Archive for 8 de fevereiro de 2017

Cunha aplica nó tático em Moro e responsabiliza Temer

POR FERNANDO BRITO, no Tijolaço

Sei que é um sacrifício acima e além do dever cívico, mas tive a pachorra de assistir o depoimento de Eduardo Cunha a Sérgio Moro, de quase três horas.

Antes, descrevo a impressão que me ficou do show de hipocrisia.

Impressionante como, apesar do asco que a figura do ex-presidente da Câmara, ele se expressa com muito mais segurança que seu inquisidor, Sérgio Moro, que fica, praticamente, naquilo que está noticiado na mídia.

A história dos trustees não avançou um milímetro, exceto pelo fato de que não está ali o grosso das vantagens e do ervanário de Cunha.

Moro se baseava, volta e meia, em entrevistas dadas à imprensa, que Cunha rebarbava, com toda a razão jurídica, dizendo que estava ali para discutir depoimentos e não notícias que possam ter sido veiculadas apenas em parte.

Em momento algum Cunha foi colocado diante de evidências irrespondíveis.

O Ministério Público, que estranhamente não escala as “estrelas” da Força Tarefa para estes interrogatórios, mas apenas para as apresentações de powerpoint sobre Lula, estava representado por um procurador anônimo.

Nem mesmo a evidente contradição entre a alegação de Cunha de que não administrava nem podia fazer movimentação dos trustees e um deles pagar as contas do cartão de crédito o Dr. Moro teve capacidade de expor e cobrar explicação do réu.

O mais importante nem sequer mereceu perguntas ou aprofundamento: Cunha disse que Michel Temer foi o grande árbitro da nomeação de diretores da Petrobras.

É, no mínimo, estranho que numa instrução criminal isso não chame a atenção, nem do juiz, nem da imprensa.

A impressão que fica, mesmo com todo o nojo que se possa ter de uma figura como Eduardo Cunha, é que não há a menor preocupação de apurar a verdade, mas a de fazer apenas o papel de moralizador.

E, acima de tudo, como mesmo ainda não descendo aos fatos mais crus, Cunha faz questão de mostrar que Temer está em suas mãos, embora a mídia não o queira ver.

8 de fevereiro de 2017 at 12:57 4 comentários

Cadê os paneleiros amarelos?

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8 de fevereiro de 2017 at 12:32 Deixe um comentário

Nomeação de Moraes consolida golpe e torna STF um tribunal minúsculo

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POR DAVIS SENA FILHO – no blog Palavra Livre

Quem nomeou Alexandre Lex Luthor de Moraes, ex-advogado do PCC para o STF, foi o juiz Gilmar Mendes — o Condestável do MT —, sigla que significa ao mesmo tempo Mato Grosso e *mi-shell temer. (DSF)

Antes de tudo e qualquer coisa: o STF é muito menor do que o Brasil. O Supremo é diminuto.

O ministro golpista Alexandre de Moraes — o Lex Luthor, o Pequeno Mussolini — vai deixar o Ministério da Justiça para assumir cargo de juiz do STF. Homem de confiança dos tucanos e também do PMDB do presidente golpista e usurpador, *mi-shell temer, Luthor vai “parar essa porra” toda, conforme afirmou aos seus cúmplices e asseclas o líder do Governo no Senado, Romero Jucá (PMDB/RR), ao se reportar à Lava Jato, do juiz de primeira instância, seletivo e parcial, Sérgio Não Vem ao Caso Moro.

Diferentemente do que sempre se apresentou em público, como um autêntico falastrão midiático, desta vez o magistrado de alma tucana da terra das Araucárias resolveu colocar o galho dentro e afirmou aos seus aliados da imprensa privada brasileira, a mais corrupta e golpista do planeta, que não teceria comentários sobre a nomeação de Lex Luthor, sujeito despreparado para assumir cargo tão importante do STF e que sempre tratou questões sociais e trabalhistas como caso de polícia, como compravam seu passado e sua atuação leviana e radical à frente da Secretaria de Segurança de São Paulo, no governo direitista de Alckmin, e do próprio Ministério da Justiça.

