Loja da Havan é fechada por crime contra a saúde pública e desobediência ao distanciamento social

Equipes da Vigilância Sanitária notificaram a loja e o representante será autuado pela Polícia Civil

A loja da rede Havan, que foi inaugurada na manhã deste sábado (10), na avenida Augusto Montenegro, em Belém, foi fechada por prática de crime contra a Saúde Pública. O tumulto generalizado na loja durante o ato de inauguração descumpriu as normas preconizadas pela Organização Mundial da Saúde.

O gerente do estabelecimento foi conduzido para prestar esclarecimentos na Seccional da Marambaia. O dono da Havan, Luciano Hang, comandou o evento em meio, todo fantasiado, enquanto a confusão tomava conta do local envolvendo centenas de pessoas, atraídas por promessas de promoção e descontos na loja.

Manto oficial de Nazaré é inspirado no brilho do sol

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“Apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida com o sol, tendo a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de 12 estrelas”. O versículo 1, do capítulo 12 do livro bíblico do Apocalipse, inspirou o manto que cobre a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré no Círio 2020, apresentado pela Arquidiocese de Belém nesta sexta-feira (09).

A apresentação do manto é um dos momentos mais aguardados da festividade em homenagem à padroeira. A Basílica Santuário de Nazaré, que tradicionalmente estaria lotada para o evento, ficou com as portas fechadas, apenas com a participação restrita de membros da Diretoria da Festa, vigários episcopais e profissionais de imprensa.

Após a missa celebrada pelo arcebispo metropolitano, Dom Alberto Taveira, as luzes se apagaram e a imagem com o novo manto foi erguida. “Tenho certeza que o manto de Nossa Senhora de Nazaré nos cobriu com seu amor. Os nossos sofrimentos não foram tão grandes como poderiam ser porque o povo daqui se dirigiu a Ela com muita confiança”, afirmou.

A simbologia do manto foi materializada em uma peça de cetim de seda pura italiana, branco, ornamentada com renda francesa, vidrilhos, cristais, pérolas e outros materiais. O dourado e o azul remetem ao céu e ao brilho do sol. A coroa rodeada de 12 estrelas está na parte de trás, sobre dois anjos e a lua. As pontas do manto se conectam a um broche em formato de cruz, em prata e ouro branco cravejado. Como ocorre todos os anos, o manto foi doado por um casal voluntário.

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Durante a cerimônia de apresentação do manto, a tradicional corda dos promesseiros foi entregue a cada um dos oito vigários episcopais, que representam as 95 paróquias da Região Metropolitana de Belém. “Não tínhamos condições de fazer o uso da corda, este grande e bonito ícone do Círio, como costumamos todos os anos. Dividimos, para que cada um receba uma parte e circunde uma imagem da Santa, no domingo. Assim, vamos construir um grande rosário formado por essas contas que se unem em oração”, explicou Dom Alberto Taveira.

Mesmo de portas fechadas, a Basílica Santuário atraiu várias pessoas, que ficaram na área externa. O coordenador do Círio 2020, Albano Martins, pediu moderação aos fiéis. “Seria uma ingenuidade acreditar que todos ficariam em casa, e deixariam de cumprir o trajeto. A fé é uma coisa pessoal. São promessas e obrigações que cada um sente em gratidão a Nossa Senhora. Mas acreditamos que conseguimos, junto com a Arquidiocese e os órgãos de segurança, criar uma ambiência positiva e segura. Pedimos ao romeiro que decidir por esse trajeto que o faça de maneira tranquila, sem aglomeração, compreendendo que alguns limites estão colocados. Pedimos que o espírito seja de cuidado, introspecção e atenção com a saúde de cada um”, enfatizou o coordenador.

