
Tiembla Maradona. Grita, llora, se estremece. Le tiende los brazos a Mancuso, palmea a Lemme, se funde en un abrazo interminable con Bilardo, ese Bilardo que presenció el parto desde el túnel, encapuchado como un monje, como un gurú. No tiene voz, casi, Maradona, pero con el hilo que le queda, putea y se descarga. “Que la chupen ahora, que la chupen y la sigan chupando”. Está descontrolado, un Maradona auténtico que goza porque su equipo, a veces incluso a pesar de algunas decisiones suyas, ya está en Sudáfrica.
Lemme lo persigue en su carrera loca hacia ningún lugar y le da letra a la fiera desatada, embravecida, fuera de sí: “Dejalos que hablen giladas, que hablen giladas ahora, Diego”, le dice. Maradona lo ignora. Está encerrado en sus lágrimas y en las de Bilardo, cuando advierte que el grupo de jugadores festeja bastante más allá, en el centro del área que Romero supo defender hasta el pitazo final de Carlitos Yellow, un fenómeno de árbitro (para la Argentina; el mismísimo diablo para los uruguayos), un personaje histriónico que hizo todo lo posible por alejarse de cualquier conflicto. (Trecho inicial da matéria de capa do Olé)
O Olé pegou pesado, rs…em meu ponto de vista..e sobre jornais, segue noticia dos EUA:
O The Wall Street Journal ultrapassou o USA Today em circulação paga, e se tornou o maior jornal dos Estados Unidos. Agora, são 2,02 milhões de exemplares do jornal especializado em economia, contra 1,88 milhões do concorrente.
Segundo o jornal de negócios, os dados do Audit Bureau of Circulations, apontaram a média de 2,02 milhões de cópias nos seis meses encerrados em setembro, um pequeno acréscimo diante dos 2,01 milhões de 2008. Por outro lado, o Usa Today informou à publicação Editor&Publisher na semana passada que teve uma circulação paga de 1,88 milhões, uma queda significativa diante dos 2,3 milhões do ano passado. O USA Today manteve a liderança por uma década.
O Wall Street Journal já questionava anteriormente o valor de cópias de edições do USA Today que eram entregues a hóspedes de hotéis, sem qualquer custo, mas que eram consideradas de circulação paga pelas regras do Audit Bureau of Circulations. A queda no número de hóspedes por causa da crise influenciou diretamente na queda do USA Today. Em 26 de outubro o bureau divulga o ranking completo.
Com Advertising Age.
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