A nomeação de Alexandre de Moraes, advogado e professor acusado de atuar como um pitbull do sistema que controla o mercado de capitais e privilegia os interesses da alta burguesia nacional e da plutocracia internacional, exemplifica, sobretudo, que o golpe que derrubou uma presidente legítima e constitucional tinha como pedra fundamental impedir que quadrilheiros, os que compõem o Governo Federal e tomaram de assalto o Palácio do Planalto, fossem presos por cometerem incontáveis crimes. Delinquências que há muito tempo estão a ser conhecidas pelas delações de políticos, executivos, servidores, doleiros e empresários, que há décadas roubam o Brasil em bilhões e bilhões de dólares, a impedir que tão rica nação e povo trabalhador se desenvolvam e tenham a oportunidade de viver em um país justo, igualitário e democrático.

Contudo, é assombroso ao mesmo tempo que assustador perceber que a indicação de Lex Luthor, indivíduo de atos e ações fascistas, tem como propósito promover, com o apoio e a garantia do condestável juiz Gilmar Mendes, o bloqueio das ações da Lava Jato, no que tange principalmente às delações da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, porque, se pararmos para pensar, o presidente golpista e traiçoeiro, cujo governo é tratado internacionalmente como pária e entreguista, foi delatado 43 vezes somente na Odebrecht.

*mi-shell temer é o chefe principal do golpe bananeiro e terceiro-mundista, cujo protagonismo é dividido com o “Mineirinho” ou “Chato”, alcunha do megadelatado Aécio Neves, senador da República e do PSDB, que também se aliou a outro patife, o deputado preso, Eduardo Cunha, que já ameaçou abrir a bocarra se sua filha e mulher forem presas, como o foi Adriana Anselmo, mulher de Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio de Janeiro. Dois pesos e duas medidas. Manter a mulher e filha de Cunha soltas significa garantir a impunidade de *mi-shell temer e a escumalha que o acompanha, a ter juízes, procuradores e delegados como cúmplices de criminosos. É o fim picada.

E tudo isso para derrubar a presidente trabalhista Dilma Rousseff do poder e impedir que o líder de esquerda, Luiz Inácio Lula da Silva, se candidate a presidente da República, em 2018. Destruíram a economia do Brasil, rasgaram a Constituição e mandaram para o espaço o Estado de Direito para que a direita brasileira, a que escravizou seres humanos oficialmente por 388 anos, voltasse a tomar conta da Presidência e, principalmente, do Estado brasileiro, a fim de transferir o patrimônio público para a iniciativa privada, bem como dar fim aos programas de inclusão social, o que dificulta, sem sombra de dúvida, a ascensão dos brasileiros mais pobres.

Manter grande parte da população como mão de obra barata é a intenção, assim como mantê-la pouco instruída é uma ferramenta de dominação de classe e uma forma perversa de fazer com que o povo não tenha consciência política e, com efeito, não tenha também voz ativa e poder de reivindicação.

Verdadeiros cafajestes assumiram o poder da República, e a imprensa internacional percebeu rapidamente, assim como inúmeros líderes mundiais. O Brasil, na verdade, vive uma ditadura branca, como demonstra a vergonhosa nomeação de Alexandre Lex Luthor de Moraes, que se juntará a juízes de um STF que permitiu que um bandido retaliasse Dilma Rousseff por ela não protegê-lo quanto à sua corrupção, fato este que permitiu que o processo de golpe se concretizasse, na Câmara e depois no Senado.

Porém, considero estarrecedor o STF ter em suas fileiras um juiz de tão baixo nível político, social e comprometido com o golpe de estado e a blindagem de seus parceiros encastelados no Palácio do Planalto, no Congresso, no governo Alckmin, como o é o Lex Luthor. Trata-se de um tucano dos quatro costados e que sempre serviu aos interesses da casa grande paulista e agora da brasileira, a usar desta vez uma toga preta, a refletir a escuridão de sua carreira política repleta de polêmicas e de atividades policialescas, que deixam qualquer um com os cabelos em pé.

