Carta aberta aos dirigentes do Remo

POR VICTOR PALHETA 

Eu deveria ter dez anos ou doze anos. A sede campestre em Benfica estava recém-inaugurada, meu pai era (é) sócio remido e fomos desembestados rumo ao novo lugar, que tinha piscinas, lagos, campos de futebol, restaurantes, tobo água e muito espaço.
Eu lembro de encontrar um tio meu, torcedor do Paysandu, sentado com amigos remistas em pleno restaurante daquela sede. Todos felizes. O lugar estava lotado, as crianças estavam malucas correndo de um lado pro outro, andando de canoa ou jogando bola.
O Remo tinha acabado de ser 7º colocado do Campeonato Brasileiro da Série A. Depois de ter sido semifinalista da Copa do Brasil. Como não há decisão de terceiro lugar, poderíamos até dizer que ele foi, juntamente com o outro time eliminado, terceiro colocado. E eliminado pelo time campeão, quando Felipão ainda ganhava Copas e não levava goleadas humilhantes em casa.
Era o auge de um time que no papel foi um dos melhores da história do clube.
Eu lembro do jogo contra a Portuguesa no mangueirão em 93, e depois aqui em São Paulo, onde os torcedores não deixaram a equipe da Rede Bandeirantes entrar para transmitir, porque sabiam que um árbitro amigo iria apitar aquele jogo. No somar dos resultados, fomos para o quadrangular principal.
Era o auge. Em 94, disputamos a última vez a Série A do Brasileiro. Desde então, 21 anos. Desde então, o que houve?
Ah, mas você pode me dizer que o Remo foi campeão estadual da década de 90.
Você também pode afirmar que foi quando houve o tabu de 33.
Você pode me lembrar ainda que o nosso maior título foi em 2005. O campeonato da Série C.
Mas há 21 anos, estávamos no auge.
E agora, onde estamos?
Fomos campeões da Série C em 2005, mas nunca tínhamos disputados antes esta competição, sendo o único clube do estado a não ter sido rebaixado até então.
Fomos campeões da Série C, mas ninguém se recorda que foram adiantados mais de meio milhão de reais de patrocínio dos anos posteriores, em 2006, e quando o presidente seguinte assumiu, já assumiu endividado para disputar uma série B que já estava num nível de profissionalismo bem maior do que era na década de 90. Não teve outro jeito, caímos de novo em 2007.
Em 2008, com um time mais ou menos, um atabalhoado Raimundo Ribeiro, resolve trocar de técnico antes da última e mais importante partida do ano, que ao menos nos garantiria a permanência na série C. Fomos eliminados e teríamos que conquistar a vaga da Série D. A sede campestre se foi nesse meio, pra pagar as dívidas que se acumularam por má gestão.
Desde 2009, atolados na Série D, sem conseguir sair desse martírio.
Ficamos indignados com o presidente da picareta, que derrubou o pórtico do nosso estádio, singelo, mas pé quente. Não aconteceu nada com ele e passamos por cima.
Tentaram vende-lo pra pagar dívidas acumuladas por má gestão. Não conseguiram, graças a Deus. E quando pensamos nos livrar dos devaneios de mentes alucinadas, eis que vem um presidente pior e resolve derrubar meio estádio, prometendo a reconstrução com o que há de mais moderno. Sem um real no bolso pra pagar tijolo, cimento ou areia. E ninguém falou nada, e nada se fez.
E agora, tentam levar a área do Carrossel para pagar dívidas com a justiça por conta de má gestão. Desde 2009 que se monta um time no início do ano sem saber se vai poder utilizar o mesmo time no segundo semestre.
E todos os presidentes desde então não conseguem entender que pra se ter um time é preciso ter dinheiro, e pra ter dinheiro é preciso ter um lugar para se jogar futebol. O feirante que vende tucupi lá na feira da 25 sabe que ele só pode gastar o dinheiro que ele ganhar e não contar com o dinheiro que pode ser que venha no dia seguinte.
Será possível que não dá pra perceber que neste momento, os campeonatos que estamos disputando são disputados de fevereiro a maio e de julho a outubro? Fora desses meses se tem que pagar jogador com o que se ganhou nos momentos de bonança. Nenhuma conta fecha se não houver o mínimo de controle.
Parece idiotice escrever isso, mas hoje, todos os dirigentes que passaram ao longo dos últimos 21 anos não se lembraram dessa matemática. Todos. E hoje, 21 anos depois, o clube tem em quase toda a sua arrecadação, bloqueios da justiça justamente por gastar mais do que se ganha. Em outras palavras: má gestão.
E vamos jogar o próximo campeonato sem torcida nos primeiros três jogos, de quatro, em casa, na primeira fase. Se passarmos, teremos mais duas batalhas em casa pra sair desse martírio. Por conta e culpa da torcida organizada que nenhum de vocês soube peitar.
Vamos precisar dessa grana, vamos precisar dessa torcida. Mas e agora?
Só um milagre de Nossa Senhora de Nazaré nos tirará deste martírio.
A única solução plausível é que todo remista, de repente, passe a virar sócio-torcedor pra alavancar o time e tirá-lo dessa situação.
Mas sabe por que nós temos um número tão baixo de ST?
Porque ninguém confia em dirigentes como estes.
Porque ninguém dá dinheiro pra quem não sabe se utilizar dele. Ou por incompetência, ou por má fé. Portanto, senhores dirigentes, se você não age de má fé, por favor, entenda o meu apelo: SAIAM DO REMO.
Peguem suas coisas, não olhem pra trás, apenas saiam.
Em mais de 20 anos, olha o que você e seus pares fizeram para o clube.
Bote a mão na consciência e pense. Você vai se perguntar: mas quem vai assumir? Somos todos abnegados, somos todos apaixonados.
Eu te digo: Tanto faz. Não dá pra ficar pior. Deixe que a torcida cuide. Deixe que a torcida eleja pessoas que tirem o Remo desta situação.
Mas, por favor, saia. Não há mais nada o que você possa fazer aí.
O Remo pode ser reconstruído a partir de agora através do programa sócio torcedor, obviamente se o torcedor sentir vantagem de que está agregando. E só se agrega com poder de decisão, e sabendo que as pessoas que estão à frente do clube têm competência para tal. Que se dê poder ao sócio-torcedor de escolher o presidente. Como é nos maiores clubes do país, como no Inter, por exemplo.
E que se crie uma cultura de boa gestão, independentemente de qualquer outra coisa.
Torcedor é apaixonado, não burro.
Mas é preciso que cada dirigente agora faça a sua parte e deixe que novas pessoas, com a cabeça mais moderna, com ideias e valores alinhados com o que é o futebol profissional do século XXI.
Só assim, poderemos reconstruir e reconquistar aquilo que hoje é apenas terra devastada.
O Remo é maior que todos nós e sempre será.