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BANPARÁ APOIA – O Círio 2020, uma realização do Governo do Pará, Arquidiocese de Belém e Prefeitura de Belém, foi reformulado. “Contamos com o auxílio inestimável dos correalizadores. O Governo do Estado foi incansável nos ajudando com os órgãos de segurança. O próprio sobrevoo é uma gentileza do Graesp (Grupamento Aéreo de Segurança Pública) e da Segup (Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social). Agradecemos pela parceria nesse Círio histórico, cujo slogan mesmo diz: Fé Sem Distâncias”, frisou Albano Martins.

Com as mudanças impostas pela pandemia, a Diretoria promove o Círio Virtual, com transmissão dos principais eventos da festividade. A programação está sendo retransmitida pela TV Cultura, tendo o Banco do Estado do Pará (Banpará) como um dos apoiadores. “Agradecemos a sensibilidade da presidência do Banpará. Num ano difícil, no qual chegamos a antever uma situação delicada nas finanças do Círio, mesmo assim nossos patrocinadores não nos faltaram”, ressaltou o coordenador. (Com informações da Agência Pará)

Para confirmar a evolução

POR GERSON NOGUEIRA

Marlon

O desafio do Remo neste sábado (19h) é mostrar contra o Jacuipense que a evolução está em marcha e o novo sistema é plenamente confiável. As vitórias sobre Manaus e PSC, ambas já sob o comando de Paulo Bonamigo, deixaram boa impressão. O time deixou de lado o conservadorismo defensivo e passou a ser ousado e ofensivamente forte. Com 16 pontos e na terceira posição do grupo A, marcar três pontos é fundamental para os planos de classificação.

A torcida apoia, entusiasmada, o novo momento da equipe na Série C. Antes, mesmo quando vencia, ficava a sensação de desconforto com o esquema utilizado. O Remo era sempre muito pressionado, passava o jogo dando sustos no torcedor. Mazola preferiu o pragmatismo, conceito que significa ter a defesa como prioridade máxima.

Bonamigo não prega atacar irresponsavelmente. A defesa continua um ponto importante e confiável do time, com apenas sete gols sofridos. A diferença é que agora há uma preocupação em explorar mais o potencial ofensivo dos jogadores. O predomínio parece perder espaço para a movimentação de meias e atacantes.

No confronto de hoje, o Remo tentará se impor a um adversário que se mostra regular (tem 10 pontos e um jogo a menos) e bem armado. Estava invicto há seis jogos até o confronto da 9ª rodada com o Vila Nova, quando foi derrotado em Salvador.

Danilo Rios e Rafael Bastos, que já jogou no Remo, são os organizadores, com a missão de municiar os atacantes Tiaguinho e Dinei. Na abertura do campeonato, o Leão triunfou por 2 a 1 em Riachão do Jacuípe, mas sofreu com as manobras do time baiano, principalmente pelas beiradas. Em resumo: é um adversário perigoso, que merece toda atenção.

Na sexta-feira, surgiu a informação de que Eduardo Ramos teria testado positivo para covid-19. O clube não confirmou e o departamento médico deixou para sábado a definição sobre o jogador. Se não puder jogar, ER será substituído provavelmente pelo novato Eron, com Tcharlles (que volta ao time) e Hélio Borges completando o ataque.

O meio-de-campo tem Carlos Alberto como organizador, com rendimento crescente sob a direção de Bonamigo. Lucas Siqueira e Charles são os volantes. A zaga deve ter o retorno de Jansen e Fredson, com Ricardo Luz e Marlon nas laterais.

Evitar as indecisões e falhas de finalização vistas no jogo contra o Manaus, que terminou dramático apesar do triunfo, é a principal tarefa da equipe. De todo modo, o bom aproveitamento de chances no clássico diante do PSC indica que os treinos de fundamentos deram resultado.

Papão encara o Santa tentando quebrar escrita do Círio

A cábula é antiga. Há 26 anos, nenhum clube paraense conseguiu vencer em competições nacionais no dia do Círio de Nazaré. A última vitória foi obtida pelo Remo sobre o Náutico, no Recife, pelo Campeonato Brasileiro, em 1994. A curiosa e incômoda escrita será novamente desafiada neste domingo pelo PSC, que, por coincidência, jogará na capital pernambucana contra o Santa Cruz, pela 10ª rodada da Série C.

