Leão desafia o desconhecido Freipaulistano

Freipauslitano e Remo vão se enfrentar pela primeira vez na Copa do Brasil. A partida marca a primeira participação na história do Touro do Agreste em uma competição nacional. Será o embate entre os atuais campeões paraense e sergipano. O duelo acontece nesta quarta-feira, às 16h, no Estádio Titão, em Frei Paulo.

O confronto será em partida única, porém o Leão tem a vantagem do empate para passar de fase. Quem avançar espera pelo classificado de Brusque e Sport e ainda receberá mais R$ 650 mil de cota da CBF.

Após duras críticas contra a situação do gramado do Estádio Municipal Jairton Menezes, o Titão, o Frei Paulistano montou uma operação para garantir boas condições para a partida. O gramado já passou por trabalho de compactação, entre outros serviços, e segundo a Federação Sergipana de Futebol tem plenas condições para sediar um jogo oficial do tamanho da competição nacional.

O técnico Betinho vai precisar elevar o ânimo dos jogadores após a derrota por 4 a 2 pela Copa do Nordeste para o Confiança. O resultado ruim veio junto com a dispensa de dois jogadores. O lateral-direito Jô e o meia Netinho. Já o meia Acássio se recupera de uma lesão na coxa e ainda é dúvida. Fora essas mudanças, o “Monge” deve ir com o que tem de melhor para a partida. (Com informações do Globoesporte.com)

A frase do dia

“Misóginos, ignorantes, racistas, perigosos: essas são as pessoas que governam o Brasil”.

Kennedy Alencar, jornalista

Papa Francisco vê “injustiça e crime” na Amazônia

O Papa Francisco apresentou nesta quarta-feira (12) seu texto conclusivo sobre o Sínodo da Amazônia. Intitulado de “Querida Amazônia”, com 111 parágrafos (ou itens) e dividido em quatro capítulos. Francisco — sem citar nenhum governo ou presidente da região — critica de forma contundente alguns dos aspectos que passaram a integrar a agenda do Brasil de Jair Bolsonaro no último ano, como a exploração mineral de terras indígenas e a legalização do garimpo.

“As operações econômicas, nacionais ou internacionais, que danificam a Amazônia e não respeitam o direito dos povos nativos ao território e sua demarcação, à autodeterminação e ao consentimento prévio, há que rotulá-las com o devido nome: injustiça e crime”, diz o documento.

E acrescenta: “Quando as autoridades deixam o caminho aberto a madeireiros, a projetos minerários ou petrolíferos e outras atividades que devastam as florestas e contaminam o ambiente, transformam-se indevidamente as relações econômicas e tornam-se em um instrumento que mata”.

A realização do sínodo provocou críticas do governo Bolsonaro à Igreja Católica por considerar a discussão sobre o meio ambiente e os povos indígenas uma ingerência externa na soberania brasileira, uma tentativa de internacionalizar a Amazônia.

Francisco respondeu num dos parágrafos: “A solução não está numa internacionalização da Amazônia, mas a responsabilidade dos governos nacionais torna-se mais grave”.

(Com informações do Valor)

Mentiras propagadas como verdades

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Informação FALSA. O governo federal não reduziu os tributos que incidem sobre os combustíveis. Não foi aprovada nenhuma lei que altere essa cobrança desde o ano passado, quando o mandato de Bolsonaro.

No reino das fake news, tudo pode…

Abraji condena ataques de Eduardo Bolsonaro a jornalista da Folha

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) publicou uma nota na noite desta terça-feira (11) em repúdio aos ataques “misóginos e machistas” do deputado federal Eduardo Bolsonaro contra a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo.

O filho do presidente reproduziu difamações contra a repórter ao acusá-la de ter se insinuado sexualmente para Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário da empresa Yacows, em troca de informações para uma matéria. Ofensa de Eduardo foi publicada em suas redes sociais e, mais tarde, reforçada em plenário na Câmara dos Deputados.