55 comentários em “Carta aberta aos dirigentes do Remo

  1. Parabéns pela CARTA muito sensata e acredito que o conteúdo da mesma é que deva pautar a convocação da Assembléia Geral.
    EU, reitero que há em curso uma tentativa de golpe ardilosamente arquitetada pelos mesmos que saquearam nossos clube nesses anos todos. Entre eles : Sérgio Dias, Raimundo e Manoel Ribeiro, Cabeça, Maurício Bororo, Klautau, Pirao, Paulo Mota, Henrique Custódio, Levy, Licínio, Hamilton Gualberto, entre outros.
    Nosso clube sob hipótese nenhuma poderá ter mais esses senhores do atraso a frente da gestão azulina.
    Tentar utilizar a atual gestão como bode expiatório é uma farsa pois o que está em jogo é acabar com a democracia azulina, ou seja, as eleições diretas.
    Vale lembrar que esses senhores do atraso foram contra as eleições diretas.

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  2. Victor, você foi perfeito em suas colocações. No auge do Remo que eu vi, em 93, eu tinha 16 anos e muitas esperanças, mas o que estava sendo feito pelos dirigentes e contra o Remo já era grave naquela época e antes dela. E isso mina as forças até do mais apaixonado torcedor.

    Não duvido que no Remo haja pessoas bem intencionadas. Mas olha, tá difícil achar uma que seja bem intencionada e minimamente competente. Achar, então, um grupo de pessoas com essas características e disposto a tirar o Remo da lama, dentre os atuais CODIR, CONDEL e o que o valha, é ganhar na loteria.

    A única esperança é a que mora em cada um de nós, torcedores. Se ser sócio torcedor não ajuda muito, o jeito é virar sócio. E tentar fazer a diferença. Mas a urgência que o Remo tem de soluções é radicalmente oposta à lentidão modorrenta com que as mudanças ocorrem no Leão Azul.

    O meu Remo é seu pior inimigo. É um clube que, pela lógica administrativa, deveria estar morto há muito tempo. Ao mesmo tempo, é um clube gigante que sobrevive unicamente por sua torcida.

    Até quando?
    Como fazer uma limpeza do Remo?
    Tirar o atual presidente, e quem vem no lugar dele?
    Cadê a reforma política e administrativa do clube?

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  3. Engraçado remista favar que ficou em 8º na série A
    em 1993 não houve série B devido a uma virada de mesa da CBF e o remo entrou pela janela na competição, já começa a farsa por aí

    A CBF dividiu os times em dois grupos, no primeiro grupo ficariam os times que disputaram a elite do ano passado, e as demais equipes formariam o outro grupo ( ou seja, os times da serie B) O campeonato ficou inchado e desequilibrado.

    o remo se classificou em segundo do seu grupo, ficou com a mesma pontuação do Paysandu, 17 pontos, ficando na frente no critério de desempate, só jogou com times da série B, se classificou junto com o Vitória para o quadrangular.

    Quando pegou os times da série A no quadrangular, perdeu 4 e empatou 2, ficando na lanterna, com direito a goleada sofrida de 8×2 pelo guarani.

