Será que a juventude entendeu o que quiseram fazer com a Copa?

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POR LUIS NASSIF (há dois anos)

Será que agora a juventude entendeu o que a grande mídia tentou fazer com eles, especialmente os jovens que nunca haviam acompanhado uma Copa do Mundo, sequer pela TV? Será que, depois de viverem as mais fortes emoçoes ao acompanharem uma partida de futebol, entenderam a importância de uma Copa em seu país de origem?

Será que verao de modo diferente a campanha de mais de 2 anos feita pela mídia com o objetivo de impedir que tivessem essas experiências aqui, no Brasil, acompanhando, ao invés, uma Copa realizada em outro país (a Inglaterra, de preferência)?

Será que gostariam de nao ter vivido a ansiedade, o medo, a angústia e a alegria do dia de hoje (ontem) que serao contadas e recontadas no futuro aos filhos e netos, os quais provavelmente nunca terao essa experiência única em suas vidas?

Será que esses jovens continuarao a cair em contos do vigário primários da grande mídia? Apoiarao o #NaovaiterOlimpíadas?

Depois do Pan-Americano, da Copa das Confederaçoes e desta Copa do Mundo, já considerada a melhor de todos os tempos, será que eles entenderam a importância social, econômica e cultural de um país sediar eventos importantes do esporte?

Será que leram as matérias altamente elogiosas da imprensa estrangeira sobre o povo brasileiro (e nao há recurso mais importante num país do que seu povo)?

Será que aprenderam a ler nas entrelinhas das manipulaçoes da grande mídia e agora se tornarao mais espertos, evitando deixar em seu passado mais algumas centenas de posts, e-mails, comentários, tuítes e falas dos quais irao se arrepender, pensando “Meu Deus, mas como eu fui bobo…”?

Vem mais por aí. Há tempo para que aprendam. Mas que aprendam a tempo de nao se proibirem experiências marcantes que outros povos já viveram e que o nosso povo, ao contrário do que defende a grande mídia, também merece viver.

Lula acerta bem no alvo ao denunciar Moro como um juiz desqualificado

POR PAULO NOGUEIRA, no DCM

Com formidável atraso, Lula fez uma coisa vital: denunciou Sérgio Moro.

Já era mais de hora de acabar com a hipocrisia, com o cinismo, com o jogo de cena.

Moro, este o ponto, não tem a menor condição de julgar Lula porque lhe falta o essencial: imparcialidade.

Tecnicamente, Moro é juiz. Mas, no mundo das coisas reais, ele é parte importante de um mecanismo destinado a acabar com Lula.

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Isso tem que ficar claro.

Seria o mesmo se coubesse aos irmãos Marinhos, por exemplo, julgar Lula. Ou à família Civita. Ou a Otávio Frias. Ou a FHC, Aécio ou Serra.

Lula seria condenado a despeito de qualquer circunstância.

Lula demorou uma eternidade para reagir aos abusos de Moro e da Lava Jato. Mas deve ser aplaudido por, enfim, ter-se erguido.

Faz parte da farsa da Lava Jato fingir que um juiz é alguém insuspeito de comandar um julgamento desonesto.

Para os analfabetos políticos, é um tremendo argumento: foi a Justiça que condenou, e então a condenação é induscutível.

Mas no Brasil a Justiça é um circo sob o comando da plutocracia, e isto tem que ser dito por quem não se conforma com tamanha aberração.

Os advogados de Lula citaram fatos incontestáveis. Moro, se fosse imparcial, não poderia em hipótese nenhuma comparecer ao lançamento de um livro sobre a Lava Jato que o louva e chacina Lula. Pior ainda, o livro é de um jornalista da Globo, foco central do golpe.

Moro, também foi dito pelos advogados, não poderia jamais comparecer a eventos promovidos por um cacique do PSDB como João Dória e, pior ainda, se deixar fotografar como se estivesse numa festa de casamento.

É o despudor levado ao extremo.

Várias vezes me perguntei se Moro não tinha noção de como é absurdo este tipo de comportamento num pretenso juiz.

Como ninguém o criticou, ele foi adiante. Nem um só editorial da mídia fez reparos a Moro.

E então ele foi adiante.

O mesmo se aplica a Gilmar Mendes. Ele deixou há tempos de ser juiz para se converter em ativista político de direita porque jamais expuseram o horror que isso representa.

