Na madrugada desta terça-feira (20), a sede da Rádio Comunitária Urucará 104.9 FM, localizada no arquipélago do Marajó, foi alvo da ação criminosa de invasão e destruição de equipamentos, num violento atentado à liberdade de expressão e ao direito humano à comunicação no Pará. Segundo a presidente da Associação Comunitária de Comunicação de Portel, foram danificados todos os equipamentos da emissora, como: microfones, mesa de áudio, computadores, transmissor, cabos e conectores. O valor estimado do prejuízo seria R$30 mil. No entanto, “o maior prejuízo foi causado à população do município que ficou privada do direito à informação”, comentou.
A denúncia foi registrada e a Polícia Civil de Portel iniciou as investigações sobre o ataque e destruição dos equipamentos da Rádio Comunitária Urucará FM, avaliando preliminarmente o caso como “um atentado político”, O Invasor teria cortado os cabos e roubado três câmeras do sistema de vigilância, mas não levou o HD contendo imagens que serão usadas em sua identificação.
O criminoso vestia “camisa vermelha com capuz, calça preta e boné. Além de praticar a destruição dos equipamentos, realizou várias inscrições com spray no estúdio das siglas “CV” (Comando Vermelho) e “TD2” (TUDO 2, que na linguagem das facções significa “Tudo na paz ou tudo tranquilo”). No entanto, segundo informações obtidas pela Polícia Civil, a organização criminosa “Comando Vermelho (CV)” não tem histórico de atentado contra emissoras de rádio.
MOTIVAÇÃO DO CRIME
A Polícia trabalha com a hipótese de motivação política para o crime e que as inscrições são uma estratégia na tentativa de confundir as linhas de investigações. No entanto, acredita-se que seu objetivo era impossibilitar a transmissão da propaganda política no município. A emissora é responsável pela transmissão local do horário eleitoral obrigatório. Por isso, a cópia do Boletim de Ocorrência foi encaminhada ao juiz eleitoral, responsável pelo Cartório Eleitoral da 4ª Zona Eleitoral, comunicando a intercepção nas transmissões autorizadas pelo Tribunal Regional Eleitoral.
No dia 10 de outubro de 2018, durante o período eleitoral, a Rádio Educadora Comunitária de Gurupá também foi alvo de atentado político em contexto eleitoral. Agora a história se repete em Portel. A Rádio Comunitária Urucará FM 104.9MHZ opera há 20 anos, desenvolvendo a comunicação participativa, democrática e popular.
A Rádio Web Idade Mídia .Org (Comunicação para Cidadania) manifesta solidariedade à Rádio Urucará FM 104.9MHZ em nosso apoio para reativar a emissora e prosseguir na luta por uma comunicação dos Povos da Amazônia.
Ex-ministro da Secretaria de Governo, o general Santos Cruz comentou sobre a ação do presidente Jair Bolsonaro contra a vacina chinesa. A entrevista foi concedida ao Estadão. “É um nível de mediocridade extrema o jeito como isso está sendo tratado. Se vai comprar a vacina A, B ou C, não sei, mas é uma questão de saúde pública que deve ser discutida tecnicamente, não politicamente assim”.
As últimas experiências do Remo com centroavantes não foram propriamente felizes. Passaram pelo Baenão sem deixar saudades Emerson Carioca, Neto Baiano, Jackson, Giovane e Zé Carlos. Ou oito ou oitenta: jogadores sem experiência ou com experiência demais. Jogadores de características diferentes, que não conseguiram se encaixar no esquema da equipe e acabaram por serem descartados.
Os tiros a esmo deixaram o torcedor traumatizado. Quando anuncia um novo contratado para a posição, a expectativa é sempre ruim. É justamente nesse clima que chega ao clube o centroavante Salatiel, de 28 anos, com uma passagem quase inexpressiva pelo Náutico-PE, com a responsabilidade de afastar a maldição da camisa 9 leonina.
A referência que levou os azulinos a se interessarem por Salatiel é anterior à fase pernambucana. O Remo busca reeditar na Série C a excelente performance de Salatiel em 2019, defendendo o Sampaio Corrêa na Série C. Marcou 8 gols em 23 jogos e foi peça importante na campanha que garantiu a subida à Série B.