    Isso que é o maior feito do clube? Só o caxiado pra iludir vcs kkkkkkkkkkkkkkk

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  4. Mas que profundidade!!! que sensatez desse azulino Vitor Palheta. !!!Que texto bom de se ler, mesmo que longo. O cara simplesmente falou e disse tudo. Retratou com exatidão a situação azulina nesses 20 anos, com muita humildade, seriedade, dramática, mas sincera, e sem piadinhas de mau gosto contra o maior adversário com faz um deb azulino diariamente aqui no blog. Fez o marketing do time dele no tempo que estavam bem no futebol local e nacional, mas o fez de forma ordeira, verdadeira sem gracejos bobos e não aumentou nada como faz um deb azulino aqui no blog. O cara foi tão sensato em seu comentário que se referiu de forma equilibrada até ao tal tabu, hoje a glorificado como a maior conquista azulina, imortalizado em camisa por muitos azulinos fanáticos. Vitor pensa sobre isto, o penso. ha muito tempo Ou seja, o azulino antes do tabu era um, era o melhor do norte a nível local, nacional regional e internacional. Depois do tabu (1998 para K) começou a entrar em decadência fulminante, nunca mais levantou a cabeça e hoje caiu para 67 lugar no ranking nacional e terceiro lugar no Pará depois de ter liderado este ranking por vários anos, e tendo disputado até quarta divisão como jamais um azulino e até mesmo um bicolor imaginaria em outros tempos. Então se o tabu foi ruim para um bicolor, mas para um azulino foi glória ou maldição????? eu acho que a segunda opção é a resposta. Então parabéns ao Vitor por este sensato e bom comentário de se ler espero que ele continue humilde e sensato assim porque isto também engrandece.

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  5. Amigos, primeiro deixa eu respirar, pois confesso que ri, já que, como bom torcedor bicolor, gosto de ver um remista reconhecendo que hoje são apenas uma vaga lembrança.

    Passada a crise de riso, devo dizer que tenho que concordar com o texto do torcedor.

    O auge remista (instituição) coincide com a inauguração da bela e portentosa sede campestre que tanto gerou inveja nos bicolores.

    Infelizmente, o Remo caiu em desgraca ao alimentar-se de um portentoso tabu que tanto incomodou os bicolores.

    Ora, manter uma sina de vitória sobre o maior rival é muito legal, todavia, não é este o objetivo maior de uma instituição esportiva.

    Para mim, o objetivo maior de uma instituição é expandir seu patrimônio. Coisa que o Remo vinha fazendo e deixou de fazer.

    Para mim, isto aconteceu devido a ânsia de ser campeão brasileiro e de impor ao seu rival alviceleste derrotas sucessivas em âmbito local (tabu e pentacampeonato).

    Apesar disso, acredito que o Remo irá subir este ano, pois é no afundamento que grandes clubes se reencontram com a vitória.

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  6. O surgimento diário de idéias mirabolantes e desencontradas para salvar o clube é a marca maior da falta de direção. Hoje as rádios entrevistaram um cidadão que disse ser o rival viável. Sim, é viável, mas precisa de dinheiro. Outro sugeriu a criação do, vejam só, IMPOSTO AZUL. E por aí vai. O rival está acéfalo e não esqueçam que o presidente que aí está foi eleito democraticamente.

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  7. Remista, não se trata de confiar ou não nos remistas que estão la. A questão é que somente se poderá fazer algo se tiver dinheiro. Neste momento não tem é somente o torcedor poderá colaborar.

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  8. Clube do Remo,o maior do Norte,tem que ser tratado como uma empresa,enquanto viver de abnegação não vai sair desse momento crítico em que está.
    O Clube precisa de ser renovado com pessoas jovens que ame o Clube de verdade,e não tire proveito dele em nenhum sentido.
    REMISTAS tem que servir o Clube e não se servir do Clube.
    Credibilidade acima de tudo.
    Transparência,Honestidade,seriedade em tratar as coisas do Clube,e não tratar como paixão.

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  9. Obrigado, Gérson, pela publicação.

    Obrigado, Ériko, pelo elogio.

    Escrevi este texto no auge da indignação, mas ele reflete a realidade.

    É preciso recomeçar do zero, e a única coisa que salva o time é a torcida. É preciso dar voz a ela.

    E pra isso é preciso que o sócio-torcedor também tenha direito a voto como acontece nos maiores programas de ST do Brasil e do mundo.

    O problema esbarra justamente no medo dos dirigentes de perderem poder com isso. Eles não estão pensando no Remo, eles estão pensando neles, só isso, já seria justificativa suficiente para pedir que todos abandonem o barco.

    Mas infelizmente, existem mais.

    Cabe aqui deixar o registro que não odeio nenhum dirigente, tampouco acho que as ditas “múmias” só fizeram mal pro clube. Mas um recomeço urgente se faz necessário, e o tempo dos que estão lá agora já passou. Pessoas como Ronaldo Passarinho, quem ajudou a não deixar o buraco ser maior, são boas referências. Uma pena que era voz cada vez mais dissonante.

    Os jogadores de hoje já deixaram claro que estão do nosso lado, o que é bom. Mas é preciso também que se abrace a causa pra sairmos deste fundo de poço. E no final das contas deixar claro que isso aconteceu independentemente de dirigentes.

    A torcida precisa abraçar o clube, os jogadores precisam abraçar o clube. Os dirigentes, por favor, não piorem a situação, ou como já falei antes, apenas saiam.

