“Às vezes, o papel do técnico é não atrapalhar os jogadores. E eu estou trabalhando com os melhores do mundo.”
De Muricy Ramalho, técnico campeão paulista pelo Santos.
“Às vezes, o papel do técnico é não atrapalhar os jogadores. E eu estou trabalhando com os melhores do mundo.”
De Muricy Ramalho, técnico campeão paulista pelo Santos.
Um documento obtido pela Folha de S. Paulo mostra que a Fifa considera crítica a situação das obras de estádios da Copa do Mundo. A informação está na reportagem, assinada por Juca Kfouri, Marcel Rizzo e Martín Fernandez, publicada nesta terça-feira. A íntegra da matéria está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha. Para a Fifa, há risco de atraso, em alguma proporção, em cinco arenas. A preocupação principal é com o estádio de Natal (RN), apontado como de “alto risco” de não ficar pronto a tempo para o Mundial. Das 12 sedes, Fortaleza é a única no prazo. O panorama para a Copa da Confederações de 2013 é ainda mais crítico. A Fifa aponta atrasos em três das quatro sedes já anunciadas para a competição. A entidade reclama da burocracia e do “excesso de politização” dos processos no Brasil, mas elogia, em todos os níveis de governo, a disposição para acelerar as obras. E, portanto, para gastar mais. O relatório que faz um raio-X completo das obras dos 12 estádios para a Copa possui 83 páginas e tem a data de 1º de maio.
Sidrailson (zagueiro), Fabinho (meia-atacante) e Junior Xuxa (meia) são os reforços anunciados pelo Paissandu, mas a liberação de Xuxa pelo América-RN não está garantida. O jogador prefere ficar em Natal, a diretoria também, mas o técnico Roberto Fernandes teria manifestado sua insatisfação com o atleta. Roberval Davino é fã do futebol de Xuxa e recomendou sua contratação ao Paissandu. Já o volante Ricardo Capanema, ex-Cametá, também em negociação com o clube, será primeiro avaliado por Davino. Capanema tem proposta do Santa Cruz de Cuiarana (Salinas) para disputar a Segundinha do Parazão. Por outro lado, na tarde de segunda-feira, o Paissandu anunciou a liberação do meia Cariri e do zagueiro Douglas. Ambos estão fora dos planos de Davino para a Série C. Questionado por parte da torcida e jogador mais caro do atual elenco, o centroavante Adriano Magrão (foto) ainda será melhor avaliado pelo treinador. Contratado para resolver o problema de gols do time, Magrão marcou apenas duas vezes em 17 jogos. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola)
Dirigentes do Cametá admitiram, na noite desta segunda-feira, que o clube dificilmente participará da Série D 2012. Apesar de a CBF bancar as despesas com transporte, hospedagem e alimentação dos clubes, o Cametá não teria recursos para custear uma folha salarial estimada em R$ 140 mil mensais. Como o ano é eleitoral, a legislação não permitirá que a prefeitura do município ajude o clube. O apoio do empresariado não seria suficiente para cobrir os gastos. O exemplo do Independente, que disputou a Série D em 2011 e quase foi à falência, também desestimula a diretoria do Cametá.
Oficialmente, o clube ainda não se pronunciou, mas existem entendimentos para que apresente a desistência por escrito à FPF até quarta-feira. Com isso, a entidade convidaria o Remo, que é o clube habilitado pelo índice técnico – foi o primeiro colocado na classificação geral do campeonato. Depois que o Remo aceitar, aí a CBF será oficialmente informada, definindo-se então o representante paraense na competição nacional. Durante todo o dia, circularam boatos sobre um acordo verbal entre os clubes para que o Cametá abrisse mão da vaga em troca da partilha da renda dos dois jogos finais. Esse dinheiro, algo em torno de R$ 200 mil, será utilizado pelo campeão paraense para saldar dívidas e construir um centro de treinamento.
Em Cametá, torcedores preparam protestos contra a diretoria do clube, caso se confirme a desistência em relação à Série D. Os jogadores têm chegada prevista à cidade nesta terça-feira, mas aguardam em Belém o pagamento dos salários de abril e da premiação (R$ 100 mil) pelo título estadual.
Por Gerson Nogueira
Várias teorias são esgrimidas, desde o apito final no Mangueirão, para tentar explicar o inexplicável: como perder um campeonato (e a temporada inteira) em cinco minutos? O Remo, já acostumado a outras proezas do gênero, conseguiu a façanha. Deixou escapar a vitória entre 40 e 45 minutos do segundo tempo, quando a torcida já incendiava as arquibancadas festejando um título ausente do Evandro Almeida há quatro temporadas.
