O Troféu Camisa 13 festeja 20 anos em 2012 e lançou, entre outras novidades, um bate-bola especial. São exposições, palestras e debates com profissionais ligados ao esporte, em especial ao futebol, para discutir assuntos de interesse da comunidade envolvida. Na próxima terça, 14/02, no auditório do DIÁRIO DO PARÁ, acontece o primeiro Bate Bola, cujo tema abordado será ”Jornalismo Esportivo”. Foram escolhidos três profissionais para bater essa bola com a platéia: Gerson Nogueira (mídia impressa e digital), Guilherme Guerreiro (mídia TV) e Carlos Castilho (mídia rádio).
O evento é aberto aos profissionais que atuam nas redações, estudantes de comunicação, dirigentes, atletas, árbitros, profissionais de educação física, marketing esportivo e outros interessados pelo assunto. Outros dois eventos do gênero acontecerão até o final do Parazão, abordando temas como: Estatuto do Torcedor e Medicina Esportiva. Os eventos serão sempre no final da tarde, começando às 18h, com credenciamento na entrada.
No último fim de semana, o coordenador do Troféu Camisa 13, Gandur Zaire Filho, visitou Santarém e participou de eventos de divulgação da promoção mais antiga e democrática do esporte paraense. Guilherme Guerreiro, Paulo Caxiado e Paulo Sérgio Pinto também prestigiaram a instalação de urnas do Troféu Camisa 13 na área central de Santarém. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)


Bom, pelo menos os três são gabaritados para falar sobre Futebol. Bela iniciativa.
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Aí Gerson arruma uns 3 kits desse com o Zaire e sorteia entre os participantes que acertarem quem será o campeão do 1° turno.
Duvido que o Zaire se furte em ajudá-lo.
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Sem desmerecer o tópico sobre o grande Zaire Filho e o troféu C-13 repasso aqui essa notícia que li no concorrente.Mas como falar em troféu remete à conquistas aqui vai mais uma vez o trem expresso que o Papão perdeu por falta de dirigentes preparados no futebol paraense:
Paysandu é recordista na Libertadores
Com sete títulos, em 19 participações, 291 jogos, o Independiente (Argentina) é o maior campeão da Libertadores, mas a média de aproveitamento é de 56%. O São Paulo é o clube brasileiro mais expressivo na história da Libertadores com 15 participações, três títulos, 149 jogos. Mas com 60% de aproveitamento. O Paysandu disputou a competição apenas uma vez, fez oito jogos, mas venceu cinco, empatou dois e perdeu apenas um. A conquista de 71% dos pontos que disputou dá ao clube paraense um aproveitamento recorde entre os 186 clubes, de 11 países, da história da copa continental. Os dados foram publicados pelo Jornal Estado de São Paulo, edição da última quarta-feira, sob o título Países e times mais fortes na Libertadores.
A fabulosa campanha na Libertadores (2003) rendeu ao Papão prestígio internacional e mais de R$ 3,3 milhões. Foram R$ 1.841.565,00 nas bilheterias, em quatro jogos, com 147.346 pagantes, e mais US$ 505 mil de cotas, da Confederação Sul-Americana. Na época o dólar valia 3 reais. O apogeu apareceu no ranking mundial de clubes do mês de outubro de 2003, da IFFHS, credenciada pela FIFA, com o Papão em 39º lugar. Da proeza bicolor, no entanto, só restou a história. O clube não capitalizou nada do que conquistou.
Oito anos e meio depois, o clube tem a mesma carência de estrutura e patina na 3ª divisão nacional, com as mazelas de sempre.
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