Pesquisas internas do PT mostram Dilma em alta

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O tracking petista desta sexta-feira (17) aponta que a presidente Dilma Rousseff aparece 5 pontos a frente do adversário Aécio Neves (PSDB). O desempenho da candidata à reeleição coincide com o aumento da rejeição a Aécio, atestado tanto na última pesquisa Datafolha quanto no últimon estudo do Ibope.

De acordo com a pesquisa Datafolha, a rejeição à candidatura de Aécio cresceu quatro pontos na última semana e está em 38%. A de Dilma caiu 1 ponto, e agora a presidente é descartada por 42% do eleitorado. No Ibope, os dados são mais equilibrados: Dilma tem 36% de rejeição, ante 35% do tucano.

Na última semana, o tracking do PT registrava 2 pontos a mais para Dilma, um empate técnico com Aécio, com algumas oscilações diárias. As pesquisas Datafolha e Ibope daquela semana também apresentavam o mesmo cenário de empate, com diferença de 2 pontos para Aécio (51% a 49%, considerados os votos válidos).

Paralelamente ao aumento da rejeição de Aécio – aferido na semana em que o tucano passou a ser alvo da campanha de desconstrução encampada pelo PT – Dilma apresentou uma sensível melhora em sua avaliação de governo.

Para cientistas políticos ouvidos pelo GGN nesta quinta (16), a situação de empate, constatada até então pelas pesquisas, configura uma vitória para Dilma. Isso porque Aécio parecia surfar em uma onda azul resultante do desempenho surpreendente que teve no dia 5 de outubro, e teve, como ajuda extra, uma semana com agendas positivas – ganhou apoio político – enquanto Dilma enfrentava as denúncias na Petrobras. Ainda assim, ele não conseguiu, até o momento, abrir diferença em relação à petista. (Leia mais aqui). (Do jornal GGN)

No debate, um passo imenso rumo à vitória

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Por Fernando Brito, no Tijolaço

Para desespero dos “punhos de renda” – que acham que o debate de ontem foi “uma baixaria” (e é claro que todos gostaríamos de ter uma campanha desenvolvida no campo das idéias, apenas) –  lamento informar que Dilma Rousseff deu um passo imenso para vencer a disputa eleitoral.

Tirou Aécio Neves do papel que ele vinha buscando para proteger-se de suas fraquezas morais e administrativas: o de tadinho, vítima de agressões e evidenciou que, apesar da carinha bem escanhoada, é um homem incapaz de reagir com equilíbrio e, diante dos questionamentos (aliás, irrespondíveis) sobre fatos, foge para desculpas  formais e invoca os outros (“não ofenda os mineiros”) como biombo.

É “bonito” tratar dos problemas reais (dos outros) na base do “vossa excelência pra cá, vossa excelência pra lá”, como definiu muito bem, nos anos 60, o velho Leonel Brizola quando se  referiu ao “clube amável do Congresso”.

Mas, na vida de verdade, ninguém pode ficar “apanhando” todo o tempo sem uma reação que vá além do estritamente “racional” e, depois de muito evitar, aceite o “barraco”.

E absolutamente coberta de razão, como está Dilma.

Porque a direita brasileira, e já lá se vai mais de um ano, invocou todos os demônios e baixarias contra ela (veja como eles fogem de fazer isso com o Lula) e se lambuzaram em grosserias. Ou que nome merece mandar uma mulher, Presidenta da República  ir “tomar no cu” na abertura da Copa?

Se faltou algo no desempenho de Dilma, foi, talvez, explicitar isso numa fala daquela tipo “mãos nas cadeiras” e dizer, “bom, menino, você pediu, me chamando de tudo o que você sabe que eu não sou, de tolerante com a corrupção ou até corrupta, agora aguente”

Mas isso, como dizem os franceses vai “sans dire”, vai sem ser dito.

