
Abaixo o golpe!


A Secretaria de Esporte e Lazer (Seel) fará lançamento oficial do projeto de abertura do estádio olímpico Jornalista Edgar Proença, o Mangueirão, como ponto de visitação turística de Belém. A ação será desenvolvida em parceria com a Faculdade de Turismo da Universidade Federal do Pará e será apresentada na segunda-feira, 2, data que marca a fase do Mangueirão como Estádio Olímpico Edgar Proença.
A secretária Renilce Nicodemos destaca a iniciativa como pioneira na região Norte e que vai ajudar muito a visibilidade do estádio no Brasil. O lançamento do projeto faz parte da programação alusiva ao aniversário de 17 anos da Seel e de 12 anos do Mangueirão como estádio olímpico do Pará. (Da Ascom-Seel)


A presidenta Dilma Rousseff, que lutou pela democracia durante a época da ditadura militar no Brasil, afirmou que jamais pensou que veria, novamente, um processo arbitrário no País. A declaração foi dada durante entrevista exclusiva para Christiane Amanpour, correspondente-chefe da TV CNN para assuntos internacionais. A entrevista foi veiculada na tarde desta quinta-feira (28).
O processo arbitrário a que refere é o processo de impeachment, a qual chamou de golpe. “A pior sensação que existe para qualquer ser humano é a injustiça. E eu estou sendo vítima de uma grande injustiça, que é esse processo de impeachment, porque com ele eu perco uma conquista democrática do País. Ocorre na minha época histórica algo que eu jamais pensei em ver novamente: processos arbitrários em andamento”, afirmou.
A presidenta, porém, garantiu que lutará para preservar seu mandato e, acima de tudo, a democracia no Brasil. “Mais do que apenas pensar, eu lutarei para sobreviver, não só pelo meu mandato, mas pelo fato de que o que eu estou defendendo é o princípio democrático que rege a vida política brasileira”, pontuou.
E completou: “O mandato não pertence só a mim, mas também aos 54 milhões que me deram seu voto e a todos os 110 milhões que participaram do processo eleitoral”, disse a presidenta.
Dilma ainda destacou que, enquanto ela não tem nenhuma denúncia de corrupção, aqueles que lideram o processo do seu impeachment são réus. “Todos que fizeram o impeachment contra mim, os líderes, não estou falando na base, têm processo de corrupção, têm denúncia de corrupção, principalmente o presidente da Câmara”, ressaltou.
Ela lembrou que todas as medidas enviadas à Câmara para enfrentar as dificuldades econômicas foram torpedeadas pela Casa e por seu presidente, Eduardo Cunha. “Eles não apenas começaram a instabilidade política, tentaram inviabilizar a retomada do crescimento econômico”, disse.
A presidenta afirmou que a baixa popularidade não pode ser justificativa para um processo de impedimento. “Não é o processo de tirar presidente, não é. Não pode ser simplesmente você fazer uma pesquisa. Um processo eleitoral é o momento de debate, não é uma fotografia congelada de um determinado momento em que um país passa”, declarou.
E destacou que impopularidade é cíclica e “se fosse assim, todos os presidentes ou primeiros ministros da Europa, que tiveram taxas de desemprego de 20% teriam de sofrer processo de impeachment, porque também tiveram profundas quedas na popularidade”. “Você já imaginou se a moda do impeachment pega? Cada vez que um presidente tiver flutuação de popularidade, ele vai ser retirado do cargo”, ponderou.

Douglas Borges, Potita, Artur, Alisson, Michel, João Vítor, Marcinho, Murilo e Ítalo. O grupo citado integra uma lista de prováveis dispensas no Remo para a disputa do Brasileiro da Série C. O técnico Marcelo Veiga já busca nomes para reforçar o elenco na competição que resta ao clube na temporada.
Eliminado do Campeonato Paraense, da Copa Verde e da Copa do Brasil, o Remo tenta agora se reestruturar para salvar o ano com uma boa campanha na Série C, visando o acesso à Série B.
A perda de três das quatro competições previstas na temporada contrariou os planos da diretoria e vai forçar investimentos para dar ao técnico Marcelo Veiga condições de montar um time competitivo já a partir de maio. O zagueiro Brinner, ex-Botafogo e Bahia, e o atacante Magno (ex-Parauapebas) são alguns nomes citados como possíveis reforços. (Foto: MÁRIO QUADROS)
A CBF decidiu antecipar para o dia 10 de maio a partida entre Gama-DF e Paissandu, válida pela decisão da Copa Verde 2016, que estava prevista para domingo, 11. A decisão saiu nesta sexta-feira (29). O pedido de mudança da data partiu da emissora detentora dos direitos de transmissão do torneio, em conjunto com a Polícia Militar do Distrito Federal.
O motivo se dá pela votação do pedido de impeachment do presidente da república, por meio do Senado Federal, marcado para o dia 11 de maio, data que estava reservada para a final da competição. O horário da partida será 20h30 no estádio Bezerrão, no Distrito Federal.
A primeira partida entre às duas equipes havia sofrido mudança anteriormente. Paysandu X Gama-DF que havia sido marcada para o dia 4 de maio foi antecipado para o dia 3, terça-feira, às 20h30, em Belém. Antes de encarar o time brasiliense, o Papão enfrenta o Independente pela Copa do Brasil, neste sábado, na Curuzu.


