Militares genocidas da Argentina são condenados à prisão perpétua

Junta militar da Argentina. Ao centro, o ditador Rafael Videla

Em meio à pandemia de coronavírus, terminou o julgamento que por dois anos investigou crimes contra a humanidade cometidos durante a ditadura militar na Argentina. O Tribunal Federal de Mar del Plata, divulgou o veredicto de um julgamento que coletou evidências fundamentadas por mais de 300 testemunhas que permitiram esclarecer parte do que aconteceu entre 1976 e 1983, sob a ditadura militar do ditador Rafael Videla, informa a Telesul

O processo examinou a privação ilegal de liberdade, tortura, assassinato e desaparecimento de 272 vítimas em centros clandestinos operados pelas Forças Armadas e de Segurança do país durante o final da década de 1970 e o início da década de 1980.

O veredicto final foi anunciado por meio de uma audiência na internet que, sem a presença dos familiares das vítimas devido ao cumprimento de medidas de segurança diante da pandemia, continuou seu curso, onde 38 pessoas receberam sentenças.

Juntamente com os 28 acusados ​​que foram condenados à prisão perpétua, outros sete acusados ​​também foram condenados a penas que variam de 7 a 25 anos de prisão.

Deixe uma resposta