
O ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) José Maria Marin se declarou inocente em um tribunal dos Estados Unidos nesta terça-feira, cinco meses depois de ter sido preso sob acusações de corrupção em um escândalo na Fifa. Marin compareceu a um tribunal federal no Brooklyn, em Nova York, após ser extraditado da Suíça para os Estados Unidos. Em audiência nesta terça-feira (3), pagou a fiança de US$ 15 milhões (pouco menos de R$ 57 milhões) e entrou em regime de prisão domiciliar com monitoramento eletrônico.
Durante o encontro, Marin chegou a mostrar dificuldades em ficar de pé, o que fez o juiz do caso, Raymond Dearie, parar brevemente a audiência para perguntar se tudo estava bem com o ex-presidente que tem 83 anos. Como tem residência em Nova York, Marin poderá cumprir esse período em liberdade condicional, mas sem a possibilidade de sair do país, logo, de retornar ao Brasil.
Marin é um dos sete dirigentes ligados à Fifa que foram presos em maio em um hotel de Zurique, após serem indiciados pelos EUA por acusações de corrupção. Promotores norte-americanos acusaram Marin de aceitar suborno envolvendo direitos de marketing esportivo.
O ex-dirigente chegou aos Estados Unidos nesta terça-feira após aceitar ser extraditado no último dia 28 de outubro. Inicialmente, sua audiência estava marcada para as 13h desta quarta-feira, mas a corte de Nova York resolveu adiantar o processo ainda para esta terça. (Com informações do UOL)
Escandaloso já é o fato de Marin ter essa fortuna (que pouquíssimos brasileiros ao menos sabem o quanto representa) para pagar de fiança.
Esse seria o mais indicado para ser presidente do Remo.
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Alguém sabe se há novidades sobre a operação rouba-jato na casa do Leão?
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Sede náutica do Leão vai a leilão. Essa Nova!…
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Manchete de um jornal de São Paulo. “Enquanto Botafogo bota fora Leal da série D, gatunos botavam renda no bolso”
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Tudo furto do seu “trabalho”.
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Se o judiciário brasileiro adotasse o mesmo procedimento do judiciário americano o deficit do orçamento já teria sido coberto, e ainda sobraria recursos para os orçamentos seguintes. E, como o aplauso às medidas tomadas contra o Marin pela justiça ‘Ianque’ é quase unânime, tenho certeza que muito pouca gente reclamaria se o mesmo fosse adotado no Brasil. O problema é que dentre àqueles a quem cabe deliberar (e influenciar) sobre a aprovação de uma medida desta só muito poucos concordariam em fazê-lo.
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será que vai ter vaquinha, também ??? igual teve pro cumpanheiro Zédirceu….. Acho que “pelomenos” esse Zémarin não teve a cara de pau de pedir vaquinha pra pagar fiança….
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