É inacreditável que para consolidar o golpe, a Lava Jato, useira e vezeira em cometer ações e atos arbitrários e covardes contra seus inimigos políticos, a exemplo de Lula, Dilma e o PT, transforme-se, com o Lex Luthor no Supremo, em uma “Lava Lenta”, aliás, lentíssima, pois, além de pecar pela seletividade e parcialidade, o que a torna persecutória, com o apoio das mídias burguesas, que tem a finalidade de fazer as cabeças de coxinhas despolitizados, mas politicamente conservadores e preconceituosos, continua mesmo desmoralizada a manter Lula no olho do furacão, pois o que interessa não é mais prendê-lo e sim desconstruir sua imagem de forma intermitente e mantê-lo diuturnamente na imprensa de mercado como se fosse criminoso. Não interessa ao capitalismo mundial o retorno de Lula ao poder. O Brasil é muito rico e os grandes capitalistas não podem mais abrir mão de suas riquezas e para isso contam com o PSDB, o PMDB, o DEM e seus aliados, porta-vozes da plutocracia e representantes de seus interesses.

É inaceitável e altamente imprudente que a Lava Jato enverede por caminhos ainda mais tortuosos e aceite que se coloque uma pá de cal em todo esse processo jurídico e judicial, para que criminosos que tomaram o poder de assalto não sejam punidos e possam, posteriormente, governar o País, como se tudo estivesse como dantes no quartel de Abrantes. A verdade é que a faca e o queijo estão nas mãos de Rodrigo Não Devo Nada a Ninguém Janot, o procurador-geral da República, que sabe e compreende muito bem que a questão dos golpistas e usurpadores é manter o poder e o golpe a qualquer preço.

Janot se comporta como galinha morta ao tempo que como raposa. Tem demonstrado, tanto quanto os procuradores-gerais que os antecederam, que tal cargo de chefia da PGR-MPF é político e, mais do que esta realidade, é profundamente ideológico, sempre à direita e a compor com os políticos e a imprensa de mercado, que conquistaram o poder por intermédio de um golpe de estado violento, mas travestido de legal e legítimo contra a presidente constitucional, Dilma Rousseff.

A mandatária eleita legalmente com 54,5 milhões de votos, sem ter cometido quaisquer crimes de responsabilidade, porque comprovadamente honrada e honesta, realidade esta que não acontece com políticos golpistas do PMDB, do DEM, do PPS e do PSDB, que foram gravados, a combinar o fim da Lava Jato e a fazer afirmações gravíssimas, pois conspiravam para derrubar Dilma e, por conseguinte, estancar a sangria que a Lava Jato faria por intermédio das delações premiadas.

Delações que premiam empresários, executivos e servidores públicos riquíssimos, mas mantém, sem provas cabais ou sólidas, figuras políticas históricas, a exemplo de José Dirceu, que foi condenado à prisão perpétua, por um juiz de primeira instância, que cometeu crimes comprovados, a exemplo do vazamento de diálogos entre Dilma Rousseff e Lula, com o propósito de impedir que Lula assumisse a Casa Civil.

O mesmo caso se dá com o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que está preso sem ter sido provado que tenha cometido crimes. Além do mais, até os mundos mineral e vegetal sabem e compreendem que todos os partidos políticos tem tesoureiros em seus quadros, bem como são as mesmas empresas e empresários que financiam campanhas políticas e pagam propinas, ou seja, são responsáveis diretas por existirem corruptos e corruptores.

Então, vamos à pergunta que não quer se calar: por que somente o ex-tesoureiro do PT está preso, sem ter sido comprovado, de fato, que o dinheiro da campanha do PT foi doado de forma ilegal? Respondo: porque a Lava Jato é uma operação orquestrada e forjada somente para derrubar o governo de Dilma, destruir o PT, prender suas lideranças, desconstruir o estado de bem-estar social e impedir que Lula seja candidato a presidente em 2018. Ponto!

Vamos, então, à outra pergunta que não quer calar: por que a direita está a brigar e a disputar poder e espaço entre si? Respondo: por que, apesar de serem golpistas e direitistas, são grupos antagônicos e que disputam o mesmo espaço governamental, jurídico, empresarial e político.