A construção da direita era fazer de Dilma (e fazendo de seu governo fazia dela) uma mulher abatida, incapaz de se defender e afirmar sua autoridade. Uma mulher que, ” ao ser abandonada por Lula”, não sabia se defender, reagir e tomar a ofensiva.

Lula, esperto e matreiro, soube “dar um tempo” para Dilma produzir sua própria reação e não ficar naquela de “fraquinha, protegida pelo irmão”.

Escrevam e leiam por aí como, a partir de hoje, ele vai subir o tom.

Reparem como o discurso conservador encontrou em Marina Silva e suas hipocrisia de “os melhores dos melhores” e do “poder pelo poder” o discurso xôxo que ocultava o fato objetivo de que este é um país que, malgrado toda a ilusão petista de que teria passado a ser “de todos”, tem de compreender que está dividido socialmente, como é dividido o caminho que tem à sua frente: ser, de novo, uma dócil colônia ou ser, cada vez mais, uma grande nação.

Somos civilizados, democratas e jamais houve neste país, tanta liberdade de opinião.

Exceto em um lugar que, salvo nos raros momentos de embate eleitoral, o pensamento progressista nunca tem voz: os meios de comunicação.

Aécio, tão acostumado a poder dizer, sem respostas, os seus desaforos e a tratar as mulheres como “peruas” sem voz própria, achou uma encrenca pela frente.

E como todo machão é essencialmente um covarde, vai ficar cada vez mais perdido em suas pantomimas de se dizer “agredido”.

É, para lembrar o verso de Geraldo Vandré, “a volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar”.

No olho do furacão

Por Gerson Nogueira

unnamed (76)É tempo de férias forçadas no Evandro Almeida, mas um dos mais promissores jogadores do futebol paraense, o atacante Roni, jóia surgida há dois anos nas divisões de base do Remo, está no olho de um furacão de interesses, meias verdades e muitas histórias mal contadas. De concreto, vários clubes brasileiros demonstram interesse no arisco ponteiro, mas ele sempre esteve mais perto do Atlético Mineiro.

Apesar de se desenrolarem em segredo, as negociações teriam sido interrompidas em função de impasse envolvendo representantes de Roni. Isso teria criado obstáculos tão fortes que o jogador entrou em rota de colisão com parte da diretoria azulina e tomou chá de sumiço.

O empresário nomeado por Roni para cuidar de sua carreira teria descoberto a existência de um negócio entre Remo e Atlético-MG, envolvendo o valor de R$ 450 mil pelos direitos do jogador. O dado que teria irritado o atleta e seu representante é que a transferência oficialmente seria apenas para um período de testes, fazendo com que não tivesse qualquer compensação financeira.

Fontes ligadas à diretoria asseguram que é um factoide nascido da movimentação em torno da eleição presidencial no clube, embora o interesse do clube mineiro pelo jogador seja real. O ambiente boleiro normalmente propício a intrigas vive nesta fase pré-eleitoral efervescência ainda mais aguda, vitimando reputações e criando turbulências internas.

Um dirigente confirmou à noite que o clube foi procurado por empresário bem conhecido nos meios futebolísticos locais, com proposta de R$ 450 mil para o clube e de R$ 50 mil para Roni, mas este saiu de Belém e tem evitado contato telefônico com jornalistas. No momento, a situação segue indefinida, mas é provável que o atacante já inicie 2015 longe do Baenão. Ele tem contrato até 2017 com o Remo e está com os salários em dia.

A simples existência de boato tão explosivo sobre suposta transferência põe logo a torcida em polvorosa. E o burburinho é até justificado, afinal trata-se do melhor atacante surgido no Baenão nos últimos dez anos. Até para conter a fábrica de boatos e preservar seu jogador mais valioso é aconselhável que a diretoria se pronuncie, esclarecendo fatos e desmentindo fantasias.