Há a esperança de que ele recupere com a camisa leonina a confiança perdida com a mudança para o Náutico, ocorrida no começo deste ano. Centroavante clássico, de bom porte para o jogo aéreo e movimentação na área, o jogador se define como um brigador em busca do gol.
Não conseguiu espaço nos Aflitos porque a opção do técnico Gilson Kleina foi por um ataque mais técnico, sem um jogador de referência.
Na mira do Leão desde setembro, o atacante demonstra ter consciência de que ganha a chance de se reinserir no mercado, vestindo a camisa de um time que tem como prioridade a conquista do acesso à Série B.
Como os projetos são coincidentes, é provável que o Remo tenha conseguido encontrar finalmente um centroavante-centroavante para as disputas na área. Com ele, Paulo Bonamigo terá uma alternativa quando for necessário explorar bolas paradas, coisa que o time atual não tem.
Já inscrito no Brasileiro – o nome saiu no BID de segunda-feira, 19 –, o novo comandante do ataque pode até estrear diante do Imperatriz, sábado à noite, no Mangueirão. Seria uma oportunidade e tanto, pois o time maranhense é o saco de pancadas da competição, ostentando a defesa mais vazada (27 gols em 11 jogos).
Como vinha treinando, foge ao perfil da maioria dos novos contratados, que chegam a Belém precisando de semanas, até meses, para alcançar o condicionamento ideal.
Mudanças de ares podem funcionar positivamente na carreira de profissionais da bola. Existem vários exemplos bem sucedidos de atletas que reencontram o melhor futebol quando chegam a um novo clube. No Remo, Salatiel terá que disputar lugar com Eduardo Ramos no centro do ataque e até mesmo com Tcharlles, que às vezes atua por ali.
Bonamigo tem sinalizado que pretende experimentar variações na maneira de explorar a força ofensiva. Salatiel passa a ser um peão importante do tabuleiro de xadrez azulino.
PSC aposta na solução mais barata e conveniente
A segunda troca de direção, em 30 dias, dá a exata noção dos problemas encarados pelo PSC em meio à fase de classificação da Série C. A saída repentina de Hélio dos Anjos foi seguida, agora, de uma liberação que parece ter sido solicitada pelo substituto, Matheus Costa.
Depois de quatro resultados insatisfatórios, a queda de Matheus era previsível, embora estivesse mais ou menos definido que ele continuaria a dirigir a equipe até o compromisso de sábado contra o Treze, em João Pessoa. Cheguei a projetar que ele não resistiria a um novo insucesso.
Ontem pela manhã, as previsões se confirmaram, embora a rápida contratação de Matheus pelo Operário-PR (que disputa a Série B) tenha deixado claro que ele optou por pedir demissão.
De imediato, veio a dúvida quanto ao substituto. Leandro Niehues, que já ocupou interinamente o cargo algumas vezes, foi designado para comandar temporariamente o time em João Pessoa. A explicação para a escolha é óbvia: ninguém na atual estrutura do futebol detém tanto conhecimento sobre os jogadores quando o auxiliar técnico.
A boa condução que deu ao time no jogo diante do Ferroviário, em Fortaleza, contribuiu para a decisão da diretoria. Ao mesmo tempo, serve para acalmar a fúria da torcida, que se mostra cada dia mais agastada com os maus passos do time no campeonato.
Leandro é no momento a melhor das opções, pelo fato de conhecer bem o elenco e dispensar aquele tempo de adaptação normal que um novo técnico teria que cumprir, o que tornaria a situação muito mais dramática, visto que a etapa classificatória da Série C só tem mais oito jogos. “
A surpreendente ressurreição do Galo Elétrico
Em três jogos, o Independente conseguiu fazer mais do que em todo o desenrolar da fase inicial da Série D. Venceu duas partidas e empatou uma, afastando-se da lanterna e passando a ocupar uma honrosa sexta colocação. Mais que isso: indica uma evolução que pode conduzir a uma reabilitação heroica dentro do torneio. É improvável que alcance a classificação, mas é certo que o time não é mais o mesmo de três semanas atrás.
