Datafolha confirma vantagem de Dilma

Pesquisa Datafolha divulgada na tarde desta quinta-feira, considerando os votos válidos, aponta que Dilma está com 53% das intenções de voto contra 47% de Aécio, segundo o Datafolha. Considerando os votos totais, Dilma obteve 48%, e Aécio, 42%, no Datafolha. O Datafolha ouviu 9.910 pessoas entre quarta (22) e hoje (23). A pesquisa foi encomendada pelo jornal “Folha de S. Paulo” e pela TV Globo. O levantamento foi registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-1162/2014.

6 comentários em “Datafolha confirma vantagem de Dilma

  1. Diante da confirmação dessa vantagem, também podemos confirmar e se conformar com a permanência e aumento da corrupção ativa, passiva, tráfico de influência, tráfico de poderes. tráfico de drogas. Aumento da criminalidade da impunidade lado a lado uma da outra, da onda de violência urbana e rural, aumento da indigência, prostituição e aumento da inflação, onde poderemos chegar facilmente aquele índice absurdo de 73% ao ano ( se já não está esse índice) , antes da implementação do Plano Real na década de 90 , cuja inflação abusiva foi sim a verdadeira causa de muita gente hoje no país estar pobre ou na indigência e apenas uma minoria no bem bom ( banqueiros, industriais e vendedores de serviços e produtos. O meu modo de pensar assim é observando as dinâmicas da sociedade num determinado espaço de tempo e como ela reage a conceitos e ideologias. E nessa ideologia petista que prega a mensagem de que está tudo maravilhosamente bem, 60 milhões saíram da miséria, todos os problemas estão sob controle, onde inclusive a “NOBRE DILMA” afirmou com as palavras dela, no debate que reduzir hoje a inflação, seria irresponsabilidade do governo e causaria muita coisa ruim , inclusive desemprego. Aí quando eu ouvi essa senhora dizer isso, eu falei meu Deus! nos acuda!. Afirmar que inflação baixa e coisa ruim, é o cúmulo do absurdo e contestação de que o governo perdeu totalmente o controle da situação e o país está definitivamente nas mãos dos poderosos industriais e empresariais. essa senhora esqueceu ou está atordoada que o controle da inflação foi aprovado pelo povo em massa um dos motívos da permanência dos tucanos por longo período no governo federal e o o tal Lula, que nunca tinha ganho nada, só foi eleito pela primeira vez na história depois de várias tentativas fracassadas quando na campanha de sua eleição abordou diretamente um possível índice de 12% ao ano em 2002, onde ele afirmava que se eleito iria, fazer valer novamente o plano real e reduzir a zero novamente o índice inflacionário, porque o país não poderia voltar aquela patamar absurdo de quase 100% ao ano. Lula foi eleito e a Dilma do PT dele hoje afirma que reduzir inflação seria irresponsabilidade do governo, porque só traria coisa ruim. DURMAM COM ESSE BARULHO OU BARALHO DE CARTAS MARCADAS, OU MANCADAS.

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    1. Respeite os rumos da democracia, Nélio. Não pregue o golpismo, pois aí estaria se unindo aos tucanos que já choram a derrota, ignorando que o povo tem o direito à livre escolha. Talvez por falta de hábito, as pessoas estão esquecendo que a essência da democracia é o respeito à vontade popular.

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  2. Nélio, inflação baixa é o preço que não aumenta, certo? Sim e não. Inflação baixa TAMBÉM é o resultado de uma política econômica de juros da SELIC. A SELIC é uma taxa do governo que influencia o crédito (carnê, cartão de crédito, financiamento, consórcio, leasing, etc…). Quando a SELIC aumenta, aumentam os juros para o crédito. Um exemplo hipotético. Com a SELIC pelos 11% a.a., como agora, você faz um empréstimo no banco de uns R$ 5.000 e vai pagar com uns R$ 6.000 em 12 parcelas iguais. Aí têm juros de uns 20% a.a (ou 1,66% a.m.). Se a SELIC aumentar para, digamos, uns 18% a.a. (na era FHC chegou a 45% a.a.), a mesma dívida teria mais juros. Os mesmos R$ 5.000 emprestados para pagar em 12 parcelas custariam ao final uns bons R$ 7.000 (juros bancários de uns 40% a.a., ou de 3,33% a.m.). A política econômica baseada na SELIC serve para frear as compras porque essas compras (ou demanda) forçam o aumento de preço de mercadorias, principalmente se a produção dessas mercadorias não acompanha o ritmo da demanda. Ao contrário, se a demanda cai, o produtor se vê obrigado a baixar o preço porque para o consumidor comprar é se endividar. Ou seja, o vendedor precisa baixar o preço para vender o estoque (lei de oferta e procura) porque se menos gente pode adquirir crédito com juros muitos altos menos gente procura pelo produto. No fim das contas, o efeito para o consumidor é que ele pagou mais pelo mesmo serviço só porque os juros bancários estão mais altos. Isso deveria levar o consumidor a fugir do crédito e poupar dinheiro, o que quer o governo com a alta da SELIC. E os juros sobem para tudo, para financiar uma casa, um carro, uma moto… O problema é que o brasileiro não planeja compras e adquire muitos bens por operações de crédito. Por isso que uma política mais dura de combate à inflação pode acabar prejudicando o mais pobre, que depende do crédito para adquirir bens para a família.

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