Archive for 3 de fevereiro de 2017

No adeus, a honra lavada

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Nota dos advogados de Lula e D. Marisa:

D. Marisa não poderá, lamentavelmente, ver triunfar o reconhecimento de sua inocência por um juiz imparcial.

A consequência jurídica do seu falecimento nesta data (03.02.2017) será a extinção, em relação a ela, das duas ações penais propostas – de forma irresponsável – pelo Ministério Público Federal.

Foi com muito orgulho que atuamos na defesa de uma pessoa digna e honesta, que foi injustamente perseguida e vítima de falsas acusações.

Reafirmamos nossa expectativa de que prevaleça a justiça nas ações que propusemos em seu favor, com o objetivo de reparar sua honra e imagem e ainda responsabilizar aqueles que cometeram os atos ilegais e arbitrários que resultaram nas violações que tanto a impactaram.

Em 4 de março de 2016, D. Marisa teve sua casa invadida por um exército de policiais e viu sua vida e intimidade, assim como a de seus filhos e netos, expostas na mídia nacional e internacional. Os danos foram insuperáveis.

Reafirmamos igualmente o compromisso de lutar por uma justiça imparcial, fundamental ao Estado Democrático de Direito.

Cristiano Zanin Martins, Valeska Teixeira Martins, Larissa Teixeira e Roberto Teixeira

3 de fevereiro de 2017 at 22:06 Deixe um comentário

O recado de Mano Brown

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3 de fevereiro de 2017 at 21:58 Deixe um comentário

Ronaldinho vira embaixador do Barça

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A saída de Ronaldinho Gaúcho do Barcelona, há quase 10 anos, até hoje ainda é motivo de mágoa para a torcida catalã, que esperava que o astro seguisse por mais tempo no Camp Nou. Entretanto, a motiva para o adeus repentino do camisa 10 não foi exatamente um desejo de Pep Guardiola. De volta ao Barça – agora como embaixador -, Ronaldinho concedeu uma entrevista exclusiva para o jornal “Mundo Deportivo” nesta sexta-feira, alegando que o treinador o pediu para continuar no clube na época.

– Quando Pep chegou em 2008, me pediu para que nos víssemos. Me reuni com ele, e ele disse que me queria no time, que eu continuasse, pois contava comigo. Eu o agradeci, mas disse que achava que meu ciclo no Barça já havia acabado. E decidi sair – disse o astro, que garantiu ter boa relação com o atual técnico do Manchester City, uma vez que já foi muito próximo de seu irmão, Pere.

ronaldinho1A polêmica começou quando Guardiola foi apresentado como técnico do Barça, no começo da temporada 2008/09, e disse que não contava com três astros que haviam feito história no clube anos antes, voltando a conquistar a Liga dos Campeões: Ronaldinho, Eto’o e Deco. R10 seguiu para o Milan, antes de retornar ao futebol brasileiro e defender Flamengo, Atlético-MG e Fluminense – além do Querétaro, do México.

Sem jogar uma partida oficial desde setembro de 2015, quando deixou o Fluminense, Ronaldinho Gaúcho será embaixador do Barcelona, representando o clube em eventos ao redor do mundo e ajudando a divulgar sua marca. Também está prevista a sua participação em partidas do Barcelona Legends (Lendas do Barcelona), um time de veteranos que já conta com Rivaldo.

– Mesmo sem ter nada assinado, sempre representei o Barça em qualquer parte do mundo. As pessoas, quando me viam, se lembravam do Barça, e creio que isto de ser embaixador será mais lindo ainda. É sempre uma alegria, tenho muitos amigos aqui, tenho uma história uma grande parte da vida. É uma alegria ter a oportunidade de voltar à minha casa – afirmou R10.

Ronaldinho disse que ainda não sabe o papel que terá, exatamente, dentro do clube, mas que espera ter uma oportunidade de conviver com o elenco. O brasileiro apontou que não pretende se envolver em assuntos de arbitragem e se mostrou contrário ao uso da tecnologia no futebol, dizendo que o esporte “já foi inventado” e que gosta “das coisas como sempre foram”. (Do GE)

3 de fevereiro de 2017 at 21:55 Deixe um comentário

A face da bestialidade

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Promotor de Justiça, Romulo Paiva, desejou a morte de Marisa nas redes sociais. “Quero abrir logo o meu champagne!”, afirmou na postagem. É o mesmo que já havia sugerido “tacar fogo” na presidente Dilma. A escória, como bem disse Bandeira de Mello, está à solta e cada vez mais despudorada.

