Papão atropela a Águia e conquista o bicampeonato paraense

A decisão do Campeonato Paraense 2021 teve contornos de emoção até os instantes finais. A Tuna, que tinha vantagem de dois gols, abriu o placar logo no começo, ampliando ainda mais a diferença. Ainda no primeiro tempo, o PSC chegou ao empate com Igor Goularte e viu sua situação melhorar com a expulsão do tunante Neto. Para o segundo tempo, o PSC voltou com todo gás, empenhado em garantir a vitória e brigar pelo título.

Com determinação, jogando melhor e bem distribuído em campo, o time fez sua melhor partida na competição, compensando os problemas demonstrados ao longo da campanha. Gabriel Barbosa entrou na segunda etapa e mudou a história do jogo. Marcou três gols, garantindo o título alviceleste, contando com a preciosa colaboração da defesa tunante.

Para dar tintas mais dramáticas, já nos acréscimos, Léo Rosa desperdiçou um pênalti cometido por Perema, quando a Tuna já atuava com nove jogadores – Lukinha foi expulso por agressão a adversário. O lateral cruzmaltino cobrou do mesmo jeito que havia batido contra o Remo nas semifinais, mandando por cima da trave. O jogo terminou e o Papão fez a festa na Curuzu com a conquista do bicampeonato e de seu 49º título estadual.

Sespa investiga dois casos suspeitos de variante indiana da Covid

A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) investiga dois casos suspeitos de pacientes com Covid-19 que teriam sido infectados pela cepa indiana da doença. Os casos foram divulgados na noite deste sábado (22).

Os dois pacientes estão em isolamento, sendo monitorados por equipes médicas. As amostras de ambos foram encaminhadas para sequenciamento no Instituto Evandro Chagas.

Segundo a Sespa, os dois pacientes estiveram em Porto de Itaqui, no litoral maranhense, antes de testarem positivo para a Covid-19.

Um tripulante de um navio indiano atracado no litoral maranhense está internado em um hospital privado. Foi o primeiro caso detectado da cepa indiana no Brasil. O homem teve piora no estado de saúde e foi intubado neste sábado.

De acordo com o secretário de Saúde do Estado, Carlos Lula, seis amostras analisadas pelo Instituto Evandro Chagas confirmaram a nova cepa em pacientes a bordo do navio MV Shandong da ZHI.

Decadência chega mais rápido para Neymar do que para Messi e CR7


Por Rafael Reis

Produtividade de Neymar caiu pela metade nos últimos 5 anos - AFP

Neymar é cinco anos mais novo que Lionel Messi e sete que Cristiano Ronaldo. Graças a essa diferença de idade, o brasileiro acreditava que os maiores astros do futebol do século 21 perderiam fôlego antes que ele e permitiriam sua ascensão ao posto de maior nome da modalidade. Só que o tempo parece passar mais depressa para o camisa 10 do Paris Saint-Germain do que para o astro argentino ou para a estrela portuguesa.

A menos que produza pelo menos três gols (marcados por ele mesmo ou nascido dos seus passes) na última partida do Campeonato Francês, contra o Brest, amanhã, Neymar irá terminar sua quinta temporada consecutiva com menos jogadas de gol do que no ano anterior.

Em 2020/21, o meia-atacante brasileiro provocou 28 movimentações de placar (17 gols e 11 assistências) em partidas PSG nas mais variadas competições, três a menos do que na temporada anterior.

Na comparação com 2015/16, o ano mais produtivo de Neymar na Europa, a diferença é enorme. Na ocasião, o ainda jogador do Barcelona meteu 31 bolas nas redes e deu 25 passes para companheiros marcarem. Ou seja, criou 56 gols. Isso significa que, em um período de apenas cinco anos (dos 24 aos 29), o principal jogador brasileiro de sua geração perdeu 50% da sua produtividade em campo.

Messi e CR7, já trintões e provavelmente vivendo a reta final de suas carreiras nos gramados, não tiveram decadência acentuada. Entre 2016 e 2021, os gols gerados pelo argentino diminuíram 20% e os com assinatura do português, 39%.

O maior vilão desse declínio acentuado vivido por Neymar é sua dificuldade para ser escalado. Problemas físicos e suspensões o tiraram de 26 partidas da atual temporada.

Lá em 2015/16, quando o corpo ainda não dava tantos sinais de cansaço e os cartões eram bem mais raros do que agora, ele só não foi aproveitado em 13 oportunidades.

O PSG não depende mais apenas das suas forças para conquistar pelo quarto ano consecutivo o título francês. A equipe entra na última rodada com 79 pontos, um a menos que o Lille, líder da competição.

Por isso, mesmo que derrotem o Brest, os parisienses terão de torcer para que o Lille não passe de um empate contra o Angers. As duas partidas serão disputadas simultaneamente, a partir das 16h de amanhã.

