Papão tem segunda média de público na Série B

Clubes Média de Público
Bahia 17.609
Paysandu 14.888
Ceará 14.291
Santa Cruz 11.395
Vitória 11.142
Sampaio Correa 10.921
Botafogo 7.768
Náutico 5.598
Criciúma 4.787
10º Paraná 4.330
11º CRB 4.065
12º ABC 2.860
13º América MG 2.247
14º Macaé 1.877
15º Atlético – GO 1.759
18º Bragantino 1.719
16º Mogi Mirim 1.590
17º Oeste 1.531
19º Luverdense 1.025
20º BOA 662

CBF anuncia mudança na Série D

A CBF decidiu alterar a composição da Série D a partir de 2017. A título de ajuste de calendário, a entidade informa que os clubes classificados nos campeonatos estaduais para a competição nacional de 2016 estarão também garantidos em 2017. No caso do Parazão, quem se classificar entre os sete clubes que irão disputar a vaga vai jogar dois campeonatos seguidos. Quanto ao Águia, caso não suba para a Série C, ficará sem divisão em 2017.

Para reflexão

POR LETÍCIA SABATELLA, no Facebook

O problema é que os “fascistas” são cidadãos “de bem”pra quem os outros são os maus: os maus elementos, os drogados, os doentes mentais, os de raça inferior, de sexo inferior, de conduta escandalosa, que devem ser isolados, humilhados, estigmatizados, ridicularizados,usados, abusados, oprimidos, assediados, explorados,escravizados, encarcerados, queimados vivos, expulsos de suas terras, enforcados, asfixiados, eliminados, “mandados matar”, extintos. Os fascistas controlam a lógica da sociedade estão no comando; são chefes de família, são presidentes de instituições, são amigos do poder, são bajuladores, são ingratos, injustos, agressivos, covardes, manipuladores, intrigueiros. Não aceitam limites, não favorecem a compaixão, falam de lucros imediatistas, não bastasse quererem ganhar de todo mundo, ser o The Best, o Top, o Rei, querem se tornar o Único, o Absoluto!
O problema é que o Autoritário ainda impera em uma sociedade que se crê inferior, que não se valoriza com toda a sua vasta cultura popular , que não valoriza a sabedoria de suas tribos originárias, que permite sua degradação sem o exercício pleno de compreendê-las, que não defende na íntegra as suas florestas, seus rios, seu Patrimônio Ambiental corroborando a lógica devastadora do mercado! Que perpetua políticas de coronéis e não fortalece o trabalhador, o lavrador, o cidadão. Esta lógica institucionalizada no Estado, invade a vida privada, doméstica, as famílias se oprimem, nascemos gerações de neuróticos, depressivos, bipolares, borderlines, psicopatas, dependentes químicos. Doenças deste sistema. Em sociedades igualitárias, em tribos indígenas saudáveis, sem contato com atrocidades de “homens ditos civilizados” ( como se não fosse a tribo uma civilização), essas doenças não aparecem.

A ganância mata o amor, o respeito, a compaixão, a alma. Viramos sombras sem sentido! A vida perde sentido! Banalidade matar uma etnia, acabar com um ecossistema, secar nascentes e rios, envenenar o mar, o ar, os alimentos, deixar pessoas morrendo em filas de hospitais, bombardear países, explodir crianças, deixar morrer sem culpa! Vamos nos distrair com a nova sensação forjada pra nos alegrar, vamos nos entupir de guloseimas açucaradas , hiper-processadas, engorduradas , sustentar a indústria farmacêutica das doenças crônicas, ou vamos as compras , transcender nossas mazelas nos últimos lançamentos da praça. Como disse o Renato Russo: Vamos celebrar nossa miséria!

Imprensa carioca garante Pikachu no Flamengo

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O lateral Pikachu é anunciado pela mídia esportiva do Rio como um dos primeiros reforços do Flamengo para 2016. O jogador teria firmado um pré-contrato com o clube rubro-negro e até a data de sua apresentação já estaria acertada: Pikachu se integrará ao elenco em janeiro. As informações, por enquanto, não são confirmadas pela diretoria do Flamengo, mas já circulam pelos sites esportivos e programas de rádio do Rio. O vínculo do atleta com o Papão se encerra em dezembro deste ano. (Foto: MÁRIO QUADROS)

A conferir. 

