Condel do Remo pune Minowa e absolve Pirão

O Conselho Deliberativo do Remo, em reunião realizada na noite desta segunda-feira, decidiu pela punição do presidente Pedro Minowa e do diretor Cláudio Bernardo. Minowa será afastado do cargo, com base no relatório de investigação sobre as últimas gestões no clube. O Condel absolveu o ex-presidente Zeca Pirão e o ex-diretor Fábio Bentes das acusações de irregularidades.

Uma carta de Jesus para Malafaia

POR GREGÓRIO DUVIVIER, na FOLHA

Querido pastor,

Aqui quem fala é Jesus. Não costumo falar assim, diretamente -mas é que você não tem entendido minhas indiretas. Imagino que já tenha ouvido falar em mim -já que se intitula cristão. Durante um tempo achei que falasse de outro Jesus -talvez do DJ que namorava a Madonna- ou de outro Cristo -aquele que embrulha prédios pra presente- já que nunca recebi um centavo do dinheiro que você coleta em meu nome (nem quero receber, muito obrigado). Às vezes parece que você não me conhece.

Caso queira me conhecer mais, saiu uma biografia bem bacana a meu respeito. Chama-se Bíblia. Já está à venda nas melhores casas do ramo. Sei que você não gosta muito de ler, então pode pular todo o Velho Testamento. Só apareço na segunda temporada.

Se você ler direitinho vai perceber, pastor-deputado, que eu sou de esquerda. Tem uma hora do livro em que isso fica bastante claro (atenção: SPOILER), quando um jovem rico quer ser meu amigo. Digo que, para se juntar a mim, ele tem que doar tudo para os pobres. “É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus”.

Analisando a sua conta bancária, percebo que o senhor talvez não esteja familiarizado com um camelo ou com o buraco de uma agulha. Vou esclarecer a metáfora. Um camelo é 3.000 vezes maior do que o buraco de uma agulha. Sou mais socialista que Marx, Engels e Bakunin -esse bando de esquerda-caviar. Sou da esquerda-roots, esquerda-pé-no-chão, esquerda-mujica. Distribuo pão e multiplico peixe -só depois é que ensino a pescar.
Se não quiser ler o livro, não tem problema. Basta olhar as imagens. Passei a vida descalço, pastor. Nunca fiz a barba. Eu abraçava leproso. E na época não existia álcool gel.

Fui crucificado com ladrões e disse, com todas as letras (Mateus, Lucas, todos estão de prova), que elestambém iriam para o paraíso. Você acha mesmo que eu seria a favor da redução da maioridade penal?

Soube que vocês estão me esperando voltar à terra. Más notícias, pastor. Já voltei algumas vezes. Vocês é que não perceberam. Na Idade Média, voltei prostituta e cristãos me queimaram. Depois voltei negro e fui escravizado -os mesmos cristãos afirmavam que eu não tinha alma. Recentemente voltei transexual e morri espancado. Peço, por favor, que preste mais atenção à sua volta. Uma dica: olha para baixo. Agora mesmo, devo estar apanhando – de gente que segue o senhor.

Estrelismo de Zico estraga festa no Zerão

DO BLOG CANAL LADO B (de Macapá)

Na tarde de sábado (20), o Governo do Estado do Amapá inaugurou a tão esperada pista de atletismo do agora Estádio Olímpico Milton de Souza Corrêa, o Zerão. Uma linda festa foi organizada com a participação de convidados ilustres, atletas paralímpicos e olímpicos, partidas de futebol, incluindo o jogo entre a Seleção Master do Amapá e time Zico 10, e a realização da Mini-Maratona Meio do Mundo que celebrou oficialmente a inauguração da pista.

Ao cair da noite deu-se a inauguração oficial da pista de Atletismo, seguida pelo “Jogo das Estrelas” no novo gramado do Estádio – uma seleção de craques das décadas de 1980 e 1990 elencados para o time Zico 10 enfrentou a Seleção Master do Amapá, atraindo o público amapaense, quase lotando o Estádio.

