Homem se imuniza e exibe banner em “homenagem” a Bolsonaro

Mais um brasileiro expressou revolta com o presidente Jair Bolsonaro no momento de receber a vacina contra a Covid-19. Gilmar Trento, morador de Cascavel (PR), recebeu a dose do imunizante no último dia 9 de junho e, logo após a aplicação da vacina, exibiu um banner em que associa Bolsonaro à morte de sua irmã.

“Se esse vagabundo tivesse comprado a vacina, minha irmã Alzira Trento não teria morrido. Fora, Bolsonaro”, diz o banner erguido pelo homem.

Após se vacinar, Trento ainda desabafou com um vídeo postado em seu Facebook. “Hoje chegou o dia de tomar a minha vacina, pensei que ia chegar no posto e tomar a vacina feliz. Mas fiquei triste. Fiquei triste porque lembrei que quase 500 mil pessoas não puderam tomar a vacina. Não tomaram porque o presidente não comprou. Demorou 4 meses para comprar a vacina e muitas vidas foram embora. Entre elas, minha irmã. Minha irmã morreu esperando a vacina. Por isso eu grito forte, grito alto: Fora, Bolsonaro!”, exclamou.

Clubes da Série A querem fundar liga para organizar o Campeonato Brasileiro

Os clubes da Série A levaram para a CBF um do documento assinado por todos em que chegam a acordo para fundar uma liga para organizar o Brasileiro. A informação foi confirmada por dois dos clubes. Assinaram 19 dos 20 times da Série A. A informação foi publicada anteriormente no “GE” e confirmada pelo UOL. A queda do presidente da CBF, Rogério Caboclo, asfaltado por uma acusação de assédio sexual a uma funcionária levou os clubes a iniciarem um movimento para ocuparem espaços de poder. Houve uma reunião entre os presidentes de clubes prévia a um encontro na CBF.

Neste encontro, foi acordado pelos 19 clubes que fundariam uma liga. Só não assinou o documento o Sport. Além disso, outra pauta é a reivindicação de que os clubes tenham maior participação na eleição da CBF, já que atualmente seus votos têm peso menor do que as federações.

Copa América já contabiliza 52 casos de covid-19

A seleção boliviana, nesta segunda-feira, em Goiânia, durante sua estreia contra o Paraguai.

A Copa América acumula cada vez mais casos de covid-19. O Ministério da Saúde do Brasil anunciou na noite desta segunda-feira que detectou até agora 41 casos de coronavírus entre jogadores, membros das delegações e funcionários que trabalham diretamente com a organização. Nesta terça-feira a cifra aumentou para 52, sendo 33 casos de jogadores 19 são de pessoas ligadas à organização do torneio.

Até o momento foram descobertos casos de coronavírus nas delegações da Venezuela, Colômbia, Bolívia e Peru. Os casos foram confirmados nas cidades de Brasília e no Rio de Janeiro. Todos foram isolados em um hotel, segundo o comunicado. A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), porém, não se manifestou sobre os contágios.

Justiça manda UFPA reintegrar e indenizar professor exonerado durante estágio probatório

A Justiça Federal determinou, nesta terça-feira (15), que a Universidade Federal do Pará (UFPA) reintegre aos seus quadros um professor que foi exonerado ainda na fase de estágio probatório. A instituição também terá que pagar ao docente todos os valores não pagos a partir de sua exoneração até a data do seu retorno, além de indenização por danos morais de R$ 35 mil.

A sentença, assinada pelo juiz federal Henrique Jorge Dantas da Cruz, da 1ª Vara, obriga ainda a UFPA a formar uma nova comissão para avaliação do estágio probatório do professor, sem a participação dos integrantes que participaram de avalição anterior. Da decisão ainda cabe recurso ao Tribunal Regional da 1ª Região, em Brasília (DF).

Na ação, o autor apresenta, entre outros argumentos para pedir sua reintegração, o de que um dos integrantes da comissão não poderia ter participado da sua avaliação, por ter integrado comissão anterior, não obstante a UFPA ter tentado dar aparência de que ele esteve afastado.

O professor alegou também que, para aferir sua assiduidade ao trabalho, a comissão baseou-se em mecanismo sem qualquer validade legal. Sustentou ainda que a comissão se utilizou de fatos ocorridos em períodos não correspondentes ao período em que ele foi avaliado, com o propósito de prejudicar sua conceituação.

A sentença considera que a primeira nulidade no processo de avaliação do estágio probatório consiste no desrespeito à decisão do Conselho Superior de Administração (Consad) da UFPA, ao determinar que o segundo relatório fosse produzido por uma comissão diferente da comissão que confeccionara o primeiro.