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Paixão bicolor vai virar filme

O centenário do Papão virou coisa de cinema. E os 35 mil torcedores que irão comparecer ao jogo de amanhã contra o Tupi-MG no estádio Mangueirão estarão automaticamente participando do filme que está sendo rodado sobre a gloriosa história do clube de Suíço.

Graças ao empenho de alguns apaixonados baluartes, como o publicitário e empresário Ricardo Gluck Paul, os 100 anos de fundação do Bicolor serão retratados em todas as cores e emoções num documentário de alto calibre, encomendado ao talento da diretora Priscila Brasil, tendo o suporte da mesma produtora do blockbuster “Tropa de Elite”.

Cenas explícitas da paixão alviceleste serão captadas pelas câmeras dentro e fora do estádio durante a partida de mata-mata da Série C. O plano da comissão do centenário do Papão é lançar o filme em grande estilo no começo de 2015, com previsão de exibição em salas de cinema.

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Como desconstruir uma história gloriosa

Nunca o Botafogo foi tão Botafogo como nesta atribulada temporada. A vocação para a tragédia, presente em todos os capítulos da existência do Alvinegro, está retratada em cores vivas neste ano. No Brasileiro, depois de começo razoável, o time entrou em parafuso a partir dos atrasos salariais e das decisões equivocadas da gestão de Maurício Assunção. Encontra-se hoje na zona da morte sob sério risco de voltar a disputar a Série B.

Até o sonho de fazer boa presença na Taça Libertadores, depois de 17 anos, ficou pelo caminho depois de tropeços em casa e uma melancólica eliminação para o San Lorenzo em Almagro.

Na Copa do Brasil, nem mesmo bons momentos, como a virada épica sobre o Ceará em Fortaleza, foram capazes de oxigenar a campanha do Botafogo. Contra o Santos nas quartas-de-final, o placar agregado registra o massacre de 8 a 2. Ontem, no Pacaembu, o último ato da tragédia veio na forma de uma goleada de 5 a 0 com requintes de crueldade. Um Santos veloz e habilidoso se impôs com facilidade a um Botafogo destroçado, apostando em jogadores decadentes e reservas desconhecidos.

A derrocada não surpreende. Ficou desenhada quando quatro titulares foram afastados no começo do mês. Assunção, num assomo de prepotência, demitiu Emerson Sheik, Edilson, Bolívar e Júlio César. Titulares que davam força e experiência a um time limitado. Sem eles, o Botafogo ficou ainda mais comum, sem inspirar o mínimo respeito aos adversários.

A partir de agora, com Assunção impune, o torcedor se limita a torcer para que o Brasileiro termine logo e sem novas humilhações.

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Um novo show de Ganso

Depois do golaço marcado por Paulo Henrique Ganso contra o Huachipato, na última quarta-feira, será difícil Dunga bater o pé e ignorar o meia-armador paraense. A atuação do paraense foi decisiva para que o São Paulo superasse o aguerrido adversário e continuasse na Copa Sul-Americana.

A boa performance de Ganso foi premiada com a jogada mais bonita da partida. Depois de receber passe cruzado da direita, o camisa 10 aparou a bola de primeira mandando fora do alcance do goleiro. A confiança para arriscar um chute de difícil execução é um atestado da excelente fase vivida pelo jogador.

Muricy Ramalho, ao analisar o show de seu meio-campista, comentou que é resultado direto de descanso. Ganso havia folgado na rodada do Brasileiro e entrou tinindo contra o Huachipato. O técnico, que atuou (bem) como jogador naquela faixa do campo, tem autoridade no assunto.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 17)