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  10. A maior lição que fica para mim é o cuidado que hoje devemos ter ao ajudar as pessoas, já vi muita gente que sendo ajudado não retribui em momento oportuno, Minowa teve seus erros, mas botou dinheiro do bolso no Remo, agora é mau visto por imprensa, torcida e outros dirigentes, na votação que fizeram pra caçar o Minowa não deixaram o Aubani Pontes votar, logo ele que é outro que já botou muito dinheiro no bolso no Remo, os Azulinos são ingratos, costumam morder a mão que os alimenta.

    Nossos dirigente bicolores devem ficar atento as desgraças que ocorrem do outro lado da rua e darem graças a Deus de não estarmos nessa situação, e que a nossa torcida nunca seja ingrata com os grandes Bicolores que já botaram dinheiro do Bolso no Nosso Papão

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  11. Não sei se vocês já notaram, mas de uns tempos para cá eu vi o surgimento de um número expressivo de torcedores do “Curintia” na nossa querida Belém, não sei se vocês já notaram, mas são pessoas que se declaram não torcer para nenhum time paraense, mas que se for ver no histórico, são filhos de remistas.

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  12. Fabio Cebolão,como chamar o teu time de maior do norte,se a vida toda,há mais ou menos 10 anos não sabe o que é uma conquista honrosa e assim mesmo,foi uma terceira divisão ? Como colocas o glorioso Paysandu,sempre fadado as maiores participações e conquistas importantes, em segundo plano ? Já começa tudo errado. Olha a posição do Papão no cenário esportivo nacional ou até internacional,em relação a esse suposto maior do norte, É essa soberba que ajuda a derrubar vocês,aliada as muitas falcatruas que vocês memos,tão bem relacionaram nessa valorosa coluna !

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  13. João, infelizmente muitos torcedores bicolores, conselheiros e abnegados forãm e continuam sendo ingratos e injustos com o maior e mais vitorioso presidente do Paysandu e do futebol do Norte em todos os tempos chamado Arthur Guedes Tourinho. Ninguém no Paysandu e no Norte ganhará tão cedo o que Tourinho ganhou pelo Paysandu, inclusive o 9 lugar na inédita Libertadores da América. Com tanta glória conquistada, bastou um tropeço de queda para terceirona que o Paysandu ja tinha até disputado em 1990, para expulsarem o homem do Paysandu esquecendo todas as enormes conquistas que ele deu ao Papão. Então eu por mais incrível que pareça, apesar de louvar Tourinho como o melhor de todos os tempos, mas eu não desejo que ele seja presidente novamente pelo simples fato que existe uma “richa” deixada entre ele e várias pessoas da imprensa e do Paysandu, FPF do Nunes e STJD, as quais só de ouvirem boatos do retorno dele, começam a agir sem trégua nos bastidores contra. E assim ele não trabalharia tranquilo e poderia ser ruim ao bicolor. Mas tenho certeza que o retorno dele ao quadro de grandes beneméritos já deveria ter sido efetivado há muito tempo de onde nunca devia ter saído. Tourinho está sendo injustiçado. Os 9×0 foi uma covardia contra o Papão de alguns atletas crápulas que entregaram o clube ao ridiculo, o rebaixamento para a terceira foi uma armação entre Sport e Portuguesa e do clube dos 13, onde até o Giva do Sport entregou o lugar envergonhado com a armação. e se fossem expulsar do quadro de beneméritos dirigentes que deixam os clubes ou endividados, então no futebol brasileiro não sobraria um para contar história. Aqui no Pará tem um ex dirigente azulino que rebaixou o time para as quatro divisões, deixou endividado até o desespero, mas nunca foi expulso do azulino e hoje é um benemérito que vez ou outra aparece dando entrevista como o maior presidente azulino da história por ter sido responsável pelo tabu. No bicolor, dirigentes como os falecidos Pinhos e Geraldo, além de não ganharem nada de expressão pelo bicolor, foram maiores responsáveis pelo tabu em favor do azulino mas nunca foram expulsos do quadro de beneméritos. Se estivessem vivos, certamente estariam aí na diretoria. pensa>>.

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  14. Vejam bem amigos, hoje o rival ainda que seja Bi campeão paraense ( e eu não tenho duvida que o sistema contribuiu pra isso, desculpa, mas é o que eu penso ), administrativamente falando é um clube falido.

    Mas no seu contexto histórico, jamais fechará as portas, justamente por causa dos patrimônios que possui, dentre eles o maior de todos, a sua imensa torcida, a 2° maior do estado.

    No caso dos patrimônios físicos, como já teve a sede campestre citada pelo amigo Palheta, ainda tem pelo menos mais 4.

    Estádio Baenão
    Ginasio
    Sede Social
    Sede Nautica, entre outros que eu não lembro.

    Tá vendo só? Quanto isso vale em dinheiro? Quanto o remo deve?

    Falta gerencia profissional ao clube e liberdade de ação.
    Como bem disse o amigo Cebolão, parar de viver de abnegação, que só mancham ainda mais o combalido clube.