“Eita! Sr. Hans diz que Patrícia Campos Mello, correspondente internacional da Folha, se insinuou sexualmente para conseguir extrair informações dele. Agora imagine se fosse um homem se insinuando para cima de uma mulher?”, escreveu o deputado no Twitter.

Em nota, a Abraji condenou o uso das redes sociais do deputado para atacar jornalistas que o desagradam. Patrícia publicou uma série de matérias, durante o processo eleitoral de 2018, que apontavam a empresa Yacows como parte do esquema ilegal de disparo massivo de mensagens para favorecer Jair Bolsonaro.

“É assustador que um agente público use seu canal de comunicação para atacar jornalistas cujas reportagens trazem informações que o desagradam, sobretudo apelando ao machismo e à misoginia”, diz a nota.

IMAGEM FALSA

O blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, do portal Terça Livre, compartilhou em suas redes sociais nesta quarta-feira (12) uma imagem falsa alegando ser trecho da conversa de WhatsApp entre a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo, e Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário da Yacows.

A imagem foi publicada por Allan como tentativa de acusar a repórter da manipulação. Nela, há hífen em uma das mensagens enviadas por Patrícia a Hans River.

“Software nenhum na face da terra, mesmo desde os remotos tempos wordstar rodando em MS DOS 3.2., jamais hifenizou palavras se não se usar alinhamento justificado. @camposmello, você e sua empresa são trambiqueiros e cafajestes”, escreveu no Twitter.

O print, no entanto, não é o mesmo que foi publicado por Patrícia como forma de provar que Hans River mentiu a parlamentares da CPMI das Fake News no Congresso. Na imagem original, não há hífen em nenhuma palavra.

Em seu depoimento na CPMI das Fake News, o ex-funcionário, acusou a jornalista de se insinuar sexualmente com o intuito de conseguir informações para uma matéria. A partir de então, os ataques contra a repórter começaram a repercutir nas redes sociais.

“Bolsonaro quer espoliar os índios da Amazônia”, denuncia o Le Figaro

Da RFI

O jornal francês Le Figaro desta terça-feira (11) publica uma grande matéria intitulada “Bolsonaro à l’assaut des Indiens d’Amazonie”, ou “Bolsonaro quer espoliar os índios da Amazônia”. O subtítulo explica que o presidente brasileiro quer explorar a imensa floresta do país e propõe que os índios se integrem melhor à sociedade. A matéria é ilustrada com uma grande foto de um yanomami visitando, ao lado de agentes do Ibama, uma área devastada por uma mina ilegal no Estado do Roraima.

Os índios da Amazônia vão perder suas terras e sua alma? questiona o texto. A ameaça é real depois da série de medidas adotadas nos últimos dias pelo governo Bolsonaro, acredita o correspondente do jornal conservador no Brasil, Michel Leclerq.

O medo das populações indígenas é alimentado principalmente por dois motivos. O primeiro é o projeto de lei, apresentado na semana passada, que autoriza a exploração econômica em grandes áreas da floresta tropical, que será aberta a investimentos nos setores de mineração, petróleo, agronegócio, turismo ou para a construção de barragens. O segundo motivo de intimidação, segundo a matéria, é a nomeação de um ex-missionário evangélico, Ricardo Lopes Dias, para a chefiar a coordenação-geral de proteção a índios isolados da Funai.

Constituição garantiu direito a terras ancestrais

A reportagem lembra que a exploração da maior floresta tropical do mundo começou desde a chegada dos portugueses ao Brasil no século 16, mas ganhou um impulso decisivo a partir da Ditadura Militar brasileira, nos anos 1970. Com a volta dos civis ao poder, a Constituição de 1988 garantiu aos povos indígenas a posse de suas terras ancestrais que equivalem a 12% do território nacional, isto é, mais de um 1 milhão de km², informa o correspondente.

