6 comentários em “Coisas do Brasil

  1. Situações distintas que não convém associa-las. O Brasil tinha a obrigação de se manifestar a respeito e jamais seria contra o governo turco que teve apoio popular, diferente do que aqui aconteceu, embora uma minoria tenha se mostrado contrário. E por fim, não foi golpe, apenas reparação de danos causados.

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    1. Seu comentário é claramente uma piada, Ferdinando, e espero que tenha sido intencional. Golpe jurídico-midiático-parlamentar virou “reparação de danos”?! Amigo, num país um pouco menos acomodado a plutocracia já teria sido defenestrada a peso de chutes e pontapés. Falando sério, não creio que alguém minimamente racional entenda uma usurpação de poder, absolutamente afrontosa à Constituição, represente reparação de algo. Desgostar (ou antipazar) de um presidente não é motivo para assaltar um mandato legitimamente conquistado.

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  2. Caro Gerson, parece que o Ferdinando é o típico religioso político. Reza para aparecer um político dos céus que dê jeito em tudo, e ainda encara as mazelas sociais como mera penitência pelos pecados de anos! Ora, Ferdinando, política é a arte de debater soluções e de apresentar ideias. Se você simplesmente aceita o contexto, não sabe nada de política, não tem ideias para superar dificuldades, tem muitos problemas para encontrar soluções aos percalços da vida. Acho muito engraçado esse povo de direita dizer que o Lula deu muita sorte com os preços das commodities, principalmente o do petróleo, mas a política socialista estava lá bem na hora em que as commodities estouraram e elas reverteram esse boom econômico em bem estar social. Estivessem lá as velhas práticas neoliberais, haveria algum tipo de crise econômica que atrasaria, de novo, o bem estar dos mais pobres. Ora, o bem estar social não é duradouro? Por quê? Que passa com o país? Pensemos um pouco na notícia de que o os maiores devedores da união são grandes empresários que não queriam pagar o pato e que as dívidas deles somam mais que o triplo do que o tesouro complementou para pagar os aposentados do país inteiro em 2015. Não são os impostos que atrapalham o país, mas a falta de compromisso da elite para com os pobres e com o estado. Deixemos de ser ingênuos, o problema do Brasil é a elite, que come o pato e deixa a conta para o povo pagar!

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