Com poucas mudanças em relação ao time que enfrentou o Remo, o técnico Matheus Costa deve manter o esquema 4-3-3, embora com mais força na marcação. Serginho e Wellington são os volantes. Luiz Felipe e Alex Maranhão são as opções para a meia. O ataque deve ser mantido com Uilliam, Nicolas e Vinícius Leite.

A boa atuação de Elielton nos minutos finais do Re-Pa não deve lhe garantir a recuperação de um lugar no time titular. É mais provável que fique como arma para fortalecer o ataque na etapa final. É a mesma situação dos laterais Diego Matos e Netinho, que normalmente entram para injetar sangue novo, com bom rendimento.

O revés no clássico sai de cena para dar espaço ao otimismo em relação ao confronto com o líder do grupo, na capital pernambucana, domingo à noite. Foi à base de organização e jogo compactado que o PSC realizou sua melhor partida na competição, fora de casa, diante do Ferroviário, em Fortaleza. A meta é repetir aquela atuação.

Bola na Torre

Guilherme Guerreiro comanda o programa, a partir das 23h deste domingo, na RBATV. Em destaque, a rodada da Série C. Participações de Giuseppe Tommaso e deste escriba de Baião. Edição e direção de Toninho Costa.

Seleção sofre os efeitos da impopularidade de Tite

Por força da impressão antecipada da edição especial do Círio, a coluna fechou antes do final do jogo Brasil x Bolívia, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022, o que não permite que faça aqui um comentário sobre o que rolou em campo. Vou me ater ao que houve nos últimos dias.

Poucas vezes percebi o torcedor tão desinteressado em relação á Seleção Brasileira. Um clima do mais completo tédio. Até mesmo o noticiário dos treinos, que antes despertavam atenção, agora se tornou tão banal que foi preciso criar um clima de suspense sobre a escalação de Neymar.

Todo mundo sabia que o camisa 10 estaria em campo, mas a comissão técnica fez o joguinho da dúvida sobre o estado atlético do jogador. Intencional ou não, esse tipo de situação só acentua o grau de distanciamento entre torcida e Seleção.

Não é uma tese científica, mas desconfio seriamente de que a permanência de Tite no comando técnico é o principal motivo do desgaste da relação. Após a pífia campanha brasileira na Copa da Rússia, a CBF decidiu mantê-lo na função. Com ele, continuaram as entrevistas modorrentas e cheias de maneirismos.

Conheço gente que simplesmente não suporta mais a figura do treinador, desgastado tanto pelo jogo quadradão do escrete quanto pela linguagem exageradamente rebuscada e professoral. A antipatia em torno de Neymar também não ajuda a atrair torcida. Talvez atraia até torcida contra. E assim começamos a disputa do Mundial 2022. 

(Coluna publicada na edição do Bola deste sábado/domingo, 10 e 11)

Bizarrice patrocinada pelo Véio da Havan

Desta vez não é o Círio de Nazaré que move os paraenses. É a inauguração de uma nova loja, a ganância, a ambição. Não é ilógico imaginar que o dono da Havan, aquele mesmo que vive apregoando adoração pelo presidente da República, tenha oferecido dinheiro para as pessoas irem à inauguração bizarra hoje em Belém. A Igreja Católica quis preservar a saúde das pessoas, cancelando a procissão presencial, mas o sujeito apareceu para disseminar aglomeração e tumultos.

Resta a fé e a esperança, a gratidão a Deus e à Nossa Senhora de Nazaré.

“Borgen”: arte e vida, quem imita quem?

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Quem acompanha os meus textos sabe que eu adoro as séries e filmes escandinavos, tanto pelo conteúdo diferenciado, quanto pela abordagem criativa e de uma ousadia inconcebível nas produções americanas. E o melhor de tudo é que não se limita ao gênero policial, do qual temos séries magníficas como “Bron/Broen” (SUE/DIN, 2011), mas também sobre corrupção empresarial (“Bedrag”, DIN, 2016), papel da imprensa (“Pressa”, ISL, 2007), e sobre o mundo político, que é o caso de “Borgen” (DIN,2010).

