Mês: maio 2012
Capa do DIÁRIO, edição de domingo, 20
Disputa política põe arbitragem na berlinda
Por Ricardo Perrone
O chororô de cartolas por causa da arbitragem deve marcar o Brasileirão 2012. Isso porque a primeira edição do torneio após a saída de Ricardo Teixeira da CBF acontece em meio a uma intensa guerra política. Os protestos antecipados já começaram. A briga por espaço no “novo” futebol brasileiro é árdua. E quem está em baixa já fala que corre o risco de ser prejudicado pelos juízes numa forma de retaliação inescrupulosa. É o caso das federações rebeldes. Cariocas, paranaenses, gaúchos, baianos e mineiros, que protestaram contra o domínio paulista na cúpula da confederação, dizem nos bastidores terem a certeza de que suas equipes serão alvos de falhas dos juízes. Já alguns dos principais rivais do São Paulo afirmam que, na dúvida, árbitros nunca irão apitar contra o time de coração de José Maria Marin.
O novo presidente da CBF jogou pelo clube do Morumbi. E há ainda os protestos de dirigentes de clubes do Rio. São os mais indignados contra a arbitragem. Falam cobras e lagartos sobre os juízes brasileiros. Em meio à turbulência, Marin promete botar ordem na arbitragem nacional, pressionando ainda mais os apitadores. Aconselhado por Marco Polo Del Nero, presidente da FPF e seu braço direito, levou para o Brasileiro métodos utilizados no Campeonato Paulista. A criação do cargo de ouvidor de arbitragem é um deles. Nesse cenário, é natural que a cada derrota cartolas botem a culpa do fracasso de suas equipes na briga pelo poder na CBF.
Festa inglesa em solo germânico: Chelsea campeão
Rock na madrugada – Coldplay, Moses
Sobre meninos e lobos
Por Gerson Nogueira
Jogadores jovens dão muita canseira. São difíceis de domar e preparar. Poucos técnicos gostam, verdadeiramente, de trabalhar com eles. No mundo imediatista do futebol, nem se pode culpá-los por preferirem as chamadas cobras criadas. Entre esperar um garoto se firmar, e render o esperado, apelam a veteranos cheios de manhas (e vícios), tentando arrumar logo a casa e garantir vitórias.
Gente que se preocupava com os moleques, como Cilinho e Telê, é cada vez mais rara. Neymar, magrelo como um palito, foi praticamente descartado há três anos por ninguém menos que Vanderlei Luxemburgo. Com a empáfia habitual, o treinador tascou até um apelido no futuro craque: “Filé de borboleta”. Apressado, Luxa pensou, obviamente, que o jovem atacante não tinha lá muito futuro.
Infelizmente, Luxemburgo não é exceção. Quando técnicos rodados são contratados estabelece-se, de imediato, um conflito de interesses. Os clubes sabem, mesmo os mais atrasados – como os nossos –, que a formação de atletas é o grande pulo do gato para sobreviver no complicado mercado da bola.
A equação é simples: meninos oriundos das divisões de base custam pouco e podem ser negociados por milhões, em curtíssimo espaço de tempo. O problema é que os dirigentes enchem os olhos quando ficam sabendo de transações lucrativas, mas esquecem de investir em estrutura e condições de preparo da garotada.
Nesse meio, prevalece, ainda, a abnegação de desportistas de verdade. É o que ocorreu, por exemplo, no Remo. Todos os meninos que estouraram idade em 2011 e subiram para o time profissional foram selecionados por esforço e dedicação de Armando Correia, conselheiro e baluarte da boa formação de atletas.
Mas, quando não há um Correia por perto, os garotos ficam à mercê de preparadores nem sempre competentes. Acabam vitimados pelas mazelas internas dos clubes e, muitas vezes, caem nas mãos de mercadores da bola. A Tuna, referência durante décadas como berço de jogadores, enredou-se em tantos erros de gestão que hoje, ao invés de exportar, importa jogadores de outros clubes.
No Paissandu, onde a necessidade forçou o aproveitamento da prata-da-casa, a expectativa é por investimentos que permitam revelar novos Pikachus, Tiagos, Netos e Bartolas. Como deu para notar neste começo de temporada, basta estímulo, boa vontade e trabalho sério para que os meninos virem lobos.
O primeiro desenho de time esboçado por Roberval Davino traz uma óbvia preocupação com o futebol ofensivo. Nos treinos, o técnico insiste em compactar, aproximando os jogadores e facilitando a troca de passes. Investe em Potiguar como uma das alternativas, tendo a companhia de Héliton, Rafael Oliveira ou mesmo Adriano Magrão.
A chegada de Kiros, centroavante alto, revela também a estratégia de explorar o jogo aéreo, como acontece com todos os times de Davino. No meio-de-campo, os garotos Billy, Neto e Djalma começam com boas chances, ao lado do recém-contratado Fabinho. Quem viu os primeiros treinos coletivos ficou impressionado com o estilo quase didático do treinador.
Davino, aliás, é o convidado especial do “Bola na Torre” de hoje, às 23h45, na RBATV HD. Comando de Guilherme Guerreiro.
