16 comentários em “Rock na madrugada – Black Sabbath, Paranoid

  1. Escutei essa música quinhentas mil vezes e ainda me deixa empolgado. Inexplicável o poder do Sabbath, totalmente inexplicável. Os caras já estão velhinhos e botam no chinelo muito moleque.
    É uma pena que o Ozzy tenha virado celebridade midiática, o que ofusca às vezes o frontman fantástico que ele foi e é.

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  2. Gerson, você anda se superando nos posts musicais, hein? Primeiro, L.Zeppelin, agora B. Sabbath. Muitas vezes eu acho que deveria ter nascido, com pelo menos, uns 10 anos de antecedência para ter aproveitado essas bandas em seu auge…

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    1. Amigo Emanuel, costumo dizer aos meus filhos que fui um privilegiado por ser praticamente contemporâneo desses caras geniais. Era um tempo em que se tinha pelo menos 20 grandes bandas de primeiríssima linha (Beatles e Stones fora disso). Hoje devemos ter, no máximo, umas três bandas de ponta, e olhe lá.

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  3. É triste, amigo Gerson. E ainda temos que aguentar a mídia ‘especializada’ tentando empurrar goela abaixo as ‘novas salvações do rock’ a cada semestre.
    Ainda bem que tem muita coisa boa e muito material (zilhões de discos) do período entre os anos 50 e 90 para conhecer e apreciar…

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  4. Égua Gerson, que paulada sonora na cabeça é essa?

    Tens razão, o rock, assim como o futebol (coincidência?), teve seus momentos mais reluzentes entre os anos 50 (os 60 foram o ápice) e e os anos 80. Dava para escalar de fato no mínimo umas duas dezenas de bandas poderosas, fora algumas bandas menores ou pouco conhecidas que faziam sonzeiras geniais e vibrantes.

    Por falar em bandas do tempo presente, gosto de algumas que até já encerraram suas atividades ou que já têm uma certa rodagem, ei-las: White Stripes, Arctic Monkeys, Queens of The Stone Age, Oasis, Belle & Sebastian, The Strokes (já foram melhores), Franz Ferdinand, The Kings of Leon (apenas o primeiro disco, onde o som produzido nele e o visual dos caras era uma clara referência ao CCR) e o The Hives.

    Sobre as bandas não tão conhecidas mas que faziam um som de respeito na época de ouro do rock and roll, eis minhas preferidas: The Zombies, Mountain, Ten Years After (do ótimo Alvin Lee), The Chambers Brothers, Keleidoscope (banda sensacional de rock psicodélico da Grã-Bretanha, havia um grupo homônimo nos EUA), Tomorrow (ótimo grupo onde despontou Steve Howe) e MC5 (porrada sonora de fim dos 60 e início do 70. Considerada por muitos a primeira banda “punk” de fato da história).

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    1. Bela lista, Daniel. Da patota mais antiga, gosto bastante também de Mountain, The Band, Arlo Guthrie, Jefferson Airplane. Dos punks, New York Dolls, Dead Kennedys, Ramones (claro), MC-5, Patti Smith e ando re-escutando muito Dr. Feelgood, cujas músicas também já postei aqui. Das atuais, curto bastante Pearl Jam (óbvio), Pixies, R.E.M., Elvis Costello, Queens of the Stone Age, White Stripes, X e Black Rebel Motorcycle Club.

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  5. * “Por falar em bandas do tempo presente…” esqueci de citar uma banda que acho ótima, a Black Rebel Motorcycle Club. O nome também é muito bom (é o nome da gangue de motoqueiros do filme O Selvagem, de 1953).

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  6. Só pra constar que a vertente de rock a qual me referi (e que não me apetece) é o rock ‘alternativo’ ou sei lá como são rotuladas as bandas citadas pelos amigos Daniel e Gerson.

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  7. Adoro Rock, mais curto no máximo um heavy metal, fico longe do death metal, por conter letras bastantes macabras, apesar de gostar muito de sons de banda goticas, como o the sister of mercy, siouxes on the banshes, echo the burningman, the cure, the cult, the mission, the doors, bauhaus, joy division. Essa bandas que citei acima, também tem um valor significativo em minha vida.

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