Sob o comando do auxiliar Carlão, a equipe alcançou ontem, em Tucuruí, a segunda vitória, superando de virada o Vilhenense, de Rondônia. Os visitantes marcaram aos 24 minutos da partida.
O time veio determinado para o segundo tempo. Logo aos 15 minutos, o atacante Danrley Baião empatou desviando de cabeça um cruzamento de Ezequias. Aos 27’, Danrley finalizou, mas o goleiro deu rebote. Gabriel, bem posicionado, aproveitou e desempatou.
Com sete pontos, o Galo Elétrico deixou de lado a má fase e a condição de saco de pancadas oficial do grupo. Recuperou o respeito e o amor próprio. Talvez a receita de simplicidade utilizada por Carlão seja responsável pela empolgante transformação.
(Coluna publicada na edição do Bola desta quinta-feira, 22)
A pesquisa do instituto RealTime Big Data/CNN Brasil aponta que o candidato Edmilson Rodrigues (PSOL) lidera as intenções de voto à Prefeitura de Belém (PA), com 34%. Ele é seguido por Priante (MDB), com 18%.
Em seguida, aparecem Delegado Federal Eguchi (Patriota), com 7%; Vavá Martins (Republicanos), com 5%; Gustavo Sefer (PSD), com 4%, Thiago Araujo (Cidadania), com 3%; Mario Couto (PRTB), com 3%; Cassio Andrade (PSB) com 2% e Cleber Rabelo (PSTU), com 1%.
Os candidatos Jair Lopes (PCO), Guilherme Lessa (PTC) e Dr Jeronimo (PMB) não pontuaram. A pesquisa identificou ainda 12% de nulos e brancos e 11% que não souberam responder.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número de identificação PA03182/2020. Foram entrevistadas 1.050 pessoas, por telefone, entre os dias 14 e 17 de outubro.
A margem de erro é de três pontos (para mais ou para menos) e o nível de confiança é de 95%. Isto significa que se a mesma pesquisa fosse feita 100 vezes, o resultado seria o mesmo, dentro da margem de erro, em 95.
A pesquisa, amostral, é representativa da população do município com 16 anos ou mais. Ou seja: os entrevistados seguem um padrão semelhante ao da população total, respeitando-se a proporção por idade, região geográfica e sexo.
Pesquisa estimulada
Edmilson Rodrigues (PSOL) – 34%
Priante (MDB) – 18%
Delegado Federal Eguchi (Patriota) – 7%
Vavá Martins (Republicanos) – 5%
Gustavo Sefer (PSD) – 4%
Thiago Araujo (Cidadania) – 3%
Mario Couto (PRTB) – 3%
Cassio Andrade (PSB) – 2%
Cleber Rabelo (PSTU) – 1%
Jair Lopes (PCO) – 0%
Guilherme Lessa (PTC) – 0%
Dr Jeronimo (PMB) – 0%
Nulo/branco – 12%
Não sabe – 10%
Esta é a primeira de uma série de rodadas de pesquisas a serem realizadas com exclusividade pela CNN nas próximas semanas, em 11 capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba, Belém, Palmas, Goiânia, além das cidades paulistas de Campinas e Guarulhos. Juntas, essas cidades concentram 26,9 milhões de eleitores, que correspondem a 18,23% do eleitorado brasileiro.
Rejeição
Em relação à rejeição, Edmilson Rodrigues empata tecnicamente, dentro da margem de erro, com o candidato a prefeito Priante (MDB). Rodrigues tem 35% e Priante, 30%. Nesta pergunta os entrevistados poderiam escolher quantas opções quisessem. Veja abaixo a rejeição por candidato (em %):
Edmilson Rodrigues (PSOL) – 35%
Priante (MDB) – 30%
Vavá Martins (Republicanos) – 18%
Thiago Araujo (Cidadania) – 16%
Mario Couto (PRTB) – 12%
Gustavo Sefer (PSD) – 11%
Jair Lopes (PCO) – 9%
Delegado Federal Eguchi (Patriota) – 9%
Guilherme Lessa (PTC) – 8%
Cassio Andrade (PSB) – 7%
Dr Jeronimo (PMB) – 6%
Cleber Rabelo (PSTU) – 6%
Maioria em Belém aprova governador Helder Barbalho e desaprova Bolsonaro e prefeito Zenaldo Coutinho
A pesquisa também incluiu perguntas sobre aprovação do prefeito Zenaldo Coutinho, do governador Helder Barbalho e do presidente Jair Bolsonaro. Veja os resultados:
O auxiliar técnico Leandro Niehues assume o comando técnico do Paissandu com a saída de Matheus Costa. Ele já comandará o time no confronto contra o Treze-PB, neste sábado, 24, às 17h, no estádio do Amigão, na Paraíba, em jogo válido pela última 12ª rodada da Série C.
