
“Caiu a máscara do conspirador”.
Dilma Rousseff, presidente do Brasil, sobre áudio do vice Michel Temer antecipando impeachment

“Caiu a máscara do conspirador”.
Dilma Rousseff, presidente do Brasil, sobre áudio do vice Michel Temer antecipando impeachment
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Um mundo de irmãos!
Estamos vivendo um grande dilema, de um lado a direita explícita, agora encabeçada por Michel Temer, e na outra ponta a direita enrustida, encabeçado por Lula da Silva, que até poucos dias atrás estavam juntos, mas no momento procuram fingir que são diferentes. E eles são mesmo diferentes? Talvez na forma de fazer e na quantidade, ou seja, nos ideais, nos propósitos, não existem diferença que mereça maiores destaques.
Não temos nenhuma esquerda anticapitalista organizada em parte alguma, temos sim, alguns grupos de valentes e abnegados camaradas de sentimento anticapitalista que insistem em lutar contra os verdadeiros inimigos dos trabalhadores assalariados, mesmo sabendo que não são bem-vindos no seio destes companheiros.
É oportuno esclarecer que grande parte dos camaradas militantes que apoiam essa suposta esquerda, age de boa-fé, isto é, não percebem que ambos os lados são, na essência, exatamente iguais, pois o DNA é o mesmo. Uma “esquerda” que entende que o bandido “A” é melhor que o bandido “B”, certamente não é a minha esquerda, pode ser a “esquerda” de alguns intelectuais, de alguns atores, de algumas atrizes, no entanto, não é a minha esquerda.
Por isso, queremos uma esquerda que não silencie diante da tragédia que está acontecendo, especialmente em países do Oriente Médio. Queremos uma esquerda sem cor, mas com alma e de ações generosas; queremos uma esquerda sem a presença do ódio; queremos uma esquerda da solidariedade humana, do amor e da fraternidade. Não são poucos os que morrem todo dia nas portas dos hospitais e prontos socorros, e não se ver um só protesto dessa suposta “esquerda”, que também não a minha esquerda. Ora, uma “esquerda” que defende ditadores, facínoras, ladrões e assaltantes do erário em detrimentos dos mais humildes, certamente, não é a minha esquerda.
Assim sendo, fica patente a imperiosa e urgente necessidade de se construir outra esquerda, uma esquerda comprometida com um mundo sem exploradores e sem explorados, um mundo onde reine a paz e justiça social. Queremos sim uma esquerda que defenda um mundo sem fronteiras, um mundo de irmãos!
Do camarada Ivanildo Cavalcante / PSOL
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