“Entrei, depois, escondido, no carro de um delegado. Havia poças de sangue nas galerias. O sangue chegava na canela. Parecia uma enchente”.
De Osvaldo Negrini Neto, perito criminal que esteve no presídio do Carandiru minutos após o massacre de 111 detentos pela Polícia Militar de São Paulo, em 1992.