Prêmio da Copa BR vale mais que o da Série A

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Ganhar a Copa do Brasil ou o Campeonato Brasileiro? Ao menos financeiramente a diferença não é tão grande. O campeão do torneio nacional joga no máximo 14 partidas e recebe uma quantia pouco inferior ao primeiro no Nacional, que tem 38 rodadas. O título da Copa renderá R$ 7.950 milhões a Palmeiras ou Santos, que disputam a decisão. Já quem levantar a taça do Brasileiro terá em mãos R$ 10 milhões, um montante de cerca de R$ 2 milhões a mais.

A diferença na relação esforço x prêmio está no número de jogos que cada equipe disputa em cada competição. Os santistas vão atuar em 14 duelos no torneio, enquanto os palmeirenses terão um compromisso a menos porque eliminaram a partida de volta da primeira rodada.

Já o Campeonato Brasileiro exige que as equipes estejam presentes em 38 jornadas, uma campanha bem mais desgastante e que financeiramente não oferece uma vantagem tão maior em relação ao mata-mata.

Assim, o campeão da Copa terá recebido R$ 567 mil (Palmeiras) R$ 611 (Santos) por duelo. Enquanto isso, o vencedor do principal campeonato do Brasil pegará R$ 263 mil por cada uma das 38 vezes que pisou no gramado.

Se a Copa do Brasil paga quase a mesma quantia do que o Brasileirão ao campeão, a diferença cresce quando a comparação é feita entre os que caem cedo no torneio e quem faz uma campanha ruim no Nacional.

Uma equipe do grupo 2 (o intermediário) na Copa, definição feita de acordo com o ranking da CBF, ganha R$ 350 mil apenas por participar da primeira rodada. Neste ano, o Joinville caiu logo no primeiro desafio e recebeu o valor por apenas dois jogos. A quantia é a mesma que o 16º colocado do Campeonato Brasileiro vai embolsar. (Da ESPN)

Papão só tem uma baixa para o jogo de terça

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Aylon é, por enquanto, a única baixa do Paissandu para o jogo contra o Mogi Mirim na próxima terça-feira (10) no estádio Romildo Ferreira, em Mogi (SP), às 19h, pela 35ª rodada do Brasileiro da Série B. O atacante levou o terceiro cartão amarelo e desfalcará a equipe. Betinho, Misael e Roni disputam a posição.

Nos treinos de hoje e amanhã, o técnico Dado Cavalcanti deve definir o substituto de Aylon (foto). O Papão ocupa a 8ª posição na classificação, com 52 pontos. Precisa vencer os quatro próximos jogos para ter chances de acesso à Série A.

Congresso aprova anistia a militares paraenses

Congresso Nacional concluiu ontem a aprovação do projeto de lei que concede anistia aos policiais e bombeiros militares paraenses, punidos por participarem de movimentos grevistas. Eles reivindicaram, em 2014, aumento salarial para a categoria, além de melhoria nas condições de trabalho. A matéria segue agora para sanção da presidente da República, Dilma Rousseff. A anistia valerá para os crimes previstos no Código Penal Militar entre o período de 13 de janeiro de 2010, data de publicação da Lei 12.191/2010, que também trata da anistia, e a data de publicação da futura lei. Entretanto, crimes tipificados no Código Penal não são anistiados. O Código Militar proíbe os integrantes das corporações de fazerem movimentos reivindicatórios ou greve, assim como pune insubordinações. A anistia beneficia policiais que participaram de manifestações principalmente nos dois últimos anos, e já vale para os estados do Pará, Amazonas, Acre e Mato Grosso.

O senador Jader Barbalho (PMDB) defendeu o projeto durante a votação em plenário na noite de ontem, contra pronunciamento do senador Aloysio Nunes (PSDB), que deu voto contrário à anistia. “No meu entendimento, a greve é um instrumento que este segmento de trabalhadores brasileiros tem para pressionar”, afirmou. “Lamentavelmente, no meu Estado, ao longo de vários governos, os policiais têm sido esmagados no que diz respeito à política salarial”, lembrou. Para o senador, os militares do Estado só tiveram o caminho da pressão, como outros trabalhadores no Brasil têm tido.