Trevas, trevas…

3 de fevereiro de 2017 at 21:42 1 comentário

Bandeira de Mello: ataques a Marisa são “típicos de uma escória”

POR EDUARDO MARETTI, da Rede Brasil Atual

Os ataques à ex-primeira-dama Marisa Letícia e manifestações de pessoas que “comemoraram” sua morte, ocorrida ontem (2) em São Paulo, são coisas típicas “de uma escória, de uma ralé”. “A classe média alta é constituída por uma escória. As pessoas não suportam a evolução de uma pessoa de origem modesta.” A opinião sobre as manifestações recentes não só contra Marisa, mas também dirigidas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é do jurista Celso Antônio Bandeira de Mello.

image_previewEle disse à RBA estar “muito pessimista” sobre o Brasil, “porque quando o Judiciário não vai bem, nada vai bem”. A principal referência da atual situação do Judiciário é o juiz Sérgio Moro, de acordo com Bandeira de Mello. “Existe um homem que faz o que bem entende, que desrespeita a Constituição diariamente e ninguém faz nada. O Supremo não faz nada. Aquele homem do Paraná, um juiz que não respeita a Constituição.”

O jurista lembra um termo utilizado pelo então relator da Lava Jato, Teori Zavascki, morto em acidente de avião no dia 19 de janeiro, sobre o tratamento dado a presos pela operação Lava Jato. “O próprio ministro que morreu disse que era um tratamento medieval (aos presos) que era dado lá.”

Em voto no qual foi acompanhado pela maioria da Segunda Turma em 28 de abril de 2015, Teori concedeu habeas corpus a nove acusados da Lava Jato, para que respondessem em liberdade. No voto, Teori argumentou que seria “extrema arbitrariedade” manter a prisão preventiva considerando apenas a possível interferência da liberdade no fechamento de um possível acordo de colaboração premiada. “Subterfúgio dessa natureza, além de atentatório aos mais fundamentais direitos consagrados na Constituição, constituiria medida medievalesca que cobriria de vergonha qualquer sociedade civilizada”, afirmou o ministro relator (leia aqui).

Para Bandeira de Mello, Moro “é um suposto juiz”.

Como o sr. comenta os ataques a Lula e a Marisa Letícia, feito por pessoas que chegam a comemorar a morte da ex-primeira-dama?

Evidentemente, são bandidos que fazem isso. Pessoas que não têm sentimentos. Só assim para fazer um ataque à dona Marisa. As pessoas não suportam a evolução de uma pessoa de origem modesta. É isso. A classe média alta é constituída por uma escória, uma ralé. Pra mim, que esse tipo de gente se manifeste dessa maneira é muito típico de uma escória, de uma ralé.

Curioso que estamos num país cristão, onde muitas pessoas que fazem isso se dizem cristãs…

Supostamente cristãs.

Como vê o caso de Moreira Franco, nomeado ministro para, segundo a oposição, escapar da Lava Jato, caso semelhante ao de Lula, que foi impedido de ser ministro pela argumentação de que seria uma manobra para ter foro privilegiado?

Bom, mas você sabe que uma coisa é quando é para a direita, outra coisa é quando é para a esquerda. Não há nenhuma imparcialidade. Então essas coisas acontecem.

O sr. está otimista com o Brasil?

Não, muito pessimista.

Por que?

Porque quando o Judiciário não vai bem, nada vai bem. E eu acho que o Judiciário não vai bem. Existe um homem que faz o que bem entende, que desrespeita a Constituição diariamente e ninguém faz nada. O Supremo não faz nada. Aquele homem do Paraná, um juiz que não respeita a Constituição. Se você olhar para a Constituição está dito que o prisioneiro tem direito de ficar calado. Fica calado, aí continua preso. Então evidentemente que não é respeitar o direito dele. O próprio ministro que morreu disse que era um tratamento medieval que era dado lá. E era mesmo.

O sr. se refere ao juiz Sérgio Moro?

Ao Moro, sem dúvida. É um suposto juiz, não é?

Qual sua opinião sobre o ministro Luiz Fachin ter ido da Primeira para a Segunda Turma do STF e em seguida ter sido sorteado como relator da Lava Jato?

Era uma opção. O Fachin tinha o direito de optar e optou, e o sorteio caiu nele. Não vejo nenhum problema nisso. Ele não é mau ministro, não. Já imaginou se tivesse caído com aquele homem do Mato Grosso (Gilmar Mendes)? Aí é que era uma desgraça.

3 de fevereiro de 2017 at 21:38 Deixe um comentário

Walter Lima é o novo técnico do São Francisco

Com duas derrotas nas duas primeiras rodadas do Parazão, o São Francisco dispensou na quinta-feira (02) o técnico Vítor Hugo e anunciou Walter Lima nesta sexta-feira como novo comandante. O técnico já começa hoje à tarde os preparativos para o jogo com o Botafogo-PB pela Copa do Brasil.

3 de fevereiro de 2017 at 14:48 1 comentário

Lula recebe Temer, aconselha e se mostra disposto a dialogar

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Chamados de “golpistas” e “assassinos” por militantes petistas na entrada do Hospital Sírio Libanês, Michel Temer e sua comitiva foram recebidos por Lula na noite desta quinta-feira com rara cordialidade. O líder máximo do PT agradeceu comovido à solidariedade recebida após a confirmação da morte de sua mulher, Marisa Letícia. Em meio à tristeza, encontrou disposição para fazer de política.