JOGO DAS ESTRELAS
A grande estrela da noite era esperada no gramado: Arthur Antunes Coimbra, conhecido mundialmente como Zico, entrou em campo e levantou  a galera.
Porém algo estava errado. Com cara de poucos amigos e discretos sorrisos, Zico saiu do vestiário sem cumprimentar os espectadores ou segurar a mão de nenhuma criança que aguardava sua entrada no gramado – levando em conta que as mesmas são da Escolinha Zico 10 no Amapá.
Logo na entrada para o campo, uma jovem que não quis se identificar tentou tirar uma foto com o ídolo e, para sua surpresa, ao tocar em seu braço, ouviu as seguintes palavras: “me solta, p***”. Constrangida, a fã simplesmente se retirou do gramado, indignada.
A bola rolou no Zerão e Athirson abriu o placar para Seleção do Zico, e logo sem seguida fez mais um. A seleção  Master do Amapá diminuiu com gol contra e quase no final do primeiro tempo, em belíssima cobrança de falta Zico fez o terceiro para delírio  da torcida.
No término do primeiro tempo, as atenções novamente se voltaram para Zico, que saiu direto para o vestiário, sem dar entrevistas ou posar para fotos. No gramado, jogadores como Junior Baiano, Belo e Djair atenderam muito respeitosamente a todos os jornalistas e fãs presentes.

Na volta do segundo tempo, o Galinho de Quintino voltou para o gramado,

direcionando-se para o centro do campo, e foi nessa hora que a casa caiu!
Zico estava rodeado por cinco fãs e dois jornalistas mas, ao ser surpreendido com a tentativa de uma selfie por um fã, o ídolo disparou uma série de palavrões e insultos humilhando a todos os presentes: “me deixa, p***”, “f***-se”, “vocês são muito chatos”, “p***, sai, me deixa”, e indagou que os fãs e a imprensa estavam o desrespeitando ao querer fotografá-lo.
Foram curtos momentos de infeliz surpresa e choque. Os membros da imprensa saíram questionando o comportamento do ídolo nacional e os fãs que testemunharam tamanho desprezo e desconsideração se perguntavam o que haviam acabado de acontece. Sem saber o que fazer, todos se retiraram de imediato, alguns revoltados, outros desencantados, enfim, em total frustração.
“Seja humilde. Não quer tirar a foto, é só dizer, seu hipócrita”, comentou um dos presentes que não quis se identificar.
“Faltou o mínimo de respeito e cordialidade que se espera de um ídolo, de um representante do esporte nacional, aliás, de um homem por quem eu tinha uma admiração inabalável desde os seis anos de idade, por uma personalidade que me inspirava garra, dignidade e caráter. Pena que agora vi que era apenas um personagem”, completou uma ex-fã que, envergonhada, preferiu não revelar o nome. Ela conheceu o ex-jogador em 1988, quando foi assistir a uma partida também de inauguração do Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora/MG. Na época, ainda criança, ela foi atendida carinhosamente pelo então jogador do Flamengo, mas na partida dessa noite, foi radicalmente impedida de se aproximar de Zico.
Para Jorge Sousa, que estava entre os fãs na hora do ocorrido, a sensação foi horrível: “me senti humilhado. Perdeu meu respeito. O cara vem de longe, ganhado rios de dinheiro, e fala uma coisa dessas. Sinceramente, deixei de ser seu fã”, afirmou.
Mas não parou por aí. Com o início do segundo tempo, a bola voltou a rolar mas Zico parecia chateado e bateu boca com um dos bandeirinhas.
O jogo acabou em 6×2, com dois gols de Zico. O Galinho saiu de campo acenando friamente para a arquibancada e sem falar uma palavra.
“Toda a torcida que foi prestigiar a inauguração da pista de atletismo do Zerão imaginava que a grande atração, o ícone do futebol (não só brasileiro) iria ter no mínimo um gesto de humildade com a torcida presente. Talvez os torcedores que estavam na arquibancada não perceberam (ou talvez perceberam) sua falta de carinho e respeito, pois nem um sorriso foi esboçado e muito menos um ‘tchauzinho’. Mas a equipe de jornalistas e colaboradores puderam sentir de perto seu desprezo e falta de respeito com o ser humano. Ele, por ser uma pessoa pública, poderia ter ciência de que, por onde ele for, sempre haverá uma multidão esperando por ele. A decepção tomou conta de todos que sentiram sua língua afiada, ao se dirigir às mesmas com palavras de baixo calão”, desabafou a fã Ana Sousa que presenciou o ataque histérico de Zico.
ESPETÁCULO A PARTE
Entre mortos e feridos, o Roma salvou a noite!
Durante toda a confusão desde a chegada de Zico, as desavenças com imprensa e fãs até a saída inexpressiva do campo do Zerão, quem se destacou durante a partida foi o  massagista amapaense que dava um show a cada atendimento aos jogadores. Quase sempre socorrendo aos atletas do time Zico 10, Roma caiu no gramado, fez pose, mandou beijo para a arquibancada e alegrou a torcida, que aguardava suas atuações inusitadas a cada entrada em campo.

