Confirmada a inclusão de novas categorias no programa Renda Pará R$ 500

O governador Helder Barbalho anunciou nova ampliação do programa Renda Pará, que concede auxílio a trabalhadores autônomos durante a pandemia. Taxistas, mototaxistas, motoristas de van, do transporte escolar e de aplicativo serão beneficiados com parcela única de R$ 500,00, a partir do mês de junho. A iniciativa faz parte das ações do governo para garantir renda à população paraense mais vulnerável.

“Enquanto o Estado garante que o plano de vacinação seja cumprido, outras ações emergenciais são propostas. O pacote econômico de R$ 500 milhões para programas de transferência de renda, mantém as atividades básicas, como o consumo de alimentos, a compra de insumos. Agora, temos a liberação de pagamento do Renda Pará R$ 500 para mais categorias de trabalhadores autônomos, como os motoristas. Isso demonstra o compromisso do governador com a população do nosso Estado nesse momento tão difícil que a sociedade vive por conta da pandemia”, explica Inocencio Gasparim, titular da Secretaria de Estado de Assistência Social Trabalho Emprego e Renda (Seaster).

Segundo o presidente do Banpará, Braselino Assunção, em breve, será anunciado um novo calendário de pagamentos pela instituição financeira que será amplamente divulgado nas agências e plataformas oficiais do governo.

Sindicato dos Jornalistas promove ação solidária com exposição fotográfica virtual

União e solidariedade marcam o projeto de exposição fotográfica “Pará Ver-O Peso Que Uma Imagem Tem”, organizado pelo grupo de trabalho de Combate à Covid-19  do Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará (Sinjor-PA). Com o objetivo de angariar recursos em prol dos profissionais da imprensa durante o período de pandemia, a exposição virtual vai até 19 de agosto e conta 127 obras de 55 fotógrafos e fotógrafas. 

Segundo o presidente do Sinjor, Vito Gemaque, o objetivo é auxiliar os jornalistas com remédios, alimentos, pagamento de despesas médicas e distribuição de equipamentos de proteção individual (EPI). “Além disso, a ação pretende criar um sentimento de pertencimento de classe aos jornalistas. Tanto aqueles que foram voluntários construindo o site e a comunicação do projeto, os fotógrafos que cederam seus direitos autorais, os compradores, e aqueles que serão beneficiados com a iniciativa. Começamos a construir através de laços solidários uma consciência de classe entre os jornalistas”, explica. 

Fundo Solidário

Vito Gemaque explica que a exposição também contribui com fotojornalistas que tiveram o seu trabalho impactado economicamente pela pandemia. Cada um dos participantes pode escolher se o percentual que será doado será de 50% ou 100% de doação ao fundo.

Para acessar a exposição virtual: http://www.opesodaimagem.com.br

Participam da exposição os fotógrafos: Alessandra Serrão, Ana Catarina Peixoto de Brito, Bárbara Freire, Bob Menezes, Carlos Borges, Cezar Magalhães, Cláudia Leão, Cláudio Pinheiro, Cristino Martins, David Alves, Dirceu Maués, Eduardo Kalif, Elza Lima, Eunice Pinto, Fernando Nobre, Fernando Sette, Flávia Mutran, Ely Pamplona, Isabel Abreu, Iza Girard, João Ramid, Klewerson Lima da Silva, Kleyton Silva, Leonilda Fernandes, Lucivaldo Sena, Luís Celso Borges, Marcelo Kalif, Marcelo Seabra, Marcílio Costa, Marco Santos, Maria Christina, Mariano Klautau Filho, Mauro Fernandes, Michel Pinho, Nailana Thielly, Octavio Cardoso, Osmarino Souza, Oswaldo Forte, Paula Sampaio, Paulo Amorim, Paulo Santos, Paulo Souza, Pedro Cunha, Renato Chalu, Ricardo Lima, Sandro Barbosa, Shirley Penafort, Sidney Oliveira, Tamara Saré, Thiago Azevedo, Uchoa Silva, Úrsula Bahia, Wagner Santana e Walda Marques.
 

O passado é uma parada

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Garrincha comemora gol de empate aos 33 minutos do segundo tempo. Flamengo 1 a 1 Botafogo, no Maracanã, pelo Carioca de 1953.

Manchete, edição de 07/11/1953.

Remo encaminha compra do CT do Carajás, mas negociação ainda não foi concluída

Centro de Treinamento do Carajás. Espaço deve ser comprado pelo Remo — Foto: Reprodução/Google Maps

“Ainda não fechamos. Estamos em negociação. Expus no conselho (Condel) os termos da negociação”. Palavras do presidente Fábio Bentes, em conversa telefônica com o blog a respeito das especulações sobre a compra da área do Carajás para construção do Centro de Treinamento do Remo.

As conversas evoluíram bastante, os valores estão sendo avaliados, bem como a forma de pagamento. Apesar de não depender do aval do Conselho Deliberativo do clube para a compra, o presidente não fechará o negócio sem a anuência dos conselheiros.

