“Facada em Bolsonaro foi show criado pela Maçonaria e Malafaia”, diz Daciolo

Dimenstein: carta da prisão mostra farsa da facada de Bolsonaro

Em vídeo publicado nas redes sociais, Daciolo “revela uma verdade que está em seu coração”. Para ele, Bolsonaro não levou uma facada, somente teve que passar por uma cirurgia e foi criado um espetáculo em cima da operação:

“Vou revelar algo que está no meu coração há muito tempo. Eu não acredito em facada de Bolsonaro nenhuma. Cabo Daciolo não acredita. Vou dizer o que eu acredito: Bolsonaro estava com uma enfermidade e tinha que fazer uma cirurgia. E aí, a Maçonaria junto com a Nova Ordem Mundial montou todo esse espetáculo aí”.

E ainda completou:

“Observem que, logo depois da facada, no dia seguinte, o senhor Silas Malafaia já estava dentro do hospital convocando todo o povo em 7 de setembro, num dia importante para a nação, para fazer parte dessa caminhada desse governo maçon”.

Enfim, uma live de responsa

Sabe aquela live que você estava aguardando no meio dessa enxurrada de transmissões que o cenário artístico tem oferecido nesses dias de quarentena? Pois bem, ela chegou! As redes sociais do Pearl Jam acabam de anunciar uma live com o vocalista Eddie Vedder.

A apresentação, programada para rolar no dia 18 de abril, às 21h no horário de Brasília, integrará uma ação do Global Citizen em parceria com a Organização Mundial da Saúde, a One World: #TogetherAtHome.

Durante o show de Eddie Vedder, os fãs poderão fazer doações para ajudar no trabalho dos profissionais que estão lutando para conter a pandemia de COVID-19.

Pandemia faz CBF abrir o cofre para ajudar clubes

CBF anuncia medidas que beneficiarão 140 clubes brasileiros

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vai destinar R$ 19 milhões, a fundo perdido, para a base da pirâmide do futebol coordenado pela entidade em competições de nível nacional, em função das dificuldades causadas pela pandemia do novo coronavírus. Cada clube que disputa as séries C e D do Campeonato Brasileiro vai receber um auxílio financeiro direto no valor equivalente a duas vezes a folha salarial média dos atletas de cada uma dessas divisões, segundo dados apurados no sistema de registro de contratos da CBF. A mesma medida será aplicada ao futebol feminino e destinada aos clubes que disputam as Séries A1 e A2 do Campeonato Brasileiro.

Serão beneficiados 140 clubes, em uma ação realizada pela CBF com o apoio das Federações Estaduais. O objetivo é colaborar para que esses clubes possam cumprir seus compromissos com os jogadores e jogadoras durante o período de paralisação do futebol. Além disso, a CBF decidiu doar para cada uma das Federações Estaduais o valor de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais).

“Vivemos um momento inédito, de crise mundial, cuja extensão e consequências ainda não podem ser calculadas. É necessário, portanto, agir com critério e responsabilidade. O nosso objetivo, com essas novas medidas, é fornecer um auxílio direto imediato. Mas, além disso, temos que seguir trabalhando para assegurar a retomada do futebol brasileiro no menor prazo possível, quando as atividades puderem ser normalizadas”, afirma o presidente da CBF, Rogério Caboclo.

Os recursos de R$ 19.120.000,00 serão destinados da seguinte forma:

– Para os 68 clubes da Série D, o auxílio individual será de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais), num total de R$ 8.160.000,00 (Oito milhões, cento e sessenta mil reais).

– Para os 20 clubes da Série C, o auxílio individual será de R$ 200.000,00 (Duzentos mil reais), num total de R$ 4.000.000,00 (Quatro milhões de reais).

– Para os 16 clubes da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio individual será de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais), somando R$ 1.920.000,00 (Um milhão, novecentos e vinte mil reais).

– Para os 36 clubes da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio por clube será de 50.000,00 (Cinquenta mil reais), com o desembolso total, pela CBF, de R$ 1.800.000,00 (Um milhão e oitocentos mil reais).

– Para as Federações Estaduais, são R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais) por entidade, num total de R$ 3.240.000,00 (Três milhões, duzentos e quarenta mil reais).

O pagamento dos valores destinados aos clubes será realizado a partir desta terça-feira, 7. Essas ações se somam a outras medidas tomadas anteriormente pela CBF, também com impacto financeiro direto para o sistema do futebol:

– Isenção por tempo indeterminado aos clubes das taxas de registro e transferência de atletas. A medida deve gerar aos clubes uma economia em torno de R$ 4.000.000,00 (Quatro milhões de reais) nos primeiros três meses de aplicação.

– Adiantamento de uma parcela de R$ 600.000,00 (Seiscentos mil reais) para os clubes da Série B do Campeonato Brasileiro referentes aos direitos de TV da competição, feito com recursos próprios da CBF, no valor total de R$ 12.000.000 (Doze milhões de reais).

– Adiantamento aos árbitros do quadro nacional do pagamento de uma taxa de arbitragem, calculada a partir da maior taxa paga pela CBF em 2019 para sua categoria, no valor total de R$ 900.000,00 (Novecentos mil reais).

Com isso, as doações e isenções da CBF aos clubes e Federações alcançam R$ 23.120.000,00 (Vinte e três milhões, cento e vinte mil reais). Somadas aos R$ 12.900.000,00 (Doze milhões e novecentos mil reais) em adiantamentos, as ações da CBF representam um total de R$ 36.020.000,00 (Trinta e seis milhões e vinte mil reais).

