Leão lidera o Re-Pa das arquibancadas

Levantamento feito pelo produtor Adilson Brasil, do Banco de Informações da Rádio Clube, compara os números de público e renda de Remo e Paissandu nos campeonatos brasileiros deste ano. Os azulinos, que jogaram fora de Belém três de suas partidas como mandante, obteve médias superiores às do rival. Abaixo, os números de cada clube:

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Clube do Remo – 07 jogos como mandante na Série D – Campeonato Brasileiro:

Ingressos colocados à venda: 115.813
Ingressos vendidos: 107.730
Total bruto arrecadado: R$ 4.079.345,00
Total de despesas: R$ 2.600.102,64
Total líquido: R$ 2.640.896,09
Média de arrecadação líquida por jogo: R$ 377.270,87

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Paysandu Sport Club Oficial realizou 17 jogos até o momento como mandante no Brasileirão Série B 2015:

Ingressos colocados à venda: 425.420
Ingressos vendidos: 249.984
Total bruto arrecadado: R$ 4.048.074,00
Total de despesas: R$ 1.424.745,42
Total líquido: R$ 2.623.328,58
Média de arrecadação líquida por jogo: R$ 154.313,45 

(*) Em 04 jogos no Mangueirão, o Leão faturou mais que o Papão em 17, tanto na média como na renda bruta.

(Com informações de ADILSON BRASIL-Rádio Clube/foto: MÁRIO QUADROS)

Mídia ignora detalhe mais quente do livro de FHC

Os barões queriam publicidade dele

POR PAULO NOGUEIRA, no DCM

A informação mais interessante do primeiro volume dos Diários de FHC no governo não foi notícia.

FHC conta o que os empresários de mídia queriam dele assim que assumiu a presidência.

Não eram reformas políticas para modernizar o capitalismo brasileiro, não eram medidas que reduzissem a pavorosa desigualdade social, não eram sequer compadres nos ministérios.

Não, não era nada disso. Era uma coisa mais efetiva para eles.

Era publicidade.

Era, em outras palavras, o dinheiro do povo.

FHC dá até a cifra de publicidade do governo: 500 milhões de dólares anuais. É muito dinheiro, reconhece. Isso daria hoje quase 2 bilhões de reais.

Era isso que os barões queriam.

FHC não revela isso em tom condenatório, o que mostra que como intelectual ele é muito menos agudo do que imagina ser.

Não.

Ele fala como se isso fosse absolutamente normal: passar em doses colossais dinheiro do povo para as corporações de jornalismo.

Neste sentido, FHC foi menos que Jânio. Tão logo assumiu, em 1961, Jânio se incomodou com os subsídios que o governo – o povo – dava para a imprensa.

A publicidade, então, era muito menor. A maior manifestação de transferência de dinheiro público para os barões da imprensa se dava pelo “papel imune”. As empresas não recolhiam imposto sobre o papel usado para fazer jornais e revistas.

Num pronunciamento em rede nacional, com um catatau que era o Estadão de domingo nas mãos, Jânio denunciou a mamata.

Jânio duraria pouco depois disso. E o papel imune perdura até hoje.

Três décadas depois, era exatamente o dinheiro público que a imprensa queria de FHC, como ele candidamente narra na primeira parte de seus Diários.

E ele não via conflito ético nisso. Nem em ser amigo dos donos de jornais e revistas, ou de prepostos deles.

O jornalista Ricardo Kotscho, que foi assessor de Lula nos primórdios, conta um episódio que ajuda a entender a guerra que a Veja move contra Lula.

Kotscho disse que Roberto Civita lhe pediu que agendasse uma conversa com Lula. O objetivo era, previsivelmente, o dinheiro do povo. Civita queria mais publicidade para a Abril.

Não foi atendido na dimensão de seus desígnios, e o resto é história.

Porque é assim que a imprensa sempre reage quando a mão amiga dos governos não passa a ela dinheiro do povo.

Antes da etapa final de sua campanha contra Jânio, Carlos Lacerda, governador do Rio, foi a Brasília.

Pediu dinheiro público para sua Tribuna da Imprensa, que cambaleava nas mãos do filho.

