Um comentário em “A frase do dia

  1. Minha tendência é concordar com o Mateus na maioria de seus assertos. Mas, há um ligeiro aspecto, com o qual, creio eu, até o João Grilo (ou, especialmente este, na singeleza de sua sagacidade) faria uma constatação: a presidente eleita, e ora suspensa, sabia ou deveria saber, que o temer, e todos os outros da estirpe dele, dos quais ela, e seu partido, viraram amigos íntimos, a ponto de comer no mesmo prato, no final, ou mesmo antes do final, só poderiam oferecer aquilo que ofereceram mesmo: “a puxada de tapete”. Enfim, colheram o que plantaram.

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