
Rio de Janeiro, fevereiro de 1968, passeata dos 100 mil contra a ditadura militar. De mãos dadas, as sete maiores atrizes brasileiras da época: Eva Todor, Tônia Carrero, Dina Sfat, Leila Diniz, Odete Lara, Norma Bengell e Cacilda Becker.

Rio de Janeiro, fevereiro de 1968, passeata dos 100 mil contra a ditadura militar. De mãos dadas, as sete maiores atrizes brasileiras da época: Eva Todor, Tônia Carrero, Dina Sfat, Leila Diniz, Odete Lara, Norma Bengell e Cacilda Becker.
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égua Gersão, essa foi do canário!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Pois é, amigo Barreto. Belíssimo registro de um momento histórico da vida nacional e de engajamento de nossos artistas.
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Na verdade, quem está entre Tonia Carreiro e Leila Diniz é Ewa Vilma, e não Dina Sfat.
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Quando aparece Letícia Sabatella, José de Abreu,Monica Iozzi defendendo o PT estes são exemplos de “artistas engajados”, quando é Juliana Paes, Danilo Gentile,Susana Vieira, Marcelo Serrado, Malvino Salvador, Luana Piovani, Lobão a favor do impeachment estes são ridicularizados e chamados de “alienados”.
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Mas é isso mesmo. Essa Mônica eu não conheço, os outros dois sempre estiveram participando da luta política no país sem submeter-se a agenda dos patrões. D. Sabatella participou de inúmeras audiências públicas manifestando-se contra a transposição do rio São Francisco e criticando ferozmente o governo Lula.
Até Regina Duarte, acusada de grileira de terras indígenas, sempre foi uma atriz participativa. O diabo é que os citados como alienados fazem jus a fama pela falta de sintonia com as ‘coisas que estão no mundo’, marcando presença apenas para cumprir ordens superiores
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