    Fazer vaquinha, fazer feijoada etc…

    Então penso que o clube tem que se reorganizar de verdade, juntar pessoas que queiram reiniciar o clube sem falsos interesses ou querer barrar qualquer tipo de ajuda.

    Mas fazer o que vem sendo no Paysandu, uma administração profissional, que em muito tem orgulhado a nação bicolor.

    Falou bobagem da torcida, mas teve a nobreza de se desculpar publicamente e terça terá como resposta um mangueirão cheio.

    É assim que se faz um clube de futebol.

    Mas será que do lado de lá os homens aceitariam se unir em favor do clube?

    SDS

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  15. O remo é o maior clube do norte? kkkk…um dos motivos do remo, estar no fundo do poço é exatamente o fato de não admitirem a sua inferioridade em relação ao paysandu, dizem que contra fatos não não existem argumentos, o papão é o clube que deu as maiores glórias para o estado do Pará.

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  16. acho que mais ou menos uns 10 anos que não vou ao estadio, o ultimo foi um REPA o Remo perdeu, quando sai do estadio com meu filho de 10 anos só não apanhei porque entrei em uma casa alguns da organizadas do remo queriam me bater só porque disse que o adversario tinha jogado melhor o garoto ficou assustado e decidi não ir mais ao estadio, por essa razão ele torce por club de fora mais tbm pelo remo…

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  17. Meu amigo e confrade historiador Cássio Andrade sempre pugnou aqui mesmo neste espaço pela inatividade do clube aazulino a fim de que possa sanear-se e reorganizar-se. Sempre achei uma medida um tanto radical, mas perante o que tem sido noticiado dos arraiais azulinos, parece-me hoje uma medida deveras razoável. O maior problema do Remo chama-se anacronismo: o descompasso entre o que necessita ser feito e aquilo que, muito embora não mais se pratique, ainda é feito pelos lados de Antonio Baena. Creio ser difícil concretizar novas ideias e veicular novas práticas em um clube de futebol se não há meios (dinheiro/recursos) e pior, se não há a mínima segurança (um calendário efetivo de disputas e consequentemente a previsão de captação de recursos via bilheteria). O Paysandu ainda parece padecer dos mesmos males, mas ante o caos (entre 2006/2007), a recorrência às soluções voluntaristas de emergência (LOP se propôs a pegar o rojão em chamas, mas era LOP) e o temor do exemplo do outro lado da avenida, optou por um caminho que tenta por em prática aquilo que atualmente se faz no futebol profissional, mesmo perante práticas que ainda insistem em se fazer presentes. São contradições, chega a ser dialético, mas o clube vem tentando um trilhar um novo caminho, respirar novos e arejados ares. No Paysandu ainda existe essa postura do apego ao cargo, das práticas mesquinhas, claro (é um dos exemplos daquilo que insiste em resistir), mas no Remo essas posturad existem em sua forma máxima. Deve haver uma mudança radical na mentalidade dos que gerem os redutos azulinos.

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  18. Desculpem-me os erros. Digitar em celular é terrível. Muito bom o texto/carta desalentada do Victor. Deveria ser lida na próxima reunião dos dirigentes azulinos.

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  19. Pô, mas será que é preciso o alvi-azul Daniel largar lá de seus afazeres para vir por coerência e ponderação no raciocínio de alguns de seus pares e colocar a coisa nos seus devidos lugares?

    Daniel, vejo nas suas assertivas uma profundidade compatível com uma análise isenta de clubismo. Dela, a priori, só discordo quanto ao recurso ao licenciamento, pois acho que ainda é medida precipitada.

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  20. Perfeito o texto. O que me preocupa é que eu não vejo alguém que mude essa situação. As coisas podem melhorar um pouco se o time subir para série C. Talvez aí surja um monte de “salvadores”.

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  21. Tem gente que pensa que sabe de tudo e no final não sabe nem da metade ! A boca também foi feita pra falar,mas nem sempre obedece a razão. Queiram ou não, hoje é disparada a diferença entre os dois rivais.Quem está por baixo,não aceita e tenta levar o opositor junto.Não há dignidade de reconhecimento ! Se fosse o adversário que estivesse por cima,a soberba continuaria falando mais alto.A inveja é a maior arma do incompetente ! Portanto: Salve o grande campeão da Amazônia,que sempre soube representar muito bem nosso querido estado ! “Papão “

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  22. Falta de ponderação, superficialidade, incoerência e fanatismo clubístico é café pequeno, não é nada perto do problema daqueles a quem falta o mínimo de coragem até para empreender um debate olhando no olho do debatedor e o mínimo de preparo para articular algum argumento.

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  23. Na prática:

    1. O missivista resalta nas suas primeiras considerações que seu pai é sócio porque não existe o compromisso com o clube pelo qual torcemos ao ponto de, tal qual servir a patria tenhamos que ao completar a maioridade, a auferirmos renda própria, associarmos nos ao clube.
    A grandeza do fenomeno azul não se traduz em associados.

    2. Os cardeais, dinosauros, ou ouro qualquer codinome que se queira atribuir aos membros do condel do clube, um dia foram jovens, torcem pelo clube e até hoje estão lá provando isso;
    A Escola de Administração de Clubes de Futebol ainda nao existe e precisamos aprender praticando.

