Sob o comando de Luiz Carlos Apeú, o Castanhal se prepara para a estreia no campeonato, neste domingo, diante do Paissandu, no estádio da Curuzu. O time será praticamente o mesmo da primeira fase, tendo como destaques os meio-campistas Flamel e Soares e o atacante Branco. Nos bastidores, o Japiim também se movimenta visando evitar surpresas desagradáveis nas arbitragens. Através de seus dirigentes, o clube informou à FPF que não gostaria de ter os árbitros Domingos de Jesus Viana e Andrei da Silva e Silva apitando seus jogos no campeonato.
Mês: janeiro 2011
E o maior estádio do mundo já não existe
As imagens são impactantes, chocam os mais saudosistas. O site da Fifa divulgou nesta terça-feira fotos do Maracanã em obras. O estádio que já foi o maior do mundo passa por reforças visando à Copa de 2014. As fotografias estampam o cenário de um estádio parcialmente destruído pela ação das máquinas. O novo Maraca deve ficar pronto no final de 2013.
RPM fecha acordo para voltar aos palcos
Com mais de 3 milhões de discos vendidos na carreira, a volta do RPM em 2011 é aguardada por fãs do grupo, que nos anos 80 deixava milhares de jovens histéricas em shows e aparições em público. Drogas e brigas acabaram com a banda, que ensaiou um retorno há três anos, sem maior sucesso. Agora, Paulo Ricardo (vocal), Fernando Deluqui (guitarra), Luiz Schiavon (teclados) e Paulo P.A. Pagni (bateria) fecharam contrato com a agência Produtora e vão embolsar R$ 1 milhão de adiantamento, que inclui marketing, produção e cachê. Os ensaios da banda já foram iniciados. (Com informações de Vivi Mascaro)
Capa do DIÁRIO, edição de quarta-feira, 19
Sandro reúne com LOP e decide ficar
Uma reunião realizada na tarde desta terça-feira sacramentou a permanência do volante Sandro no Paissandu. O jogador, muito criticado pela torcida depois da eliminação na Série C 2010, conversou com o presidente Luiz Omar Pinheiro e acertou as bases para continuar no clube. Logo depois da derrota frente ao Salgueiro (PE) na Curuzu, LOP culpou alguns jogadores pelo fracasso, afirmando que só “pensavam em dinheiro”. Sandro foi apontado como pivô de uma crise às vésperas do jogo e, desde então, seu papel de capitão e líder da equipe passou a ser questionado no clube. A suposta renovação de seu contrato por um ano, ganhando R$ 50 mil mensais, também repercutiu mal junto aos torcedores. Ocorre que, mesmo depois da reunião, o jogador se recusa a dar declarações sobre o ocorrido na Série C.
Coluna: Talento nunca é demais
Não esperava grande coisa da estréia do Brasil no Sul-Americano disputado no Peru. A seleção treinada por Ney Franco conta com bons valores, mas não fez uma fase preparatória de encher as medidas. A expectativa maior era quanto a Neymar, grande estrela da equipe e principal promessa de craque da nova geração. E o jovem santista fez sua parte com requintes de talento. Se ainda havia dúvida quanto ao seu potencial decisivo, ela caiu por terra anteontem à noite.
Em duas jogadas, logo no começo, apresentou logo o cartão de visitas. Deixou claro que não tomaria conhecimento dos marcadores. Agia com desenvoltura, como se estivesse em plena Vila Belmiro. Com a camisa 7 que foi de Garrincha um dia, partia para cima dos paraguaios, aplicando fintas e exibindo sua excepcional habilidade.
Como os dribles se repetiam e os zagueiros já demonstravam irritação, o comentarista da TV dedicava-se a criticar Neymar, atacando o “excesso de individualismo” e a tendência a ignorar os companheiros. Ora, Neymar agia com sabedoria: seus parceiros, sem exceção, estão um degrau abaixo e não dialogam com ele, nem podem.
Ante essa solidão, fazia o que cabe a um jogador diferenciado. Concentrava as jogadas e atraía a marcação de até quatro adversários, abrindo espaço para os homens de meio-campo. Importante: acostumado a apanhar desde sempre, o moleque enfrentava as pancadas com destemor e sem tirar aquele sorriso debochado do rosto. Aí, então, os gols foram brotando naturalmente. Com impressionante velocidade e boa dose de equilíbrio para sobreviver aos pontapés, foi dominando um jogo que a Seleção não demonstrava, coletivamente, condições de vencer.
O primeiro gol foi comum, de pênalti, mas os demais levaram a inconfundível marca do craque. O último, em especial, foi pura obra de arte, que só os realmente bons de bola são capazes de assinar. Quase com despretensão, apareceu livre pelo lado esquerdo da área e encobriu com um leve toque o goleiro que tentava fechar o ângulo.
Depois do show, restou sentir pena do pobre comentarista, para quem o excesso faz mal. Garrincha, Canhoteiro, Joãozinho, Rivelino, Maradona e Messi desmentem essa teoria cartesiana que só se aplica aos normais.
