Facebook
Gosto do senador Humberto Costa e admiro a história política dele. Mas não posso deixar de lamentar que ele, como outros petistas, continuem caindo na esparrela de frequentar o esgoto da Veja, na vã expectativa de serem aceitos por quem os odeia e despreza.
É um misto de ingenuidade e burrice, algo inaceitável no estágio da luta política em que vivemos.
O mesmo já aconteceu com José Eduardo Cardozo, quando era ministro da Justiça, e com o senador Paulo Paim – este último, foi às páginas amarelas da semanal da Abril anunciar que iria deixar o PT.
E ficou no partido, um vexame duplo.
Essa atração fatal pela mídia está na origem da ruína do PT, desde o primeiro governo Lula, quando esse oligopólio maldito poderia ter sido destruído – mas, pelo contrário, acabou sendo alimentado, nutrido e agigantado.
E deu no que deu.
Republicou isso em O LADO ESCURO DA LUA.
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Bom, fora as tintas muito carregadas alusivas à “destruição”, no mais considero bem apropriado o que disse o LF.
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A bem da verdade,eu,como petista,considero que o senador pernambucano é um fraco.Sua história política merece respeito,como bem frisa nosso bravo Leandro Fortes,mas ações dessa natureza só demonstram a fraqueza,o lado pueril e a falta de habilidade política de gente como ele,o tolo do Paulo Paim e o idiota do Jacques Wagner,que vai à Folha de São Paulo dizer que “o PT se lambuzou”.Idiotice e burrice também têm limites.De resto,para mim,além de “papai” Lula,preparados mesmo para a luta,sem ilusões nesse sentido,só a maravilhosa Gleisi Hoffmann,Lindbergh Farias,Wadih Damous e Fernando Haddad.Infelizmente,nosso governo não foi para o enfrentamento, para o embate real na questão da democratização dos meios de comunicação. Houve sim,é verdade,boas ações nesse sentido,como a Cofecom,mas que isoladas,acabam se tornando inócuas,distantes de uma unidade,de um núcleo organizador. Também concordo que há exagero na referência a “destruir “o oligopólio midiático. Nem na Argentina,com a corajosa Christina Kirchner(essa tem o “grego duro”),isso se deu.Verdade que Kirchnner investiu com força e vigor pra cima do Grupo Clarin,mas não para “destruir”a organização,mas para reduzir seu poder e seu patrimônio,o que considero muito justo.E estamos falando de um grupo apenas,se bem que o mais poderoso da Argentina,uma espécie de Globo portenha. Para mim,esse foi o maior erro da administração,do governo petista.Saudações, Gérson!
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Corrigindo:evidentemente,o correto é “grelo duro”.
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