    3. Quando deixarmos de achar que o Remo é um problema de má gestão do Remos e tomarmos a consciência de que o Remo somos nós e que exerceremos o nosso direito de cuidar de nosso patrimonio é preciso que de fato, estejamos dentro do clube, legalmente, sendo sócios, formando grupos de ação, lançando chapas, concorrrendo as eleições, em lugar de ficar criticando como se não tívessemos nenhuma responsabilidade com o mau que hoje nos atinge.
    Só saberemos como sair do problema quando assumirmos os riscos junto aos que ali estão com esse objetivo.

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  24. Amigos, penso e continuo defendendo a Venda de nossos clubes, só assim podemos ter administrações realmente profissional. Abnegados, conselheiros inócuos, diretores que se reservando no poder, interesses políticos extra campo como trampolim, olha é por isso que os clubes brasileiros estāo falidos, infelizmente essa cultura enrraizada de interesses pessoais, é que vem atrapalhando o clube. Vendam o clube e não seu patrimônio, tem muito chines, arabes com dinheiro pronto para investir no futebol, nossa torcida continuara sendo a mesma. Salve Filho da Glória e do Triunfo.

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  25. Grande abraço, amigo Vitor Palheta…

    – Amigo, sempre falo que o Remo, mais precisamente, só vai crescer quando o ST tiver direito a voto… Pois é esse torcedor que vive o clube, vai ao campo, torce, chora, vibra…. É ele que tem que resolver os destinos do seu clube… ST, é o verdadeiro torcedor do clube e que por tudo isso, merece escolher seu presidente.

    – Parabéns pelo post

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  26. Dorivaldo, com todo o respeito, mas quer me parecer que realmente nem a grandeza do Fenômeno azul, nem o direito do torcedor criticar os resultados negativos do seu time e os desmandos administrativos do Clube estão vinculados ao fato dele, o torcedor, integrar o quadro societário da agremiação.

    De outra parte, o fato do sujeito ser torcedor do Clube há muito tempo não é garantia de que ele o administre de modo competente e eficaz.

    Outra coisa, a má gestão (pra dizer o mínimo) no Clube do Remo não se trata de simples achismo não. Trata-se de uma realidade de clareza solar. O Clube, no mínimo, é pessimamente administrado há pelo menos 30 anos. Por exemplo, como um Clube que lota o Mangueirão para assistir jogos até de sub 20, pode viver na penúria financeira em que se encontra? E isso sem ter pago voluntariamente suas dívidas nem mesmo com os jogadores com contrato vigente. Levando o Judiciário a bloquear suas receitas.

    Demais disso quem comparece ao estádio às multidões gerando rendas vultosíssimas e respaldando demograficamente a obtenção de patrocínios finaceiros públicos e privados legitimamente adquire o direito de criticar a gestão que há pelo menos 30 anos vem canibalizando o Clube, independentemente de não querer ou não poder (e muitos não podem) Integrar o quadro de sócios.

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  27. O amigo Antônio e esse mimimi de torcida.

    Amigo, a torcida do remo é como qualquer outra.

    Como qualquer outra não, se encaixa naquele grupo que vendo seu clube na situação que tá, procura ir em massa nos estádios.

    Igual ao Santa Cruz, lembram que quando patinava na 4° divisão, a torcida do Santa lotava o arrudão e tinha media genial?

    E hoje, com o time na segunda divisão, mais arrumado em relação sua posição no cenário brasileiro, também se acomodou.

    Isso tbm se explica pelo fato de seus jogos ser televisionados.

    Busque amigo Antônio, a media de publico da última vez que o remo disputou a série B, e verás que não chegou a 15 mil, se chegou.

    Por toda esta fase que o remo está enfrentando, a torcida do remo como qualquer grande torcida, ficou carente e por isso enquanto o clube não voltar pra uma posição de destaque, vai fazendo sua parte, depois se acomoda, o que é natural.

    Fenômeno é utopia!

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  28. Conversa amigo Claudio, o remo só voltará ter posição de destaque quando sair da 4° divisão.

    Pois estando na 3°, garante calendário, que hoje em dia, é o que dá suporte para um clube poder fazer um planejamento seguro.

    O Maia, fez bobagem no inicio com SM, péssimo técnico, mas depois trouxe um bom técnico, DC, ou seja errou e teve tempo pra retificar o erro, e manteve o técnico, mesmo com a perda do parazão, pois sabe que o mesmo não foi o formador do plantel, ou seja teve tempo pra errar e acertar, e colhe agora no brasileiro isso.

    Mas fez isso, porque tinha calendário seguro até o final do ano.

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  29. Bem lembrado Amigo Nélio, Arthur Guedes Tourinho foi o dirigente mais vitorioso do Norte do Brasil e um dos mais vitoriosos do Norte-Nordeste, infelizmente não soube a hora de “parar”, apesar dessa ingratidão, seu nome estará eternizado na história do Maior Clube do Norte, seus feitos sempre estarão na memórias dos bicolores, nunca que podiam ter feito o que fizeram com ele.

