Bolsonaro estava estranho

Por Moisés Mendes

Bolsonaro apareceu com uma franja fashion para anunciar a demissão de Mandetta como o que definiu como um “divórcio consensual”. E assegurou que demitiu Mandetta para defender a vida e os empregos.

Parecia confuso, lento e estalando a boca seca. Falou da mãe, misturou a história da mãe com os trabalhadores informais, olhou quase sempre pra baixo e repetiu a palavra ‘probremas’.

Bolsonaro estava muito branco. O tom geral foi o da defesa do fim do isolamento e a reafirmação do confronto com governadores e prefeitos.

Uma frase estranha, mal construída: “Não furtarei a minha responsabilidade”.

Uma cutucada em Dória Junior:
“Jamais mandaria as minhas Forças Armadas prenderem quem estivesse nas ruas”.

A impressão que deixou é a de que estava sem forças.

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