Antes de chegar ao poder, Jair Bolsonaro afirmou que os índios viviam nas reservas “como animais em zoológicos” e que hoje “eles mudaram, são seres humanos como nós e devem ser integrados”, cita o diário. A reportagem indica que algumas tribos não são insensíveis a esse discurso devido às compensações financeiras previstas no projeto de lei em troca da exploração de suas terras. Mas a grande maioria rejeita categoricamente esses projetos.

“O sangue que corre em nossas veias é impregnado de nossas lutas e resistências. Não aceitaremos esse pesadelo” previne, em declaração ao Le Figaro, a líder indígena Sônia Guajajara, coordenadora da Aliança dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

Ameaça aos índios isolados

O projeto de assimilação forçada ameaça os grandes povos da floresta, mas também os pequenos grupos vulneráveis de índios que vivem isolados, sem nenhum contato com o mundo exterior. A Funai calcula que o país possui 114 desses grupos.

O novo coordenador-geral de proteção a índios isolados da Funai integrou a Missão Novas Tribos, de origem americana, que é acusada de ter dizimado o povo Zo’é. Mesmo se Ricardo Lopes Dias tenha garantido que não vai tentar evangelizar essas populações, o conjunto dos organismos indígenas rejeitou sua nomeação, informa o texto.

O padre Patricio Brennan, que atua na Amazônia há quarenta anos, entrevistado pelo Le Figaro, considera a situação uma “tragédia”. Segundo ele, essa visão do governo é “retrógrada e não respeita a cultura, as tradições e as crenças desses povos, que têm o direito de ficar isolados”.

Como a ultradireita brasileira usou o WhatsApp

Por Fabiana Oliveira, na Lavits

A eleição de Jair Bolsonaro (sem partido) para presidente, em 2018, surpreendeu muita gente. Seu discurso inflamado de misoginia, racismo, xenofobia, homofobia e toda ordem de preconceitos parecia exagerado até mesmo para um país desigual e violento como o Brasil. Ele e sua agenda política, ultraconservadora e neoliberal, venceram, entretanto. Aos estudiosos, analistas e militantes políticos, ficou a complexa tarefa de compreender – ainda que parcialmente e provisoriamente – quais fatores e quais estratégias contribuíram para o sucesso da candidatura.

O artigo WhatsApp and political instability in Brazil: targeted messages and political radicalisation, escrito por Rafael Evangelista e Fernanda Bruno, pesquisadores da Rede Latino-americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade (LAVITS), se inscreve como parte desses esforços.

Publicado no Dossiê Data-driven elections, uma edição especial da Internet Policy Review, editada por Colin J. Bennett e David Lyon, o trabalho busca, a partir da apresentação da conjuntura nacional e das estratégias de comunicação da campanha de Bolsonaro, compreender como a distribuição de mensagens microdirecionadas no aplicativo WhatsApp contribuiu para a vitória eleitoral do atual presidente.

Para a construção dessa análise, Rafael Evangelista já vinha acompanhando grupos de WhatsApp desde a greve dos caminhoneiros, de maio de 2018. Supostamente esse grupos teriam sido montados pela própria categoria para fins de mobilização política, mas, a partir da imersão neles, o pesquisador pôde começar a perceber uma tentativa da extrema-direita de ocupar esses espaços. De acordo com ele, era raro encontrar grupos que fossem, de fato, de caminhoneiros. No geral, tratavam-se de articuladores políticos que reivindicavam, sobretudo, intervenção militar no Brasil.

Com a proximidade e chegada do período eleitoral, alguns desses grupos se converteram em grupos pró-Bolsonaro e neles circularam convites, por meio de links, para outros com a mesma orientação política. Além da coleta de dados provenientes dessa imersão, Evangelista e Bruno utilizaram outros materiais para a análise, buscando compreender quais pontos foram tensionados e radicalizados no discurso político da campanha vitoriosa. Um deles foi o trabalho de monitoramento realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade de São Paulo (USP), que acompanharam 347 grupos públicos de WhatsApp, entre 16 de agosto e 7 de outubro, mapeando as imagens mais compartilhadas nessas conversas e apontando quais delas já haviam sido detectadas como falsas por agências de verificação.