Não foi atendido. E massacrou Jânio.

As coisas por mais que mudem jamais mudam no Brasil, não nos privilégios da imprensa.

E é isso que FHC deixa escapar em seu catatau. A imprensa quer é publicidade. Dinheiro público que vai dar em fortunas particulares que estão entre as maiores do país.

Ao morrer, Roberto Marinho era o homem mais rico do país.

Esta é a mídia brasileira. Nos Estados Unidos e na Inglaterra, a imprensa se modernizou a partir de meados do século 19, com o fim dos subsídios públicos.

Os grandes barões, como Hearst e Pulitzer, brotaram de um capitalismo genuíno.

No Brasil, em pleno 2015, as companhias jornalísticas vivem ainda do dinheiro do contribuinte.

Por isso são tão ineficientes.

Mensalão tucano a caminho da prescrição

Jornal GGN – O processo do mensalão tucano, mais antigo e considerado o embrião do esquema que envolveu petistas, está preso nas mãos da juíza Melissa Pinheiro Costa Lage, da Justiça de Minas Gerais, há 8 meses, e de lá para cá, nada foi feito. A ação é a que envolve o ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB). O alerta é de que se não for julgado em menos de 3 anos, quando o denunciado alcançar 70 anos de idade, as acusações irão prescrever e ele ficará impune.
O Ministério Público Federal apontou o desvio de R$ 3,5 milhões, equivalente a R$ 14 milhões corrigidos atualmente, de empresas públicas mineiras para financiar a fracassada campanha de reeleição de Eduardo Azeredo (foto), em 1998. Pronta para julgamento, o STF decidiu enviar o caso à justiça comum porque Azeredo, então deputado federal, renunciou ao cargo. Sua intenção proposital foi conquistada: a de ter acesso a um maior número de recursos, desde a primeira instância.
Atualmente ocupando o cargo de diretor executivo da Fiemg (Federação de Indústrias de Minas), com um salário de R$ 25 mil, o ex-governador nega as acusações.
A justificativa pela demora dada pela juíza é a extensão do processo, que atinge 52 volumes. O mensalão petista, que foi julgado em 2012 pelo STF, somou 147 volumes. Desde março, Melissa Pinheiro Costa Lage afirma que tomará a decisão após terminar leitura. O próprio Tribunal de Justiça reconhece que falta apenas a sentença da juíza.
Além de Azeredo, o ex-senador Clésio Andrade (PMDB) renunciou ao cargo em julho de 2014 e, assim como o tucano, teve o processo retornado à primeira instância. A ação dele, contudo, ainda precisa avançar, ouvir testemunhas de defesa e o próprio empresário. A última testemunha do peemedebista deve ocorrer em dezembro e, depois disso, Clésio deverá prestar o seu depoimento na última fase do processo de instrução.
Outra figura do mensalão tucano é José Afonso Bicalho, ex-presidente do Bemge (antigo banco estatal de Minas Gerais). A ação dele também envolvia o ex-vice-governador de Minas e ex-ministro, Walfrido dos Mares Guia, e o coordenador da campanha de Azeredo em 1998, Claudio Mourão. Mas como ambos completaram 70 anos foram absolvidos da punição. Bicalho é acusado de liberar verbas para empresas de Marcos Valério, também condenado no mensalão petista, e é alvo de uma das pontas do esquema de corrupção tucano no Tribunal de Justiça.

Vem aí a nova safra de “meninos da Vila”

Zeca, lateral-esquerdo do Santos, durante treino da equipe no CT Rei Pelé

Vladimir, Daniel Guedes, Gustavo Henrique, Zeca, Cajú, Serginho, Alison, Gabriel, Geuvânio, Lucas Otávio, Léo Cittadini, Leandrinho. Se você navegar pelo site do Santos e clicar nas fotos desses jogadores, verá que eles terão o selo #meninodavila. Ou seja, formados na categoria de base que mais revela no Brasil. Um feito que todos conhecem e que pode ser comprovado se olharmos o desempenho das equipes inferiores do clube da Vila Belmiro nos últimos meses.

Atualmente, o Santos está na decisão do Paulista sub-11 e sub-13 além das semifinais do torneio estadual nas categorias sub-15, sub17 e sub-20.