Golpe é golpe, golpe é crime, e os abutres disputam quem vai levar a maior parte da carcaça, ou seja, o espólio, o prêmio, que é o controle do Estado e o poder de decidir as políticas públicas, tanto no âmbito da economia quanto no que diz respeito a administrar o País em todos seus setores, desde a diplomacia até as forças armadas. O Estado brasileiro é a vaca premiada de tetas gigantescas para a burguesia dona da casa grande mamar sem parar, como leitoa que mama as tetas da porca deitada.

O vaiado em Nova York e contestado Sérgio Moro, com o apoio do juiz Gilmar Mendes, que acabou de empossar o medíocre Alexandre de Moraes como juiz do STF, interpretou o movimento político de Dilma e Lula como “obstrução” da Justiça. Entretanto, os dois capas pretas de direita e testas de ferro das oligarquias mais atrasadas e perversas do mundo, não interpretam as ações de *mi-shell temer, Eliseu Padilha, Romero Jucá, José Sarney, Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Moreira Franco, Geddel Vieira Lima, Sérgio Machado et caterva como obstrutores da Justiça, a conspirarem contra os andamentos dos processos jurídicos e policiais da Lava Jato.

De forma alguma, tanto que eles estão livres, leves e soltos, a rirem da cara dos brasileiros e a tratarem a sociedade como idiota, afinal parte dela, a que se veste de amarelo e bate panela de forma ensandecida e tresloucada está a ser empalada em seus direitos trabalhistas e previdenciários e ainda ri e bebe suco de groselha. Durma-se com um barulho desse… Acabou, Moro. Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e outros juízes conservadores do Supremo não permitirão que vossa excelência continue com seu reinado tão sólido como um castelo de areia à beira das ondas do mar. Nada disso. Tsc, tsc, tsc…

Aqui é a República das Bananas, juiz Moro, procuradores Deltan Dallagnol e Carlos Fernando, delegado Márcio Anselmo, onde os verdadeiros donos do poder dão golpe de estado, vendem o país, destroem a economia e ainda reprimem abaixo de porrada os trabalhadores e a população. Isto aqui é um País que se mata negros e índios, cujos índices de homicídios chegam a quase 60 mil mortes por ano. Aqui, em terras da Banânia, retira-se direitos civis e se rasga a Constituição para que cafajestes ou canalhas tomem o poder de assalto contra uma presidente constitucional, como o fazem os assaltantes nas ruas, nas lojas, nas casas e nos bancos.

Aqui, na Banânia, juízes, delegados da PF e procuradores prendem e perseguem as pessoas sem se reportarem aos autos e muito menos à verdade, que se baseia no contraditório. Aqui, neste País amante do retrocesso, vive a casa grande mais atrasada e violenta do mundo, que vê o futuro pelo espelho retrovisor e que sonha em voltar à era pré-Getúlio Vargas. Aqui o vale-tudo está completo: o STF é realmente muito menor do que o Brasil e o seu povo. O Supremo é diminuto! Viva o Brasil! Viva! É isso aí.

*mi-shell temer – o nome de tal peçonha é sempre escrito em minúsculo, por se tratar de um pigmeu moral, político, citadino e golpista.

*mi-shell temer, além de ter seu nome sempre escrito em minúsculo, a partir de agora terá seu primeiro nome escrito com as letras m-i-s-h-e-l-l. Portanto, o nome de tal desditosa peçonha passa a ser escrito no Palavra Livre como *mi-shell temer. PS: sempre em minúsculo.

*mi-shell é também conhecido pelo vulgo Amigo da Onça — o Usurpador Traidor.

*Golpista é palavra sinônima de *mi-shell temer.

*mefistófeles é *mi-shell temer.

*mi-shell temer é *mefistófeles.

*mefistófeles é sempre escrito em minúsculo.

8 de fevereiro de 2017 at 12:31 Deixe um comentário

Em pé de igualdade

POR GERSON NOGUEIRA

A dupla Re-Pa chega à semana do primeiro clássico do ano em condições muito parelhas. De um lado, os remistas tentando se organizar ao longo do Parazão, mas com sérias dificuldades no meio-de-campo e no ataque. Os bicolores, por seu turno, ainda procuram assimilar a derrota sofrida em Tucuruí e tentam corrigir os muitos erros exibidos na partida.