Segmentação de conteúdo, centralização de gerenciamento e radicalização política

O monitoramento realizado por pesquisadores da UFMG e da USP apontou características da dinâmica de operação desses grupos. Alguns membros, inscritos em diversos deles, espalhavam a mesma mensagem massivamente. O sujeito que adentra o espaço, entretanto, não necessariamente tem conhecimento de que uma parte das pessoas que está ali se organiza para distribuir conteúdos políticos de interesse de certos grupos.

“Para nós, dos estudos de vigilância, isso é interessante porque é uma questão de invisibilidade. Você está sendo vigiado sem saber. Você está achando que está em um grupo que é orgânico, que é autêntico, e na verdade você está sendo manipulado. Essa estrutura superior a você é invisível. Isso é extremamente assimétrico. Você está em uma condição assimétrica”, afirma Evangelista. Para ele, essa atividade demonstra que o WhatsApp não é operado somente enquanto um mensageiro instantâneo, mas sim como uma rede social.Nesses grupos, formados a partir da segmentação por interesses, circularam conteúdos também segmentados. Para Bruno e Evangelista, essa segmentação foi importante para a radicalização política vivenciada no contexto eleitoral. “Essa é uma das hipóteses que nós temos. A de que houve um processo de radicalização e que ele tem a ver com a existência de desinformação direcionada para certos grupos”, destaca Evangelista.

“O microdirecionamento não é um direcionamento individual. É sobre conseguir mapear um determinado grupo, muito específico, e fazer aquela mensagem voltada para ele. O escândalo da Cambridge Analytic é sobre isso, sobre produzir milhares de propagandas, uma para cada nicho específico. Uma das hipóteses é que isso aconteceu nas eleições de 2018”, explica ele.

O pesquisador entende que algumas características específicas da plataforma contribuem para o sucesso desse tipo de estratégia comunicativa. Citando as conclusões do trabalho de Leticia Cesarino, Evangelista pondera que o os grupos de WhatsApp muitas vezes envolvem amigos e familiares, o que faz com que aquilo que é recebido ali seja encarado com mais confiança, o que também tem a ver com a limitação no número de participantes desses grupos. Outra questão é que embora hoje seja possível reconhecer uma mensagem que foi encaminhada, a plataforma não mostra a origem da mensagem que circula desse modo.

“Você pode receber um conteúdo e achar que a pessoa que te enviou foi quem criou aquela mensagem. Muitas vezes ela havia recebido a imagem, por exemplo, de grupos como esses de conteúdo político segmentado, que estão sendo cooptados ou ocupados por quem tem essa estratégia de segmentação”, explica o pesquisador.

Zero-rating e desinformação

Quem utiliza dados móveis pelo celular sabe que acessar determinadas aplicações acaba rapidamente com a franquia de dados. Continuar a usar algumas delas gratuitamente ou mesmo não ser tarifado pelo acesso pode parecer uma ótima política das grandes corporações de telefonia. Dizer que sim ou que não sobre isso é uma tarefa inglória, mas cabe olhar com atenção para o chamado zero-rating.

Alguns serviços como o WhatsApp, eventualmente o Facebook, a Uber ou Twitter não são descontados da franquia de dados dos usuários e seguem funcionando após o término delas. O fato de não poder utilizar fontes de pesquisa e, portanto, de verificação das informações recebidas nessas plataformas, faz com que o sujeito a distribuia mesmo sem saber se ela é falsa. Essa é uma hipótese apontada por pesquisadores.

Para Rafael Evangelista, entretanto, há outras questões a serem analisadas sobre a relação entre desinformação e o zero-rating. Uma delas é que essa política afeta majoritariamente um perfil social. Quem são essas pessoas? Aquelas que têm um plano mais barato, em que a franquia acaba mais rápido.

