Enfim, um tapa no jornalismo engraçadinho

A reação espontânea do jogador Barcos à atuação circense do repórter Léo Bianchi, da Rede Globo, foi exemplar. Com a postura típica de atletas conscientes de seu papel, Barcos enquadrou o “jornalista global”. Há de se escolher – e a Globo parece já ter feito essa escolha – entre praticar jornalismo ou entretenimento. E, numa entrevista coletiva, em que os atletas evidentemente não estão respondendo questões por livre e espontânea vontade, o profissional de imprensa deve se portar como tal. Lugar para ser engraçadinho é o que não falta, e programas voltados para isso, também. Muitos atletas, por vezes, caem nessas pegadinhas sem graça, e fingem gostar, temerosos de serem vítimas de perseguições futuras.

Com tantos assuntos a serem tratados e questões a serem esclarecidas, o jornalista “João Sorrisão” se dá ao direito de “brincar” com quem nem ao menos foi apresentado, evidenciando o nível paupérrimo da  cobertura esportiva na TV brasileira. Sem conteúdo, e pouco se importando em esclarecer a verdade, preocupada apenas em criar factóides e comédias que possam, eventualmente, transformar o mundo esportivo e, por vezes, o submundo, no “global” país das maravilhas. (Com informações do Blog do Paulinho)

14 comentários em “Enfim, um tapa no jornalismo engraçadinho

  1. Gerson não sei porque vc não colocou no texto, mas o argentino Basco, não gostou quando quando um reporter da Globo lhe mostrou uma foto do cantor Zé Ramalho e perguntou a ele se não era verdade que eram parecidos, então o argentino disparou” Filho da …!

    Realmente foi um tapa com a lingua.
    Sem contar que também já tinham lhe apelidado de Pedro de Lara.

    * Aproveito a oportunidade pra dizer que o narrador Luciano do Vale estaria afastado de suas funções na Band.
    O motivo segundo um veiculo de informação é que o mesmo vem enfrentando problemas psicológicos, entre eles ataque de pânico e ansiedade.

    Sinceramente de uns anos pra cá o Luciano do vale caiu muito de produção.

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  2. Boa Gerson! Eu ja estou de por aqui com esse imbecis que caem de paraquedas no futebol e sem entender nada do esporte, ficam criando temas laterais para alcançar audiência. A lista de palhaços é bem extensa, mas o pior exemplar dessa espécie é o pseudo-jornalista corinthiano e intragável Chico Lang. Mas como o jornalismo esportivo também têm muita gente boa, quero parabenizar os bons profissionais, especialmente o cientista social Juca Kfouri (a pedra do sapato do Ricardo Teixeira), de quem sou fã, pela incansável luta para denunciar as mazelas do futebol brasileiro.

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  3. Por essa e por outras é que prefiro brincar com o controle remoto. da TV. E vai ver que esse reporter é graduado em jornalismo com especialidade em entrevista coletiva.

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  4. Simplesmente ridícula a “intervenção” do repórter. Alguns setores da mídia esportiva televisiva vêm tratando o futebol e o torcedor como se estivessem numa comédia stand-up sem graça qualquer…

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  5. Bem feito a esse tipo de “profissional” que gosta de fazer gracinha com a cara das pessoas, neste caso dos jogadores.
    Outro que já demonstrou não levar desafôro para casa, e o Locco Abreu, já falou aos montes contra esse tipo de reporter.

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  6. Ou o reportes faz gracinha, ou a Globo coloca outro no lugar dele. A queststão é o tipo de jornalismo chulo que a globo faz no esporte. A apresentadora do Globo Esporte faz o tipo “patricinha amiguinha”. Tudo ridículo tipo BBB. Enlatado e com pouca inteligencia.

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  7. Daniel Malcher , amigo vc mereceu: Certeiro como flexa que acerta o alvo.
    Boa noite a todos.Desde ontem trabalhando em um texto Lucas 15:11 a 32 para palestrar sobre a Verdadeira Mensagem dessa parábola que está há décadas quase um século sendo ministrada de forma equivocada por padres, apstores e pregadores.
    O Filho é pródigo , perdulário, gastador irresponsável que depois de gastar parte da herança do pai volta e é recebido de braços abertos e com amor por seu PAI.Este sim o herói dessa parábola.
    Pródigo é relativamente incapaz está no ordenamento juridico do nosso Código Civil. Lei N. 10 406 de 10 de janeiro de 2002.Naquela época tbm se compreendia através da doutrina e costumes que o filho era pródigo, incapaz de adminsitrar seus bens.Portanto o fiho pródigo é um irresponsável, egoista que se antecipou à herança e depois a gastou.O Pai sim é o herói desse emblemático paradigma de amor paternal. No meu blog cujo link aparece aí há o artigo completo.Amigos evangélicos e aqueles que gostam de leitura odem acessar e ler.
    Estou detalhando isso aqui porque esse reporter me pareceu incapaz de saber ser profissional.Incapaz até de se tocar com as respostas do hermano que arece o dr.Alonso falando srsrsrsr

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