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    1. Companheiro João Pablo UFPA, respeito a sua opinião, e reconheço no Tourinho como um dos mais vitoriosos dirigentes que o clube já teve, mas também um dos mais irresponsáveis que já passaram pelo clube, pois em quatro anos de Série A, para não dizer que ele não mandou bater um prego para a ampliação do estádio, ele bateu sim, pregos no tapume que anunciava a construção e mais nada.
      Tourinho ou modelo parecido, nunca mais.

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  30. Todos os remistas (e até os torcedores do rival) concordam que o texto foi preciso em relatar a situação do Clube do Remo.
    Muitos destacaram que é preciso sair da simples indignação à ação, de modo a concretizar aquilo que é necessário ao clube no momento.
    Então devemos propor ações para trilharmos um caminho para que o clube possa sair dessa situação, certo?
    Considerando que as más gestões dos últimos anos é a principal responsável por tudo isso e que o voto direto poderá ser a arma para eleger alguém honesto e competente para a Administração do Clube do Remo, proponho inciarmos a luta com apenas uma bandeira neste primeiro momento: a mudança do Estatuto do clube para possibilitar que o sócio-torcedor vote nas eleições do Clube do Remo!
    Creio que este deverá ser o primeiro passo!
    Isso iria dar uma alavancada nas adesões do programa sócio-torcedor – o que garantiria um mínimo de renda ao clube – e no segundo momento credenciaria a grande massa de torcedores (que na verdade estão fora dos associados do clube) a votar nas eleições diretas, podendo eleger alguém diferente dos antigos cardeais azulinos.
    Vamos lá, gente! Temos que agir! E o começo de tudo é defendermos ideias práticas e urgentes, uma de cada vez!
    Vamos iniciar a campanha e conscientizar os atuais associados do clube a votar essa mudança no Estatuto.
    DIREITO DE VOTO AO SÓCIO-TORCEDOR JÁ!
    Quem apóia?!

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  31. Obrigado, amigos, pelos comentários.

    Realmente, amigo Bruno, isto é um assunto que urge pela emergência da hora.

    Passou-se do tempo de fazer isso.

    Clube do Remo é do Fenômeno Azul, e não dos dirigentes.

    Dorivaldo, só pra esclarecer o assunto. O meu pai é sócio-torcedor e eu era seu dependente até completar a maioridade.

    O problema depois de se completar a maioridade é que se você não tem um pai que banque um título pra você, você tem que adquirir e é bastante caro ser sócio de um clube como o Remo (que não entrega nada em troca do investimento), ou seja, você vira sócio tão somente para votar e ser votado, pois as benesses que existiam antes não existem mais.

    Como eu falei, não só de altruísmo vive o torcedor, você só pode fazer um investimento se este valer a pena.

    E durante toda a minha vida adulta que passei em Belém, nunca tive dinheiro que pudesse ser usado pra esse fim. Pois a única vantagem, além do voto, era 50% de desconto em ingressos.

    Não é à toa que o quadro social azulino diminuiu drasticamente ao longo das duas últimas décadas. E este pensamento não vai resolver.

    Hoje, mesmo morando em SP e não ter direito a nada, basicamente, sou sócio-torcedor, e mesmo revoltado com a denúncia de que este dinheiro era administrado por uma empresa fantasma, decidir continuar.

    Lhe pergunto se esta é uma decisão racional? Com certeza, não é. É totalmente por querer tirar o clube desta situação que ainda estou com meu ST em dia.

    Mas isso é pouco, para realmente mudarmos a situação, é preciso transparência, boa gestão, respeito com o sócio e o investimento que este traz pro clube.

    E só se dá respeito, quando você o trata como igual, e o direito ao voto para o ST é o único caminho viável.

    Somente na última eleição que os sócios tiveram direito a voto direto pro presidente, por si só já dá pra pensar como funciona a cabeça dessas pessoas que estão à frente do clube.

    O Remo precisa de mais, precisa de intervenção

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  32. Amigo Acácio, vc acha que ele não merece ser sócio do clube?

    Hamilton Gualberto, por exemplo, merece mais que ele, mesmo sendo remista assumido?

    São estas coisas que eu não entendo…

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  33. O Tourinho, não merece nem passar na porta da curuzu e da sede bicolor, quanto mais ser sócio, ele já foi banido MERECIDAMENTE do quadro social bicolor.

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  34. Amigo Edson, desculpe. Mas, você não entendeu nenhuma palavra do meu comentário sobre a inexistência de obrigatória relação de dependência entre a figura do sócio e do torcedor. Inicialmente imaginei que o problema estivesse na forma como me expressei no meu comentario. Mas, depois que li o seu questionamento a respeito de um torcefor do remo ser aceito como socio do PSC e de um torcedor bicolor nao ser admitido no quadro de sócio do próprio Clube, vi que o problema no estendimento não estava nem no conteúdo, nem na forma como escrevi meu comentario.