“Mas além disso, é preciso olhar para a questão com um olhar mais antropológico. As pessoas passam a consumir informação só de certos canais depois que a franquia delas acaba. Ela é empurrada para os grupos de Whatsapp. É só andar pelas ruas e olhar as pessoas numa fila, esperando, está todo mundo olhando para o celular, porque o celular se tornou quase uma mini-televisão quando você não tem nada para fazer ou mesmo quando você quer relaxar”, afirma o pesquisador.

“Por essas características do WhatsApp é como se ele funcionasse como uma multiplicidade de canais. Isso é favorecido pelo zero-rating, que certas plataformas tenham essa especificidade, esse benefício de terem um acordo com as empresas de telefonia para o conteúdo fique ali circulando de graça. Isso empurra as pessoas para determinados serviços, inclusive contrariando uma perspectiva de economia liberal. Você não tem competição justa se você tem duas empresas de funções, razões e propósitos diferentes se aliando para mutuamente se beneficiarem em detrimento dos competidores”, completa ele.

O ecossistema da (des)informação no Brasil

Um fenômeno notado por Bruno e Evangelista é que havia conteúdos sendo espalhados por WhatsApp, assumindo um nível maior de radicalidade política, que foram originados pela mídia tradicional. O que isso diz sobre a controversa relação entre mídia tradicional, a campanha eleitoral e a figura de Jair Bolsonaro? Como a estratégia comunicativa da candidatura que saiu vitoriosa das eleições de 2018 se inscreve no ecossistema da (des)informação no Brasil?

São perguntas ainda sem respostas definitivas, mas que proporcionam especulações analíticas interessantes sobre a comunicação no Brasil. Ao ser questionado sobre sua opinião acerca do tema, o pesquisador Rafael Evangelista devolve a pergunta. “Será que esse silêncio do Bolsonaro na TV, ou seja, o fato que ele só tinha 30 segundos [de tempo de TV na campanha], não acabou o beneficiando?”, provoca ele.

Bruno e Evangelista afirmam que a estratégia comunicativa da campanha de Jair Bolsonaro, especialmente quanto ao uso de mensagens segmentadas no WhatsApp, não “operou no vácuo”. “Por exemplo, o antipetismo que emerge nesses grupos opera a partir de migalhas ou restos de materiais da mídia tradicional. Você tem uma produção de um antipetismo durante anos, que não começa com o golpe, é anterior, que consistentemente vai produzindo essa associação entre a esquerda, e o PT especificamente, à corrupção e a certas supostas imoralidades”, diz Evangelista.

“Não vamos nos esquecer que o kit gay foi dado como notícia pelo Reinaldo Azevedo que era colunista da Veja. As mentiras que circularam depois nos grupos de WhatsApp têm uma base na mídia tradicional, que foi parceira nisso. Depois você tem um processo em que essas coisas saem do controle. Parecia que essa produção ia beneficiar a centro-direita e acabou beneficiando a extrema-direita, que conseguiu pegar aquilo e tornar mais extremo e falar para um público que tinha a possibilidade de se radicalizar”, completa ele.

O artigo pode ser acessado e baixado aqui.

Leão vira a página e foca na Copa do Brasil

Remo 1x2 PSC (Gustavo Ermel, Jackson e Douglas Packer)

Remo tenta afastar o baixo astral após nova derrota frente ao Paissandu. No Evandro Almeida, a ordem é virar a página e concentrar esforços na Copa do Brasil. Uma das primeiras declarações foi do zagueiro Mimica: “Vamos focar na quarta-feira (12), ver onde erramos para não errar mais e conseguir a classificação na Copa do Brasil. É um jogo importante”.

“Vamos estudar o Freipaulistano (SE), conversar, focar, mas temos que sair de lá classificados”, completou. Em jogo, está uma cota total de R$ 1.150.000,00 (R$ 500 mil + R$ 650 mil) por participação na segunda fase da competição.

Mimica também comentou o que ocorreu no jogo de domingo. Para o defensor, o comportamento azulino após ter tomado o segundo gol bicolor não foi satisfatório. “Sentimos o gol. Não conseguimos chegar na cara do gol, assim como eles também”, disse.