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O sempre vigilante Jaciel Paes expõe, em mensagem à coluna, sua apreensão com as dívidas trabalhistas do Paissandu e com a política de trazer uma legião de veteranos. “O campeonato paraense está resumido ao Re-Pa. Ou seja, quem perder vai dispensar meio time, inclusive o técnico, e aí a dívida trabalhista aumenta”, justifica. Em primeira instância, o Paissandu tem 30 processos em plena execução, informa. Dois casos ilustram bem as preocupações de Jaciel. Para o dia 1º de fevereiro, está marcada a audiência na 5ª Vara do Trabalho de Belém entre o clube e o jogador Balão, que pleiteia R$ 492.351,23 de indenização. No dia 22, na 3ª Vara, acontece a audiência de Carlos Montoril Del Castilho (professor de basquete), que reclama R$ 94.554,52.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 19)
Capa do Bola, edição de quarta-feira, 19
Atorres lança coletânea de charges
A programação foi perfeita, reunindo fãs ilustres, anônimos, companheiros de trabalho e autoridades. Tudo em torno da noite de autógrafos do livro “Antes Charge do que Nunca”, do cartunista Arnaldo Torres, o Atorres, nosso companheiro de DIÁRIO e um dos craques do traço de humor no Brasil. O evento aconteceu na noite desta terça-feira, no Palácio Antonio Lemos, sede da Prefeitura de Belém. A obra é a primeira compilação das charges publicadas por Atorres nas páginas do DIÁRIO ao longo dos últimos 15 anos. Ao todo, são 102 trabalhos, abordando todo tipo de tema – política, esportes, artes, comportamento etc. Sempre com a leitura certeira dos acontecimentos, a partir de sua conhecida verve.
A pedidos, Atorres já planeja fazer uma segunda noite de autógrafos, desta feita em ambiente menos sisudo, provavelmente um bar. Em breve, o blog informará data e local. (Fotos: ROGÉRIO UCHOA/DIÁRIO)
Som na madrugada – Marina Lima, O Chamado
Caso Caramelo, uma barrigada canina
Do Comunique-se
A imprensa brasileira conseguiu comover a muitos com a história do cão Caramelo, que supostamente guardava o túmulo da dona após ela ter sido soterrada pelos deslizamentos de terra que atingiram a região Serrana do Rio de Janeiro na última semana. A história foi noticiada pelo G1, UOL, Folha.com, R7, Extra e virou até charge de Chico Caruso no jornal O Globo, entre outros. No entanto, segundo o Diário de Teresópolis, a história, repercutida até pela imprensa portuguesa, não passou de uma grande confusão.
De acordo com a reportagem, Caramelo realmente existe e perdeu seus donos na tragédia, mas não era ele que aparecia ao lado de um túmulo e sim, John, o cachorro de Rodolfo Júnior, voluntário que trabalha no cemitério Carlinda Berlim.
“Isso é coisa de repórter que precisava chegar com uma história diferente para apresentar ao chefe… o John é meu há mais de um ano quando fiquei com ele pra mim! O antigo dono foi para o Rio e deixou ele por aí… ele chamava o cachorrinho de Leão, mas eu prefiro John… ele tem cara de John, afirmou Junior ao Diário de Teresópolis, que enfatizou que seu cachorro é dócil e o segue por todos os lugares, por isso estava ao seu lado, enquanto trabalhava. “No dia em que o rapaz tirou a foto dele eu estava trabalhando nas covas e ele ao meu lado como sempre… e aí depois veio essa maluquice toda”.
Não se sabe se a confusão começou após as fotos de John terem sido divulgadas pela agência AFP como as de Caramelo, ou se pela semelhança dos dois cachorros. Mas o caso irritou o administrador do cemitério, Márcio de Souza. “É lamentável que tal fato seja utilizado para causar comoção aos leitores! Fui contatado horas antes da notícia ser levada ao ar por um repórter e fui claro ao dizer que o cão da foto ao lado do túmulo é de propriedade de um de nossos voluntários que no momento faziam sepultamentos naquele local, logo não tem nada a ver com o cão adotado, disse.

As notícias sobre o cão “fiel” não paravam por aí. Esta semana vários portais divulgaram que o cachorro, que supostamente guardava o túmulo da dona, foi adotado por uma família da capital carioca, mas depois fugiu. Caramelo foi adotado e desapareceu, mas não era ele que aparecia na foto ao lado do túmulo. “Houve uma confusão que não se sabe onde começou”, afirma Anderson Duarte, autor da reportagem do Diário de Teresópolis.
Tuna se reforça para o Parazão
Os atacantes Adriano Miranda, que não ficou no Paissandu, e Felipe Mamão devem firmar contrato com a Tuna para a disputa do Parazão. O meia Jaime, que defendeu o Águia na Série C, e o volante Pitbull também devem reforçar a Águia do Souza.