Dos esportes coletivos, o futebol é o mais surpreendente e imprevisível. Por isso, é tão amado e praticado em todo o mundo. Todos que acompanham o nobre esporte bretão conhecem numerosas histórias sobre fatos inusitados dentro e fora das quatro linhas. Gols espíritas, viradas heróicas, defesas impossíveis.
O torcedor remista, sustentáculo do time desde o malfadado primeiro turno, tinha todas as razões possíveis para extravasar sua alegria depois do segundo gol. Quando o fim da partida se aproximava, a vibração naturalmente aumentou, sacudindo as estruturas do estádio. Aí, de repente, veio o golpe desferido pelo gol de Garrinchinha em cruzamento de Marcelo Maciel. Dois ex-azulinos.
Nelson Rodrigues celebrizou o Sobrenatural de Almeida como personagem ativo dos grandes triunfos do Fluminense. Diante dos últimos acontecimentos, está na hora de os azulinos elegerem uma entidade para socorrê-los nos momentos mais aflitivos.
Enquanto, porém, a situação for analisada do ponto de vista meramente técnico, cabe registrar os muitos erros que encaminharam o Remo ao desfecho trágico. O maior, obviamente, foi o tempo desperdiçado com Sinomar Naves ao longo de quase oito meses até a fraca campanha no primeiro turno.
Flávio Lopes, bom técnico, chegou em cima da hora e não teve tempo para indicar jogadores e foi obrigado a trabalhar com as peças disponíveis. E aí entrou o segundo grande pecado da diretoria azulina: a escolha desastrada de seis reforços para completar o limite de inscritos no returno. Desses, somente o lateral-direito Cássio chegou a ser utilizado, com os resultados conhecidos.
O terceiro erro tem a ver com Flávio Lopes, que não conseguiu dar ao time a solidez necessária para estrear com êxito na decisão do campeonato. A maneira frouxa como o Remo se comportou no primeiro confronto foi determinante para o insucesso final. Deu ainda o tremendo azar de perder seu jogador mais importante, Jhonnatan, nas duas partidas. Para complicar, não teve Magnum e Reis no último confronto.
Outros problemas, como a barração de Tiago Cametá e a insistência em lançar Cassiano sem as condições ideais, têm motivações internas que só o treinador conhece. Mas o pecado final, da omissão dos jogadores mais experientes quando o Remo vencia por 2 a 0 e precisava acalmar o jogo, é de inteira responsabilidade dos que estavam em campo.
Adriano, Diego Barros, Edinho, Aldivan, Fábio Oliveira e Joãozinho, todos atletas experientes, deviam ter a serenidade e a malandragem de fazer o tempo escoar tocando a bola e esperando pelo Cametá.
Quem se der ao trabalho de rever as imagens do jogo vai notar que o Remo parecia desesperado para fazer o terceiro gol, quando 2 a 0 era um placar suficiente para levar o título. Não precisava apressar o ritmo, apenas controlar a situação. Alguém já disse que o futebol é um jogo mental e essa lição deve ser bem assimilada pelos azulinos
A derrota tem o poder de clarear pontos obscuros e desconhecidos. Sabe-se agora que a diretoria do Remo está rachada desde o início do Parazão. Há dirigente que não fala com o outro, tendo que ir ao clube em horário diferente para não encontrar com o desafeto.
Outra questão a dividir a cúpula é o anunciado rompimento com a Federação Paraense de Futebol, defendido pela maioria dos diretores e que foi evitado por uma voz solitária. Outro ponto em aberto, alimentando desgastes internos, é a recolocação do escudo no pórtico do Baenão.
Com base nas seleções de cada turno, aqui vai o time dos melhores do Parazão 2012: Jader (SF); Pikachu (PSC), Perema (SF), Gil (CAM) e Rayro (Águia); Jhonnatan (CR), Ricardo Capanema (CAM), Flamel (Águia) e Ratinho (CAM); Branco (Águia) e Lineker (Tuna). Técnico: Flávio Lopes. Melhor jogador: Flamel. Revelação: Jhonnatan. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola)
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta terça-feira, 15)
Aconteceu nesta segunda-feira à noite, na Usina 265, a grande festa de premiação dos vencedores do Troféu Camisa 13, promovido anualmente pelo grupo RBA. Eleita pelos torcedores, a seleção do campeonato ficou assim escalada: Paulo Rafael (PSC); Pikachu (PSC), Diego Barros (CR), Tiago Costa (PSC) e Aldivan (CR); Billy (PSC), Analdo (Águia), Flamel (Águia) e Ratinho (CAM); Rafael Paty (CAM) e Fábio Oliveira (Remo). Flamel foi o craque do campeonato. Os artilheiros foram Branco (Águia), Fábio Oliveira (CR) e Paty (CAM), todos com 11 gols. Dewson Freitas foi o melhor árbitro.