O paranaense Leandro Carlos Silveira Niehues, de 47 anos, dirige o treino da tarde desta quarta-feira, 21, na Curuzu, em preparação para o duelo contra o Galo da Borborema.
Leandro retornou ao clube no último dia 15 de setembro, para ocupar novamente o cargo de auxiliar-técnico, após a demissão do técnico Hélio dos Anjos. Logo em seguida, ele comandou o time na última vitória (2 a 0 contra o Ferroviário-CE), válida pela sétima rodada da Série C.
Leandro já teve outras passagens pelo clube. Da primeira vez, ficou pouco mais de um ano. Em 2019, Niehues chegou a comandar a equipe em duas partidas oficiais contra Clube do Remo, pelo Parazão, e Internacional-RS, na Copa do Brasil. Em seguida deixou o clube para foi atuar como técnico em uma equipe no futebol goiano.
Depois de quatro partidas sem vitória (dois empates e duas derrotas) no Paissandu, o técnico Matheus Costa acertou de comum acordo com a diretoria sua saída do clube, na manhã desta quarta-feira (21). Além dele, o preparador físico Rodolfo Mehl também foi desligado do quadro funcional bicolor.
Desde a contratação, após ter sido demitido do Confiança, que disputa a Série B, Matheus foi questionado. Muitos contestavam o currículo pouco expressivo e até a idade (tem 33 anos). A pressão aumentou a partir do empate em casa com o Vila Nova e a queda para o 8º lugar após vitória do Manaus sobre o Botafogo-PB na segunda-feira.
Algumas horas depois de deixar o Paissandu, o técnico Matheus Costa foi anunciado como novo comandante do Operário-PR, que disputa o Brasileiro da Série B e ocupa a 10ª posição.
É improvável que o técnico Matheus Costa siga no comando técnico do PSC caso ocorra um novo revés na próxima rodada da Série C. O jogo será sábado, em João Pessoa, contra o Treze-PB, que ensaia uma recuperação na competição sob o comando do ex-remista Márcio Fernandes. Pessoas com vivência e conhecimento sobre o ambiente do clube avaliam que a diretoria concedeu uma última chance ao treinador após a frustrante apresentação de domingo frente ao Vila Nova-GO, no Mangueirão.
A queda para a oitava posição agravou ainda mais a situação. O triunfo do Manaus-AM sobre o Botafogo-PB, na noite de anteontem, complicou de vez a situação do Papão no grupo A. Agora, o time está somente um ponto à frente do 9º colocado, o Botafogo paraibano.
O desempenho do novo técnico é fraco até o momento. Perdeu dois jogos – para Remo e Santa Cruz – e empatou com Botafogo e Vila Nova. A conquista de dois pontos em 12 disputados é muito pouco para uma equipe que precisa desesperadamente reagir e retomar o caminho das vitórias.
Matheus tem um bom discurso analítico dos jogos. Faz a leitura correta das movimentações em campo, mas não tem acertado na interferência que um técnico deve fazer em meio às partidas. Contra o Vila Nova, por exemplo, usou dois meias que nada acrescentaram ao time, Juninho e Alex Maranhão.
No banco de reservas, tinha a opção de Alan Calbergue, que também poderia ter sido lançado na posição que coube a Wellington Reis, beneficiado por uma insistência inexplicável.
Quanto ao ataque, setor que passa por uma estiagem preocupante, Matheus deixou Elielton no banco e voltou a prestigiar Uilliam Barros, cujo apogeu técnico parece já ter passado. Elielton entrou na segunda etapa, quando o próprio PSC não tinha forças nem ânimo para pressionar a zaga goiana.