Para alcançar as finais do Pré-Mirim e Mirim, a equipe alvinegra bateu o São Paulo em ambos os torneios na semifinal. No último domingo, no CT Rei Pelé, o sub-11 segurou o empate sem gols e garantiu a vaga por causa da melhor campanha; já no sub-13, a vitória por 1 a 0 – Geovane marcou – foi o suficiente para se classificar. Os adversários serão, respectivamente, Palmeiras e Corinthians.

Na categoria até 15 anos, o Santos fez o dérbi local contra a Portuguesa e ganhou os dois jogos das quartas de final (2 a 1 e 1 a 0, no sábado passado) para chegar à semifinal, onde enfrentará o Red Bull Brasil.

No sub-17, o Alvinegro teve seu duelo mais complicado. Afinal, perdeu para o Red Bull Brasil por 3 a 0 na ida por causa de um W.O. (confusão entre as equipes, quatro expulsões do lado santista e um jogador sem condições de atuar após o time já ter feito as três alterações) e precisava do mesmo placar para avançar de fase.

E os gols de Bruno, Nicolas e Giovane asseguraram a virada no confronto. Por uma vaga na final, o Santos terá pela frente o arquirrival Corinthians.

Enquanto isso, o time de juniores (sub-20) precisava reverter a desvantagem sobre o Palmeiras, que ganhou a primeira partida por 1 a 0. Na tarde de sábado, no CT Rei Pelé e sob os olhares da comissão técnica do elenco profissional (Dorival Júnior, Marcelo Fernandes e Serginho Chulapa) além do ídolo Clodoaldo (consultor), o Santos saiu atrás, mas virou e goleou por 4 a 1 para avançar à semifinal. O goleiro John Victor defendeu um pênalti; Lucas Veríssimo, Patrick, Alessandro e Rafael Oller fizeram os gols da classificação santista. (Da ESPN)

Alta do dólar gera prejuízo de R$ 20 milhões ao Inter

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Um dos principais problemas financeiros enfrentados pelo Inter na temporada se refere aos contratos redigidos em dólar. Segundo Sandro Farias, assessor da presidência na área de controladoria e transparência, o prejuízo já chega na casa dos R$ 20 milhões. “A questão cambial é um problema, a gente abre um ano devendo x e fecha devendo30x. O dólar e o euro tiveram uma variação expressiva, nossa posição devedora é maior que a credora, nesse aspecto”, explicou, em entrevista concedida no programaSábado Esporte, da Gaúcha.

Maiores detalhes estão no Porta da Transparência do Inter.

Já sobre a principal receita do clube, Sandro Farias afirmou que o quadro social, atualmente com 114 mil sócios, segue representando a maior parte do faturamento. “Nossa principal receita, aquela receita pura, continua sendo o quadro social, que mesmo em um momento de crise no país, segue forte”, disse. (Com informações da Rádio Gaúcha)

Colorado já tem até portal de transparência. Enquanto isso, por aqui…

Facção da PF está pondo o país de joelhos

POR BARBARA GANCIA, via Facebook

Esse Congresso que temos, e que lamentavelmente deve dizer muito sobre a sociedade que estamos fabricando, é o pior da nossa história. Um lixo inimaginável. Bancada antigay, PL anti “heterofobia”, “cura gay”, é a contramão da história…

Entra impeachment e sai impeachment da pauta todo santo dia e o país paralisado por conta de um camarada, parece filme do Buñuel! E isso tudo para satisfazer aos vendilhões do Templo.

Bancada da bala promovendo a volta do bangue-bangue -vê se pode?- bancada “televangélica” que lê a Bíblia de forma tosca e literal pra atender seu público, ou seja, aquela parcela da população órfã do atendimento do Estado que não foi abraçada pelo crime organizado nem é “herdeira” (como diria a revista “Caras”)…

São os denominadores mais baixos e tenebrosos, os pilares mais indesejáveis para se edificar um futuro. Imagino Ruy Barbosa, Castro Alves, os inconfidentes mineiros tendo espasmos no túmulo.
E como se não bastasse um covil, há dois.

