Retrato da violência

O atendimento a Aldivan, ainda no gramado do Zinho Oliveira, após ser agredido pelo volante Alexandre Carioca, do Águia, com um tripé metálico usado por fotógrafos profissionais. A vítima foi levada a um hospital, enquanto o agressor era conduzido à delegacia. Depois, Aldivan decidiu não apresentar queixa contra o colega que o atingiu. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)

22 comentários em “Retrato da violência

  1. Gerson, esse cara tem que ser banido do futebol. Quanto ao Remo, acho que o Charles Guerreiro é o melhor nome para dirigir o Remo neste momento. Além de não estar satisfeito com as condições na Tuna, ele ainda conhece o Plantel do Remo como ninguém e, não tem mais tempo pra outro técnico de fora conhecer todo o plantel.

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  2. Bom dia Gerson Nogueira e Amigos do Blog;

    Além de banir do futebol esse ex-atleta AGRESSOR E COVARDE, a FPF, não poderá mandar os jogos finais deste turno, naquele estádioZinho, deve interditá-lo, “de Ofício”, por tempo indeterminado; outro que nescessita ser punido, é aquele balôfo preparador físico do Águia, ele nestá mais para lutador de vale tudo, que preparador físico

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  3. Carlos Barreto,
    é verdade mesmo.
    esse carioca foi um dos pilantras que puxaram o tapete do Edson gaúcho prejudicando enormemente o papão.

    Safado mau-caráter

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  4. Pelo que sei, na delegacia de policia ninguem registrou queixa contra ninguem. Se isso ocorreu, sirva de lição ao torcedor que
    as vezes se engalfinha para defender um jogador da sua equipe.
    Não estou errado quando chamo de hipocrisia o beijo que o jogador dá na camisa como prova de amor ao clube.

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  5. As imagens de ontem na TV e estas agora do blog me lembram quando num tempo que já conta umas três décadas passadas, no mínimo, quando um time de bairro em que eu jogava ia disputar partidas no interior do Pará. O negócio era feio. Às vezes estávamos ganhando e tínhamos que fazer jogo de compadre porque a galera do “interland” estava lá fora de terçado, foice e outros instrumentos, pronta para fazer o trabalho nada agrícola acaso os seus conterrâneos perdessem. O QUE NÃO FOI O MOTIVO DA VIOLÊNCIA DE ONTEM, POIS O ÁGUIA MANDOU NO JOGO DO INÍCIO AO FIM.

    Certa vez no campo do CURUPERÉ num município não muito longe daqui de Belém, o nosso valoroso Nenca, após defender um penalti, enfrentou uma situação semelhante à do Aldivan, só que o golpe foi de estaca e o agressor um tal de Pesão (jogador do segundo quadro do time adversário), não pode ser conduzido à delegacia, eis que se embrenhou na mata que ficava a poucos metros do campo.

    Ontem, como se dizia no passado, o águia GANHOU NA BOLA E NA PORRADA. O que é uma pena em todos os sentidos para o Clube do Remo (quanto a merecidamente ter perdido na bola) e para o futebol paraense (quanto a todo o mais), cuja federação e tribunal desportivo não vão tomar nenhuma providência. No máximo, o Alexandre Carioca, na condição de bode expiatório, levará um gancho merecido (tomara seja permanente). Ontem me lembrei os tempos em que se costumava alcunhar a cidade de “Marabala”, será que estão voltando?

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  6. Verdade Carlos Barreto, em pensar que este salafrario (Alexandre carioca) esteve dentro da Curuzu por uns dois anos, ficando so no come e dorme, e o mesmo ainda foi um dos mentores da saída do Edson Gaúcho.
    Lamentaval mesmo, e o cara ainda foi companheiro do Aldivan, quando ambos jogavam no Papão, dando mostras de que não existe amizade e nem compaixão entre os jogadores de nossa terra.
    – Caro Tavernard, também concordo com você meu amigo! Quando você diz, que existe muita hipócrisia de jogadores ao beijar a camisa do clube que defende, na verdade os mesmos so fazem esse tipo de coisa quando querem mostrar fidelidade e puxar saco dos torcedores, nada mais que isso.