Desde que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao governo do Qatar e se tornou um dos novos ricos do futebol europeu, o PSG só não venceu duas edições do campeonato nacional.

Em 2011/12, primeiro ano da parceria, ficou a três pontos do Montpellier e foi vice-campeão. Já em 2016/17, não aguentou o surgimento de Kylian Mbappé e perdeu a corrida pelo título para o Monaco.

Papão vai lançar uniforme I em homenagem à conquista de 2001

Imagens da camisa I do Paysandu já havia sido vazada nas redes sociais — Foto: Reprodução

O PSC lança na próxima terça-feira, dia 25, a camisa número 1 da temporada de 2021. O novo uniforme presta homenagem ao título da Série B de 2001 e faz parte da coleção “Constelação”. O evento será na sede social do clube, a partir das 19h. A assessoria de comunicação convocou a imprensa para uma reunião informal antes do lançamento.

As camisas de treino e concentração vieram primeiro. Em março, foi a vez do uniforme número II, que homenageia o título da Segundona de 1991 e vem sendo utilizada pela equipe na temporada, assim como a Negra 1914, da coleção Origens, de 2020.

No fim de fevereiro, imagens dos novos uniformes já circulavam nas redes sociais. Os lançamentos em dois momentos diferentes estavam programados pelo clube, sendo a número II durante o Parazão e a número 2 na Série C do Brasileiro.

Fenaj lança abaixo-assinado pela imunização dos jornalistas contra a Covid

Em busca de ampliar o movimento pela vacinação de jornalistas contra a Covid-19, a Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj lançou, nesta sexta-feira, 21 de maio, abaixo-assinado digital pela imunização da categoria. Estudo da Fenaj mostra que o Brasil é o país com maior número de mortes de jornalistas em decorrência da Covid-19. Até março deste ano, foram 86 vítimas, percentual 8,6% maior que no total de 2020.

Conforme orientação da Fenaj, os sindicatos dos jornalistas já notificaram as Secretarias de Saúde em defesa da inserção da categoria na campanha de vacinação. Na Bahia, jornalistas conseguiram a prioridade na campanha de imunização. Ainda nesta sexta, sindicatos organizaram tuitaço com a hashtag #vacinaimprensa e dia de luta pela vacinação, com o apoio da Fenaj.

A Fenaj também atua em outras frentes, junto ao Congresso Nacional para que os jornalistas sejam inseridos entre os grupos prioritários do PNI via projeto de lei, organizando a mobilização e pressão pela vacinação, e também aderiu às campanhas Vacinação Já e pela transparência dos dados sobre a vacinação.

O abaixo-assinado amplia esse movimento e envolver as/os jornalistas nesta articulação para inclusão entre os grupos prioritários do PNI e será encaminhado ao Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass) e Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Participe! Assine aqui o abaixo-assinado virtual.

Veja o texto do manifesto:

Pela inclusão de jornalistas nos grupos prioritários do Plano Nacional de Imunização (PNI) para COVID-19

As jornalistas e os jornalistas , ao longo desta pandemia da Covid-19, têm realizado um importante trabalho na cobertura relacionada à doença e, no processo da vacinação, levando à população informação e orientação qualificadas. A atividade figura como serviço essencial no Decreto Federal 10.288 desde 22 de março de 2020.

Ocorre que os jornalistas também são vítimas desta pandemia, justamente no exercício de seu trabalho. Levantamento da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) mostra que o Brasil é o país com maior número de mortes de jornalistas em decorrência da Covid-19. Entre abril/20 e março/21, 169 jornalistas morreram pelo coronavírus. Nos três primeiros meses de 2021, o número de mortes supera todo o ano de 2020, quando foram registradas 78 mortes de abril a dezembro. Este ano, são 86 vítimas, percentual 8,6% maior que no total de 2020.

Conforme estudo do Dieese, os trabalhadores em comunicação e informação, incluindo jornalistas, foram o terceiro setor com maior número de desligamento do emprego (124%) por causa de morte em 2021 em comparação com 2020, abaixo apenas de médicos (204%) e trabalhadores no setor de eletricidade e gás (142%).

Como também são profissionais de linha de frente do combate ao coronavírus, os jornalistas também estão expostos à contaminação . E mesmo com as estatísticas colocando o jornalismo profissional como trabalho de risco para contaminação por Covid-19, a categoria não está inserida no Plano Nacional de Imunização (PNI) entre os grupos prioritários para receber a vacina.

Preocupado com essa situação na categoria, que vem se agravando a cada dia, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), os sindicatos filiados e as/os jornalistas solicitam ao Ministério da Saúde, ao Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass) e ao Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) a inclusão da categoria dos jornalistas no grupo prioritário do PNI.

Acesse aqui o abaixo-assinado virtual.