Ninguém, Serra, Alckmin, FHC, Suplicy, Mercadante, Berzoini, Delcidio… NENHUM político de que se tenha conhecimento consegue viver do salário oferecido pelo Erário. Mas nunca se ouviu falar de a Polícia Federal tocar o pé na porta na madrugada para realizar uma busca e apreensão no escritório ou na casa do filho do FHC ou dos filhos do Serra.

Aliás, graças a Deus, porque seria uma verdadeira infâmia. Como bem afirmou ontem o José Serra. Ainda bem que alguém teve a coragem de enfrentar a ira dos ignorantes e se insurgir contra essa violência seletiva da PF.
Quiqui é isso, minha gente?

É inacreditável o grau de desfaçatez a que chegamos. Tentar impedir que Lula se candidate novamente dessa maneira chega a ser ridículo. E muito perigoso. Porque, goste ou não, Lula é liderança legítima admirada mundialmente. E com uma legião de seguidores aguerridos como vimos na comemoração do seu aniversário.

Essa campanha para tentar polarizar o país e varrer o PT do mapa é de uma irresponsabilidade sem precedentes.

E tem limite até onde vai essa polarização maluca. Ele esbarra na luta armada. Mas tem um monte de gente que além de não perceber ainda aplaude a desastrada ação da Polícia Federal.

E enche o buraco de bolo que tem na cara pra falar no “filho do Lula”. Aliás, o povo nem se dá conta de que o Lula tem mais do que um único filho!

Olha só. Acompanhe o meu raciocínio (eu sei, eu falo pra caramba, mas me dá só mais um minutinho, vá?) e tente perceber o preço que estamos pagando pela 1) “burritzia” (antônimo de intelligentsia) dos tempos da ditadura e 2) a era em que a turma se ufanava de dizer que estava pouco ligando pra política e iria descontar votando no Tiririca:

Pois então: até quando vai dar pra segurar essa camada de ignorantes politicamente acéfalos das camadas de renda média e alta que fica aí de forma grotesca vociferando a favor da “maioridade penal”?

Esses bocós não se dão conta do que vem a ser o PCC?

Parece normal a você, meu dileto leitor, que uma organização criminosa nascida com o propósito de dar respaldo à população carcerária, e que agora, no vácuo da presença do Estado já comanda o roubo de carga, a violência urbana (todo batedor de carteira paga dízimo pra essa máfia), a invasão de imóveis no centro, a adulteração de bebidas e medicamentos, o roubo de cabos, fios e tampas de bueiros, a danificação de equipamento público, as ações orquestradas do bloqueio nos transportes, a roubalheira no futebol, a jogatina ilegal, que chega a queimar 30 ônibus ao dia e dá voz, dia sim, dia não, a toque de recolher nas comunidades da periferia, tudo isso e mais, sem que a opinião pública tenha a menor ideia de que isso acontece porque a ordem de cima é “não dar voz e não fazer propaganda de organização criminosa”, parece normal pedir que se coloque mais gente na cadeia diante dessa conjuntura?

A ignorância é tão pornográfica que o pessoal nem sequer reclama do próprio sistema patrimonialista – que nunca caminha para a democracia com economia de mercado.

A gente continua se conformando com a existência dos Agripinos Maias da vida, ou com o Eduardo Cunha. Somos complacentes com o fato de que o doleiro Youssef opera em sucessivos governos desde praticamente o grito do Ipiranga.

E a PF tem a cara de pau de invadir o escritório do filho do Lula pra procurar “dinheiro de comissão”?

Fala a verdade?

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Estou ao lado de Lula e do Serra nesta hora e, como pagadora de impostos (contribuinte é o escambau!) e eleitora, eu me sinto profundamente ofendida e agredida com a cara de pau e a demagogia dessa FACÇÃO da Polícia Federal em sua guerrinha particular contra outra facção.

Esses irresponsáveis estão colocando o meu país de joelhos e os acéfalos que se dizem “gente de bem” não tem moral e nem se deram ao trabalho de se informar ou estudar pra saber do que estão falando ao aplaudir essa blitz. Só estão tentando mesmo é salvar seu fiofó.

Puta texto. Um dia ainda vou escrever assim.