“Borgen”, que significa castelo ou fortaleza, foi uma série produzida na Dinamarca entre 2010 e 2013, sendo levadas ao ar três temporadas com dez episódios cada. Esta série, considerada uma das melhores de todos os tempos, recebeu inúmeros prêmios, entre os quais, BAFTA, Monte Carlo e Biarritz, e muitos reclamam até hoje que tenha sido suspensa quando estava num auge de popularidade.

Para se ter uma ideia, durante a primeira temporada, a média de espectadores por episódio na Dinamarca foi de 1,5 milhão. Para os padrões brasileiros pode ser pouco, mas se levarmos em conta que a população inteira do país situa-se abaixo de seis milhões de habitantes, esse número assume uma grande importância relativa. Isso ainda fica mais curioso pois não existem cenas de ação, sexo ou outros elementos tão comuns nas séries mais populares.

Borgen" - Arte e vida, quem imita quem? - SetCenas

A personagem central de Borgen é Birgitte Nyborg (Sidse Babett Knudsen), política de um partido moderado que luta entre os meandros do Parlamento para manter seu país longe dos extremismos, e garantindo direitos como transparência, integração e igualdade. Para isso ela precisa enfrentar políticos experientes como Lars Hesselboe (Søren Spanning) e Svend Åge Saltum (Ole Thestrup), e também o agressivo jornalista Michael Laugesen (Peter Mygind).

Nyborg também tem seus aliados, como o fiel amigo e mentor Bent Sejrø (Lars Knutzon), e seu “spin doctor” Kasper Juul (Pilou Asbæk). Kasper é um dos personagens mais interessantes da série, com um passado trágico e misterioso, consegue ser a eminência parda do governo de Nyborg, antecipando todos os movimentos de seus adversários. Na terceira temporada, este posto fica a cargo de Katrine Fønsmark (Birgitte Hjort Sørensen), uma linda e ambiciosa jornalista, que larga mão da fama para participar de um movimento político em que acredita.

Ao longo das três temporadas, acompanhamos a ascensão e queda de Nyborg, que chega a ocupar o cargo de primeira ministra da Dinamarca, embora isso termine lhe custando o casamento e até a saúde dos filhos. Na verdade, este é um diferencial da série, onde os protagonistas são seres humanos normais, que tem que lidar tanto com as tramas políticas quanto com as dificuldades do dia a dia, como família, dinheiro, etc..

Borgen | dante

É muito interessante, principalmente para nós brasileiros, acostumados com autoridades repletas de mordomia, observar que existem pessoas que ocupam altos cargos políticos em seus países e que andam de metrô e bicicleta, têm que levar filhos na escola e tantas outras obrigações de quaisquer pais. Por aqui, até as babás são nomeadas para receber lautos salários e ninguém imagina uma autoridade se deslocar sem ser num carro blindado e com forte escolta.

Outro aspecto interessante da série é sobre o papel da imprensa, onde jornalistas como Torben Friis (Søren Malling) e Hanne Holm (Benedikte Hansen) lutam para manter a credibilidade da notícia, ao passo que o tabloide Ekspress de Michael Laugesen sempre busca o sensacionalismo.

Talvez algumas coisas mostradas na série possam parecer absurdas ou irreais para nós, como um primeiro ministro ter o cargo ameaçado porque pagou uma despesa com um cartão corporativo. Mais ainda, quando o fato de ter sido pego dirigindo sob efeito de álcool pode impedir alguém de ser ministro. Em nossas terras, mesmo um condenado pode ser ministro – a não ser que seja do PT, obviamente.

Esses aspectos culturais talvez sejam um atrativo a mais, ao assistir uma série como Borgen. Muitos podem incorrer no erro de achar que é mentira, que é um povo muito ingênuo, ou qualquer alegação destas. Na verdade, precisamos entender que as culturas dos povos são diferentes, e isso não implica que a deles seja pior ou melhor que a nossa. São essas diferenças que tornam o mundo divertido e atraente, apesar de todas as dificuldades por que passamos.