Atacante Bruno Veiga deixa o Papão

O atacante Bruno Veiga rescindiu amigavelmente seu contrato com o Paissandu. A rescisão foi confirmada pelo presidente Alberto Maia. Veiga, cujos direitos econômicos pertencem ao Duque de Caxias, teria propostas de dois times brasileiros e um do exterior. Na Curuzu, comenta-se que ele estaria se transferindo para o Ceará.

Ao mesmo tempo, a diretoria se mobiliza para contratar um substituto. Ruan, que brilhou na Série C, é o mais cotado. Reserva no Goiás, declarou que gostaria de voltar ao Papão, apesar de ter sido sondado por outros clubes.

CBF nega ter virado as costas para Neymar

Neymar deixa concentração da seleção brasileira: 'Que sirva de aprendizado'

A CBF nega que tenha abandonado Neymar, como diz o jornal catalão “Sport” nesta segunda-feira. Quem afirma isso é Walter Feldman, secretário-geral da entidade, que no domingo foi acusado pela mesma publicação de “falar mal de Neymar pelas costas”.

“Estive lá o tempo todo e nosso acompanhamento da comissão técnica com o Neymar sempre foi muito presente. Acompanhamos muito o Neymar antes do episódio e depois do episódio, ele se manteve calmo o tempo todo, brincando muito no treino e participando da batucada dos jogadores. O que esses catalães fizeram é uma desinformação muito grande, eu não falaria mal de alguém como o Neymar, que é uma figura”, disse Feldman, negando o suposto abandono.

“O Gilmar Rinaldi (coordenador da seleções da CBF) ficou o tempo todo conversando com ele, demos um encaminhamento saudável. O recurso pronto, fizemos tudo baseado na orientação da comissão técnica, do Marco Polo (presidente da CBF)”, determinou o secretário.

A matéria dos catalães sugeriu um racha entre a CBF e Neymar, criticou a postura de Feldman, apontou que Del Nero abandonou Neymar e criticou o chefe da delegação brasileira no Chile, o empresário João Dória. O periódico espanhol menciona que o atacante ficou desamparado pela entidade brasileira no episódio que culminou em sua suspensão pela seleção brasileira e saída da Copa América, informações negadas pela confederação.

“Uma matéria como essa depois de tudo o que acompanhamos? A decisão de ele sair foi tomada com ele, ele achou melhor ir embora, tudo muito correto. Uma matéria boba dessas, sem sustentação? Tenho sido discreto e não falei jamais com alguém da Espanha. Não ouviram meu lado, foi um chute para criar intriga, sequer conheço o jornal. Às vezes o futebol tem o diz que me diz, fala uma coisa e fala outra. Faz parte um pouco isso de dizer o que você pensa. Isso da informação é complicado, pois compromete a responsabilidade da informação. Acho que o jornal rompeu com a responsabilidade da informação, pois além de ser inverídico produz instabilidade. Para o mundo do futebol a verdade é fundamental, reputo que foi uma grande desinformação”, relatou o secretário, que está tentando se esclarecer com o camisa 10.

