George Harrison faria 77 anos hoje. É um dos Beatles mais queridos pelo fãs, pelo talento e sensibilidade expressos em tantas canções icônicas, como “Something”, “Here Comes the Sun”, “Taxman”, “Give me Love”, “My Sweet Lord”, “What is Life” etc.
O guitarrista dos Beatles faleceu em 29 de novembro de 2001, aos 58 anos, vítima de câncer. Além da obra com os Beatles, o talentoso músico também lançou 12 álbuns solo. Místico, adepto de filosofia oriental e de temperamento tímido, George é reconhecido hoje pela grande contribuição à obra dos Beatles e ao período mais fértil e brilhante do pop rock mundial.
A data mereceu comemorações no mundo todo, com os fãs se manifestando desde cedo nas redes sociais para falar de sua admiração pelo guitarrista, cantor, compositor, produtor musical e grande fã de automobilismo.
Além do trabalho com os Beatles, Harrison tem uma grande e bem-sucedida obra como cantor-compositor solo. Engajou-se em causas humanitárias, como o Concert for Bangla Desh, que gerou um discaço com participações de Eric Clapton, seu grande amigo, e vários outros músicos. Integrou ainda a superbanda Traveling Wilburys, com Bob Dylan, Tom Petty e Roy Orbison.
“Moro quer a Presidência da República”. “Há quem diga que acabará no Supremo. Sua verdadeira vocação já está mais do que revelada: fazer discurso cafona em casamento cafona de gente cafona ao som de um piano cafona. Eis o Moro lírico. Mas também há o épico, que pretende fazer história. Esse é o que corrói as instituições, o Estado de Direito e a democracia”.
Boneco gigante de Lula, guerreiro do povo brasileiro, é abraçado por um catador de latinhas, em Olinda (PE). O gesto de carinhosa e anônima gratidão foi fotografado por Adriana Vieira. “Ele não queria uma foto, ele só queria abraçá-lo, e seguiram belamente abraçados por alguns lindos minutos”, escreveu Adriana, que flagrou a cena e publicou a foto que viralizou na internet
A cena flagrada no Carnaval de Olinda, em Pernambuco, nesta segunda-feira (24), causou emoção nas redes sociais. Um catador de latinhas, que trabalhava na festa, entrou na fila em que os foliões aguardavam para tirar foto com o boneco gigante de Lula. Em vez da foto, no entanto, o rapaz deu um abraço fraterno na figura do ex-presidente. (Informações da Revista Fórum)
Mazola Jr., antiga pretensão remista desde que teve boa passagem pelo PSC, começa hoje a treinar o Remo. Chega com a responsabilidade de fazer o time engrenar. O elenco de 31 atletas não se mostrou capaz, com Rafael Jaques, de gerar uma equipe razoavelmente eficiente. No Parazão, foram quatro vitórias e uma derrota. Está entre os primeiros, mas sem convencer, principalmente pelo baixo poder ofensivo.
O acerto não foi tão fácil. As negociações começaram na sexta-feira, foram suspensas para que a diretoria esperasse uma resposta de Paulo Bonamigo (preferência maior de todos no clube) e retomadas no domingo, com direito a turbulências antes de ser finalizada na manhã de ontem.
O empecilho estava nos valores da comissão exigida pela empresa que cuida dos interesses de Mazola, presidida pelo ex-presidente do Bahia Marcelo Sant’Ana. Concessões dos dois lados acabaram por sacramentar o negócio. Fontes ligadas ao próprio técnico revelam que ele teria reduzido em mais de 30% sua pedida inicial.
Aliás, há quem critique a contratação porque Mazola estava há quase um ano sem dirigir nenhum time. O período sabático não pode ser visto como algo desabonador, visto que o técnico seguiu valorizado no mercado. (A exemplo de Hélio dos Anjos, que estava sem clube há quase um ano quando foi contratado pelo PSC.)
Outro aspecto que gera restrições por parte da torcida azulina é a forte ligação que o técnico construiu com o maior rival, apesar de não ter conquistado títulos quando passou pela Curuzu – conseguiu, porém, o importante acesso à Série B.
As desconfianças podem ser superadas a partir de um bom começo. E aí reside um dos grandes desafios no caminho de Mazola a partir de hoje, quando pisar no gramado do Evandro Almeida. Terá que mostrar resultado e bom desempenho já no Campeonato Estadual.
A paciência do torcedor se esgotou com as experiências frustrantes com Eudes Pedro e Rafael Jaques. A diretoria começou a ser fustigada por críticas e protestos, mesmo minguados como o que se ensaiou na chegada da delegação após o desastre em Brusque.
Sobra então para quem acaba de chegar. Assim é o futebol no Pará, dominado pela pressa e a falta de critérios. Mazola, por óbvio, sabe de tudo isso. Deve estar consciente do nível de cobrança a que será submetido.