Apoio crítico ao projeto Dilma

Por Jean Wyllys

10336710_765016896879653_5959220896896477728_nAos que se infectaram, foram infectados ou se deixaram infectar pelo vírus do antipetismo, uma boa notícia: essa doença tem cura: informação associada à reflexão!
E se livrar desse vírus não implica em ser condescendente com – nem em abrir mão da necessária crítica aos – erros do governo do PT.
Livrar-se do vírus do antipetismo é apenas se permitir pensar com base em informações e concluir que entre os dois projetos de país em disputa neste segundo turno das eleições, o do PT ainda é o melhor para o Brasil porque dá continuidade a um trabalho de promoção da justiça social e de extensão da cidadania que até então não tínhamos experimentado (trabalho nem sempre bem-sucedido, devido às forças políticas conservadoras com as quais o PT teve de coligar para chegar ao governo e às quais o partido cede, muitas vezes sem a esperada e devida resistência).
O outro projeto de país – o oferecido por Aécio Neves – não prioriza a justiça social nem a extensão da cidadania, mesmo que agora, durante os debates e no intuito de conquistar os votos dos que melhoraram de vida nos governos Lula e Dilma, Aécio Neves tente enganar os menos atentos dizendo que “governará para os pobres” e “ampliará” o bolsa-família.
Ora, por que votar num candidato que promete fazer políticas que a outra candidata já faz e faz bem (e, portanto, tem muito mais chance de fazer melhor do que ele)? “Por causa da corrupção”, muitos doentes de antipetismo dirão. Mas, olha, a candidata Dilma não está pessoalmente implicada em nenhum escândalo de corrupção, ao contrário de Aécio, que responde pelo imbróglio da construção de um aeroporto com dinheiro público em terras de sua família e é acusado de nepotismo. “Ah, mas tem a Petrobras”, insistirá o doente de antipetismo. Bom, com a recente notícia de que o esquema de corrupção na Petrobras pagou propina para o PSDB enterrar a CPI que investigaria o próprio esquema de corrupção, esse “argumento” do antipetista caiu por terra (sem falar em todos escândalos de corrupção da era FHC que resultaram impunes porque naquela época todas as investigações eram impedidas de seguirem adiante – algo que hoje não acontece, já que a imprensa (majoritariamente antipetista!) se sente mais à vontade para fiscalizar o governo). Então, por tudo isso, pensem nessas e a partir dessas palavras, livrem-se do vírus do antipetismo e dêem um voto crítico em ‪#‎Dilma13‬ no dia 26 de outubro! É o melhor que podemos fazer por nós mesmos. E, depois de que ela for reeleita, tenham certeza de que eu estarei firme e forte para cobrar, dela, os resultados e para fiscalizá-la, como sempre fiz, pois continuarei fazendo oposição a ela, ciente de que meu compromisso é com a promoção do bem-estar de todas e todos! (Aliás, que fique claro: não pedi nada em troca do voto e apoio críticos a Dilma além do compromisso da candidata com cinco pontos programáticos que dizem respeito aos direitos de indígenas, pessoas com deficiências físicas e cognitivas, adeptos de religiões de matriz africana, pessoas convivendo com HIV e comunidade LGBT)

Aécio: firmeza ou covardia?

Por Rodrigo Vianna

A agressividade demonstrada por Aécio Neves durante o debate no SBT, nesta quinta-feira, pode ter espantado muitos telespectadores. Ainda mais porque o tucano não é conhecido como um político de confrontos duros na tribuna – quando do outro lado estão homens experientes na vida legislativa.

Por que, então, Aécio estava tão agressivo no embate com Dilma?

Há algumas explicações possíveis. Surpreendido pela adversária no debate anterior, na Band, Aécio quis partir logo para a ofensiva. Como se não pudesse dar tempo para a adversária respirar… Ultrapassou o limite razoável e desconheceu qualquer regra de cortesia.

O perfil pessoal de Aécio Neves pode ajudar a compreender esse comportamento exaltado – no embate direto com uma mulher.

Aécio-dedo-levantadoAécio é um rapaz que só teve facilidades na vida. Filho e neto de políticos, ganhou emprego ainda jovem como assessor parlamentar. Depois, foi nomeado para um banco público. Sempre protegido por papai e vovô. Nunca enfrentou dificuldades pra valer.

