Kirk Douglas doa fortuna para “aqueles que não podem se ajudar”

Do F5:

O ator Kirk Douglas, que morreu no último dia 5, aos 103 anos, deixou quase toda sua herança, de US$ 78 milhões (cerca de R$ 342 mi), para caridade. Seu filho mais famoso, Michael Douglas, 75, não terá direito a nada, segundo jornais internacionais. 

De acordo com The Mirror, o ator deixou cerca de US$ 65 milhões (R$ 285 mi) para a Fundação Douglas, para ajudar “aqueles que não podem se ajudar”. Entre os beneficiados estariam uma universidade que financia bolsas de estudos a estudantes minoritários, um centro de ajuda a crianças carentes e um hospital infantil. 

Ainda não está claro quem receberá o restante da herança deixada por Kirk Douglas, cerca de US$ 13 milhões (R$ 57 mi). Mas, além de Michael, ele deixa a mulher, Anne, e mais dois filhos: Joel Douglas, filho do casal, e Peter Douglas, filho de seu primeiro casamento, assim como Michael. 

Segundo The Mirror, Michael, que estaria fora do testamento, tem uma fortuna estimada em US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,3 bi). 

Sem direito a novos erros

POR GERSON NOGUEIRA

Nas últimas 72 horas já foi especulado que o Remo traria Paulo Bonamigo, técnico do Boa Vista, vice-campeão da Taça Guanabara. Falou-se também em Mazola Jr. e Silas. Outros nomes menos votados circulam por aí, mas o que importa é que a diretoria terá que apresentar um novo comandante nas próximas horas, tomando o cuidado para não queimar expectativas com apostas temerárias.

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O perfil buscado no mercado é de um treinado experiente, que conheça bem a Série C e que esteja familiarizado com os desafios de dirigir um time de grande torcida. Os dois últimos técnicos que passaram pelo clube, Eudes Pedro e Rafael Jaques, tinham no currículo pouquíssima rodagem.

Ambos tinham, em seu favor, o fato de representarem uma nova geração de treinadores. Contra, porém, havia a inexperiência. Prevaleceu no fim das contas a falta de habilidade para lidar com o dia a dia do Remo, sujeito a cobrança e pressão. Eudes durou 50 dias no cargo, Jaques ficou por 65.

O próximo ocupante do cargo terá que derrubar a desconfiança da torcida em relação aos técnicos e trabalhar muito para que o time funcione e desfaça a péssima imagem que a massa azulina tem do elenco atual. Será um trabalho hercúleo, indicado para profissionais cascudos.

Talvez o grau de dificuldade da função esteja influindo na demora para chegar a uma contratação. Os dirigentes sabem que não podem mais errar.

A conta doloroso de um pênalti perdido

Jackson Martinez, do Portimonense, bateu um pênalti ontem contra o Porto como quem joga futebol americano. Um negócio horroroso. A bola passou vários metros acima do travessão. Precisa treinar muito para errar a direção da trave daquele jeito.

A partida estava 0 a 0, no estádio do Dragão, e o Portimonense flerta com o rebaixamento, o que só agrava a barbeiragem do camisa 9. Martinez já defendeu grandes clubes europeus e jogou até no próprio FC Porto.

Quando os times desceram para os vestiários no intervalo fiquei com a impressão de que o técnico iria substituir Martinez, depois de uma boa esculhambação. Ele foi mantido até os 15 do 2º tempo, mas claramente não tinha clima para continuar.

O Portimonense ainda segurou bravamente o 0 a 0 até 43’, mas aí o brasileiro Alex Teles (ex-Juventude) acertou um disparo espetacular de fora da área, garantindo a vitória suada e a liderança do campeonato.

Um desfile de opiniões pertinentes

“Prezado, podia fazer um texto imenso explicando um monte de coisas. Mas, só morando fora por muitos anos pra entender alguns sentimentos. Vou resumir. O Pará foi muito afetado ao longo do tempo pelo descaso. A região Norte não existe no ‘Sudeste maravilha’. A opressão da parte mais abastada do país fez o paraense se acomodar e buscar um universo paralelo para viver. Por isso, a música do Estado tem o apelido de MPP. Você já ouviu falar em MPRJ, MPBA, MPPE, MPSP, MPSE, MPDF e por aí vai? O carinho relacionado à sigla é claramente uma autoexclusão. Nas prateleiras das lojas de música do Pará existe a parte da MPP e a parte da MPB. O futebol vai por aí, assim como o carnaval. Criou-se um universo paralelo sem nenhum profissionalismo, com famílias sem noção se apoderando dos clubes. Os torcedores do Pará não torcem por seus times, eles torcem pela derrota dos adversários. A alegria não está na vitória, mas na desgraça alheia. O profissionalismo no Pará é pequeno, em todas as áreas. Claro que existem as exceções. A autoestima é ínfima. Assista o filme do Paysandu que isso fica muito claro. Foi preciso cortar muito das respostas pois o impossível e o improvável davam o tom quase que em 100% delas. E quem faz alguma coisa? Os gols do Fantástico não passam os gols daí mas passam de Natal, Recife, Salvador, Fortaleza. E daí se o universo paralelo acomoda a sensação de pertencimento dos paraenses? Belém é uma das cidades mais querida do país por sua cultura, o que salva o Estado. É quase unanimidade nesse quesito. Todos aqui querem bem o Pará, menos os paraenses”. Marco André Oliveira, músico e cineasta, sobre decadência e isolamento

