Nota do blogueiro

Aviso aos que me seguem no Twitter (13,5 mil), Face (10 mil), blog (28 mil), Instagram (3.800): por princípio e ética, jamais fiz qualquer referência desrespeitosa ou indigna a clubes, entidades ou pessoas. Sou jornalista há 45 anos, fiel aos fatos e buscando a verdade das coisas.

O esclarecimento se faz necessário diante de fake news distorcendo criminosamente matéria postada em meu blog. Bandidos virtuais não me intimidam, muito pelo contrário. Vida que segue. Na luta, sempre.

Uefa: Liverpool não será campeão inglês se a temporada for cancelada

Líder disparado do Campeonato Inglês e a duas vitórias de garantir matematicamente o título, o Liverpool não será declarado campeão da competição se a temporada não puder continuar. Foi o que garantiu o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin (foto).

O dirigente classificou como “fake news” a possibilidade de o clube levantar o troféu em caso de interrupção definitiva da Premier League e desmentiu que a Uefa fará tal sugestão para as ligas nacionais.

“Li e ouvi que a Uefa vai aconselhar as ligas a encerrarem suas competições agora e declarar campeões aqueles que estiverem liderando no momento. Posso dizer que não é verdade. Nosso objetivo é terminar as ligas, e não recomendamos nada assim para qualquer associação ou liga”, declarou.

A oito rodadas para o fim da Premier League, o Liverpool lidera a tabela com 82 pontos, 25 a mais que o segundo colocado Manchester Cityque tem um jogo a menos. Os Reds buscam seu primeiro título do Campeonato Inglês em 30 anos.

Por causa do coronavírus, porém, a Premier League suspendeu as competições de futebol na Inglaterra ao menos até o dia 4 de abril.

Regulamento é regulamento. Campeonato que não termina em campo não pode ter vencedor. Jogo limpo tem que prevalecer.

Uma proposta sem amparo legal

Por Antonio Valentim

Caro jornalista Gerson Nogueira e demais frequentadores deste blogue campeão,
Vivemos hoje no país dos absurdos; por isso, um absurdo a mais ou a menos para mim não seria surpreendente, mesmo no futebol, o assunto mais importante dos menos importantes, como sabiamente costuma dizer o decano comentarista esportivo Carlos Castilho, cujas opiniões costumo acompanhar desde a década de 1970.
Pois bem, 
A respeito da postagem “Parazão: a rivalidade inflamada”, peço licença para dizer que, na história dos campeonatos de futebol profissional do Pará, consta que não aconteceram, por razões que desconheço, as competições de 1911, 1912, 1935 e 1946. Por razões de força maior, noutras edições, o campeonato somente se concluiu no ano seguinte, como em 1989, que só foi decidido em 04 de fevereiro de 1990.  
Dessa forma, considero disparatada – para se dizer o mínimo – a proposta apresentada pelo presidente alvi-azul Ricardo G. Paul em que pleiteia o término do atual campeonato declarando-se campeão o Paysandu Sport Club. Se, ao menos, a competição seguisse o critério de pontos corridos, a exemplo dos campeonatos brasileiros versão “A” e “B”, aí sim,  se vislumbraria alguma sombra de razão às pretensões do dirigente bicolor. No entanto, com o campeonato parado na fase classificatória, tal ideia absurda carece de total amparo, somente ventilada ao sabor das emoções, dando azo a comentários e ilusões por parte de sua apaixonada torcida. Ademais, injusto seria com equipes aguerridas e com reais chances de conseguir seu primeiro título, como é o caso do Castanhal Esporte Clube.
Quanto aos pontos corridos, no histórico das competições estaduais paraenses, bem houve uma a adotar critério parecido. Foi em 2004, ocasião em que o Clube do Remo sagrou-se campeão 100%, quando venceu a todos os seus oponentes por duas vezes, alcançando assim catorze vitórias em catorze jogos. Imagino eu que, exatamente por essa razão, nos anos posteriores não se pretendeu reeditar tal critério, sob a alegação aparente de faltas de datas ou algo assim. Fosse esse o critério da competição da versão de 2020, talvez – talvez – o presidente do arquirrival viesse a lograr êxito em seu intento, ainda que sob protestos.
Tomara Deus logo se extingam os problemas de saúde pública a que nós estamos submetidos, e a vida torne a seguir seu curso normal, inclusive com a bolar novamente a rolar nos gramados, com nossos clubes de futebol pelejando em busca do troféu de campeão de 2020, nosso vibrante público torcedor de novo nas arquibancadas a emocionar-se com seu time. Se não der neste ano, que seja no ano seguinte; não sendo possível, que se cancele a competição sem vencedor declarado.