Nada parecido com a trajetória de Dilma – que viveu clandestina durante a ditadura, foi presa e torturada.

No debate, era esse o confronto: de um lado uma senhora, com mais vivência, e uma trajetória difícil. De outro, um homem maduro, mas com aparência de garotão, acostumado a ultrapassar todos os obstáculos sem que ninguém ouse confrontá-lo. Um “playboy” – como se costuma dizer.

E há mais que isso. Aécio não parece ser um homem acostumado a tratar as mulheres de igual para igual. As histórias sobre ele, nas noitadas cariocas, indicam que Aécio gosta de companhias femininas que não ameacem sua posição de centro das atenções. “Modelos”, garotas sem grande apetite por debates políticos e intelectuais: essas seriam as companhias femininas do tucano no Rio. Sempre acompanhado por outros garotões da elite carioca.

Pouco antes da campanha eleitoral, Aécio reatou relacionamento com uma namorada. Parece ter sido um relacionamento “produzido” para gerar a imagem de uma família estável. A mulher (que virou a companheira oficial dele) cumpriria o papel de “completar” a imagem pública do político: Aécio, um pai de família respeitável!

Mas quem conhece a trajetória de Aécio sabe que isso não combina muito com ele.

Se o candidato tucano mostrou contrariedade, e abusou da virulência verbal, ao lidar publicamente com uma mulher durante o debate, na vida privada o comportamento dele não parece ser tão diferente.

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Pelo menos é a indicação que fica da leitura de um texto do jornalista Juca Kfouri – publicado em 2009. Na época, Aécio disputava a indicação de candidato tucano com José Serra. Juca ficou sabendo de uma história que chocou a chamada “sociedade carioca”. O título do post: “A Covardia de Aécio”.

O jornalista revelou que Aécio teria agredido fisicamente a namorada – na frente de vários convidados – durante uma festa. Aécio jamais processou ou interpelou Kfouri judicialmente. Talvez, porque soubesse que o jornalista contava com testemunhas do ocorrido.

A história jamais foi esclarecida. Mas – se confirmada – pode ajudar a explicar o comportamento agressivo do tucano.  E indica uma personalidade algo explosiva e autoritária – por trás da fachada de garotão mineiro radicado no Rio de Janeiro.

Cordato com os homens, virulento com as mulheres que ousam desafiá-lo: esse parece ser o perfil de Aécio Neves – um político que nunca teve dificuldades nem contrariedades na vida.

É um bom perfil para quem almeja a presidência da República – num país dividido?

No primeiro turno, a imagem já se revelara – quando apontou o dedo em riste (foto acima, na abertura do post) diante de uma pergunta dura de Luciana Genro durante outro debate.

Relembremos o texto de Kfouri:

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COVARDIA DE AÉCIO NEVES

Juca Kfouri

01/11/2009 – 12:09

“Aécio Neves, o governador tucano de  Minas Gerais, que luta para ter o jogo inaugural da Copa do Mundo de 2014, em Belo Horizonte, deu um empurrão e um tapa em sua acompanhante no domingo passado, numa festa da Calvin Klein, no Hotel Fasano, no Rio.

Depois do incidente, segundo diversas testemunhas, cada um foi para um lado, diante do constrangimento geral.

A imprensa brasileira não pode repetir com nenhum candidato a candidato a presidência da República a cortina de silêncio que cercou Fernando Collor, embora seus hábitos fossem conhecidos.

Nota: Às 15h18, o blog recebeu nota da assessoria de imprensa do governo mineiro desmentindo a informação e a considerando caluniosa.

O blog a mantém inalterada.”

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No Blog da Cidadania, Eduardo Guimarães mostrou que há outras referências na imprensa sobre o mesmo episódio narrado por Juca Kfouri. Guimarães faz a pergunta: por que Aécio nunca processou Juca?

Clique aqui para ir ao Blog da Cidadania e conhecer mais detalhes.