O projeto, de autoria de Edmilson Rodrigues (PSol), foi relatado na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime da Câmara dos Deputados pela deputada Simone Morgado (PMDB). Na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, quem deu o parecer favorável foi o senador Jader Barbalho. (Do DOL)

O adeus de Moacir Japiassu, aos 73 anos

DO COMUNIQUE-SE

Mais uma perda no jornalismo brasileiro. Colunista do Portal Comunique-se, Moacir Japiassu, de 73 anos, morreu na manhã desta quarta-feira, 4, em decorrência do Acidente Vascular Cerebral que sofreu no dia 12 de setembro, enquanto estava no sítio em que vivia com a mulher, Marcia Lobo, em Cunha (SP). Devido à gravidade do AVC, ele estava internado na Santa Casa de Guaratinguetá, também no interior paulista. Ainda não há informações sobre o velório e o sepultamento.

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Em fevereiro de 2003, Japi, como era carinhosamente conhecido, estreou no Portal Comunique-se. Desde então, foi responsável por produzir o ‘Jornal da ImprenÇa’, espaço em que pequenos equívocos e grandes “barrigas” cometidos pela mídia eram destaques. A última “coluninha”, como chamava, foi ao ar no dia 11 de setembro. Profissional com mais de meio século dedicado ao jornalismo, ele foi editor-chefe do ‘Fantástico’ (TV Globo) e responsável por criar os prêmios Líbero Badaró e Claudio Abramo. Além disso, somou trabalhos em veículos como Correio de Minas, Última Hora, Jornal do Brasil, Pais&Filhos, Jornal da Tarde, IstoÉ, Veja, Placar e Elle.
Sem ter paciência com a burrice alheia, conforme relatou em entrevista dedicada aos seus 50 anos de carreira, Japiassu, um paraibano de João Pessoa, entrou para o mundo do jornalismo não por se interessar pelo trabalho desenvolvido pela imprensa, mas por perceber que a profissão lhe ajudaria a ficar perto de sua grande paixão: a literatura. No especial sobre seu cinquentenário como comunicador, revelou que o pai não gostava de vê-lo passando os dias a ler romances. Com a cobrança dentro de casa, o jovem de 19 anos foi fazer testes para integrar a redação do Correio Braziliense. Deu certo. E o rapaz pegou gosto pela notícia e se aproximou cada vez mais do mercado literário, tanto que escreveu livros como Unidos pelo Vexame, A Santa do Cabaré e O Sapo que Engolia Ilusões.

Títulos de livros podem ajudar a traçar o perfil do escritor. No caso de Japi, uma de suas obras representa perfeitamente o que o jornalista foi para a mídia, para a família e para os amigos e “considerados” do Grupo Comunique-se: Danado de Bom. Japiassu, sem dúvida alguma, foi um ser “danado de bom”, como pessoa e como jornalista, tanto que ganhou o Prêmio Esso de Contribuição à Imprensa de 1999, devido ao trabalho realizado à frente da revista Jornal dos Jornais. Além disso, foi o responsável por criar e dirigir a publicação FootBall.
Responsabilidade como chefe de colegas de redação, entretanto, foi algo com o qual Japi chegou a lutar contra, conforme confidenciou na entrevista concedida ao próprio Portal Comunique-se em abril de 2012. As competências e o jeito de ser, praticamente o obrigaram a aceitar o primeiro cargo de liderança. “Em 1967, José Itamar de Freitas me convidou para ser o chefe de redação de uma revista que era ainda um projeto, a Enciclopédia Bloch; tentei tirar o corpo fora, mas ele me disse algo que mudou minha vida daí em diante: ‘se você, um jornalista competente e honesto, diz não a um convite para ser chefe, pode acreditar que um filho da puta vai ocupar o cargo’. A vida me provou a verdade de tal assertiva…”, disse à época.
Escritor que via a profissão desvalorizada no Brasil, Japiassu não escondia seus pensamentos em relação ao futuro do país. “Até sentem orgulho do analfabetismo”, disse na mesma entrevista de três anos atrás. Independentemente dos rumos da nação, uma coisa é certa: com a morte de Japi, a imprensa brasileira está menos inteligente. No Comunique-se, além da perda de um amigo, ficam os eternos agradecimentos a quem durante 12 anos ajudou a construir um dos maiores portais de comunicação do país. Muito obrigado, Japi. Muito obrigado, mestre!