Torcedor do Clube do Remo

Dois Vizinhos – Paraná

Factoide confirmado: um mês após dizer que eleição foi fraudada, Bolsonaro não apresenta prova

Jair Bolsonaro ainda não apresentou nenhuma prova que ateste sua acusação de que as eleições presidenciais de 2018, que ele venceu, foram fraudadas. Em 9 de março, durante discurso na Flórida, Estados Unidos, Bolsonaro desacreditou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e disse que foi eleito em primeiro turno. Afirmou ainda acreditar ter feito mais votos no segundo turno do que foi contabilizado. 

“Eu acredito, pelas provas que eu tenho nas minhas mãos, que vou mostrar brevemente, eu fui eleito em primeiro turno. Mas, no meu entender, houve fraude”, afirmou Bolsonaro na ocasião.

Bolsonaro afirmou também que iria apresentar as provas brevemente, mas ainda não o fez. Quando questionado sobre o assunto, tem desconversado. Já o TSE e a Vice-Procuradoria-Geral eleitoral afirmam que nunca houve fraude em urna eletrônica.

Bolsonaro teve 57,8 milhões de votos (55%), ante 47 milhões de Fernando Haddad (45%).

Covid-19 faz Copacabana Palace encerrar as atividades temporariamente

Está prevista para maio a reabertura de um dos hotéis mais famosos do mundo. Depois de uma sequência de cancelamentos devido à pandemia da Covid-19 o Copacabana Palace encerrou, temporariamente, as atividades.

Com quase um século de existência, esta é a primeira vez em quase 97 anos que o espaço fecha as portas. A previsão de ocupação para março era de 70%. O período encerrou em 36%. Vale lembrar que o hotel já foi eleito diversas vezes como o melhor da América do Sul.

Os funcionários que pertenciam ao grupo de risco, com mais de 60 anos, já tinham sido afastados e no dia 1º de abril. Os outros receberam férias coletivas.  (…)

Presidente do Twitter doa US$ 1 bilhão para combate ao coronavírus

Jack Dorsey, presidente e fundador do Twitter, poderia estar à beira de uma batalha com acionistas da empresa — Foto: Toby Melville/Reuters

O presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, vai doar US$ 1 bilhão de sua participação na empresa de pagamentos Square para ajudar nos esforços de combate aos efeitos da pandemia de coronavírus.

Em uma série de tuítes, Dorsey afirmou que a quantia representa cerca de 28% de sua fortuna e será doada para o fundo de caridade que criou, Start Small, que vai concentrar suas atenções sobre renda básica universal e saúde e educação de meninas. Dorsey, que por anos manteve privados seus esforços de caridade, afirmou que todas as doações para e do fundo serão tornadas públicas.

O executivo, cuja fortuna é avaliada em US$ 3,3 bilhões pela Forbes, afirmou ainda que está doando sua participação na Square em vez de no Twitter porque ele possui uma parcela maior da empresa de meios de pagamento.

Na semana passada, o presidente-executivo da Amazon, Jeff Bezzos, havia anunciado a doação de US$ 100 milhões para ajudar a combater a fome nos Estados Unidos durante a pandemia do novo coronavírus. (Do G1)

A noite do 20º panelaço

Durante pronunciamento na TV, o presidente Jair Bolsonaro voltou a ser alvo de panelaços pelo país. Esse já é o 20º dia de panelaço contra o chefe do Executivo. As manifestações começaram no dia 17, em repúdio a postura do presidente diante da do coronavírus.

Bolsonaro tem recusado o isolamento horizontal, medida defendida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como eficaz para conter a pandemia de covid-19.

No final da tarde, em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, na Band, o presidente disse, em resposta ao questionamento sobre como estava lidando com os panelaços, que “não está na hora de derrubar o presidente”.