Falando em dificuldades, Borgen tem a qualidade de trazer a tona aspectos da vida cotidiana que ainda são espinhosos e indefinidos, como a prostituição como profissão legal, tolerância religiosa, preservação do meio-ambiente, etc.. Cada episódio que discute um destes temas o faz de uma forma interessante, como o fim desastroso de um jantar romântico revela o lado cruel da produção industrial da carne de porco.

Tudo o que vemos na tela é baseado em órgãos de imprensa e partidos políticos reais. Contudo, vários políticos foram acusados de se aproveitar de assuntos levantados pela série para defendê-los na vida real. O mais curioso é o ator Pilou Asbæk, que dá vida a Kasper Juul, ter sido convidado por partidos políticos para falar com os seus respectivos spin doctors num fórum público. É a arte extrapolando os seus limites para a vida real. Talvez por isso Helle Thorning-Schmidt, que foi primeira-ministra da Dinamarca de 2011 a 2015 afirma nunca ter assistido a série, para não ser influenciada pela personagem.

A série Borgen traz uma interessante visão de um país pouco conhecido, mas bastante elogiado em questão de qualidade de vida, mostrando uma cultura diferente, mas nem por isso menos apaixonante. A série tem o mérito de levar à discussão problemas universais, e sempre procura mostrar uma visão equilibrada para a resolução dos mesmos. (Do SetCenas)

Ver a Santa

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“De onde vais ver, este ano,
a passagem da Santa?

Ainda não sei.
Talvez da Praça do Relógio,
onde o tempo anda parado.

Quem sabe no estreito do Ver-o-Peso, naquela muvuca de gente.

Ou na enseada da Enasa, para sentir a brisa da Baía.

Se calhar, bem ali, na curva do Manoel Pinto, sem o pé no chão, já como quem sobe aos céus.

Pensei também, no burburinho das águas do Largo do Redondo, mas na minha idade seria bom do Restaurante Avenida, bem na proa da esquina.

Mas, tu sabes, este ano será tudo mais calmo.
Não haverá hora para Sua passagem.

Está previsto o milagre de encontrá-La, a qualquer momento, em todas as paragens, inclusive no caminho de casa, de todos os paraenses.

Tenha certeza disso. É só esperar!

Não consigo ler esta mensagem sem que uma emoção imensa invada minha alma, creio na grande mágica!
No milagre lindo de vê-La bem de pertinho, com Ela a derramar todas as flores, amores e bênçãos, que Seu Filho Pequenino tem para nos dar.

Sei que vou vê-La sempre com os olhos do meu coração.

Mas me pergunto: “como Ela, soberana sobre todas as forças perversas, Aquela que resgata os sofredores suicidas dos abismos, que aplaca a fúria de todos os nossos infernos… permitiu que não houvesse a caminhada de tantos. Por que?

Só pode haver uma razão maior… uma mensagem que nossa emoção talvez não nos tenha permitido ver.

E meu coração sentiu que Ela talvez esteja dizendo:
“Solte a corda… solte o orgulho, solte a intolerância, solte as tolas mágoas, solte as competições pelos mínimos detalhes… solte a vontade de ter razão. Permita que a humildade, que é a fortaleza dos justos, seja a tua guia na caminhada até o meu altar.

Meu altar é a tua casa… Lar do meu filho… O Cristo Vivo.

O meu Círio preferido,
A procissão mais querida são os passos da tua VIDA.

Liberte-se de todo peso e vem.”

Caminhemos seguros porque já somos vitoriosos na luz do Cristo.

Viva sempre Maria de Nazaré🌹!
Viva Jesus❤️!”

(Autoria desconhecida)

Viva o Amor❤️! Vivaaaa🌹!
Vivaaaa🌹! Vivaaaa🌹!

Acho que este Círio será o mais especial de todos!