O técnico é Flávio Lopes, do Remo, e a revelação é o lateral-direito Pikachu, do Paissandu. O craque foi o meia Flamel, do Águia de Marabá. Os troféus foram entregues por desportistas, cronistas esportivos e empresários, com apresentação de Zaire Filho, coordenador do C-13.
O governador Simão Jatene foi escolhido Personalidade Esportiva do ano, pela contribuição aos clubes paraenses e promoção de grandes eventos esportivos, como o GP de Atletismo e o amistoso Brasil x Argentina. Ele recebeu o troféu Camisa 13 das mãos do diretor-presidente do DIÁRIO, Jader Barbalho Filho. (Fotos: MARCO SANTOS/Bola)
Por João Gerson
Essa é a minha nova seção do blog, onde eu vou falar sobre jogos, animes etc. Irei começar com Pokémon Leaf Green, que é um remake (versão melhorada e mais moderna de um jogo antigo) quando eu falar escrever em itálico,estarei traduzindo texto do jogo,OK? Hora de chamar seu filho que gosta de pokémon (ou, se você gosta de pokémon, continue lendo!).
oooh!legaaaaaal…
Nidorino: “Sai do meu jardim!”
Gengar:”Só se eu quiser!”
Gengar: “Errei!”
Porque raios eles não usam esses gráficos pras batalhas?
Gengar: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA-
Como o desfecho dessa batalha tem muita violência, objetos da Nike e lhamas voadoras, fiquem na dúvida tentando imaginar o que pode ter acontecido ou assista esse documentário inédito com o prof. Carvalho!
Prof. Carvalho: Olá, bom dia! Bom te conhecer!
Prof. Carvalho:como as pessoas entram aqui quando a minha porta está trancada?
Prof. Carvalho: Bem-vindo ao mundo Pokémon!
Prof. Carvalho: Incrivelmente, apesar de que no mundo normal você não ter a chance de um charizard aparecer do nada e te queimar até a morte, TODO MUNDO quer viver aqui.Afinal,esse mundo…
Prof. Carvalho: …é habitado por criaturinhas chamadas Pokémons!
Ah,dane – se essa abertura. Se você conhece pokémon já deve saber tudo isso.Vamos logo começar.
Eu:VOCÊ.
Dica: Vá no seu PC e escolha “WITHDRAW” e escolha “potion”. Elas curam 20 HP de seu pokémon. Útil, hm?
Mãe: Okay, todos os garotos saem de casa um dia.
Eu: Mãe? Do que você tá falando?
Mãe: Só sai. Quero ver novela em paz.
Eu: Mas mãe, eu quero ficar-
Droga.
Por Marcelo Gomes (marcelosigo.m@gmail.com)
Só pode ser alguma praga, algum pecado que a torcida remista está pagando, uma sina para o sofrimento que o torcedor remista tem. Tudo bem. O Remo não tinha um time sensacional, tinha suas limitações, era inconfiável, mas perder o título da forma como perdeu é demais. Na verdade, o pior não é perder o título. O grande prejuizo é mais uma vez ficar sem calendário. Se o Remo tivesse sua vaga garantida em algumas das divisões do campeonato nacional, o título não seria tão lamentado.
O pior é ver um clube que tem uma torcida enorme ter que ficar mais um ano parado. Não há nenhum clube grande no Brasil nessa situação. O Remo tem sido um time tão azarado que, antes da decisão, o Cametá já havia desistido da Série D por não ter condições de bancar a competição. Isso de certa forma dava um alívio para os remistas, definitavamente a obrigação de ter que ganhar o Paraense para garantir o calendário do ano tem sido um fardo, um peso e o fato é que quando a CBF resolveu bancar a Série D esse peso voltou e isso ficou claro nos dois jogos. Isso sem falar no azar de perder Johnatan e Magnum na partida final.
Agora, o que fazer? Fazer amistosos pelo interior com jogadores da base e um técnico local? Isso já foi feito e não deu certo.Valorizar a prata da casa? Isso foi feito neste ano e não deu certo. Manter o Flávio Lopes e deixar ele montar o seu time? Talvez. Mas será que a torcida tem paciência para viver tudo de novo? Será que o torcedor remista vai ter paciência para ver o time disputar mais um ano o campeonato paraense para tentar conseguir um calendário? Eu não tenho mais, minha paciência se esgotou. Me avise se um dia o Remo for disputar o Brasileiro.
(Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)
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