Pode-se dizer que Josué Teixeira tem um time ligeiramente mais entrosado, com uma escalação que não se alterou nas três primeiras rodadas do campeonato. Ao mesmo tempo, o técnico é obrigado a malabarismos quando precisa fazer substituições no decorrer de um jogo.

unnamedO elenco é limitado, com poucos destaques individuais e várias apostas em jogadores vindos da base azulina. Na estreia, contra o Cametá, o resultado foi empolgante, mas não retratou a real força do time. A partida seguinte veio colocar as coisas em seus devidos lugares. Diante de uma marcação mais rígida, o Remo não conseguiu jogar.

Domingo, em Santarém, as dificuldades no setor de criação voltaram a assombrar o time. Quando parecia mais próximo de chegar ao gol, permitiu o contra-ataque que resultou no penal em favor do São Raimundo. Melhor àquela altura, o time remista chegou ao gol de empate em jogada de bola aérea, típica de momentos de desespero.

O fato é que falta à equipe um parceiro de ataque mais ágil e habilidoso para Edgar. Nem Jayme, nem Val Barreto mostraram essas qualidades. Gabriel Lima parece mais talhado para a função, embora precise ganhar confiança.

No meio, Flamel é o camisa 10, mas atua como um falso atacante. Com isso, o time fica carente de um organizador. Fininho e Rodrigo são as alternativas, mas ainda não convenceram Josué.

Marcelo Chamusca não tem as limitações que afetam o trabalho de Josué. Conta com um elenco mais qualificado e homogêneo. Tem, pelo menos, seis atacantes em condições de aproveitamento – Cearense, Alfredo, Bergson, Leandro Carvalho, Bruno Veiga e Will.

Nos dois primeiros jogos, o treinador sinalizou que Cearense e Bergson são titulares, mas Carvalho apareceu bem contra o Independente e tem chances de brigar pela titularidade.

A meia-cancha conta com Diogo Oliveira, Daniel Sobralense, Marquinho, André e Samuel. Oliveira, dono da camisa 10, pode vir a funcionar como um Tiago Luiz menos agudo. Nos tiros de média distância, é tão talentoso quanto o antecessor. É necessário, porém, que tenha tempo para se aclimatar ao nosso futebol e tranquilidade para mostrar suas qualidades.

Com certa dose de razão, o torcedor ficou ressabiado com o revés em Tucuruí. Afinal, o Papão desfrutou de 80 minutos com um atleta a mais e não exibiu repertório de jogadas capaz de superar o bloqueio defensivo do Independente.

As críticas ao setor defensivo funcionaram como alerta para Chamusca, que dedicou nos últimos dias especial atenção ao posicionamento de seus zagueiros. Vale observar, porém, que o comportamento da dupla de beques depende muito da produção dos volantes. Lombardi e Gilvan não atuaram bem, mas Wesley e Rodrigo também não fizeram boa partida, e uma coisa pode estar relacionada com a outra.

Diante de tudo isso, as projeções para o clássico de domingo indicam um acentuado equilíbrio entre equipes ainda em construção.

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Um mea-culpa que dignifica a arbitragem

Joelson Nazareno Cardoso, árbitro de S. Raimundo x Remo, teve atitude digna dos bons profissionais. Admitiu ter errado na anulação do gol de Gabriel Lima, que não estava em posição irregular no lance. Reconhecer as próprias falhas é o primeiro passo para evoluir no ofício mais cornetado do mundo.

(Coluna publicada no Bola desta quarta-feira, 08)

8 de fevereiro de 2017 at 10:36 2 comentários

O passado é uma parada

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Time do Remo campeão paraense (invicto) de 1989. Na foto, de pé, Wagner Xuxa; Chico Monte Alegre, Ney,  Edgar, Fofão e Luís Otávio; agachados: Tiago, Bebeto, Edmilson, Varela e Rildon.

8 de fevereiro de 2017 at 1:52 21 comentários


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