
Da Coluna Painel de Camila Mattoso na Folha de S.Paulo.
Arthur Virgílio reuniu-se nesta segunda (20) com o vice-presidente, Hamilton Mourão, para apresentar as demandas da cidade na pandemia. Pediu tomógrafos, pessoal treinado, equipamentos de proteção individual e remédios. “O Tamiflu (nome comercial do oseltamivir) estamos dando contado”, diz.
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“É de extremo mau gosto o presidente participar de um comício, insistentemente contrariando a OMS e os esforços que fazem governadores e prefeitos”, disse Virgílio. “Bolsonaro toca diariamente nas minhas feridas.”
Segundo Virgílio, Mourão ouviu calado.
Horas depois do desabafo, Bolsonaro voltaria a incomodar o prefeito ao dizer que “não é coveiro” após ter sido perguntado sobre o número aceitável de mortes por coronavírus.
“Queria dizer para ele que tenho muitos coveiros adoecidos. Alguns em estado grave. Tenho muito respeito pelos coveiros. Não sei se ele serviria para ser coveiro. Talvez não servisse. Tomara que ele assuma as funções de verdadeiro presidente da República. Uma delas é respeitar os coveiros”, afirma Virgílio. Ao falar sobre esses funcionários, começou a chorar.
Era esse o valentão que queria dar uma surra no Lula. Como votaram seus aliados em Brasília no afastamento da Dilma? Ou na PEC da morte?
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Esse prefeito tucano é igual a outro prefeito tucano que conhecemos bem. Quando líder do Governo FHC, era o apoplético ponta de lança das ideias neoliberais, aquelas que servem pra massacrar os trabalhador e favorecer o capital. Agora, quando tem de por a mão na massa, mostra toda sua incompetência e derrama suas lágrimas de crocodilo.
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