A experiência vai se acumulando, mas os clubes não aprendem. Marciano, bom jogador, foi dispensado através da internet, na sexta-feira. Nenhum diretor do Remo tomou a iniciativa de procurá-lo para a devida comunicação. Profissional de bom nível (formado em Direito), o atacante deixa Belém ressentido com o clube. Esperava ser tratado com mais respeito e educação.
A torcida, através de diversas manifestações durante os últimos dias, lamentou a dispensa. Sérgio Cabeça, com aval do técnico Flávio Lopes, teria optado por Cassiano, jogador de trajetória irregular e que nunca empolgou a massa azulina.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO deste domingo, 20)
Capa do Bola, edição de domingo, 20
Na Arena do Bayern, em Munique
Mais andanças deste repórter baionense na Copa do Mundo de 2006, realizada na belíssima Alemanha. O palco da grande final da Champions League de hoje, entre Bayern e Chelsea, o suntuoso Allianz Arena em Munique, foi também local da semifinal daquele Mundial, entre Portugal e França. A equipe da Rádio Clube e do DIÁRIO, posicionada em local privilegiado da tribuna de imprensa, cobriu (e transmitiu) aquela partida e teve a oportunidade de conhecer por dentro o monumental estádio, cujas imagens reproduzo aqui.
Paissandu recebe mais dois reforços
O Paissandu apresentou, na manhã deste sábado, dois outros reforços para a Série C: o atacante Kiros e o meia Alex William. Os dois jogadores já começaram a ser avaliados pelo departamento médico bicolor e devem assinar contrato com o Paissandu no início da semana que vem. Alex William Costa e Silva tem 24 anos, é paulista e seu último clube foi a Catanduvense. Já defendeu Santos, Botafogo de Ribeirão Preto, Guarani e Oeste de Itápolis. Kiros Stanlley Soares Ferraz nasceu em Orocó (PE), tem 1,95 de altura e 23 anos de idade. Seu último clube foi o Atlético do Porto. Jogou antes pelo Santa Cruz. (Foto: Ascom/PSC)
Desabafo de uma paraense
Por Alvarez Marcelina
Minha terra tem mangueiras,
Onde a sombra vou buscar;
os frutos que delas brotam,
São mais doces que os de cá.
Minha terra tem um povo,
alegre , puro e hospitaleiro,
que emprega o português correto
Em seu falar mais corriqueiro.
Tu vistes, tu fostes, tu queres,
Não é difícil pra nós;
Difícil é falar para aqueles ,
que não ouvem nossa voz.
Minha terra tem primores,
Tem belezas sem igual,
o que mais posso dizer da
minha bela Belém capital.
Falar o Égua como espanto,
ou como forma de encanto;
Torna-se algo grosseiro
Nas bocas dos forasteiros.
Como ousam pronunciar assim,
minha marca de nascença,
Sem o menor cuidado tomar,
achando que isso lhes dará audiência.
Então agora peço licença,
Para um conselho lhes dar
Pois que empreguem os verbos certos
Em suas conversas de boteco
E depois venham pra cá,
Minha cidade é no norte,
meu sotaque não é forte,
minha praia é de rio
Tô meio longe do mar,
Me refresco é na chuva, depois do tacacá.
Vocês não podem imaginar
Nem a Globo contará,
Isso tudo só verá
quem um dia for ao Pará,
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que encontre as raízes
Que deixei ao vir pra cá.
A puta que os pariu, Rede Globo,
se quer fazer, que faça direito.
Que isto lhe sirva de lembrete:
“Amor Eterno Amor” é o cacete.
Pokémon Leaf Green (parte 2)
Por João Gerson
Estamos de volta! De volta à ação! (Eu sei, foi clichê hehe…)
Sabem o que é esse link? O link para a versão japonesa da primeira abertura de Pokémon! Legal,né? Agora temos até trilha sonora! Último aviso: agora, para diferenciar o narrador (eu) do meu personagem (Kain), quando não tiver nenhum sinal indicando o personagem que está falando, quer dizer que eu estou falando. Ok?
Do ponto de onde eu parei,vá para os matinhos no norte. Professor Carvalho dirá que é muito perigoso ir sem um pokémon para aquele lugar (oooh,estou morrendo de medo dos rattatas!) e te levará até seu laboratório para você escolher seu pokémon. As opções são:
Bulbassauro
Tipo: Grama/Venenoso
Squirtle
Tipo: Água
Charmander
Tipo: Fogo
Não importa qual você escolher, o maldito vai escolher o com vantagem sobre ele. Exemplo: se escolher o bulbassauro, ele fica com o charmander. Se escolher o charmander, ele pega o squirtle. Eu escolhi o Bulbassauro.
Num golpe de sorte, consegui um bulbassauro fêmea. (Bulbassauros fêmeas são muito raros). Dei o nome de Wikipe-Tan (o nome da mascote da wikipedia). Eu dei esse nome por causa do nome da melhor wiki de pokémon: Bulbapedia.
Kain: Agora, hora de ir embora e começar minha jornada.
Ruan:Espere,Kain!Vamos testar nossos pokémons!
Kain: NÃO.
Ruan:vou te derrotar!
Kain: NÃONÃONÃO.
Kain: HNUIGHSJGUIOBANGUIASGRIOBSAGIHAGRBIOBGRHUGIRUEGIAGBIOBAIGRE



















