“O que fazer com o brutal aumento de 6 real do salário ínfimo? Investir em gado: comprar um bife! Tomar um picolé da Yopa Comprar uma camisinha e viver de amor!”.
José Simão, humorista
“O que fazer com o brutal aumento de 6 real do salário ínfimo? Investir em gado: comprar um bife! Tomar um picolé da Yopa Comprar uma camisinha e viver de amor!”.
José Simão, humorista
O meia Douglas Packer foi apresentado ontem como reforço do Clube do Remo para 2020. O jogador, que fez 13 jogos pelo Leão em 2019 e marcou um gol, estava no Valletta, de Malta. Na “volta pra casa”, ele recebeu e agradeceu o afago dos torcedores.

“Nesse período recebi muitas mensagens dos torcedores, independente se estava em outro clube, outro pais. Foram mensagens desejando sucesso na minha carreira. Esse carinho é reciproco da minha parte”, disse.
Durante a apresentação de Packer, o presidente Fábio Bentes admitiu que outras contratações ainda serão feitas para o Parazão – provavelmente, um goleiro, um lateral direito e mais um atacante.


O bom humor e a felicidade foram elementos marcantes na entrevista coletiva dada pelo atacante Rossi no Bahia na última quarta-feira (15) que marcou a sua apresentação oficial. Logo em sua primeira resposta, Rossi deixou ainda mais evidente o bom momento vivido fora das quatro linhas em relação a imagem de seriedade e projeto consistente de gestão apresentado nos últimos anos pelo clube.
“É muito fácil escolher o Bahia. Uma estrutura como essa, um treinador de nível de Série A e o elenco como está sendo montado acho que qualquer jogador os olhos vão brilhar para o Bahia quando vier uma proposta, comigo não foi diferente. A concorrência realmente era grande, estou muito feliz de fazer parte desse projeto ambicioso e espero suprir as expectativas”.
Apesar de natural da cidade de Prainha, no Pará, o atleta atualmente com 26 anos de idade jamais tinha tido a oportunidade de atuar em uma equipe da região Norte ou Nordeste do país. Algo que, aliás, ele confessa que tinha grande curiosidade em conhecer qual seria a sensação.
“Eu tinha a curiosidade de saber como era a energia do povo do Nordeste em relação ao futebol e, nas redes sociais, eu já senti como é o calor da torcida do Bahia. Joguei em muitos clubes do eixo (Sul e Sudeste) e tenho certeza que vou ser muito feliz no Bahia aqui no Nordeste”, assumiu Rossi.
Comentando tanto sobre a sua capacidade de roubadas de bola como nas assistências dadas em 2019 sendo o líder do quesito no Vasco, ele brincou afirmando que tem como grande desejo consagrar os centroavantes do elenco Tricolor:
“Eu fui também o número um em assistências no último clube que passei e eu tenho três grandes centroavantes agora, Arthur Caíke, que joguei com ele na Chape, Gilberto e Fernandão, quero encher eles de gols. Tem também o Clayson que foi líder de assistências no time dele, então os centroavantes estarão bem servidos. Vamos fazer de tudo e trabalhar forte para ajudar eles”.





O filme “Sérgio”, baseado na vida de Sérgio Vieira de Mello, com Wagner Moura no papel principal, estreia em 17 de abril, na Netflix e em cinemas selecionados. Diplomata da ONU, Sérgio morreu aos 55 anos em Bagdá, no Iraque, em um atentado terrorista em 2003.
O longa-metragem, que tem a direção de Greg Barker e o roteiro, de Craig Borten, acompanha Sérgio em sua última missão na capital iraquiana, mergulhada no caos após a invasão americana.
Faz parte do elenco a atriz cubana Ana de Armas, que vive Carolina, mulher do diplomata. A Netflix divulgou nesta quarta-feira (15) o primeiro trailer do filme. Veja abaixo:
Sérgio e mais 21 pessoas foram vítimas do ataque de um caminhão-bomba ao Hotel Canal, que funcionava como sede da Organização das Nações Unidas (ONU), no Iraque. Pelo menos 150 pessoas ficaram feridas.
A Al Qaeda assumiu a responsabilidade pelo atentado e informou que Vieira de Mello, funcionário há 34 anos das Nações Unidas, era o principal alvo da ação.
Vieira de Mello, funcionário de carreira da ONU, desenvolveu trabalhos no Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. Recebeu o prêmio das Nações Unidas de Direitos Humanos. Trabalhou em diversos países, entre eles Timor Leste, Camboja e Vietnã.
Por ocasião dos 15 anos da morte de Vieira de Mello, foi lançado, no Instituto Rio Branco, em Brasília, o livro e documentário “Sérgio Vieira de Mello, O Legado de um Herói Brasileiro”. Neles, a história e o trabalho do diplomata em busca da paz.
A obra, escrita por Wagner Sarmento, tem o prefácio escrito por José Ramos-Horta, Nobel da Paz. O projeto do livro e do documentário levou cinco anos para ser concluído e foi conduzido pelo produtor André Zavarize, da ZAZ Produções de São Paulo.
“Hoje existem muitos debates sobre a situação dos refugiados no mundo, e, em todos eles, a figura do Sérgio se faz presente. Mais de um milhão de refugiados foram beneficiados por políticas lideradas por ele”, disse Zavarize.
Em seguida, o produtor acrescentou: “Podemos notar é que Sérgio continua vivo, suas ações ainda ecoam em diversos países servindo de inspiração para muitas ações que vem sendo realizadas”.
(Com informações da Época e da Agência Brasil)

“Engraçado como funciona parte da mídia brasileira. O fato político/jornalístico mais importante de 2019 foi a série #VazaJato O episódio envolve DIRETAMENTE Sérgio Moro. Aí ele vai ao programa de entrevista mais antigo do Brasil e não chamam o @TheInterceptBr. É sério?”.
Paulo Pimenta, deputado federal e jornalista
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