“Não gostaria que meus filhos e netos (e todos os filhos e netos do Brasil) se deparassem com espetáculos tão degradantes, como ver milhares de toras de madeira de lei, incluindo o mogno, ameaçado de ser extinto nas florestas nativas amazônicas, nas quais era abundante, sendo arrastadas em jangadas pelos rios por piratas fundiários…”
De Lúcio Flávio Pinto, jornalista, a respeito da escalada de agressões à floresta.
Legado maldito que infelizmente deixaremos (parece) para os nossos descendentes. Infelizmente, os governos se sucedem
em anos suficientes pora eliminar essa tragédia e nada fazem.
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Se o Sr. Tavernard Neves permite, repito aqui todas as suas palavras.
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