A partir do elenco disponível, há pouco a fazer quanto a peças. O que leva à necessidade natural de um reposicionamento de ideias. Matheus deveria tentar opções ainda não testadas, como uma força de meia cancha que envolva dois volantes (Uchoa, Serginho) e dois meias (Alan, Juninho), trabalhando pelos dois melhores do time, Nicolas e Vinícius Leite.
Já é tempo também de Matheus contar com a colaboração de auxiliares diretos, como Leandro Niehues, quanto a jogadas fortes que o time possuía nos tempos de Hélio dos Anjos. A triangulação pelo lado esquerdo entre Collaço, Uchoa e Vinícius sempre foi um dos trunfos ofensivos do Papão.
Outra ideia que caiu no arquivo morto é a do aproveitamento das bolas paradas, fundamento que fez do ataque do PSC um dos mais eficientes da Série C 2019. Um mês após a ruidosa saída de Hélio, ninguém parece lembrar mais daquela jogadinha mortal em faltas e escanteios.
Não se concebe que acertos consagrados sejam deixados de lados enquanto o PSC parece mergulhar na inércia. A reação deve começar por aí. (Foto: Jorge Luiz/Ascom PSC)
O que seria do craque moderno na dureza do futebol-raiz?
Vi ontem no Twitter uma foto de 1962 que mostrava Djalma Santos, Zito, Pelé e Pepe entrando em campo para um amistoso da Seleção, nos tempos em que a amarelinha despertava paixão e não indiferença. O detalhe que me chamou atenção foram as chuteiras usadas pelos craques. Todas de couro cru, idênticas e com o bico castigado pelo uso. Significa que usavam as chancas há meses, pelo menos.
Quanta diferença para o luxo das chuteiras estilizadas, projetadas em laboratório especial e com aquele ar de giroflex, além das cores vibrantes. Ontem, por coincidência, o egípcio Mohamed Salah postou nas redes sociais foto da chuteira fashion com base e travas douradas, a ser usada contra o Ajax, pela Champions League, como peça comemorativa dos 100 gols que o atacante marcou pelo Liverpool.
Fico a matutar o que Pelé, Pepe & cia não teriam feito de posse de tais artefatos luxuosos, que asseguram conforto e ventilação aos pés, permitindo chutes mais calibrados e potentes. Ao mesmo tempo, cabe imaginar o que seria da geração moderna nos campos duríssimos do passado e com as chuteiras que pareciam peças medievais.
Sem saudosismo, a comparação inevitavelmente favorece aos craques da era de ouro, forjados na necessidade de superar todo tipo de obstáculos. Talvez tenham alcançado tantas glórias justamente porque precisavam dominar todos os elementos e superar a falta de recursos.
Direto do Twitter
“Não apenas nenhum jogador vai se posicionar na questão Robinho, como muitos vão passar pano e apoiar. Ambiente é tóxico, machista, misógino. Acima da média nacional, que já é baixa. E não venha falar que é possível separar. Se é esporte nacional, suas questões transcendem”. (Rômulo Neves)
“No esporte brasileiro pode matar e estuprar mulher, mas não pode gritar Fora Bolsonaro!”. (José de Abreu, ator)
Leão obtém o selo de formação de atletas olímpicos
O Remo passa a integrar o seleto grupo de clubes formadores de atletas do esporte olímpico. O Comitê Brasileiro de Clubes (CBC) incluiu o Leão na lista de 161 clubes brasileiros detentores do selo – no Pará, apenas PSC e Assembleia Paraense faziam parte.
Mesmo fazendo parte do CBC há três anos, só agora o Remo obteve o selo. Uma forma de reconhecimento pelo trabalho de formação desenvolvido pelo Leão há muitos anos. Antes da pandemia, o Remo tinha cerca de 1.200 atletas/alunos em todas as modalidades olímpicas.
Com o reconhecimento do CBC, o clube passa a ter a garantia de receita em futuras transações de atletas, independentemente de terem passado pelas categorias de base de outros clubes.
(Coluna publicada na edição do Bola desta quarta-feira, 21)