“Estou mandando e-mail para ele, evidentemente é uma relação tranquila a nossa, com certeza não terá desdobramento. Não poderia deixar de comentar que o clima na comissão técnica é dos melhores”, definiu Feldman.

“Um fato interessante é que estávamos aqui o dia seguinte à estreia da seleção e o comentário era de que onde chegaria o Neymar um dia, se ele será igual grandes craques do Brasil, se tornando o maior sem contar o Pelé. Pois ele vai ter indicadores, títulos e gols maiores do que até o Pelé, do que o Ronaldo, do que Zico, Kaká. Fizemos comentários de admiração, de respeito, pela explosão que ele teve de credibilidade. É uma figura inquestionável, só essas coisas acontecem e porque elas acontecem é que o futebol é genial. É por isso, imprevisível” , acrescentou.

Sobre a escolha do empresário João Dória durante a Copa América, Feldman declarou que o chefe de delegação não precisa ficar o tempo todo com o elenco, rebatendo a acusação dos catalães de que o agente fica viajando durante a competição. (Da ESPN)

CBF tenta botar panos quentes em suas próprias lambanças – a maior delas escolher o empresário e lobbista João Dória, tucano amigo de Aécio Neves, para chefiar delegação, um ignorante em futebol. 

Tribuna do torcedor

POR JOSÉ MARCOS ARAÚJO

Ter Souza ou não ter: eis a questão.

O Paysandu trouxe o Souza como esperança de gols, de ataque poderoso. Um nome consagrado no futebol brasileiro e matador onde passou. Com um elevado salário, com certeza o maior da equipe.

Começam os jogos e o cara não emplaca, pouco se movimenta em campo, já é apelidado de cone pela torcida. Tem a defesa do treinador como um dos atletas mais dedicados. Uma coisa temos de concordar: o cara afinou. Chegou gordinho e, com o tempo emagreceu.

Na lista de dispensas o nome dele estava incluso e depois sumiu. Mas, a diretoria segue falando que no atual elenco, com mais de 30 atletas faltam 3 jogadores e a posição é a dele. O que acontece?

Conversando com meu amigo Raimundo Feliz ele defendeu que o cara deve ser apoiado, colocado para jogar, com afirmação de confiança no Caveirão. Alegou Feliz que ninguém desaprende a jogar.

Já irritado com as partidas do Souza fui contra. Por mim já era hora de dizer tchau pro Souza.

Pensando no assunto, acabei concordando com o meu amigo. Mas, se é para fazer isso, que se para de falar em trazer novo atacante. Definir um tempo para que o cara mostre a que veio e apostar nisso. Se o cara não desaprendeu ele vai desencabular.

Agora, manter o Souza em Belém, como um reserva de luxo – às vezes nem no banco vai -, assim não dá. Por isso é Souza ter ou não ter..

Aos trancos e barrancos

POR GERSON NOGUEIRA

O empate eliminaria a Colômbia e, a seis minutos do final, a Venezuela diminuiu ao aproveitar rebote de Jefferson em meio a cinco defensores brasileiros. Todo mundo pensou naquele momento que a bronca brasileira em relação aos colombianos poderia virar uma pequena forra. Em se tratando de Dunga e suas zangas, raciocínio perfeitamente normal. Mas o placar ficou mesmo em 2 a 1, sendo que a Venezuela pouco fez para merecer melhor sorte contra um Brasil apenas esforçado e caprichando nos passes improdutivos, geralmente para os lados.

A vitória foi imensamente facilitada pelo gol logo aos 8 minutos. Tiago Silva fez o que os atacantes não costumam mais fazer: pegou de primeira e estufou as redes venezuelanas depois de um escanteio batido por Robinho.

O santista, por sinal, foi o mais empenhado dos atacantes que Dunga escalou. Sabendo que não é o preferido para o time titular, lutou como principiante e criou até bons lances, embora sem ajuda do lento e lerdo setor de criação.