No momento, a possibilidade de concretização do negócio é bem expressiva, mas o martelo ainda não foi batido. Antes de se definir pela proposta do Carajás, a diretoria remista avaliou cerca de dez outras opções dentro da Região Metropolitana de Belém. As instalações do Carajás foram consideradas mais adequadas ao projeto de CT do Leão.

A área do Carajás tem três campos de futebol, incluindo o estádio com capacidade para 800 torcedores. Dispõe de vestiários, alojamento e refeitório, além de extensa área verde preservada, onde pelo menos mais três campos podem ser construídos. O terreno tem área total de 98 mil metros quadrados, com espaço para criação de uma marina.

Há uma picaretagem linguística no futebol – em alta!

Por Lenio Streck, no jornal O Sul

Em várias colunas aqui em O SUL e em outros textos alertei para a Novilingua que se forjou em diversas áreas. Começar virou “estartar”. Incremetar é “dar um up”. Bom, Orwell já denunciou isso em seu 1984, em que o regime trocou as palavras para dizer as mesmas coisas, como “Ministério da Guerra” virou “Ministério do Amor”. Todo os dias se vê essa novilíngua.

Agora o grande Rui Castro, em artigo na Folha de São Paulo, mostra como isso chegou ao futebol. Narradores, comentaristas, treinadores agora falam o “novilinguês”.

Assim: jogador ou time, ninguém mais joga bem —“faz bom jogo”. Alguém que desarma um adversário e parte para o ataque é porque “teve uma leitura adequada” do lance. Times ofensivos agora são “propositivos”. Já os que se fecham e jogam no contra-ataque são “reativos”. E, outro dia, um comentarista disse na TV que tal sistema de jogo “demandava percepção cognitiva” —e ninguém na mesa riu.

Mais: Estamos diante de uma nova cepa (epa!) do pedantês arcaico, o titês, criado pelo treinador Tite, da seleção. Nele, os antigos e velozes pontinhas dribladores tornaram-se os “extremos desequilibrantes”. O vulgar “dar conta do recado” foi promovido a “performar”. E os estudiosos conseguiram traduzir um tijolo em que se lia “sinapse no último terço”, mas não sabem o que significa. Os infelizes comandados pelo citado Tite também não.

O futebol, na verdade, apenas reflete uma novilíngua geral no Brasil, em que palavras ainda perfeitamente válidas estão sendo canceladas e substituídas por outras aprendidas de ouvido na internet. A velha e confiável “eficiência”, por exemplo, deu lugar a “efetividade”. Ninguém mais é “forte” ou “resistente”, mas “resiliente”. O lindo e sensual “atraente” foi chutado do léxico pelo “atrativo”. E “audiência” deixou de ser aquilo que se media para saber quem estava na escuta, tragada pelo inglês “audience”, que significa “plateia, acrescenta o jornalista carioca.

E conclui Rui: quando se faz algo exato, delicado, no detalhe, diz-se que foi “cirúrgico” —como se uma cirurgia, qualquer uma, não fosse um banho de sangue. E nunca se usou tanto a palavra “empatia”. Logo hoje, em que ela está mais em falta do que nunca.

Nada tenho a acrescentar. Absolutamente genial. É o drible da vaca na língua.

Logo, drible da vaca será “o atleta induziu o adversário em erro, simulando a ultrapassem por um lado e a esfera de couro pelo outro”.

Cruzamento para a área será “levantamento estratégico, com pequena elevação, sobre a área próxima à goleira do adversário”.

Goleiro defendendo será “o protetor das três balizas, com esmero, evita a tentativa de introdução da bola. E fê-lo mediante impulsão em sentido horizontal na direção de seu lado esquerdo”.

O narrador passa a ser chamado de “ator encarregado de explicitar as particularidades do espetáculo ludopédico”.

Já o comentarista será chamado de “analista de conjuntura do game, especialista em prognoses decorrentes de sua capacidade de cognoscibilidade empíricista”.

Bah!

Leão apresenta mais dois reforços para a Série B

Mais dois reforços foram anunciados pelo Remo para o restante da temporada 2021. Trata-se do lateral-esquerdo Igor Fernandes e do volante Arthur. Os dois assinaram vínculo até o final do ano. Igor Fernandes tem 28 anos e é natural de São Paulo. Revelado pelo Corinthians, começou como profissional pelo Flamengo-SP, mas retornou em 2013 para o Timão, onde disputou 21 partidas na temporada. Depois passou por Sport Linense, Tigres do Brasil, Grêmio Novorizontino, RB Brasil, ABC-RN, Avaí e CSA, antes de chegar à Ferroviária para disputar o Paulistão deste ano.

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O volante Arthur tem 29 anos e se destacou na campanha da Tuna no Campeonato Paraense. Foram 12 jogos no estadual, todos como titular. Nascido no Rio de Janeiro, o volante tem passagens por times como Juventus-SP, Grêmio Barueri, Paulista, Ferroviária-SP, Iporá-GO, Matonense-SP, Serrano-RJ e Mixto.

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Igor vem para revezar com Marlon na lateral esquerda e Arthur entra na vaga que era de Laílson, recentemente emprestado pelo Remo. A diretoria continua em busca de um camisa 10.