“Meu filho de 8 anos(Arthur, em homenagem ao atual técnico do Castanhal) me pergunta: ‘Pai, quando o Remo jogou a primeira divisão?’. Desde o declínio da Tuna, que sempre formou excelentes jogadores, dando chance para talentos regionais, os Gigantes Paraenses seguiram ladeira abaixo. Muitos craques da Tuna fizeram sucesso, na dupla Re-Pa, e até mundo afora. A Tuna tinha paciência com seus jogadores, algo que a dupla Re-Pa não tem, o imediatismo marca os dois. Graças às torcidas o futebol paraense ainda respira. Difícil fazer com que a geração atual não acompanhe e torça pelos Barcelonas, Real Madrid, Liverpool da vida…”. Valter Aragão comentando a carta de Jurgen Klopp

“Todo ano essa mesma ladainha. Remo contrata técnicos forasteiros que não conhecem o futebol local, indicam uma renca de jogadores inúteis, deixa no banco quem teria mais condições de jogo, montam um time sem nenhum plano ou estratégia de jogo, iludem os torcedores com vitórias magras e sofridas sobre os pífios times locais, e quando tomam sapatadas de qualquer time de fora, sem tradição, são sumariamente demitidos, atrapalhando todo um planejamento de início de temporada. Estou sem esperanças de um ano mais promissor pro Remo, infelizmente. Preocupado até mesmo com a permanência na Série C, porque nem o Estadual vamos levar porque tem times melhores disputando. Tristes tempos, Leão!”. Anselmo Gomes, sobre a prolongada crise leonina 

(Coluna publicada na edição do Bola desta segunda-feira, 24)

Netflix exibe a nova (e tão aguardada) temporada de “Better Call Saul”

Nova temporada de “Better Call Saul” é exibida na Netflix
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A série extraída de “Breaking Bad”, que acompanha o advogado Jimmy McGill na sua transformação para o moralmente ambíguo advogado Saul Goodman, regressa para a quinta temporada com 10 novos episódios. “Better Call Saul”, spin-off “Breaking Bad”, começou a ser exibida em 2015 e a quinta temporada era ansiosamente aguardada pelos fãs. A última temporada acabou em 8 de Outubro de 2018 e era esperada uma nova temporada já este ano. No entanto, o criador da série, Vince Gilligan, ao lado de Peter Gould, revelou que precisava de tempo para planejar novos episódios.

Mas as novidades não ficam por aqui. A série que traz a transformação de Jimmy McGill em Saul Goodman já tem uma data para acabar. “Better Call Saul” foi renovada para a sua sexta e última temporada. Segundo o The Hollywood Reporter, o showrunner Peter Gould anunciou que vai acabar com “Better Call Saul” numa temporada com 13 episódios em 2021.

“Desde o primeiro dia, o meu sonho era contar a história completa do nosso complicado e corrupto herói, Jimmy McGill — agora, a AMC e a Sony estão realizando esse sonho. Somos gratos aos fãs e críticos que tornam este caminho possível. No próximo mês começaremos a trabalhar no nosso sexto e último ano e faremos de tudo para entregar o melhor final para todos”, disse o showrunner.

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“Better Call Saul” mostra a vida de Saul Goodman (e não só) antes e depois de começar a representar criminosos, como vemos na série “Breaking Bad”. Ou seja, conta a história de Jimmy McGill (Bob Odenkirk) antes de ser Saul Goodman.

A quinta temporada de “Better Call Saul” estreia na Netflix neste 24 de fevereiro.

Mazola é anunciado como novo técnico do Remo

Mazola Júnior

Em comunicado divulgado na manhã desta segunda-feira, 24, a diretoria do Remo confirma que Mazola Jr. é o novo técnico do clube. O acordo foi firmado no final da noite de ontem, após negociação iniciada na sexta-feira (21). O treinador de 54 anos passou por vários clubes – Londrina, Criciúma, Ponte Preta, CRB, Vila Nova-GO, Botafogo-SP – e comandou o Paissandu em 2014. Sua chegada deve ocorrer nesta terça-feira, 25.

A opção preferencial do Remo era Paulo Bonamigo, que foi contatado ainda na sexta-feira. Como o Boavista enfrentaria o Flamengo na final da Taça Guanabara, a conversa só foi finalizada no sábado, quando o técnico ouviu e não aceitou a proposta dos azulinos. A partir daí, a diretoria priorizou a negociação com Mazola Jr., tendo Roberto Fonseca como terceira via.

André Dias vem como auxiliar técnico de Mazola. Ele é, por formação, preparador de goleiros, mas foi guindado a essa outra função poque o Remo já tem um preparador de goleiros. Rony Silva é o preparador físico. Ambos trabalham com o técnico há bastante tempo.

O treinador chegaria a Belém no domingo à noite, mas a negociação travou durante o dia porque a empresa que cuida dos interesses de Mazola cobrou o valor da comissão. O clube disse que não pagaria e a empresa então avisou que não fecharia negócio.

O acerto só foi possível porque a empresa reduziu o valor da comissão e aceitou parcelar. Na madrugada desta segunda-feira, o martelo finalmente foi batido. Segundo fontes do clube, Mazola aceitou reduzir em mais de 30% o valor da pedida inicial.