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  7. Grande Antonio Oliveira….rsrsr..realmente antigamente (eras meu) o negocio era feio entre clubes da capital e interior…ontem na sede do sindicato dos policiais federais no Tnoné, mediei Portuguesa, lá de Irituia e um clube aqui da cidade..jogo festivo, td na maior calmaria..em junho, a equipe daqui vai até Irituia fazer o jogo da volta..sem problemas, espero…

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    1. Não, meu caro, ninguém está culpando somente um lado. Está mais do que claro que os jogadores do Remo também contribuíram para a confusão, começando pelo soco do Magnum no Branco e depois na tentativa de voadora no meio do tumulto. Nada se compara, porém, ao uso de uma peça de metal como arma de briga.

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  8. ontem todo o pará viu um campo de guerra em marabá incentivados desde o inicio da partida ao fim do jogo , pelo sr. galvão e sua comissão tecnica , afinal oque adianta ele ter um timaço e ele ser o maior grosseirão do mundo ? é inadimissivel ver as atitudes do galvão,chama todo mundo de ladrão,juiz e outros e ninguem faz nada é sempre assim,assim sendo hj,eu parabenizo a CBF por ter dado um belo gancho nele naquela época.

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  9. A Cézar o que é de Cézar e a Deus o que é de Deus. Isto é, se Aldivan registrasse um BO por agressão física ou o outro jogador do águia que foi agredido pelo Magnun , talvez as coisas se ajeitassem em um futuro próximo.Porque o sujeito que responde por um processo seja cível OU criminal , estará para sempre manchado.
    Assim os demais pensariam duas vezes antes de agredir alguém seja fisica ou verbalmente falando.

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  10. Edmundo, nos dias de hoje, de um modo geral a barbárie já não prevalece. E muito colabora para isso a melhor qualificação dos mediadores. No final de semana anterior a este que passou, estive num jogo festivo destes lá em Capanema, tudo transcorreu na mais santa paz. Ao final, muito churrasco regado à gelada com moderação (ou quase) lá num Igarapé de Peixe-Boi. Como era só o jogo de ida, a recíproca foi prometida para o jogo de volta, em breve, o qual deve ocorrer num dos vários campos que existem ali pela Augusto Montenegro.

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  11. Não foi so no Pará que este caso foi mostrado, hoje estava estanpado na tela inicial do SITE do YAHOO, para todo Brasil e o mundo ver o tamanho do papelão protagonozado pelas duas equipes.

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  12. Sinônimo de mediar : rogar solicitar assistir imiscuir-se ingerir advogar.
    Quando fiz meu curso de arbitragem houve um Psicólogo que fez as primeiros palestras sobre a necessidade de ser o árbitro uma pessoa muito equilibrada, ponderada e neutra mesmo, esquecer as paixões clubísticas,por que estava lá em campo para JULGAR as ações ,Lances interpretativos e outros bem positivados.Tal qual um jornalista , ou um médico que atende qualquer pessoa de qualquer cor ou credo, ou um advogado que pela profissão defende qualquer um culpado ou não porque esse tem o direito inalienável à defesa.
    Aí perguntamos a ele , eu e mais outros porque a imprensa e algumas pessoas então diziam que fulano de tal será o mediador de tal partida.Ele disse o que eu entendo e concordo.
    Um árbitro é chamado tbm de juiz porque ele JULGA e TOMA decisões que podem inclusive interferir no resultado da partida.Por isso é chamado popularmente de JUIZ tbm.
    Mas nenhum árbitro de primeira linha do futebol brasileiro ou de qualquer estado ou do mundo utiliza essa palavra para definir sua atuação em campo.
    Arbitrar é o termo mais indicado.Por que o Árbitro não está lá para mediar, conciliar, pedir por favor ” gente de azul não façam falta, por favor gente de branco não chutem ninguém. ”
    Está lá para julgar ,tomar uma decisão e apitar.Não precisa nem falar muito.Muitos jogadores não entendem sobre faltas e há árbitros que ficam falando , ensinando e explicando.Não tem que ensinar, tem que ARBITRAR.Insisto nesse assunto porque fico ” abespinhado” com o uso da palavra MEDIAR de forma incorreta em relação à arbitragem.
    Em inglês a palavra utilzada é bem clara sobre o que faz um árbitro em campo.
    # Inglês – Português – referee
    Substantivo. árbitro, juiz; perito
    Verbo . julgar, ser juiz

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  13. Irmão Carlos, com todo o respeito, ao invés de se “abespinhar” você deveria consultar melhores fontes, aquelas com uma maior variedade de verbetes e sinonímias contextualizadas. Ah, e não se esqueça que a palavra não é uma prisão, um claustro ou coisa que o valha. Se no mundo futebolístico “a bola pune”, na senda das conotações as palavras chutam aqueles que as interpretam ao pé da letra.

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