Com a vantagem no placar, a Seleção organizou-se melhor em campo, sem muita pressa. Segurou o quanto pôde seus laterais Daniel Alves e Filipe Luís, embora nem precisasse. A Venezuela, mesmo perdendo, continuava recuada, defendendo-se com até nove lá atrás. Enfim, aquela Venezuela de sempre.

Ainda houve um penal sobre Philippe Coutinho não assinalado pelo árbitro e duas chances desperdiçadas pelo Brasil, mas o jogo estava bem encaminhado. Afinal, a classificação estaria garantida com vitória ou empate.

Por via das dúvidas, depois do intervalo Dunga mexeu no time. Para retrancar, claro. Botou David Luiz de volante, função que executou com esmero, distribuindo cotoveladas e pontapés. Quando Tardelli entrou, Firmino já havia marcado o segundo em consequência de uma rara arrancada de Willian pela extrema esquerda.

Com 2 a 0, Dunga decidiu se cercar de todas as garantias contra a “temível” Venezuela. Botou o zagueiro Marquinhos em campo. Quatro beques, contando com David Luiz.

Como não tinha mais nada a fazer, a Venezuela começou a avançar e passou a arriscar alguns chutes, com perigo. Foi assim que surgiu seu único gol, aos 39 minutos. No minuto final deu um susto na defensiva brasileira, mas ficou nisso.

Brasil classificado, e com atuação incensada na TV como a “melhor da temporada”. Fiquei imaginando qual terá sido a pior, já que a partida foi sonolenta e arrastada. Deve ser o tal padrão Dunga de jogar futebol.

Em primeiro lugar no grupo, mesmo aos trancos e barrancos, o Brasil vai enfrentar o Paraguai no sábado, nas quartas de final desta desenxabida Copa América, que já rivaliza com a de 2011 como uma das mais fracas dos últimos anos.

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Zagueiro é atacante mais perigoso

O time não foi nem melhor nem pior do que tem sido. Jefferson tranquilo e seguro. Miranda em bom nível. Tiago Silva foi nosso melhor atacante: fez um gol e quase marcou outro. David Luz estabanado. Daniel Alves instável. Firmino conseguiu finalmente acertar o pé, e só. Filipe Luiz burocrático. Willian nas nuvens – parece sempre estar pensando longe.

O destaque foi Robinho, o que diz muito da atual Seleção. Fernandinho foi o pior, o que não surpreende, pois tem sido assim desde o espetacular vexame contra a Alemanha.

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Direto do Face

“Final da Copa das Américas: Argentina e Chile. Com esse esquema ‘caranguejo’ de jogar para os lados a nossa selecinha não vai a lugar nenhum. Quanto ao Neymar, se ele e o pai fizeram alguma maracutaia para sonegar impostos, que se acertem lá com o Fisco do país onde ele (ainda) consegue jogar bem. E segue o barco”.

Waldemar Marinho, meu compadre, em análise sucinta sobre a Seleção de Dunga.

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A distância que nos separa

O Campeonato Amazonense finalmente terminou. Na Arena da Amazônia semi-vazia, com pouco mais de 6 mil torcedores, o Nacional derrotou o Princesa do Solimões e levantou a taça.

Manaus tem uma das arenas mais modernas do mundo, construída a peso de ouro para a Copa 2014, mas só consegue encher 15% de seus assuntos.

Só como comparação, a decisão do Parazão, entre Remo e Independente, teve 35 mil espectadores (e quatro dias depois a torcida azulina voltou a lotar o Mangueirão para a final da Copa Verde).

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Torcida protesta contra a cartolagem

Um grupo de torcedores do Remo está convocando um ato de protesto para hoje à tarde em frente à sede do clube, na avenida Nazaré, reivindicando que a Assembleia Geral destitua a diretoria atual. Segundo um dos organizadores, Rodrigo Puget, a intenção é fazer uma manifestação ordeira, cobrando providências imediatas por parte de conselheiros e sócios. O segundo passo será ingressar na Justiça contra os dirigentes, imitando atitude de torcedores do Bahia.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 22)