“En las guerras no ganan los que tienen más soldados, sino los que los utilizan mejor”.
Diego Simeone, técnico do Atlético de Madri

Informações que circularam na manhã desta sexta-feira indicam que a diretoria do Paissandu analisa o desligamento de jogadores que estariam fora dos planos para a Série B. Os nomes cogitados são os de Marcelo Costa, Wanderson (foto), John César, Bruno Smith, Flávio e Vélber. Ao mesmo tempo, havia a ideia de emprestar Ramon, Mauro, Marquinhos e Pablo Wallace a outros clubes. O fato é que, depois das decisões no Parazão e na Copa Verde, o elenco do Papão deverá ser reformulado para a campanha na Série B. A diretoria não se manifestou oficialmente sobre contratações e dispensas. (Foto: MÁRIO QUADROS)

Relator da comissão do impeachment no Senado, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) enfrentou, quando governador de Minas Gerais, questionamentos sobre a edição de decretos de suplementação orçamentária supostamente sem aval do Legislativo. Esse tipo de autorização, que visa ampliar despesas, é uma das bases do pedido de afastamento da presidente Dilma Rousseff.
De 2010 a 2014, período em que o tucano comandou Minas, técnicos do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) apontaram impropriedades nos gastos. O governo podia abrir créditos suplementares de até 10% do Orçamento –em 2011, excepcionalmente, houve uma ampliação para 18,5%.
Contudo, alguns tipos de despesas não eram consideradas pelo governo na composição desse limite, especialmente as obrigatórias, como os gastos com pessoal e encargos sociais. Quando levados em conta os itens excluídos da conta, a suplementação extrapolava o máximo permitido.
Para os técnicos do TCE, a exclusão de parte das despesas afronta dispositivos das constituições do Brasil e de Minas, além da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Diante disso, embora a corte estadual tenha dado parecer pela aprovação das contas de Anastasia em todos os anos de sua gestão, houve recomendação para que o governo estabelecesse um limite próximo do real, que comportasse todas as suplementações feitas num exercício. A sugestão não foi acolhida. Os créditos aprovados de 2010 a 2013 foram de quase R$ 70 bilhões. Em 2013, por exemplo, consideradas todas as despesas autorizadas, as suplementações corresponderam a 28% do Orçamento.
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa de Anastasia informou que o PSDB se pronunciaria a respeito. Em nota, o partido sustentou que “nenhuma das acusações atribuídas” ao senador se assemelham “ao que está no pedido de impeachment de Dilma”. “De 2010 a 2014, todas as leis orçamentárias anuais do Estado permitiam que o governador abrisse parte do orçamento em créditos suplementares”, alegou.
O PSDB informou, sem considerar as despesas “extralimite” citadas pelo TCE-MG, que os créditos suplementares estiveram abaixo dos parâmetros definidos e foram de 5,5% do Orçamento em 2010, 13,8% em 2011, 7,6% em 2012, 4,3% em 2013 e 6,5% em 2014. “Enquanto Dilma teve suas contas rejeitadas pelo TCU, todas as contas de Anastasia foram aprovadas pelo TCE e pela Assembleia Legislativa”, argumentou o partido. (Do UOL)
Paulo Coelho, o escritor brasileiro mais conhecido no exterior, que vende milhões de livros no mundo inteiro e está há 400 semanas na lista de mais vendidos do New York Times, está engajado na luta para denunciar o golpe. Em seu Twitter, ele tem feito postagens contra o golpe e agora aderiu, também, à campanha internacional postando mensagem em inglês com hasthtag #StopCoupInBrazil, que significa “Parem o golpe no Brasil”.

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