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  35. Andreia 1992 o Remo súbiu pra séria A naquele ano quem subiu Paraná,Vitória,Criciúma,Santa Cruz ,único que representou o norte na série A,América Mineiro,Fortaleza,Gremio RS ,União São João ,CeáraCoritiba , Desportiva Ferroviária Andreia voce foi enganada kkkk eu que doi aquela campanha do Leão enquanto papum foi vigésimo kkkkkkkk como não teve série B se o Paraná foi o campeão como diz a música da Banda Fruto Sensual ” Aceita meu amor ” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  36. Eita q a mucurada já esqueceu da SUDAM e do Senador, te dizer, quanta ingratidão, foram eles q tiraram a mucura da beira da fossa kkkkkkk é mentira? kkkkkkk

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  37. Gerson, os comentários acima são procedentes na sua grande maioria. A primeira eleição direta no Remo, deu no que deu. O panorama não seria diferente, se a outra chapa fosse eleita. Faz algum tempo que venho bradando no deserto, contra os atos criminosos praticados por administrações incompetentes, que acabaram de afundar o nosso amado CR. Você e todos os que compartilham do blog, sabem da minha opinião contrária a tais desmandos.Já fui jovem e sempre conclamei a juventude sadia remista a participar das nossas atividades. Porém, continuando o atual modelo de” falsa gestão”, ninguém vai tirar o Remo da situação que se encontra.A receita é simples:
    – NÃO GASTAR MAIS DO QUE ARRECADA-. E o Remo, nos últimos anos fez ao contrário.

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  38. Maia anuncia o início das obras das novas arquibancadas (travessa do chavo) que elevará a capacidade da Curuzu para vinte mil. Sem sombra de dúvidas uma grande notícia para o Paissandu e sua torcida. Espero, sinceramente, que inspire o irmão siamês.

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  39. Mais lugares vazios kkkkkkkkkkkkkkkk é por isso q a mucura é a nossa eterna piada kkkkkkkkkkkkkkkk time invejoso kkkkkk

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  40. Gostaria de fazer perguntar ao professor Antonio Oliveira e ao Ronaldo Passarinho, se os memos concordam com a Venda do Clube para investidores? Quais suas opniões? Por que sou Remista como voces, mas analiso as Coisas sem paixão. Como Moro no exterior isto é rotina Por aqui, o Clube fica, a Marca fica e a torcida Ganha com isso, temos varios exemplos na Europa, EUA, Asia, nossos clubes estão falidos no Brasil.

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  41. Escriba, Por que ficou na moderação o meu comentário que somente na cabeça da imprensa Paraense os 2 Rivais estariam no mesmo barco no início do ano ? Críticas construtivas serão sempre válidas.

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  42. Caro Jaime,o ideal era o Remo ser transformado em clube/empresa, com as ações colocadas na Bolsa. Sou, sim , favorável a venda, tendo como exemplo o Chelsea da Inglaterra. O
    grave problema regional, e já já, nacional, é o poder aquisitivo. Mesmo sem série, o Remo sempre teve patrocínios bons até o início de 2014. O Santos de Pelé, está sem patrocínio master [ o que é afixado no peito e nas costas do uniforme ] Os clubes brasileiros, com raríssimas excessões, estão dependendo de medidas do Congresso, para não terem seus patrimônios perdidos.
    O atual modelo que rege o futebol brasileiro está falido. Não sei a opinião do grande remista Antônio Oliveira, com suas opiniões sempre lúcidas. sds.

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  43. Dr. Ronaldo Passarinho, vejo que pensamos semelhante, quando o Remo caiu pela primeira vez para serie C e ja temos mais de 10 anos. Fui o primeiro a me manifestar a respeito dessa situação, inclusive enviei para o Gerson Varias propostas e o mesmo, publicou em sua coluna no Bola e também neste espaço campeão que estava iniciando, vou procurar novamente e tentar reproduzir aqui no blog. Obrigado! pela sua opnião sempre sensata e sem paixão, isso demonstra o quanto amamos esse nosso clubs tão maltratado nessas últimas duas décadas.

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  44. Jaime, professor eu? Quem me dera. Na realidade, eu me esforço e muito pra conseguir aprender alguma coisa.

    Quanto a sua pergunta, confesso que não tenho ainda uma ideia formada a tal respeito. Mas, pelo que escrevo voce já pode ter uma ideia que clubes administrados como o Mais Querido eu não concordo. E se voce me diz que no estágio em que se encontra o nosso Clube a maneira plausível para reverter este quadro de desmandos é a conversão em empresa nos moldes que descreve, eu estou disposto a avaliar a ideia, a me esforçar para deixar de lado alguns preconceitos que confesso ter com essa ideia de clube empresa e disponibilizar meu espírito para entendê-la e até defendê-la Se realmente me convencer das vantagens que ela poderia agregar. Até porque, como é cediço, no caso do Remo, por exemplo, o Mais Querido subsiste há mais de um século, cheio de potencial e de viabilidade, muito pouco pela instituição clubística formal, mas sim, pela “nação” que o sempre crescente Fenômeno Azul vem se constituindo no curso deste longo tempo.
    Enfim, gostaria de entender direito como se daria esta alienação patrimonial, esta conversão de natureza institucional e a própria transição para poder me posicionar melhor.

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