Além dessas medidas emergenciais, a CBF mantém seu compromisso com o investimento no futebol. Em 2019, a entidade aplicou R$ 535 milhões no futebol brasileiro, em suas diversas áreas. A CBF arca com os custos, no todo ou em parte, de 20 competições, que garantem milhares de empregos na indústria do futebol. Por exemplo, somente na realização das Séries C e D do Campeonato Brasileiro, há um investimento de cerca de R$ 80 milhões.

“Vamos manter os investimentos para permitir a realização das competições previstas para 2020”, diz Rogério Caboclo. “O nosso maior compromisso para preservar clubes e empregos é fazer a indústria do futebol voltar a funcionar quando a retomada for possível”, completa Caboclo.

Desde que suspendeu todas as competições nacionais e articulou com as Federações Estaduais para que fizessem o mesmo, a CBF trabalha em quatro eixos de ações:

1 – Preservação dos contratos e receitas dos clubes: a manutenção dos contratos existentes, em especial os contratos de direitos de televisão, que são a base da sustentação dos clubes, além dos patrocínios. Em relação à receita advinda da bilheteria, a CBF vem construindo diferentes alternativas de adequação do calendário, a partir da primeira data em que seja possível retomar as competições. Além disso, a CBF terá total flexibilidade para adotar medidas que viabilizem a conclusão de todas competições previstas para 2020.

2 – Acordos trabalhistas: através da Comissão Nacional de Clubes, a CBF apóia um processo de diálogo que permita acordos trabalhistas justos e equilibrados para clubes, atletas e funcionários. O primeiro fruto foi a decisão por consenso dos clubes de concessão de férias coletivas no mês de abril.

3 – Governo Federal: a Entidade está levando propostas juridicamente sustentáveis para que o futebol seja preservado. A CBF defende que sejam estendidas aos clubes as medidas que o governo federal vem oferecendo para as empresas, no sentido de resguardar empregos e os compromissos financeiros de curto prazo. No caso do PROFUT, uma lei específica para o futebol, propomos que os clubes recebam um prazo para readequar o pagamento de suas obrigações tributárias.

4 – Crédito: A CBF tem dialogado com o mercado financeiro para permitir o acesso dos clubes a linhas de crédito com juros baixos, que viabilizem atravessar o momento de paralisação dos campeonatos.

A CBF continua trabalhando intensamente, em conjunto com clubes e Federações, para que o futebol brasileiro supere esse enorme desafio.

O custo, em vidas, de manter Weintraub, o idiota

Abraham Weintraub, Ministro da Educação, provavelmente o mais ridículo homem público da história, não é apenas o personagem caricato, que esconde seu profundo complexo de inferioridade intelectual em micagens.

Está sob sua responsabilidade garantir mobilização das universidades, definir a questão dos bandejões , essenciais para garantir alimentação para alunos de baixa renda que moram nos campus. Teria que acompanhar as escolas do ensino básico e fundamental, para eventual suplementação de recursos, articular-se com secretários de educação municipais e estaduais. Caberia a ele, não fosse um completo estúpido, a articulação das redes de pesquisas universitária, o uso responsável das verbas do CNPQ e da Capes.

Eke apenas nada faz em relação a esses pontos, deixando vácuos em áreas fundamentais, como cria problemas diplomáticos. É enorme o custo de manter Bolsonaro e seus micos amestrados, um custo que, mais à frente, será medido em vidas.

RESPOSTA

A Embaixada da China no Brasil publicou uma nota em suas redes sociais na madrugada desta segunda-feira (6) em resposta à publicação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, acusando o país asiático de se beneficiar com o coronavírus. Em postagem no Twitter, o ministro utilizou uma personagem da Turma da Mônica para fazer o ataque xenofóbico.

Em sua conta pessoal na rede, Weintraub postou a capa de uma edição do gibi que se passa na China, e usou a fala típica do personagem Cebolinha, que troca o R pelo L, para ridicularizar a forma com a qual imigrantes asiáticos falam português.

“Geopolíticamente, quem podeLá saiL foLtalecido, em teLmos Lelativos, dessa cLise mundial? PodeLia seL o Cebolinha? Quem são os aliados no BLasil do plano infalível do Cebolinha paLa dominaL o mundo?”, escreveu o ministro.

Em nota publicada no Twitter, a Embaixada da China disse que Weintraub fez declarações “difamatórias” sobre o país ao associá-lo ao coronavírus. “Deliberadamente elaboradas, tais declarações são completamente absurdas e desprezíveis, que têm cunho fortemente racista e objetivos indizíveis, tendo causado influências negativas no desenvolvimento saudável das relações bilaterais China-Brasil”, diz o texto.

“Instamos que alguns indivíduos do Brasil corrijam imediatamente os seus erros cometidos e parem com acusações infundadas contra a China”, finaliza.https://twitter.com/EmbaixadaChina/status/1247001668832702474/photo/1

Ao citar “alguns indivíduos”, a nota faz referência aos ataques que têm sido disseminados por pessoas próximas ao presidente da República. Em meados de março, por exemplo, o deputado federal Eduardo Bolsonaro iniciou uma crise diplomática ao fazer diversos comentários preconceituosos contra a China.

O filho do presidente chegou a lançar no Twitter a #VírusChinês, acusando o país de ser responsável pela pandemia de Covid-19. Neste sábado (4), o cônsul-geral da China no Rio de Janeiro, Li Yang, publicou uma carta aberta ao deputado em que faz duras críticas à sua postura preconceituosa e irresponsável.