Isso tem que acabar — se quisermos avançar como sociedade.

Mesmo que tardiamente, Lula disse o que tinha de ser dito sobre Moro.

É muito bom, e isso deve ser aplaudido. De pé.

Slash rasga a folhinha

POR JAMARI FRANÇA

O guitarrista inglês criado na América Saul Hudson, conhecido como Slash, faz 51 anos hoje. Ele está de volta ao Guns’n’Roses numa turnê mundial 20 anos depois de ter deixado a banda por desavenças com o vocalista Axl Rose. Nascido em Londres, a família se mudou para Los Angeles quando ele tinha cinco anos. Sua mãe, negra, Ola Hudson, americana, era estilista, o pai, Anthony Hudson, inglês e branco, era designer de capas de álbuns. A mãe tinha David Bowie como cliente, o pai fez capas para Neil Young e Joni Mitchell, entre outros. Slash se orgulha de ter esta mistura de raças no sangue. Entre as influências que o levaram a tocar guitarra cita as bandas Cream, Led Zeppelin e Rolling Stones, mais tarde viria a adotar o modelo de Jimmy Page, a Gibson Les Paul e ganhou modelos exclusivos, além de um amplificador Marshall com sua assinatura.

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Em 1983 formou a banda Road Crew com o amigo de infância Steven Adler na bateria, depois os dois foram para a Hollywood Rose, que tinha Axl Rose no vocal e Izzy Stradlin na guitarra. Apesar de ser quase o Guns, Slash foi para a banda Black Sheep e fez teste para o Poison, sem sucesso. Em março de 1985 Axl o chamou de volta para a banda, recém batizada de Guns’n’Roses. A banda virou um sucesso mundial e Slash ficou nela até outubro de 1996. Antes disso, em 1994, montou um trabalho paralelo, Slash’s Snake Pit, que lançou o primeiro álbum Five O’Clock Somewhere em fevereiro de 1995. Fez sucesso, disco de platina na América por mais de um milhão de cópias vendidas. Depois de uma turnê a banda se desfez, ele formou a Slash Blues Band, fez turnê e voltou com a Snake Pit. Em 2002 com os ex-Guns Duff McKagan (baixo) e Matt Sorum (bateria), Dave Kusher (guitarra) e Scott Weiland (vocal) formou o Velvet Revolver, com quem gravou dois álbuns até março de 2008. Em 2010 lançou seu primeiro álbum solo, Slash, com muitos convidados. Lançou mais dois discos solo até voltar para o Guns. ‪#‎JamariFranca‬‪#‎RadioCultFM‬ ‪#‎LuckVeloso‬ ‪#‎JamSessions‬ ‪#‎BlogdoJama‬

Terroristas planejavam fazer Galvão Bueno narrar jogo por 24 horas com comentários de Neto

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Do site ESCÂNDALO HOJE

Foi revelado pelas forças de segurança que um dos planos dos terroristas presos ontem era fazer com que Galvão Bueno narrasse um jogo de futebol imaginário durante 24 horas, com comentários de Neto.

A ideia seria provocar estafa, estresse e tortura mental nos brasileiros e eventuais ânsias de vômito e ataques de pânico.

As principais TVs do país seriam invadidas e o narrador e comentarista sequestrados. O projeto só não foi adiante porque os terroristas ficaram em dúvida se levavam o Neto ou o Casa Grande.

O verdadeiro homem-bomba, hehe…

Leão tem escalação confirmada para encarar o Cuiabá

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Os jogadores Fernando Henrique, Yuri e Eduardo Ramos foram poupados do treino realizado pelo Clube do Remo na manhã deste sábado no estádio Evandro Almeida. O goleiro Fernando Henrique, com um pequeno machucado nas mãos, foi substituído por Vítor Prada. Eduardo Ramos se recupera de entorse no tornozelo. Allan Dias ocupou o seu lugar. Yuri teve um desconforto nas costas e foi substituído por Lucas Garcia.

Apesar desses problemas, o técnico Waldemar Lemos definiu desde sexta-feira a escalação para o jogo contra o Cuiabá na segunda-feira, às 19h15, no estádio Mangueirão: Fernando Henrique; Levy (foto), Max, Henrique e Wellington Saci; Michel Schmoller, Yuri, Eduardo Ramos e Marcinho; Ciro e Edno. (Foto: MÁRIO QUADROS)