No PSC, em 2014, ganhou fama de boquirroto e encrenqueiro. Bateu de frente com imprensa e dirigentes. Com estes, por se envolver em assuntos da gestão e a criticar publicamente questões internas. Não se sabe se continua com o temperamento mercurial, mas o clube certamente sabe o pacote que está comprando.
Pelas palavras do presidente Fábio Bentes, a intenção de trazer Mazola passa pela necessidade de ter um técnico experiente e linha-dura, capaz de impor disciplina e empreender um choque de gestão. A conferir. (Foto: Samara Miranda/Ascom Remo)
Caíque reconquista espaço e retribui com gols
Nicolas, pela regularidade, é o principal jogador do Papão na temporada. Já havia sido em 2019. Uma unanimidade, dentro e fora da Curuzu. Seu sucesso e eficiência acabam por deixar em segundo plano outro grande destaque do elenco comandado por Hélio dos Anjos.
Caíque Oliveira, vilão da final da Copa Verde ao bater um pênalti bizarro, execrado por jogar fora uma premiação de R$ 2,5 milhões, vem aos poucos refazendo sua história no clube. E faz isso da única maneira possível: mostrando bom futebol.
Começou por corrigir o jeito às vezes estabanado e a tendência a receber cartões bobos. E revela uma surpreendente evolução ofensiva, mesmo quando entra apenas no decorrer dos jogos. Não é titular, mas tem rendido mais do que os volantes utilizados por Hélio.
Atento à movimentação na área adversária, posiciona-se bem e consegue fazer gols importantes, quatro no Estadual e um na Copa do Brasil (contra o CRB). Como os atacantes de ofício não acertavam o pé, lá foi Caíque aproveitar o rebote da defesa para decretar a igualdade no placar.
Foi excluído, compreensivelmente, de cobrar pênalti na série extra, mas – ao lado de Nicolas – foi poupado das queixas da torcida com o desempenho geral da equipe. Pode-se dizer que o PSC está resgatando em boa hora um jogador que os caprichos da bola pareciam ter condenado para sempre.
Louvações midiáticas a um artilheiro sazonal
A sempre trepidante e empolgada mídia esportiva paulistana já solta foguetes e rufa os tambores pelos minguados gols de Alexandre Pato neste começo de temporada. O sazonal goleador, que estava há seis meses sem balançar as redes, de repente marcou dois golzinhos conta o Oeste, pior time do Paulistão. Um acontecimento saudado desde o fim de semana com exagerado espalhafato por parte dos canais esportivos da TV.
Jogador excessivamente badalado no início da carreira e até hoje supervalorizado – com salários de jogador de Seleção Brasileira –, Pato é um fenômeno a ser estudado. Teve mais chances e desfrutou de mais condescendência, em comparação com outros atletas até melhores.
Para a bola escassa que sempre jogou, Pato pode e considerar um privilegiado. O mundo do futebol abriu portas esplendorosas para ele, desde que despontou no Internacional. Ganhou oportunidades na Seleção, não vingou e ainda assim se transferiu para clubes grandes do exterior e juntou uma pequena fortuna.
Mesmo em fase descendente, foi repatriado e jogou como astro no Corinthians. Fracassou de novo, mas veio o São Paulo e (incrível!) brigou por seu futebol caro e pouco produtivo. Com Fernando Diniz como técnico, desfruta do que pode ser a última chance de limpar a imagem de boleiro enganador, como foi Caio Ribeiro, outro sortudo dos gramados.
A depender do oba-oba da mídia, não é exagero imaginar que logo ele volta a ser lembrado para a Seleção. Coisas deste Brasil tão desigual.
(Coluna publicada na edição do Bola desta terça-feira, 25)
“Não adianta mandar o cara tomar aqui, tomar ali, gente. O negócio é ir pra rua. É bobagem, a gente não tem que mandar nada, tem que ir para a rua, é na rua que a gente faz a reviravolta, nas ruas!”
O ator Kirk Douglas, que morreu no último dia 5, aos 103 anos, deixou quase toda sua herança, de US$ 78 milhões (cerca de R$ 342 mi), para caridade. Seu filho mais famoso, Michael Douglas, 75, não terá direito a nada, segundo jornais internacionais.
De acordo com The Mirror, o ator deixou cerca de US$ 65 milhões (R$ 285 mi) para a Fundação Douglas, para ajudar “aqueles que não podem se ajudar”. Entre os beneficiados estariam uma universidade que financia bolsas de estudos a estudantes minoritários, um centro de ajuda a crianças carentes e um hospital infantil.
Ainda não está claro quem receberá o restante da herança deixada por Kirk Douglas, cerca de US$ 13 milhões (R$ 57 mi). Mas, além de Michael, ele deixa a mulher, Anne, e mais dois filhos: Joel Douglas, filho do casal, e Peter Douglas, filho de seu primeiro casamento, assim como Michael.
Segundo The Mirror, Michael, que estaria fora do testamento, tem uma fortuna estimada em US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,3 bi).