Lula distribuiu conselhos a Temer: “Não se faz reforma da Previdência com o país em recessão”. Queixou-se do Supremo Tribunal Federal: “Está acovardado”. Abriu uma fresta para o diálogo: “Michel, quando quiser conversar comigo, me chame. Não posso é ficar me oferecendo.” E Temer: “Ah, com essa abertura, vou chamar muitas vezes.”

Temer hesitara em voar para São Paulo. Receava não ser bem-vindo. Sondado, Lula estimulou a viagem. Acompanharam o presidente pajés do PMDB (Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarmey e Eunício Oliveira, por exemplo), um par de estrelas do tucanato (José Serra e Cássio Cunha Lima) e ministros (Moreira Franco e Helder Barbalho).

Vencido o “corredor polonês” da entrada, os temores dissiparam-se já na fase de cumprimentos. Lula foi de mão em mão. Abraçou do “golpista” Temer ao arquirrival Serra. Disse que a vida lhe ensinou a ”separar divergências políticas e embates eleitorais da amizade.”  Fez menções elogiosos ao grão-tucano Fernando Henrique Cardoso, que o visitara mais cedo no hospital.

O encontro com FHC, disse Lula, sinalizava para a juventude a necessidade de superar o ódio e a intolerância que intoxicaram a política brasileira. Lula não se recordou —ou lembrou de esquecer— que é de sua a autoria o bordão “nós contra eles”, que eletrizava a militância petista nos embates eleitorais contra o tucanato. “Todos nós aqui temos a responsabilidade de fazer esse país se reencontrar e voltar a sorrir”, declarou aos visitantes.

(A mesma cruzada, com mais ferocidade, foi desfechada pelos tucanos durante os governos de Lula e radicalizada no segundo mandato de Dilma Rousseff, culminando com o golpe parlamentar que a afastou.) 

Virando-se para José Sarney, Lula evocou uma viagem que os ex-presidentes brasileiros fizeram à África do Sul, a convite de Dilma. Integraram a comitiva presidencial, além de Lula e Sarney, Fernando Henrique e Fernando Collor. Foram assistir ao funeral de Nelson Mandela. “Na volta, combinamos de fazer encontros com certa frequência. Mas, depois de descer a escada do avião, cada um foi pra sua casa e nunca mais nos encontramos.” Lamentou não ter dialogado com FHC quando estava na Presidência.

Lula sentiu-se à vontade para aconselhar Temer. Disse, por exemplo, que uma reforma como a da Previdência só pode ser feita num período em que a economia estiver “bombando”. Chamado de você, Temer se dirigiu a Lula sempre em timbre cerimonioso: “O senhor também fez uma reforma da Previdência”. O ex-presidente petista não se deu por achado. Declarou que, sob recessão, a mexida nas regras da Previdência potencializará a impressão de que aposentados e pensionistas pagam a conta.

Noutro conselho, Lula disse a Temer que a retomada do crescimento da economia passa pelo estímulo ao consumo. Contou que o ex-governador pernambucano e ex-presidenciável Eduardo Campos, morto quando fazia campanha em 2014, costumava questioná-lo sobre a ênfase atribuída ao consumo. “Ele vivia me criticando.”, relatou Lula. “Mas sempre achei que não podemos desprezar um mercado consumidor como o nosso. Havendo consumo, as indústrias produzem.”

Lula invocou o testemunho do ministro da Fazenda de Temer, que foi presidente do Banco Central no seu governo. “O [Henrique] Meirelles me conhece. Ele lembra que eu o chamava no Palácio, junto com o Guido Mantega, e dizia: porra, quando é que vocês vão baixar essa taxa de juros?” Presente, Meirelles sorriu.

Sem mencionar explicitamente a Lava Jato, Lula criticou a operação. Num dia em que o ministro Edson Fachin foi sorteado para substituir o colega morto Teori Zavascki na relatoria dos processos do petrolão, o morubixaba petista repetiu uma declaração tóxica: “O Supremo [Tribunal Federal] está acorvardado.”

Réu em cinco ações penais, Lula ensaiou uma crítica também ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). Quando parecia engatar uma segunda marcha para investir contra Sérgio Moro, o orador deu meia-volta: “Melhor deixar pra lá”.

Lula estava rodeado de delatados, investigados, denunciados e réus. Gente como o próprio Temer, o amigo Moreira Franco, Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Romero Jucá, José Serra…

Temer e sua comitiva chegaram ao Sírio Libanês por volta de 22h30. Deixaram o hospital às 23h10. Escaparam da hostilidade dos militantes saindo por uma porta lateral. Além de Lula, confraternizaram com Temer e sua comitiva petistas como o ex-ministro Jaques Wagner, o senador Jorge Viana e o faz-tudo de Lula Paulo Okamoto. A conversa foi testemunhada também pelo governador pernambucano Paulo Câmara (PSB).

Ao reproduzir o encontro, um dos participantes concluiu: ”Marisa Letícia, infelizmente, morreu. Mas Lula está vivíssimo.”

(Com informações de Josias de Souza, no UOL)

3 de fevereiro de 2017 at 12:41 24 comentários

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